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1 Abril 2010
Nestes dias recordamos e vivemos, condensados, muitos mistérios da nossa fé. Gostaríamos de viver profundamente os dias da Semana Santa, refletindo juntos sobre o significado de cada um deles, ajudados por alguns pensamentos de Chiara Lubich.

Quinta-feira Santa

Estes são os dias do amor, porque tudo o que se recorda é amor.

Amor o sacerdócio, que possui um caráter ministerial, isto é de serviço e, portanto, de amor concreto.

Amor a Eucaristia, na qual Jesus doou-se a nós totalmente.

Amor a unidade, efeito do amor, que Jesus invocou do Pai: “Que todos sejam um como eu e tu”.

Amor aquele mandamento que Jesus conservou no coração por toda a vida, para revelá-lo um dia antes de morrer: “Como eu vos amei, amai-vos uns aos outros. Disso todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes reciprocamente”. Não podemos passar esse dia sem um momento de recolhimento, no qual dizemos a Jesus a adesão total da nossa alma àquele mandamento que chamou “meu” e “novo”. Um mandamento que não deixou sem explicação, quando acrescentou: “Ninguém tem um amor maior do que este: dar a vida pelos seus amigos”.

Chiara Lubich