Espiritualidade e oração
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Natalia Dallapicolla, a primeira jovem do grupo inicial, que seguiu Chiara Lubich em sua aventura no focolare, contava: «Uma noite, sentadas ao redor de uma mesa, o único móvel que tinha sobrado, à luz de vela, porque era preciso ficar no escuro, sem usar a luz elétrica, Chiara leu: “Assim como eu vos amei, amai-vos uns aos outros. Disto todos reconhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”». «Aquelas palavras – prosseguiu Natalia – caíram como gasolina no fogo. Nós queríamos saber qual era o desejo mais profundo de Jesus, uma palavra que nos dissesse, de uma vez por todas, o que ele queria mesmo de nós. E esta era a palavra síntese, o eureka que procurávamos». E concluiu: «Então, antes de ir para a escola, para o escritório trabalhar, de ir comprar alguma coisa, até antes de ir visitar os pobres ou de rezar, é preciso que exista entre nós o próprio amor de Jesus, porque é isso que ele quer. Quando saímos de lá sentíamos que a nossa vida tinha mudado, possuía um sabor diferente, tinha encontrado o seu porquê».

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Fatos de vida
 
 
 
 
Artigos
O desafio da Igreja é a comunhão
28 Fevereiro 2014 |
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Vescovi
A sociedade necessita do testemunho da fraternidade. Assim o Papa Francisco dirigiu-se aos bispos amigos dos Focolares, recebidos em audiência no dia 27 de fevereiro, na Sala Clementina, no Vaticano.
Conselho Ecumênico das Igrejas: 10ª Assembleia em Busan (Coreia)
3 Dezembro 2013
 
20131203-a
Mais de 5 mil participantes na Assembleia Geral do CEI, intitulada “Deus da vida, guia-nos para a justiça e a paz”. Na Coreia do Sul de 30 de outubro a 8 de novembro.
O sacerdote hoje: homem da comunhão e do diálogo
25 Outubro 2013
 
20131025-a
O simpósio “Sacerdotes, diáconos e seminaristas na escola de comunhão” marcou a reabertura do Centro de Espiritualidade “Vinea Mea” (Loppiano): uma formação para sacerdotes, diáconos e seminaristas centralizada na comunhão e no diálogo.
 
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