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	<title>Movimento dos Focolares &#187; Economia</title>
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		<title>Argentina: a EdC no “Fórum MoveRSE”</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jun 2013 07:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Alberto Mana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia di Comunione]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a edição 2013 do “Fórum MoveRSE”, na cidade argentina de Rosario, em maio passado, a Economia de Comunhão foi apresentada entre as iniciativas sustentáveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ONG MoveRSE, tem sede em Rosario (Argentina)</strong> e no dia 24 de maio passado organizou a edição 2013 do Fórum MoveRSE, na sede da Bolsa do Comercio. Trata-se de um <strong>encontro dedicado à Responsabilidade Social e Sustentável (RSE)</strong> que a cada ano convoca expoentes dos setores empresariais, governamentais e civis, com o objetivo de confrontar-se sobre os principais desafios que qualquer administração empresarial deve enfrentar em favor de um desenvolvimento sustentável, participativo e transparente.&gt;<img class="alignright size-articolo_1 wp-image-87121" style="margin: 5px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/06/Foro-RSE2013-prensa-14-250x165.jpg" alt="" width="250" height="165" /></p>
<p>No âmbito das “Iniciativas Sustentáveis” – uma série de projetos apresentados à cerca de 300 pessoas – <strong>Francisco Buchara, membro da Comissão Juvenil da <a href="http://www.edc-online.org/br/" target="_blank">Economia de Comunhão</a>, apresentou o original projeto nascido no <a href="http://www.focolare.org/pt/focolare-worldwide/america-sud/brasile/" target="_blank">Brasil</a>, em 1991</strong>, e ao qual aderem cerca de mil empresas, no mundo inteiro.</p>
<p><img class="alignleft  wp-image-87122" style="margin: 5px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/06/image002-e1370547041138-250x188.jpg" alt="" width="250" height="188" />“Diferentemente de outras empresas solidárias – iniciou Buchara – que primeiro produzem e depois decidem como utilizar os lucros (doá-los, destiná-los a um projeto social, outras boas iniciativas), <strong>as empresas da Economia de Comunhão, desde o seu nascimento almejam gerar ‘bens relacionais’</strong>. Ou seja, bens não materiais, não consumíveis individualmente, mas ligados aos relacionamentos interpessoais. Poucos bens, portanto, que para nascer necessitam de ao menos duas pessoas e que, necessariamente, geram reciprocidade”.</p>
<p>Buchara continuou a sua exposição definindo os fundamentos da EdC: “&#8230; <strong>os pobres, os primeiros protagonistas da EdC</strong>, que nasceu justamente para diminuir a distância, cada vez maior, entre pobreza e riqueza; <strong>as empresas; os polos industriais; e uma cultura de partilha</strong>. Esta última atua como alicerce da EdC, que deseja injetar no agir econômico um novo modo de fazer empresa”.</p>
<p>E surpreendendo a todos o jovem empresário explicou que “<strong>o projeto EdC nasce de uma <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/" target="_blank">carisma</a></strong>. Como os bancos que, como se sabe, nasceram do carisma franciscano. Pode-se portanto afirmar que os carismas são importantes também para a economia, porque conseguem enxergar antes, e mais longe”.<img class="alignright size-articolo_1 wp-image-87120" style="margin: 5px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/06/Foro-RSE2013-prensa-13-e1370547210150-250x165.jpg" alt="" width="250" height="165" /></p>
<p>O seu discurso foi acompanhado pela apresentação de duas <strong>empresas que aderem à EdC: uma Agência de Turismo, <a href="http://boomerangviajes.tur.ar/" target="_blank"><em>Boomerang Viajes</em></a> (de Buenos Aires), e Dimaco, um importante centro de distribuição de material de construção</strong> (de Paraná, cidade no nordeste da Argentina). Elas têm em comum a atitude de colocar-se a serviço, dando origem a uma corrente de reações positivas.</p>
<p>Um exemplo: “Um dia – conta German Jorge, da Dimaco – chamou-me ao telefone o nosso principal concorrente para pedir que lhe emprestasse cimento, porque os outros fornecedores não lhe davam mais crédito, ele atravessava uma situação financeira difícil. Por anos ele havia investido fortemente no mercado, inclusive deixando-nos em má situação. Eu tinha a chance de vingar-me ou de ser fiel às escolhas da EdC e mudar os nossos relacionamentos. A felicidade que experimentei quando decidi dar a ele o que me pedia valia muito mais do que cimento. E é esse modo de relacionar-nos, inclusive com a concorrência, que reforça a nossa fama. Muitas vezes recebemos propostas de novos trabalhos, quase sem a necessidade de ir procurá-los”.</p>
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		<title>Empresas da Economia de Comunhão: a ECIE</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/31/aziende-di-economia-di-comunione-la-ecie/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 07:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história da primeira empresa italiana que aderiu aos princípios da Economia de Comunhão, uma indústria de luminárias presente há anos na Asia, onde continua a sua a experiência de trabalho à medida da pessoa humana. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft  wp-image-86361" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130531-01.jpg" alt="" width="320" height="273" />Era o mês de julho de 1991. Durante uma viagem ao Brasil, tocada pela “coroa de espinhos” que circunda as metrópoles que havia visitado e pelas condições em que vivem os pobres nas favelas, <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/" target="_blank">Chiara Lubich</a> lançou o projeto de uma <a href="http://www.focolare.org/pt/in-dialogo/cultura/economia/" target="_blank">Economia de Comunhão</a>. Retornando à Itália comunicou esta inspiração a diversos expoentes do mundo empresarial. Com as suas palavras – recorda <strong>Luigi Delfi</strong>, presente no encontro – “questionou os empresários, propondo-lhes de abraçar a filosofia da partilha de um terço dos lucros com quem é pobre. Para mim a sua foi uma intuição perturbadora”.</p>
<p><strong>Luigi possuía uma experiência de trinta anos</strong> como desenhista em uma empresa produtora de luminárias, nas quais via escondida uma “harmonia secreta”, porque “para ter uma boa luz é necessário um conjunto harmônico de prismas, distintos, mas firmemente unidos”.</p>
<p>Na proposta de Chiara Lubich ele percebeu <strong>um chamado pessoal</strong>: “Fiquei logo conquistado, porque venho de uma família que conhece o valor do sacrifício”. Luigi tornou-se um dos fundadores da <a href="http://www.ecie.it/ita_default.asp" target="_blank">ECIE</a>, primeira empresa italiana a aderir aos princípios da Economia de Comunhão.</p>
<p><strong>Estabeleceu com Chiara uma amizade à distância</strong>, feita de cartas com pedidos de conselhos e respostas imediatas para que prosseguisse. “Cada passo que eu dava para a nova empresa – confidenciou – o fazia confrontando com ela”; Chiara ensinou-o a não deixar morrer no egoísmo o pequeno vulcão de luz que o caracterizava, e a doar-se aos outros, continuando a produzir frutos.</p>
<p><img class="size-full wp-image-86363 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130531-02.jpg" alt="" width="254" height="168" />Produzindo faróis, a empresa tornou-se, com o tempo, fornecedora das mais importantes <strong>fábricas motociclísticas do mundo</strong>, do Japão aos Estados Unidos, e em seu grupo de trabalho Luigi passou a ter ao seu lado a sua esposa e a filha, Erika.</p>
<p>Um desafio ainda aberto, especialmente em tempo de crise. “Por este motivo – conclui Luigi – atualmente a Economia de Comunhão proposta por Chiara torna-se cada vez mais uma necessidade a qual apelar, antes de tudo enquanto pessoas, porque abre possibilidades para dar a própria contribuição no agir econômico”.</p>
<p>Fonte: <em>De uma centelha, um vulcão de luz</em>, de Maria Grazia Baroni, Revista <em>Città Nuova</em>, maio de 2013.</p>
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		<title>Economia civil: a centralidade da pessoa</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/24/economia-civile-la-centralita-della-persona/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 06:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Constituída no dia 19 de maio, na cidadezinha internacional dos Focolares, a Escola de Economia Civil: uma sinergia de associações e entes econômicos-civis que estão entre os mais eminentes da Itália.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-85930 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130523-01.jpg" alt="" width="300" height="159" /><strong>Denomina-se EEC, Escola de Economia Civil</strong> e, entre os seus fundadores estão alguns dos mais importantes entes da sociedade italiana: Associação dos Cristãos Trabalhadores Italianos (Associazione cristiani lavoratori italiani, ACLI), Banco Popular Ético (Banca Popolare Etica), Cooperação Trentina (Cooperazione Trentina), <a href="http://www.espri.com.br/v2/index.php" target="_blank">Economia de Comunhão</a> (Economia di Comunione), Federação dos Bancos de Crédito Cooperativo (Federazione delle Banche di credito cooperativo (Federcasse), che, junto ao<a href="http://www.iu-sophia.org/en-US/" target="_blank"> Instituto Universitário Sophia</a> (IUS) e ao <a href="http://www.pololionellobonfanti.it/" target="_blank">Pólo Lionello Bonfanti</a>, a constituíram oficialmente, no dia 19 de maio passado.</p>
<p><strong>Silvia Vacca, jovem empresária do Norte da Itália</strong>, que durante estes meses desempenhou um papel fundamental na realização executiva da EEC e se prepara para ser a presidente do CDA, em uma entrevista no site da Economia de Comunhão, assim define as suas perspectivas: “Trata-se de uma escola que é também um projeto de pesquisa que tem a intenção de promover a realização de um mercado civil e civilizador que coloca a pessoa no centro do agir econômico. A pessoa com as suas necessidades, as suas aspirações e a realização delas; um mercado no qual os agentes interajam com mútua vantagem e no interesse do bem comum, em contraposição com as lógicas utilitaristas que visam somente à maximização do lucro, que se afirmaram em escala mundial e que nos conduziram a este tempo de crise.”</p>
<p>Portanto, um centro de estudos no qual se dá origem à pesquisa de um caminho inovador, redefinindo a relação do homem com o mercado, sobre as cinzas do capitalismo individualista cujos sinais de crise já saíram dos âmbitos universitários para tornar-se vida cotidiana de muitos.</p>
<p>A orientação e os critérios culturais são confiados a <strong>Stefano Zamagni, Luigino Bruni e Renato Ruffini</strong> que, da Economia Civil, são promotores, há anos, coadjuvados por uma comunidade docente da qual fazem parte pessoas conhecidas e que trabalham nas mais importantes universidades italianas.<strong><img class="size-full wp-image-85929 alignleft" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/Logo_SEC_rid.png" alt="" width="280" height="117" /></strong></p>
<p>A proposta da EEC nasce da necessidade de conscientizar-se acerca de alguns princípios econômicos – em particular aqueles que se referem à centralidade da pessoa e ao bem comum – naqueles ambientes que, pela própria forma jurídica ou pela sensibilidade a esses princípios, são já afins. E assim promove uma formação destinada primeiramente à classe dirigente de instituições, associações, empresas que já exercem esta função ou que desejam exercê-la. A EEC vai mirar também as escolas, criando cursos que possam formar dirigentes de escolas e professores.</p>
<p><strong>Os cursos terão início no outono de 2013,</strong> depois do lançamento oficial da EEC, que acontecerá no próximo dia 20 de setembro, por ocasião da grande Expo “<a href="http://www.pololionellobonfanti.it/wp-content/uploads/2013/05/invito-Loppiano-web.pdf" target="_blank">LoppianoLab</a>” que se realiza anualmente no Pólo Lionello (Florença), próximo à cidadezinha de<a href="http://www.loppiano.it/" target="_blank"> Loppiano</a>, onde será constituída a sede da Escola.</p>
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		<title>Dai e vos será dado: funciona!</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 08:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Experiências da vida cotidiana em todas as idades, em todo lugar. O sabor do Evangelho

 

 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130503-a.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-84628" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130503-a.jpg" alt="" width="210" height="128" /></a>«Sandro contou-me uma experiência concreta de vida.</strong> Com toda a família: a mulher, um filho de 14 anos, uma filha de 12 e o pequenino, de 2, foram ao mercado fazer compras. Encontraram um senhor estava vendendo 15 alcachofras por 3 Euros e a decisão foi unânime: compraram!</p>
<p><strong>Terminaram as compras e enquanto voltavam para casa, encontram uma senhora pobre </strong>que diz a Sandro: “O senhor me daria algumas alcachofras? Eu não tenho nada para comer.” E Giorgio, um dos filhos, com o consenso de todos, doou cinco alcachofras àquela senhora.</p>
<p>A filha, Gioia, diz ao pai: “Mas, se esta senhora pede alcachofras a muitas pessoas&#8230; talvez isso não seja justo&#8230;”. E o pai lhe responde: “Nós procuramos fazer o bem, depois, ela responderá diante da própria consciência como se comporta.” Entram em casa, felizes pelas compras feitas.</p>
<p><strong>No dia seguinte, enquanto Sandro estava em uma igreja</strong> e se dirigia a Nossa Senhora pedindo ajuda &#8211; era necessário comprar os óculos para um filho e não tinham dinheiro para isso &#8211; toca o telefone. E ele fica surpreso ao conversar com um amigo ao qual, há muitos anos, havia emprestado uma soma e que, naquele momento, lhe telefonava para dizer que, finalmente, poderia lhe restituir o dinheiro.</p>
<p><strong> O valor correspondia exatamente ao preço dos óculos. </strong>No Evangelho está escrito: “<a href="http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/01/mgio-2013/">Dai e vos será dado</a>.”</p>
<p>Mas Aquele que recompensa é exatamente um Senhor. O Senhor».</p>
<p>(A.DN &#8211; Italia)</p>
<p><strong>«<a href="http://www.focolare.org/pt/news/2013/05/01/mgio-2013/">Esta Palavra de Vida</a></strong> é realmente verdadeira! Um dia, enquanto me dirigia ao trabalho, um dos funcionários pediu-me uma pequena soma que dei com muita boa vontade! Durante estes dias estamos trabalhando mesmo se as escolas estão fechadas. Eu sou professor. Quando fui receber o meu salário fiquei surpreso: a administração havia acrescentado uma soma que não esperávamos mais recebê-la. O valor era, exatamente, cinco vezes mais do quanto eu havia doado ao funcionário».</p>
<p>(K. &#8211; USA)</p>
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		<title>Uma célula viva na humanidade</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/04/25/una-cellula-viva-di-umanita/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 08:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chiara Lubich às 15 mil pessoas reunidas no Palaeur de Roma, em março de 1983, numa jornada decisiva para o Movimento Humanidade Nova. Após 30 anos, em Chicago, uma Expô apresenta ações sociais e mudanças em ato na América do Norte, à luz daquelas orientações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vimeo.com/8776179#at=0"><img class="size-full wp-image-84089 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/20130425-01.jpg" alt="" width="250" height="186" /></a>«O nosso Movimento &#8211; como sabemos &#8211; surgiu, porque um pequeno número de pessoas, uma célula da humanidade se deparou com uma nascente, deixou-se envolver por um manancial de água viva: uma nova e mais profunda compreensão da Boa Nova: Deus é Amor! Deus nos ama! Deus ama todos os homens. Na nossa vida, na rotina do dia a dia, com os seus problemas e projetos, com os seus sofrimentos e as suas alegrias, não estamos sós. Se a quisermos, se a acolhermos, pode entrar em jogo esta presença superior e extraordinária, capaz de ajudar de maneira imprevisível, de enriquecer e sublimar a nossa vida quotidiana em todas as suas manifestações.</p>
<p><strong>Um Pai, uma Providência divina está acima de nós e nos acompanha. </strong>Com certeza, esta fé no amor de Deus não está ausente nem mesmo hoje do coração de muitos. Todavia, nem sempre tiramos disso todas as consequências, e conduzimos a própria vida,  construímos a cidade terrena, pretendemos renovar o mundo como se tivéssemos que fazer tudo sozinhos. (…) Uma das maiores convicções que o nosso Movimento adquiriu ao longo desses quarenta anos de vida, convicção confirmada pela experiência quotidiana é esta: viver segundo a Boa Nova, desencadear no mundo a revolução evangélica é sinônimo de desencadear também a mais potente revolução social.</p>
<p><strong>Hoje no mundo existem desníveis sociais? Os ricos e os pobres vivem ainda em margens opostas?</strong> Nós acreditamos, como Maria &#8211; e graças a Deus o vimos atuar-se em vários pontos do nosso planeta -, que a lei do Evangelho, colocada em prática, sabe efetivamente cobrir de bens os famintos e “despedir os ricos de mãos vazias”. (Lc 1,53). Nós testemunhamos que a bem-aventurança da pobreza (Lc 6,20) e a advertência de Jesus “ai de vós, ricos” (Lc 6,24), levadas a sério, podem dar um notável impulso ao restabelecimento do equilíbrio social.</p>
<p><strong>Existe hoje o problema do desemprego,</strong> dos idosos, dos marginalizados, dos diversamente hábeis, da fome, os múltiplos problemas do Terceiro Mundo? Não nos ensina toda a história cristã que a página do Evangelho, relativa ao exame final de cada cristão &#8211; “tive fome e me deste de comer&#8230;” &#8211; (Mt 25,35 ss), ofereceu extraordinárias soluções? E não experimentamos também nós que, colocadas em prática com empenho quotidiano, segundo as exigências atuais e com métodos adequados ao nosso tempo, podem resolver muitos destes problemas?</p>
<p><strong>E o “dar” que o Evangelho requer</strong> (‘Dai e vos será dado’), que garante a promessa de “uma boa medida cheia, calcada e trasbordante” (Lc 6,38), que o nosso Movimento muitas vezes constatou, não será também uma atitude concreta que pode aliviar quem está na miséria, na fome, na solidão, carente de tudo?</p>
<p><strong>É também uma experiência quotidiana que, “pedindo” como o Evangelho nos ensina, se obtém</strong> (Lc 11, 10); que ‘o resto’ (‘o resto’ que pode ser para uns a saúde, para outros o emprego, para outros ainda a casa ou um filho ou quanto necessita) o resto vem por acréscimo (Mt 6, 33).</p>
<p><strong>Vimos muitas vezes com os nossos próprios olhos</strong>, para a glória de Deus, o ‘cêntuplo’ que Cristo prometeu a quantos se desapegam de tudo por Ele. (Mt 19, 23). (…) E se a providência chega aqui, pelo pouco que, com a graça de Deus, se faz e pelo pouco que se ama, porque não poderá chegar em todos os lugares?».</p>
<p><em>Mensagem de <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/" target="_blank">Chiara Lubich</a> na Jornada do <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/un-popolo/umanita-nuova/" target="_blank">Movimento Humanidade Nova</a></em></p>
<p><em>Roma, 20 de março de 1983</em> &#8211; Fonte: <a href="http://www.centrochiaralubich.org/pt/documentos/videos/504-rumo-a-uma-nova-humanidade.html" target="_blank">Centro Chiara Lubich</a></p>
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		<title>Pentescostes 2013</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/04/09/pentecoste-2013/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 15:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Bonnici</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Esperienza]]></category>
		<category><![CDATA[Events]]></category>
		<category><![CDATA[Filo diretto]]></category>

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		<description><![CDATA[<b>18 Maio 2013  - 19 Maio 2013  </b><br />Jornada dos Movimentos, Associações e Agremiações leigas, com o Santo Padre. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Organizado pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, o evento insere-se no Ano da Fé. Será uma ocasião para favorecer a comunhão entre os membros das várias realidades eclesiais (Movimentos, Associações, novas comunidades, etc.), e exprimir ao Santo Padre o compromisso comum pela nova evangelização.</p>
<p>O encontro acontecerá em dois dias:</p>
<p>Sábado, 18 de maio</p>
<p>7h às 12h : Peregrinação ao túmulo do Apóstolo Pedro ( chegada antes das 10 h para quem a fará)</p>
<p>(hora italiana)</p>
<p>14 h: Abertura das entradas na Praça São Pedro</p>
<p>16h: Início da programação</p>
<p>19h às 20 h: Encontro com Papa Francisco</p>
<p>Domingo, 19 de maio</p>
<p>10h: Santa Missa presidida pelo Papa Francisco.</p>
<p>Info: <a href="http://www.annusfidei.va/content/novaevangelizatio/pt/eventi/vegliadipentecoste.html" target="_blank">http://www.annusfidei.va/content/novaevangelizatio/pt/eventi/vegliadipentecoste.html</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O gesto do Papa Bergoglio</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/04/07/il-gesto-di-papa-bergoglio/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Apr 2013 07:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazioneweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Focolare Worldwide]]></category>
		<category><![CDATA[Engajamento social ]]></category>
		<category><![CDATA[Italia]]></category>
		<category><![CDATA[Obras e atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia di Comunione]]></category>
		<category><![CDATA[EdC]]></category>

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		<description><![CDATA[Um empreendedor social, com a experiência de ter passado um período da juventude numa prisão, oferece uma leitura sobre a visita do Papa Francisco, na Quinta-feira Santa, aos jovens detidos numa prisão juvenil em Roma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-82813" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/Carlo_Tedde.jpg" alt="" width="150" height="179" />“<em>Continuem em frente sem perder a esperança</em>”</strong>, esta foi a mensagem do <a href="http://www.vatican.va/holy_father/francesco/index_po.htm" target="_blank"><strong>Papa Francisco</strong></a> aos jovens da prisão juvenil de Casal del Marmo de Roma, após a celebração da Quinta-feira Santa. Durante a liturgia o Papa lavou os pés de 12 jovens de nacionalidades e confissões diferentes. Entre eles, duas adolescentes, uma italiana de religião católica e uma sérvia de fé muçulmana. O Papa <strong>Bergoglio</strong> está nos habituando, dia após dia, a gestos fortes, incomuns e muitas vezes revolucionários. Este gesto impressiona-nos de modo particular pelo local onde aconteceu; além disso, o Papa não permitiu filmagens.</p>
<p><strong>Carlo Tedde, empreendedor social <a href="http://www.focolare.org/pt/in-dialogo/cultura/economia/" target="_blank">EdC</a> e presidente de um consórcio de cooperativas sociais na Sardenha</strong>, o <a href="http://www.consolidarieta.it/consol/" target="_blank">Consórcio Solidarietà</a>, além de representante de <em>Confcooperative Sardegna</em>, também trabalha há diversos anos com a <strong><em>Cooperativa Elan</em></strong> que administra um setor da prisão juvenil de Cagliari.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-82811 alignleft" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/20130403-03.jpg" alt="" width="292" height="235" /><em>Carlo, qual a tua impressão sobre este gesto do Papa?</em></strong></p>
<p><em>«</em><em>Para</em><em> </em><em>mim exprime a radicalidade do Cristianismo: hoje, num mundo onde parece que conta só a aparência, este não foi um gesto feito “para aparecer”. Foi um gesto fortíssimo mas simples, feito com a alegria de um Papa que o faz porque acredita. Um gesto que nos faz retornar à pureza da mensagem de Jesus e nos ajuda a permanecer na estrada mais verdadeira do cristianismo</em><em>»</em><em>.</em></p>
<p><strong><em>O Papa Bergoglio escolheu justamente uma prisão juvenil para celebrar a Quinta-feira Santa. Como vês este acontecimento?</em></strong></p>
<p><em>«</em><em>Considero uma coisa muito</em><em> </em><em>importante. Tenho uma experiência pessoal sobre isto: num momento muito difícil da minha vida, também estive numa prisão juvenil na Inglaterra, depois de ter chegado ao fundo do poço. Aquilo que eu tinha dentro de mim era uma energia enorme, a energia de um jovem que tem a vida diante de si, uma energia que precisava ser recolocada na direção da esperança.</em></p>
<p><em>Naquele momento, quando também a minha família já estava cansada dos meus erros, encontrei pessoas, naquela prisão, que confiaram em mim e isto foi um impulso que me ajudou a recomeçar. </em></p>
<p><em>O Papa, ao decidir lavar os pés “dos pequenos” e escolhendo um tipo de estrutura que muitas vezes, também pela burocracia sufocante, não consegue fazer aquilo que deveria, quis dar esperança; o seu gesto representava verdadeiramente o ponto de força de uma fé que nasce das coisas mais simples, dos últimos; dos &#8220;últimos&#8221; que, porém, pensando bem, são também “os primeiros”, os nossos jovens. A esperança é contagiosa, dar-lhes esperança significa dar esperança a todos</em><em>»</em><em>.</em></p>
<p>Antonella Ferrucci</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.edc-online.org/br/" target="_blank">EdC online</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comunhão e as novas palavras em economia</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/04/02/comunione-le-parole-nuove-delleconomia/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 08:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazioneweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Croazia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia di Comunione]]></category>
		<category><![CDATA[EdC]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a “Escola de inverno EdC”, em Croácia, no início de fevereiro, foi apresentado o primeiro livro sobre a Economia de Comunhão em língua croata. Já publicado no Brasil pela Editora Cidade Nova. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="wp-image-82722 alignleft" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/Edc_croato.jpg" alt="" width="95" height="150" /></p>
<p>No livro <a href="http://www.cidadenova.org.br/Livro/56/Comunhao-e-as-novas-palavras-em-economia.aspx" target="_blank">“Comunhão e as novas palavras em economia”</a>, o economista <strong>Luigino Bruni</strong> apresenta a Economia de Comunhão (EdC) por meio de algumas palavras-chave: <em>gratuidade, trabalho, empresa, cooperação, felicidade, reciprocidade, fraternidade e pobreza</em>. Palavras essas que, tomadas em conjunto, remetem à comunhão. Palavras antigas, que na experiência da EdC adquirem um significado diferente.</p>
<p><em>“A comunhão é a tensão profunda da economia e o fundamento do projeto da Economia de Comunhão, que tende a fazer surgir empresas administradas com uma cultura nova, a ‘cultura da partilha’”</em>, escreve o autor na introdução.</p>
<p>A EdC é um projeto econômico que atualmente envolve centenas de empresas, mas é muito mais que isso. A Economia de Comunhão, de fato, incorpora também um humanismo.</p>
<p>As empresas coligadas à EdC são empresas privadas, inseridas plenamente no mercado, que embora salvando a propriedade privada dos bens colocam os seus lucros em comum.</p>
<p>Na premissa de seu livro Bruni escreve que pretende falar do significado atual da vivência da comunhão na economia, mas também testemunhar a evolução da sua compreensão da EdC, assim como foi desvendada nos primeiros anos de vida. <em>“Viajei por vários países e tive a ocasião de penetrar nas diferentes dimensões desse projeto, que – precisa sempre lembrar – tem origem em uma espiritualidade e, portanto, coloca-se constitutivamente entre ‘céu e terra’, isto é, entre profecia e história. Os vários capítulos do livro constituem as etapas de uma viagem, bastante distintas mas ligadas umas às outras, uma viagem pessoal e coletiva, que ainda continua. De modo especial testemunha uma nova compreensão das dimensões da empresa, do mercado, e, principalmente, da pobreza. Uma realidade que abriu-se para mim à medida que a observei em seus vários aspectos, quando fui procurá-la em diferentes regiões do mundo”</em>.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-82721" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/130203_Faro_09_LB_Libro_Croato.jpg" alt="" width="197" height="250" /></p>
<p>Segundo o autor, “comunhão” é o novo nome da paz. Nos anos sessenta falava-se muito de desenvolvimento e esperava-se que, generalizado e estendido aos países até então relegados às margens, o mesmo teria resolvido pela raiz as causas dos conflitos e das guerras. Hoje, após decênios de grande desenvolvimento econômico, devemos constatar que este, sozinho, não é suficiente para garantir a paz. O crescimento econômico pode ocorrer em detrimento de outros valores importantes para a convivência civil, como o ambiente, a justiça, a solidariedade.</p>
<p>Por isso Bruni está convencido que a profética frase de Paulo VI, na Encíclica Populorum Progressio: “desenvolvimento é o novo nome da paz”, possa hoje ser declinada como <em>“comunhão é o novo nome da paz”.</em></p>
<p>Sem comunhão não existe desenvolvimento autêntico e sustentável, nem para os indivíduos, nem para os povos, nem para o planeta.</p>
<p>de Gina Perkov</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.edc-online.org/br/" target="_blank">EdC online</a></p>
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		<title>Economia de Comunhão: missão na Sérvia</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/02/21/economia-di-comunione-missione-in-serbia/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 06:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igrejas cristãs]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Focolare Worldwide]]></category>
		<category><![CDATA[FR]]></category>
		<category><![CDATA[EM DIÁLOGO]]></category>
		<category><![CDATA[Serbia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia di Comunione]]></category>

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		<description><![CDATA[A descoberta de oportunidades e desafios no desenvolvimento de atividades econômicas e na luta contra a pobreza na Sérvia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-80577" style="margin-right: 10px;border: 0px none" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/02/130204-10_Serbia_02_rid.jpg" alt="" width="250" height="117" />Uma verdadeira “Missão Edc” foi o que aconteceu na <a href="http://www.focolare.org/pt/focolare-worldwide/europa/serbia/" target="_blank"><strong>Sérvia</strong></a>, na região da <strong>Vojvodina</strong> e em <strong>Belgrado</strong>, no início de fevereiro, com <strong>o</strong> <strong>objetivo de conhecer de perto empresários e famílias envolvidas na Economia de Comunhão neste país</strong>.</p>
<p><strong>As empresas</strong> <strong>EdC</strong> na Sérvia concentram-se na região da <strong>Vojvodina. </strong>Não se fala de grandes números, mas de experiências variadas e representativas de uma sociedade onde as comunidades locais são ainda fortes, mesmo se provadas pelo desemprego, pela escassa renda da agricultura e pela carência de serviços. Trata-se de <strong>artesãos</strong><strong> </strong>que desde o início da EdC compartilharam os seus lucros e que agora têm que inovar as suas produções, <strong>jovens </strong>que pretendem começar laboratórios e oficinas, <strong>famílias de agricultores </strong>que colaboram com a produção de alimentos para animais e doam &#8220;in natura&#8221; aos pobres, já que não podem doar os lucros; <strong>empresários unidos pela escolha de destinar parte dos lucros para o projeto EdC</strong>, embora tendo estratégias empresariais diferentes entre eles (a pequena empresa que concede créditos aos clientes não se baseando em juros, mas no relacionamento de confiança; a sociedade maior que se esforça para conciliar o crescimento com a atenção para com a comunidade local e a manutenção dos postos de trabalho; o diretor de fábrica que, mesmo não sendo proprietário, administra conforme os princípios da EdC).</p>
<p><strong>Os destinatários das ajudas -</strong><strong> </strong>Outros momentos significativos da viagem foram os encontros com algumas das realidades que se beneficiam das ajudas que provém das iniciativas da EdC, como um refeitório para crianças, famílias e idosos e um centro da Cáritas que organiza atividades recreativas para jovens e idosos. Algumas famílias se dispuseram a contar a própria experiência: famílias que não podem sustentar as despesas com a educação dos filhos, idosos que não podem se permitir os cuidados médicos, marido e mulher que, mesmo trabalhando, são obrigados a viver com dois filhos numa minúscula casa construída aos poucos com materiais reciclados, numa situação de extrema miséria material e grande dignidade e, ao mesmo tempo, de abertura ao próximo.</p>
<p><strong>A contribuição da Edc na Sérvia hoje</strong> - Constata-se claramente que <strong>o</strong> <strong>modelo econômico fundado na “cultura do dar” continua a atrair e</strong><strong> </strong><strong>a se apresentar como solução válida</strong>, até o ponto de se repensar na base do sistema socioeconômico. Porém, é forte também para as empresas EdC a consciência de que <strong>hoje é fundamental inovar</strong> e <strong>antecipar as mudanças</strong> (são emblemáticos os custos, não indiferentes, que os países balcânicos terão que suportar para o futuro ingresso na União Europeia, junto com as perspectivas de desenvolvimento). Neste processo é <strong> fundamental</strong> <strong>o papel das novas gerações</strong>, de jovens atraídos pelo ideal da EdC, e <strong>competentes</strong><strong> </strong>não só em matéria de saúde e segurança do trabalho, ambiente, marketing, gestão de projetos, contabilidade, mas <strong>também nas diretivas básicas para se conduzir uma empresa Edc</strong>, e que podem oferecer aos empresários uma contribuição concreta, seja em nível local que internacional. <strong>Formar 3 a 5 jovens,</strong><strong> </strong>já identificados localmente, que tenham estas competências <strong>é a proposta com a qual a missão se concluiu, </strong> dessa forma haverá trabalho para alguns jovens que entrarão na realidade da EdC e ajudarão as empresas que precisarem de consultoria para se inovarem, com competência seja no aspecto geral seja no específico.</p>
<p>Enfim, não faltou <strong>um momento importante de <a href="http://www.focolare.org/pt/in-dialogo/chiese-cristiane/" target="_blank">diálogo com a comunidade ortodoxa sérvia</a></strong>, e particularmente com o Instituto para o estudo do Diálogo entre Cultura e Cristianismo na pessoa de Bojana Bursac: a partir deste encontro é provável que num futuro próximo venha a surgir um encontro Edc com os ortodoxos sérvios. Novas fronteiras de diálogo à vista.</p>
<p><a href="http://edc-online.org/br/home/eventos-internacionais/2950-4-9-febbraio-2013-missione-edc-in-serbia.html">EdC online</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Economia de Comunhão: Relatório EdC 2011-2012</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/01/05/economia-di-comunione-rapporto-edc-2011-2012/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2013 06:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Clariá</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quem é Chiara]]></category>
		<category><![CDATA[Chiara Lubich]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EM DIÁLOGO]]></category>
		<category><![CDATA[Economia di Comunione]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado, com experiências e dados numéricos, o relatório EdC do ano 2011/2012. Novidades, resultados e projetos de uma proposta sempre em desenvolvimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77215" class="wp-caption alignleft" style="width: 282px"><a href="http://www.edc-online.org/it/component/docman/doc_download/1558-rapportoedc2011-12.html"><img class=" wp-image-77215" style="margin-right: 10px;border: 0px none" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/01/20120105-01.jpg" alt="" width="272" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Scarica il pdf</p></div>
<p>Foi publicado o <a href="http://www.focolare.org/it/news/2013/01/05/economia-di-comunione-rapporto-edc-2011-2012/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline"><strong>Relatório EdC</strong> </span></a>do ano 2011/2012. Trata-se de uma publicação que oferece uma visão completa do estado das empresas que aderem aos princípios da<a href="http://www.edc-online.org/br.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline"><strong> Economia de Comunhão</strong></span></a> e das atividades que, no mundo inteiro, são sustentadas para promover uma cultura cujo fundamento é a comunhão.</p>
<p>Ao folhear o relatório tem-se a impressão de estar diante de uma janela e, ao abri-la, vê-se uma paisagem fascinante, de contornos incertos e, talvez, ainda limitados; mas, que transmite o sinal de esperança característico das grandes idéias.</p>
<p>Desta forma podemos ver o que aconteceu de setembro de 2011 a setembro de 2012 no mundo da Economia de Comunhão: atualmente as empresas que aderem ao projeto são mais de 800. Mas, entre as empresas que abrem e fecham, obtém-se o dado de que, em mais de vinte anos de atividade foram mais de 1.800 as empresas associadas, ao menos por um período de um ano. Um dado sintomático que confirma a vitalidade e o dinamismo da proposta da EdC, especialmente ao levar em consideração a crise econômica e a diversidade dos contextos socioeconômicos nos quais estas empresas são constituídas.</p>
<p>De fato, torna-se evidente que a maneira de agir das empresas EdC no mundo inteiro se dispõe a ser diferente: com a doação de uma parte do lucro, com a contribuição à solução direta dos problemas sociais através da própria ação da empresa (por exemplo a inclusão de pessoas em condições de desvantagem no setor profissional), mas, sobretudo, com uma ação econômica que gera comunhão e fraternidade. Como afirmava sempre <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/"><span style="text-decoration: underline"><strong>Chiara Lubich</strong></span></a>, a empresa EdC procura ser “uma construção feita inteiramente de amor» .</p>
<p>Alem disso é notável o incremento de empresas EdC na África, continente que no decorrer de 2011 recebeu a primeira escola EdC e atualmente calcula-se um aumento de 60%, com 16 empresas a mais.</p>
<p>Enfim, convém analisar a tabela que apresenta a distribuição dos bens e contribuições. Ela demonstra como, das empresas e de particulares, existe um constante fluxo de bens que, não somente encoraja novas comunhões, quanto promove uma mudança cultural e econômica que suscita esperanças. O maior volume de lucros procede de dois países muito diferentes entre eles: da Bélgica, na velha Europa e do Brasil, país economicamente emergente e em constante crescimento: sinais de que os princípios que estão nos fundamentos da vida dessas empresas são universais, ultrapassam os limites e produzem reciprocidade por meio de atos que favorecem outras atividades produtivas.</p>
<p>Não falta a ajuda aos indigentes, feita pela integração da renda nos lugares onde existe necessidade, como o auxílio econômico para tratamentos médicos, para o estudo e moradia. Indigentes que se sentem cada vez mais parte integrante do projeto; não porque são assistidos, mas, porque também eles são colocados em condições de “dar”, em um círculo virtuoso que conquista os jovens e que começa a tornar-se novidade interessante também nos ambientes de estudo. Para baixar e ler o relatório completo: <a href="http://www.focolare.org/it/news/2013/01/05/economia-di-comunione-rapporto-edc-2011-2012/" target="_blank"><span style="color: #888888"><strong>clique aqui</strong></span></a>.</p>
<p>[1] LUBICH, Chiara. 2001. L’economia di comunione – Storia e profezia. Roma, Città Nuova, p. 52.</p>
]]></content:encoded>
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