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	<title>Movimento dos Focolares</title>
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		<title>Os santos também usam calças de ganga</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 07:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novità editoriali]]></category>
		<category><![CDATA[Chiara Luce]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Cidade Nova]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo livro da Editora "Cidade Nova" sobre Chiara Luce Badano. De Franz Coriasco. ]]></description>
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		<title>Francisco: a cultura do encontro</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja católica]]></category>
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		<category><![CDATA[Papa Francesco]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Missa do dia 21 de maio, celebrada pelo Papa Francisco na Casa Santa Marta, estiveram presentes Maria Voce e Giancarlo Faletti, presidente e copresidente do Movimento dos Focolares. Cumprimentando-os, ao término da Missa, ele salientou a importância da «cultura do encontro». ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" wp-image-85807 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130521-02.jpg" alt="" width="228" height="197" />«Momento de emoção profunda, íntimo e sereno». Com estas palavras Maria Voce descreveu o clima experimentado na Santa Missa celebrada pelo Papa Francisco na capela da Casa Santa Marta, para a qual havia sido convidada juntamente com o copresidente do Movimento, Giancarlo Faletti.</p>
<p>Particularmente tocantes foram as palavras do Papa na homilia – referentes ao Evangelho do dia (Mc 9,30-37) – na qual reafirmou que para o cristão progredir significa rebaixar-se, e que na Igreja o poder é serviço: <strong>«O verdadeiro poder é serviço. Como fez Ele, que não veio para ser servido mas para servir, e o seu serviço foi exatamente o serviço da Cruz. Ele abaixou-se até a morte, à morte na Cruz, por nós, para servir-nos, para salvar-nos. E não existe na Igreja nenhum outro caminho para progredir. Para o cristão, ir adiante, progredir, significa rebaixar-se. Se nós não aprendemos essa regra cristã, jamais, jamais poderemos entender a verdadeira mensagem de Jesus sobre o poder»</strong>.</p>
<p>Ao cumprimentá-lo, após a Santa Missa, Maria Voce exprimiu ao Papa as orações e a gratidão de todo o Movimento dos Focolares: «Todos procuramos viver ao pé da letra o que o senhor diz, especialmente ir ao encontro dos homens para que encontrem Cristo». «É o que precisamos – respondeu o Santo Padre – a <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/19/uscite-fuori-uscite-linvito-di-papa-francesco/" target="_blank"><strong>cultura do encontro</strong></a>!».</p>
<hr />
<div id="attachment_85820" class="wp-caption alignnone" style="width: 278px"><a title="Papa Francesco: il vero potere è a servizio degli altri" href="https://www.youtube.com/embed/HquzYPDPGq0?feature=player_detailpage" target="_blank"><img class="wp-image-85820      " style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/Video_thumb2.jpg" alt="" width="268" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Vídeo: Papa Francisco celebra a Missa, Casa Santa Marta 21.5.2013</p></div>
]]></content:encoded>
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		<title>“Vão para fora, saiam!”: o convite do Papa Francisco</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 11:18:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Clariá</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ano da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja católica]]></category>
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		<description><![CDATA[Duzentos mil cristãos de vários movimentos, associações e agremiações leigas em diálogo com o Papa Francisco. A coragem e a esperança da fé. A saudação de Maria Voce: compromisso do Movimento dos Focolares em testemunhar o cristianismo de maneira corajosa e alegre. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class=" wp-image-85727 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130519-06.jpg" alt="" width="290" height="175" />Quatro perguntas e quatro respostas. As palavras do Papa foram o momento mais tocante da vigília de Pentecostes</strong> do dia 18 de maio de 2013, que reuniu, na Praça de São Pedro, 200 mil fieis de numerosas realidades eclesiais. «Eu já tinha lido as perguntas de vocês&#8230; esta é a verdade!». Mas as respostas foram espontâneas e envolveram a todos numa escuta atenta e silenciosa. <strong>«Como o senhor alcançou a certeza da fé e como vencer a própria fragilidade na fé?»</strong>, foi a primeira pergunta. O Papa respondeu contando a sua história: «Eu tive a graça de nascer numa família onde a fé era vivida de modo simples e concreto. Foi principalmente minha avó que marcou o meu caminho de fé». «Falava-nos de Jesus, ensinava o catecismo, Sexta-feira Santa nos levava à procissão das velas, e quando chegava o Cristo morto ela nos mandava ajoelhar e dizia: morreu, mas amanhã vai ressuscitar! Recebi o primeiro anúncio cristão de minha avó!». E convidou a abandonar o medo: «Somos frágeis, o sabemos, mas Ele é mais forte. Com o Senhor estamos seguros, com Ele a fé cresce&#8230;».</p>
<p><strong>«O que devemos considerar mais importante?»</strong>. “O que é mais importante? Jesus. Se vamos para frente com a organização, mas sem Jesus, não avançamos». E convidou a viver em «sinergia com o Espírito Santo». Não tanto falar, mas testemunhar com a coerência da vida.</p>
<p><strong>«Como viver numa Igreja pobre e pelos pobres? Que contribuição dar à Igreja e à sociedade nesta crise que atinge a ética pública?»</strong>. «Viver o Evangelho é a principal contribuição que podemos dar. A Igreja não é um movimento político, nem uma estrutura bem organizada. Não somos uma ONG, e quando a Igreja se torna uma ONG perde o sal, não tem sabor, é somente uma organização vazia».</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-85714" style="margin-right: 10px;margin-top: 5px;margin-bottom: 5px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130519-03.jpg" alt="" width="314" height="216" />Entre os maiores perigos indica o do eficientismo e do fechamento em si mesmos. Um fechamento que leva a adoecer: <strong>«A Igreja deve sair de si mesma rumo às periferias existenciais»</strong>. Claro, quando saímos pode acontecer um acidente, mas «prefiro mil vezes uma Igreja acidentada a uma Igreja doente pelo fechamento. Vão para fora! Saiam!». O convite do Papa a sair da cultura da contenda e da fragmentação, da «cultura do desperdício», para viver a cultura do encontro com o outro, com Jesus e com todos os irmãos, a partir dos mais pobres, olhando em seus olhos e pegando em suas mãos, para “tocar a carne de Cristo, tomar sobre nós o sofrimento dos pobres».</p>
<p><strong>«Como confessar a fé?»</strong>. «Para anunciar o Evangelho são necessárias duas virtudes: a coragem e a paciência», como recordou o testemunho do irmão de Shabhaz Bhatti, ministro paquistanês morto em 2011. Estamos todos em caminho para o martírio: quem dá a vida testemunhando Jesus e quem vive os pequenos martírios cotidianos.  «Um cristão deve sempre saber responder ao mal com o bem». «Procuremos demonstrar a estes irmãos e irmãs que estamos profundamente unidos nesta situação».  «Vocês rezam por estes irmãos e irmãs nas orações de todos os dias?».</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong></strong><a href="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/CTV_03.jpg"><img class="alignnone  wp-image-85722" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/CTV_03.jpg" alt="" width="323" height="197" /></a></td>
<td><strong><a href="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/CTV_04.jpg"><img class="alignleft  wp-image-85721" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/CTV_04.jpg" alt="" width="323" height="197" /></a></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No momento dos cumprimentos dos vários responsáveis dos Movimentos e comunidades eclesiais aos Papa, <strong><a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/01/20/maria-voce/" target="_blank">Maria Voce</a> exprimiu ao Santo Padre o agradecimento e o compromisso dos Focolares</strong> em «dar testemunho de um cristianismo corajoso e alegre». Em seguida ela comentou que «o seu discurso fez bem ao coração», especialmente a insistência sobre o encontro com Jesus e a oração, repetidos em todas as respostas, salientando «a dimensão espiritual do cristão: a oração, o encontro com Jesus que acontece por meio das pessoas, nas periferias, fora. Jesus. E todo o resto é consequência». A presidente dos Focolares sublinhou ainda a atmosfera de amizade e alegria entre os diversos fundadores e representantes de comunidades e movimentos: «Creio que o Papa, ao chegar, sentiu este coração alegre da Igreja». <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2010/02/03/biografia-di-giancarlo-faletti/" target="_blank">Giancarlo Faletti</a>, copresidente do Movimento dos Focolares, salientou que o Papa apontou no amor a Jesus e ao próximo a dinâmica de vida de quem sabe olhar para fora: «Ele não nos viu como um particular da Igreja, mas como cristãos, tinha diante de si toda a cristandade».</p>
<p><a href="http://www.radiovaticana.va/player/index_fb.asp?language=it&amp;visualizzazione=VaticanTic&amp;Tic=VA_ZKF1G7QI" target="_blank">Reveja a transmissão (CTV)</a></p>
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		<title>Os Movimentos eclesiais com Papa Francisco</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/17/i-movimenti-ecclesiali-si-stringono-al-papa/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 08:14:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Clariá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O arcebispo Fisichella apresenta a Jornada dos movimentos, das novas comunidades, das associações e das agregações leigas, que virão a Roma para a próxima festa de Pentecostes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-85564" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/13hp0165.jpg" alt="" width="300" height="250" />Esperam-se em Roma mais de 120 mil pessoas de 150 movimentos e associações eclesiais</strong>, provenientes de muitos países de todos os continentes. Será a <a href="http://www.annusfidei.va/content/novaevangelizatio/pt/eventi/vegliadipentecoste.html" target="_blank">Jornada dos movimentos</a>, das novas comunidades, das associações e das agregações leigas, que acontecerá na praça São Pedro, <strong>sábado, 18, e domingo, 19 de maio.</strong></p>
<p><strong>O encontro faz parte das iniciativas do <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2012/10/11/apertura-dellanno-della-fede/" target="_blank">Ano da Fé</a></strong> e foi apresentado pelo arcebispo Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, durante a conferência realizada na Sala de Imprensa da Santa Sé.</p>
<p><strong>O slogan escolhido para a Jornada é muito significativo:</strong> <strong><em>“Eu creio! Aumenta em nós a fé”.</em> </strong>“Os pronomes pessoais – explicou o arcebispo – exprimem o significado subtendido. Na Igreja cada um é chamado a pronunciar em primeira pessoa a sua adesão a Cristo e à Igreja”. É uma escolha livre e pessoal. Muitos jovens, homens e mulheres – acrescentou – nestes movimentos e associações, muitas vezes “reencontraram não só a fé que tinham perdido”, mas “realizaram uma verdadeira conversão de vida”. “As realidades eclesiais – afirmou – são um dos frutos mais evidentes do Concílio Vaticano II”; palavras que ecoam a forte expressão usada por Bento XVI que, em Pentecostes 2006, definiu as novas realidades eclesiais como “uma das novidades mais importantes suscitadas pelo Espírito Santo na Igreja para a atuação do Concílio Vaticano II”.</p>
<p>A escolha da festa de Pentecostes, prossegue D. Fisichella, pretende demonstrar que “na Igreja de hoje as novas realidades eclesiais são o sinal da presença de Cristo Ressuscitado que guia a sua Igreja na obra da evangelização”.</p>
<p>O início do encontro na praça São Pedro está marcado para as 15h (horário italiano), com o acolhimento, que será seguido por uma alternância de testemunhos e momentos artísticos e musicais; está prevista a participação do grupo musical internacional <a href="http://www.genverde.it/default.asp" target="_blank"><em>Gen Verde</em></a> e de um coro composto por cerca de 150 pessoas de vários movimentos.</p>
<p><strong>O Papa Francisco chegará pelas 18h</strong> e, depois de ouvir testemunhos da Irlanda e do Paquistão, abrirá um diálogo respondendo a algumas perguntas.</p>
<p><strong>Domingo, 19 de maio, o Papa celebrará a missa na praça São Pedro, às 10h30min</strong> (hora italiana), e após será a oração do <em>Regina coeli</em>.</p>
<p>Nestes meses de preparação, recordam-se muitas vezes as <strong>palavras pronunciadas por João Paulo II no primeiro grande encontro de Pentecostes 1998</strong>: “Há urgência, hoje, de cristãos maduros, conscientes da própria identidade batismal, da própria vocação e missão na Igreja e no mundo! Precisamos de comunidades vivas! E então, <strong>os movimentos e as novas comunidades eclesiais: são a resposta, suscitada pelo Espírito Santo</strong>, a este dramático desafio de fim do milênio. Vocês são esta resposta providencial”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pentecostes: o Amor que circula entre os irmãos</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/17/pentecoste-lamore-che-circola-fra-i-fratelli/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 07:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Clariá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na proximidade da festa na qual os cristãos recordam a “descida” do Espírito Santo sobre os apóstolos reunidos com Maria, propomos um texto de Igino Giordani que abre-nos à profundidade espiritual dessa festa. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-85552" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130517-01.jpg" alt="" width="314" height="220" /></p>
<p>«O <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/spirito-santo/" target="_blank"><strong>Espírito Santo</strong></a>, que une criaturas e Criador, gera uma convivência humano-divina. Mas a Pentecostes, ao fazer de uma “multidão de fieis um só coração e uma só alma”, provocou a comunidade de vida, consequência espontânea da unidade. E desse modo a convivência cotidiana, em meio a distrações e rumores, torna-se convivência divina, na qual os irmãos ajudam-nos a subir até Deus. Aliás, cada irmão que encontramos nos dá uma reserva de vida divina, porque quando o amamos por Cristo faz-nos chegar a Deus. E assim o caminho da vida não é mais, como foi dito, uma caminho para a morte, mas um crescimento rumo à juventude eterna.</p>
<p>Viver o Espírito de Deus é deixar viver o Espírito Santo em si. E quanto mais ama-se Deus mais amam-se os homens, que o representam (&#8230;). E os bens do Espírito Santo aumentam na proporção em que são distribuídos. Para revelar-se e arder a caridade deve se expandir; é sangue e quer circular, é fogo e quer propagar-se. Como a vida natural é uma circulação de calor, comunicado de uma célula a outra, assim, desde a primeira célula ligada ao Criador foi uma passagem contínua e, ao mesmo tempo, um assíduo aumento de calor, no tempo e no espaço. A vida sobrenatural é uma frequente comunicação de calor – a graça, a caridade – do sol que é Deus às almas às quais Deus se dá. Os irmãos, feitos, de certo modo, sacramentos de Deus, são canais de transmissão da graça. Se os irmãos são excluídos o Espírito Santo não passa mais, detêm-se a vida. E é compreensível: o amor que passa do irmão a mim e de mim ao irmão é Deus que se comunica.</p>
<p>A origem de todo esse milagre deve ser encontrada na encarnação e, portanto, na caridade. Sendo imagem e semelhança de Deus o homem (&#8230;) é Deus que vive, por assim dizer, encarnado nas limitações humanas. Se assim é, eu o devo ver e tratar como Deus, por representação.</p>
<p>Reciprocamente, eu devo comportar-me como representante de Deus; daqui derivam a minha dignidade e as minhas obrigações de ação.</p>
<p>O homem é produto de Deus e traz em cada célula do corpo e em cada dobra do espírito a marca da fábrica, que é a fábrica do Eterno. De tal artífice recebeu uma marca inconfundível, e por isso cada homem é uma obra-prima única. Ele traz em cada molécula a prova da existência de Deus que o colocou no mundo. É o Espírito Santo o agente de tal divinização, ele que é o princípio ativo da encarnação de Deus. Todos os indivíduos humanos, de alguma maneira, tornam-se partícipes da união com Deus, e o amor que faz do homem um Deus é o mesmo que de um Deus fez um homem».</p>
<p align="right"><strong>Igino Giordani in: <em>A divina aventura</em>, Città Nuova, 1993, (Garzanti, 1953)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Filipinas, a caminho pelo empenho civil</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/15/filippine-in-cammino-per-limpegno-civile/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asia]]></category>
		<category><![CDATA[Esperienza]]></category>
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		<category><![CDATA[Movimento Paroquial]]></category>
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		<category><![CDATA[Fatti di Vita]]></category>
		<category><![CDATA[filippine]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Parrocchiale]]></category>
		<category><![CDATA[partecipazione politica]]></category>

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		<description><![CDATA[Um fórum de formação à cidadania ativa com 2000 participantes, promovido por uma paróquia de Manila nas vésperas das eleições municipais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130516-06.jpg"><img class="alignleft  wp-image-85546" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130516-06.jpg" alt="" width="286" height="192" /></a>Manila, capital das <a href="http://www.focolare.org/pt/focolare-worldwide/asia/filippine/" target="_blank">Filipinas</a>, megalópole com mais de 11.0000.000 de habitantes, cidade com imensos contrastes sociais onde, há muitos anos, se luta por uma democracia igualitária e solidária, depois de decênios de forte ditadura que gerou a sempre crescente separação entre ricos e pobres.</p>
<p><strong>Naquela cidade</strong> <strong>é normal que nas paróquias se concentrem inúmeras iniciativas sociais</strong> em favor dos mais indigentes. Sente-se também a necessidade de trabalhar na formação das pessoas para uma maior participação cívica e democrática visando à reconstrução do país.</p>
<p>O <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/un-popolo/movimento-parrocchiale/" target="_blank"><strong>Movimento Paroquial</strong></a> também está presente de modo ativo no país – pessoas animadas pela <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/" target="_blank">espiritualidade dos Focolares</a> que trabalham para servir a paróquia – e há muito tempo contempla nas suas atividades, programas de formação à necessidade de um empenho concreto no âmbito social, através da promoção de iniciativas que visam aspectos tais como: a solidariedade, o problema da moradia, a educação cívica e política aberta a todos.</p>
<p><strong>Por ocasião das eleições para o prefeito e vice-prefeito de Manila</strong>, a paróquia de S. Roque, naquela mesma cidade, decidiu organizar um Fórum de educação e formação da cidadania à política e à participação democrática.</p>
<p><a href="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130516-07.jpg"><img class=" wp-image-85547 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130516-07.jpg" alt="" width="307" height="206" /></a>O Fórum, realizado no dia 20 de abril passado, foi planejado junto ao Vicariato envolvendo tanto as 48 paróquias da Diocese di Manila quanto o Ministério do Interior. O trabalho de preparação em equipe com os vários organismos interessados teve início em fevereiro passado, com a preparação do programa, dos convites e dos temas a serem abordados. O Fórum contou a com <strong>participação de 2000 pessoas</strong>, das quais 1400 eram de diversas paróquias, além de membros de ONGs, como a Associação dos Transportes, a Federação dos Vendedores, além de alguns deputados e líderes de grupos ecumênicos, grupos de professores e diretores de empresas.</p>
<p><strong>Os candidatos a prefeito, vice-prefeito e a vereadores apresentaram os seus programas</strong> para o próximo triênio na administração de Manila; depois houve um momento de debate em uma atmosfera de respeito e confiança. O estilo de ataque ao adversário como estratégia eleitoral, típico desta época, deixou espaço a uma experiência de fraternidade, na qual todos – pertencentes a várias correntes políticas – ficaram satisfeitos com o resultado final.</p>
<p>“Eu tinha medo – declara um dos organizadores – que o evento fosse algo superior às nossas forças; ao invés, foi um sucesso”. E, entre as declarações finais: “Eu entendi qual é o programa dos candidatos e em que valores se fundamentam. Obrigado pelo trabalho de vocês”.</p>
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		<title>Oreste Basso</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/15/oreste-basso/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 05:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vidas vividas ]]></category>
		<category><![CDATA[Oreste Basso]]></category>

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		<description><![CDATA[“Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo” (1 Cor 11,1). (1/1/1922 – 14/4/2013)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/OresteBasso.jpg" alt="" width="314" height="235" /><strong>“Recebi muitos privilégios durante a minha vida</strong>; gostaria de expressar o imenso amor de Deus, sempre presente, mas, creio que seja impossível dizer quanto eu recebi [Dele] e, consequentemente, poder comunicar isso”; nestes termos Oreste Basso, em 1997, iniciava a narrar a sua história a um grupo de jovens, história na qual ele via a trama de um fio de ouro. Nascido em Florença, no dia 1° de janeiro de 1922, no seio de uma família que lhe transmitiu os fundamentos cristãos e uma sólida retidão de princípios, valoriza muitos os estudos humanísticos, anseia uma profissão e uma “vida bem-sucedida”. A experiência da guerra foi “uma lição tremenda porque, naquele contexto, si presenciava a destruição de todos os ideais humanos”. “A única coisa que ainda podia existir depois da guerra – ele se lembra – eram os afetos humanos, os da família.” Formou-se em engenharia e, em 1946, encontrou trabalho em uma indústria em Sesto San Giovanni, próximo a Milão, que, naquela época era considerada a “Stalingrado da Itália”. Morava em Milão e, à noite, ia frequentemente a um restaurante popular onde encontrava alguns amigos – <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2012/01/26/piero-pasolini/" target="_blank">Piero Pasolini</a>, Danilo Zanzucchi, <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/11/10/guglielmo-boselli-guglia-maestro-di-vita-e-di-giornalismo/" target="_blank">Guglielmo Boselli</a>, Alfredo Zirondoli – que, depois, foram os primeiríssimos a seguir a aventura do Focolare; conversavam sobre Maritain, sobre o neotomismo, a arte, a música. Um deles, Giorgio Battisti, um dia convidou Oreste a “conhecer uma coisa muito positiva, bela: algumas jovens que vivem o Evangelho”.</p>
<p>Uma delas, <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/03/07/ginetta-calliari/" target="_blank">Ginetta Calliari</a>, uma das primeiras a seguir <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/" target="_blank">Chiara Lubich</a>, encontrou aquele grupo e se vê bombardeada de perguntas que aqueles jovens formulavam, ininterruptamente, e a escutavam até tarde da noite. Marcavam uma data e, mensalmente, ela ia de Trento a Milão só para encontrá-los. “Começamos a entender – relata Oreste – que o Evangelho era uma coisa que podia ser vivida não pelas pessoas distantes, pelos outros; mas, nós deveríamos vivê-lo, a começar por mim, por você, por todos nós”. Os frutos desta nova vida eram evidentes: Oreste conquistou a estima de um subalterno politicamente muito ativo que, observando-o e tomando conhecimento do seu ideal evangélico, lhe disse: “Se o senhor crê neste Deus, eu também posso crer nele, como o senhor já me disse”.</p>
<p>Em 1951 Oreste deixa a sua casa e vai compor o focolare de <a href="http://www.focolare.org/pt/focolare-worldwide/europa/italia/" target="_blank">Milão</a>, junto àqueles que, ouvindo o anúncio de Ginetta, acolheram o chamado a este caminho e, pouco depois, conheceu Chiara: “Foi um encontro belíssimo! – ele afirma – pareceu-me conhecer uma pessoa estupenda na sua grande simplicidade e luminosidade!”.</p>
<p>Nesse ínterim, em várias cidades na Itália, aumenta sempre o número de pessoas que desejam conhecer o Movimento que nascia e Oreste Basso se transfere a Parma, com <strong>Lionello Bonfanti</strong>. A sua narrativa tem o sabor dos inícios daquela história: “Dormíamos nos sofás e, para cozinhar, compramos um pequeno fogão, portátil, que funcionava com álcool. Muitas vezes as refeições eram somente queijo e, muitas vezes, leite&#8230; o leite era a nossa salvação! Mas, estávamos muito felizes!”.</p>
<p>Depois de alguns anos o Movimento dos Focolares – Obra de Maria, este é o nome que Chiara deu à nova realidade eclesial – <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/costruendo-lopera-di-maria/" target="_blank">se difunde</a> e se consolida em diversos aspectos. Oreste é convidado a transferir-se para Florença para assumir uma função de responsabilidade e a sua adesão foi imediata, não obstante a proposta de uma ulterior promoção por parte da empresa.  O próprio diretor geral lamentou muito a partida de Oreste. “Começou uma vida nova – ele disse – completamente imersos no carisma do qual Chiara é portadora!”.</p>
<p><strong>No fim da década de 1950 ele foi chamado a Roma</strong>, onde, ao lado de Chiara, atuou com o seu estilo alegre e discreto, uma função de grande responsabilidade também nas diversas versões do Estatuto Geral da Obra que, nos anos seguintes, se sucedem e se adéquam a uma realidade sempre em contínuo crescimento. Em 1981, entre outros acontecimentos, Oreste é ordenado sacerdote, ministério que considera um privilégio, um chamado a um amor ainda maior.</p>
<p><strong>Eleito <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/organizzazione/" target="_blank">copresidente </a>do Movimento em 1996</strong>, exerceu uma função fundamental quando <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/gli-ultimi-anni/" target="_blank">Chiara faleceu</a> (14 de março de 2008) e, durante a sucessiva Assembléia Geral que elegeria aquela que deveria suceder à fundadora.</p>
<p><a href="http://www.focolare.org/pt/news/2013/04/15/oreste-basso-focolarino-con-humour/" target="_blank">Por ocasião da sua morte</a>, recebemos mensagens do Santo Padre, por meio do Secretário de Estado do Vaticano, do Cardeal Bertone do Monsenhor Rylko, Presidente do Conselho Pontifício para os Leigos comprovam a sua vivência evangélica radical e a simplicidade das relações sinceras que Oreste soube construir, dia após dia, até o fim da sua vida. Inúmeras mensagens e testemunhos que continuamos a receber exprimem afeto e gratidão a ele.</p>
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		<title>A aventura de Oreste Basso</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 06:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costruendo l'Opera di Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Focolarini]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento dos Focolares]]></category>
		<category><![CDATA[Organização]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas e Compromisso ]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento dei focolari]]></category>
		<category><![CDATA[Oreste Basso]]></category>
		<category><![CDATA[Primi focolarini]]></category>

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		<description><![CDATA[No trigésimo dia da sua morte, recordamos a vida de um dos mais próximos colaboradores de Chiara Lubich; excepcional testemunha, ele mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/OresteBasso.jpg" alt="" width="314" height="235" /><strong>“Recebi muitos privilégios durante a minha vida</strong>; gostaria de expressar o imenso amor de Deus, sempre presente, mas, creio que seja impossível dizer quanto eu recebi [Dele] e, consequentemente, poder comunicar isso”; nestes termos Oreste Basso, em 1997, iniciava a narrar a sua história a um grupo de jovens, história na qual ele via a trama de um fio de ouro. Nascido em Florença, no dia 1° de janeiro de 1922, no seio de uma família que lhe transmitiu os fundamentos cristãos e uma sólida retidão de princípios, valoriza muitos os estudos humanísticos, anseia uma profissão e uma “vida bem-sucedida”. A experiência da guerra foi “uma lição tremenda porque, naquele contexto, si presenciava a destruição de todos os ideais humanos”. “A única coisa que ainda podia existir depois da guerra – ele se lembra – eram os afetos humanos, os da família.” Formou-se em engenharia e, em 1946, encontrou trabalho em uma indústria em Sesto San Giovanni, próximo a Milão, que, naquela época era considerada a “Stalingrado da Itália”. Morava em Milão e, à noite, ia frequentemente a um restaurante popular onde encontrava alguns amigos – <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2012/01/26/piero-pasolini/" target="_blank">Piero Pasolini</a>, Danilo Zanzucchi, <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/11/10/guglielmo-boselli-guglia-maestro-di-vita-e-di-giornalismo/" target="_blank">Guglielmo Boselli</a>, Alfredo Zirondoli – que, depois, foram os primeiríssimos a seguir a aventura do Focolare; conversavam sobre Maritain, sobre o neotomismo, a arte, a música. Um deles, Giorgio Battisti, um dia convidou Oreste a “conhecer uma coisa muito positiva, bela: algumas jovens que vivem o Evangelho”.</p>
<p>Uma delas, <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/03/07/ginetta-calliari/" target="_blank">Ginetta Calliari</a>, uma das primeiras a seguir <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/" target="_blank">Chiara Lubich</a>, encontrou aquele grupo e se vê bombardeada de perguntas que aqueles jovens formulavam, ininterruptamente, e a escutavam até tarde da noite. Marcavam uma data e, mensalmente, ela ia de Trento a Milão só para encontrá-los. “Começamos a entender – relata Oreste – que o Evangelho era uma coisa que podia ser vivida não pelas pessoas distantes, pelos outros; mas, nós deveríamos vivê-lo, a começar por mim, por você, por todos nós”. Os frutos desta nova vida eram evidentes: Oreste conquistou a estima de um subalterno politicamente muito ativo que, observando-o e tomando conhecimento do seu ideal evangélico, lhe disse: “Se o senhor crê neste Deus, eu também posso crer nele, como o senhor já me disse”.</p>
<p>Em 1951 Oreste deixa a sua casa e vai compor o focolare de Milão, junto àqueles que, ouvindo o anúncio de Ginetta, acolheram o chamado a este caminho e, pouco depois, conheceu Chiara: “Foi um encontro belíssimo! – ele afirma – pareceu-me conhecer uma pessoa estupenda na sua grande simplicidade e luminosidade!”.</p>
<p>Nesse ínterim, em várias cidades na Itália, aumenta sempre o número de pessoas que desejam conhecer o Movimento que nascia e Oreste Basso se transfere a Parma, com <strong>Lionello Bonfanti</strong>. A sua narrativa tem o sabor dos inícios daquela história: “Dormíamos nos sofás e, para cozinhar, compramos um pequeno fogão, portátil, que funcionava com álcool. Muitas vezes as refeições eram somente queijo e, muitas vezes, leite&#8230; o leite era a nossa salvação! Mas, estávamos muito felizes!”.</p>
<p>Depois de alguns anos o Movimento dos Focolares – Obra de Maria, este é o nome que Chiara deu à nova realidade eclesial – <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/costruendo-lopera-di-maria/" target="_blank">se difunde</a> e se consolida em diversos aspectos. Oreste é convidado a transferir-se para Florença para assumir uma função de responsabilidade e a sua adesão foi imediata, não obstante a proposta de uma ulterior promoção por parte da empresa.  O próprio diretor geral lamentou muito a partida de Oreste. “Começou uma vida nova – ele disse – completamente imersos no carisma do qual Chiara é portadora!”.</p>
<p><strong>No fim da década de 1950 ele foi chamado a Roma</strong>, onde, ao lado de Chiara, atuou com o seu estilo alegre e discreto, uma função de grande responsabilidade também nas diversas versões do Estatuto Geral da Obra que, nos anos seguintes, se sucedem e se adéquam a uma realidade sempre em contínuo crescimento. Em 1981, entre outros acontecimentos, Oreste é ordenado sacerdote, ministério que considera um privilégio, um chamado a um amor ainda maior.</p>
<p><strong>Eleito <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/organizzazione/" target="_blank">copresidente </a>do Movimento em 1996</strong>, exerceu uma função fundamental quando <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/gli-ultimi-anni/" target="_blank">Chiara faleceu</a> (14 de março de 2008) e, durante a sucessiva Assembléia Geral que elegeria aquela que deveria suceder à fundadora.</p>
<p><a href="http://www.focolare.org/pt/news/2013/04/15/oreste-basso-focolarino-con-humour/" target="_blank">Por ocasião da sua morte</a>, recebemos mensagens do Santo Padre, por meio do Secretário de Estado do Vaticano, do Cardeal Bertone do Monsenhor Rylko, Presidente do Conselho Pontifício para os Leigos comprovam a sua vivência evangélica radical e a simplicidade das relações sinceras que Oreste soube construir, dia após dia, até o fim da sua vida. Inúmeras mensagens e testemunhos que continuamos a receber exprimem afeto e gratidão a ele.</p>
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		<title>“Nas asas do Espírito”</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/14/sulle-ali-dello-spirito-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 06:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Bonnici</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chiara Lubich]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja católica]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Focolare Worldwide]]></category>
		<category><![CDATA[EM DIÁLOGO]]></category>
		<category><![CDATA[Italia]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Spiritualità dell'unità]]></category>
		<category><![CDATA[Movimenti ecclesiali]]></category>
		<category><![CDATA[Pentecoste 1998]]></category>
		<category><![CDATA[Pentecoste 2013]]></category>
		<category><![CDATA[Sulle Ali dello Spirito]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Movimentos Eclesiais e as novas comunidades foram convocadas pela primeira vez no dia 30 de maio de 1998 por João Paulo II. Um encontro histórico e aqui propomos uma síntese num vídeo, como preparação para o próximo encontro com Papa Francisco. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Video “Nas asas do Espírito”</p>
<p><a href="http://vimeo.com/65824582" target="_blank">http://vimeo.com/65824582</a></p>
<p>© Centro S. Chiara Audiovisivi</p>
<p>O grande abraço das colunas de Bernini não consegue conter os numerosos membros de 56 novas comunidades e movimentos eclesiais; uma minúscula representação dos cerca de 80 milhões de católicos, em grande maioria leigos, que fazem parte deste exterminado povo.</p>
<p><strong>É a primeira vez que eles se encontram juntos com o papa.</strong></p>
<p>Um imenso jardim multicor: foi assim que alguém definiu a Praça de São Pedro na ensolarada tarde de 30 de maio. A presença dos membros dos vários movimentos que com os seus carismas específicos contribuem para dar à Igreja beleza, vivacidade, credibilidade, dava realmente um surpreendente espetáculo de unidade na diversidade.</p>
<p>Uma realidade testemunhada pelos fundadores de 4 dos mais difundidos movimentos, Chiara Lubich, Kiko Argüello, Jean Vanier, Luigi Giussani: os seus carismas provêm do mesmo Espírito; mas é uma unidade que não anula as suas diferenças, evidenciando como a vida cristã tem origem no mistério trinitário.</p>
<p><strong>«Nos momentos mais importantes da vida da Igreja nascem sempre numerosos carismas.</strong> Penso no Concílio de Trento. (&#8230;) Eu diria que hoje se vê que o Espírito Santo, (&#8230;) soprando na mesma direção, oferece, doa diferentes acentuações, porque a vida da Igreja é uma sinfonia, é um grande concerto e são necessários muitos instrumentos e o maior número possível de vozes». (Mons. Piero Coda)</p>
<p><img class=" wp-image-85336 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130514-02.jpg" alt="" width="356" height="238" /><strong>Uma grande variedade de carismas</strong>, portanto, à raiz de muitos novos movimentos eclesiais, amparados e encorajados pelo papa como a resposta providencial do Espírito Santo aos desafios do fim de milênio.</p>
<p>No seu discurso João Paulo II não hesitou em afirmar que o que aconteceu no Cenáculo em Jerusalém há 2 mil anos, se renova esta tarde na Praça de São Pedro hoje.</p>
<p>«À Igreja (&#8230;) o Consolador concedeu recentemente, através do Concílio Ecumênico Vaticano II, um renovado Pentecostes, suscitando um dinamismo novo e imprevisto. (&#8230;) Vocês, aqui presentes, são a prova tangível desta &#8220;efusão&#8221; do Espírito». (João Paulo II).</p>
<p><strong>João Paulo II reconhecendo o percurso feito até aqui pelos movimentos</strong>, os vê encaminhados rumo a uma nova etapa da maturidade eclesial na qual o seu forte e comum anúncio oferecerá uma alternativa válida à cultura secularizada que proclama modelos de vida sem Deus.</p>
<p>«Isso constitui um capital precioso para a missão da Igreja inteira. O seu fundador não disse em vão que o testemunho de unidade é para &#8220;que o mundo creia&#8221;. A fecundidade missionária dos movimentos será potencializada se este testemunho de unidade na diversidade resplandecer a fim de que o mundo creia». (Gusman Carriquiri)</p>
<p>Um testemunho de unidade entre todos os movimentos na perspectiva de uma nova evangelização: é a exigência de que Chiara se fez porta-voz junto do papa.</p>
<p><strong>«Sabemos que a Igreja e o senhor desejam a plena comunhão entre os Movimentos</strong>, a sua unidade que, de resto, já está se verificando. Mas nós queremos garantir a Vossa Santidade que, por ser a unidade o nosso carisma específico, nos empenharemos com todas as nossas forças para contribuir a realizá-la plenamente». (<a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/gesu-abbandonato/">Chiara Lubich</a>)</p>
<p><a href="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130514-03.jpg"><img class="alignleft  wp-image-85339" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130514-03.jpg" alt="" width="360" height="242" /></a>Chiara assumiu esse compromisso que responde às aspirações de todos os outros líderes dos movimentos.</p>
<p>«É importante que criemos entre nós oportunidades de diálogo, assim como construímos com pessoas de outras confissões cristãs ou a nível inter-religioso. Todos fazemos parte de algo muito maior do que os movimentos em si. Trata-se simplesmente que cada um encontre o seu lugar e saiba estar com os outros». (Jean Vanier)</p>
<p>«Se cada um de nós compreendesse que com a contribuição de cada um que nasce, como eu espero, de um caminho que nos faz olhar para certos objetivos bem precisos, como muitos rios que concorrem para alimentar um mar, certamente nós poderemos invadir muitos outros âmbitos da cultura, muitos âmbitos da ciência, da promoção humana que muitas vezes delegamos a quem não possuía propostas convincentes para o homem e para entregá-lo a Cristo Jesus». (Salvatore Martinez)</p>
<p>«É preciso que cresça a amizade entre os diversos movimentos. Que os movimentos se conheçam, se estimem, se amem, etc. mas naturalmente, tudo isso não se faz, não é um fato de política e de aliança (&#8230;). A minha expectativa é que o entrosamento entre os movimentos cresça e crescerá na medida em que os diferentes carismas serão envolvidos sempre mais na evangelização. Não se trata de coordenação, mas de um Espírito, de um Espírito que deve amadurecer, deve entrar, de um Espírito que se enxerta nas histórias, nas pessoas e nos movimentos diferentes». (Andrea Riccardi)</p>
<p>Parece mesmo que esta atitude seja a melhor para responder às expectativas da Igreja e aderir eficazmente ao convite dirigido pelo papa na conclusão do histórico encontro no dia 30 de maio.</p>
<p>«Hoje, desta Praça, Cristo repete a cada um de vocês: &#8220;Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura&#8221; (Mc 16, 15). Ele conta com cada um de vocês, a Igreja conta com vocês». (João Paulo II)</p>
<p><em>Extraído do documentário “Nas asas do Espírito”. Os momentos eclesiais primavera da Igreja”. Produzido por ocasião de Pentecostes 1998 ©Centro S. Chiara Audiovisivi Soc. Coop. a.r.l. Todos os direitos são reservados</em></p>
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		<title>Klaus Hemmerle: pela Igreja e pela sociedade</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/13/klaus-hemmerle-per-la-chiesa-e-per-la-societa/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chiara Lubich]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja católica]]></category>
		<category><![CDATA[Igrejas cristãs]]></category>
		<category><![CDATA[Costruendo l'Opera di Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Focolare Worldwide]]></category>
		<category><![CDATA[FR]]></category>
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		<category><![CDATA[EM DIÁLOGO]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento dos Focolares]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas e Compromisso ]]></category>
		<category><![CDATA[Bispos]]></category>
		<category><![CDATA[Klaus Hemmerle]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Voce]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Aachen (Alemanha), Maria Voce homenageou o bispo alemão Klaus Hemmerle (1929-1994). Um intercâmbio de reflexões com teólogos e seus colaboradores para escutar, aprender e viver os seus ensinamentos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright  wp-image-85284" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130513-01.jpg" alt="" width="384" height="250" />Klaus Hemmerle, ex-bispo de Aachen, foi um teólogo e filósofo de destaque, que com sua marca particular, deu uma importante contribuição para o aprofundamento doutrinal do <strong><a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/" target="_blank">carisma da unidade </a></strong>e para a sua difusão entre os <strong><a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/scelte-e-impegno/vescovi/" target="_blank">bispos</a>.</strong> A visita da presidente do Movimento dos Focolares, <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/01/20/maria-voce/" target="_blank">Maria Voce</a>, a Aachen, dia 11 de maio passado, desenrolou-se sob o timbre da influência que D. Hemmerle teve sobre a teologia e a vida da Igreja e da sociedade. “Chiara Lubich o inspirou e deixou-se inspirar por ele”, afirmou Maria Voce ao descrever o relacionamento entre o teólogo e bispo alemão e o Movimento dos Focolares. A própria Chiara o elencou entre os seus cofundadores.</p>
<p>Durante a manhã Maria Voce foi convidada para uma visita privada ao atual bispo de Aachen, <strong>D.</strong> <strong>Heinrich Mussinghoff. </strong>Em seguida foram juntos à catedral para visitar o túmulo de Hemmerle. À tarde, na antiga residência de Hemmerle reuniu-se um pequeno grupo de membros do Comitê Central dos católicos alemães (que congrega as associações leigas), teólogos e ex-colaboradores seus.<strong> </strong></p>
<p><strong>Matthias Sellmann, </strong>docente de teologia pastoral em Bochum, e<strong> Claudia Lücking-Michel, </strong>vice-presidente do Comitê Central e secretária geral da Obra de Cusanus – associação que distribui bolsas de estudo para estudantes com merecimento – apresentaram duas breves palestras sobre a figura de D. Hemmerle. Na segunda parte foram escutados testemunhos dos participantes sobre contatos pessoais tidos com ele.</p>
<p>“<strong>O seu pensamento teológico e a sua influência sobre o nosso trabalho</strong> no comitê dos leigos alemães produziram frutos muito além da sua vida terrena”, declarou Claudia Lücking-Michel que, embora tendo encontrado-se com Hemmerle uma única vez, aprofundou o seu pensamento. O descreveu como um construtor de pontes em muitos níveis, que a estimulou a refletir sobre o sentido da vida e da morte.</p>
<p><img class="wp-image-85285 alignleft" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130513-02.jpg" alt="" width="384" height="256" /><strong>Um mestre precioso, que ensinou um cristianismo convincente</strong>, foi a definição de Hemmerle dada por Matthias Sellmann, salientando o seu pensamento pluralista. Em sua opinião foi um pensador de vanguarda: “Colocou-se sempre na posição de quem aprende e estava convencido de que a matéria teológica tinha sempre mais de uma fonte. Hemmerle conseguia explicar a Trindade de tal modo que fazia nascer o desejo e o gosto em vivê-la!”. Um grande sábio, assim o descreveu ainda, que conseguiu explicar grandes teoremas de maneira simples.</p>
<p>“Somos gratos por tê-lo tido entre nós e talvez só no futuro conseguiremos decifrar a dimensão da sua teologia”, afirmou o atual bispo de Aachem, D. Heinrich Mussinghoff, e continuou: “Podemos aprender dele como pensar a fé de um modo novo, como vivê-la e como apresentá-la de um modo novo”.</p>
<p>No diálogo entre os presentes emergiram algumas ideias interessantes sobre como fazer frutificar a herança de Klaus Hemmerle também no futuro: <strong>estudar o aspecto da linguagem</strong> “bem compreensível e muito original ao mesmo tempo”, como sugeriu o professor Michael Albus, que fez o seu doutorado com Hemmerle. Ou ainda, <strong>promover um prêmio entre cientistas</strong> que trabalham sobre os grandes temas de pensamento de Hemmerle e <strong>iniciar um projeto de intercâmbio</strong> para colaboradores e dirigentes no âmbito eclesial, como proposto por Claudia Lücking-Michel. No conjunto emergiu a importância da figura de D. Hemmerle para a teologia e a vida da Igreja, não apenas na Alemanha do seu tempo, mas para as prospectivas eclesiais do presente e do futuro.</p>
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