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	<title>Movimento dos Focolares &#187; Pessoa  Esporte  Ecologia</title>
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		<title>Espaço jovens: decisões corajosas.</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 05:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma experiência difícil, a separação dos pais e a decisão em um momento crucial: testemunhar ou não contra o pai. Narrativa de uma jovem italiana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-84915" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/05/20130607-01.jpg" alt="" width="280" height="210" />«Eu conheço o <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/storia/" target="_blank">Movimento dos Focolares</a> desde pequena e, nos últimos dois anos eu tive a ocasião de interpretar, de maneira diferente, a minha relação com Deus por meio da <strong>experiência da separação dos meus pais</strong>. Foi um período muito difícil, que durou alguns anos, no qual eu experimentei o desmoronamento de todas as minhas certezas e, muitas vezes, duvidei acerca da minha fé em Deus e do seu amor por mim.</p>
<p>Sou a filha mais velha e, muitas vezes, <strong>sentia-me como o pára-raios da situação, que era grave</strong>. Os meus pais não faziam outra coisa senão telefonar-me e, durante muitas horas, descarregar a raiva que sentiam um do outro. Naquele período eu me senti muito só, sem nenhum ponto de referência e Deus estava muito distante. Eu sentia somente o seu silêncio.</p>
<p>Estando naquela situação pensava que era impossível acontecer algo pior, mas, um dia, minha mãe me telefona para comunicar <strong>a sugestão do advogado dela</strong> de fazer com que eu e minha irmã testemunhássemos contra o meu pai no tribunal. Na opinião dela isto seria a única maneira de concluir rapidamente o processo de separação.</p>
<p><strong>Eu senti o mundo desabar sobre mim!</strong> Eu estava confusa: meu pai, de fato, não se comportara bem conosco e, além disso, com ele nunca foi possível estabelecer um relacionamento profundo. E, como se não bastasse, alguns dias antes me causara um grande sofrimento, porque no dia do meu aniversário ele me telefonou e, como fazia normalmente, por muito tempo lamentou-se falando de minha mãe, esquecendo completamente que era o meu aniversário&#8230;</p>
<p><strong>Naquele momento de total desespero</strong>, depois de muitos meses de total “silêncio” eu escutei no meu íntimo, de novo, clara e fortemente, a voz de Deus que me dizia para não me deixar vencer pela raiva e pensar somente em amar, amar sempre e não obstante tudo, sem esperar nada em troca.</p>
<p>Criei coragem e disse à minha mãe que eu não testemunharia contra o meu pai. A sua reação foi muito forte e com muita raiva acusou-me por não querer ajudá-la. Não nos falamos por muitos dias e durante aquele período eu sofri muito, não obstante a minha convicção de que a “resposta negativa” à minha mãe era um “sim” a Deus.</p>
<p>Contra toda e qualquer previsão <strong>daquele momento em diante a situação começou a melhorar</strong>. Aos poucos muitas dúvidas se esclareceram e, sobretudo, meus pais entenderam que não deveriam nos envolver, nós, filhos, nas questões da separação. Minha mãe, superada a crise, entendeu o significado da minha atitude e, ao concordar comigo, fortificou muito a nossa relação. Também com o meu pai aconteceu o mesmo: ele soube da minha decisão e ficou admirado, “feliz” pela minha coragem.</p>
<p><strong>Atualmente eu tenho em mim uma força</strong>, uma serenidade e fé completamente novas, nascidas pela certeza de que não estou só, também nos momentos em que eu não escuto a voz de Deus; Ele está sempre comigo e é verdade que Jesus nos pede de deixar tudo para segui-lo, mas, depois, o que Ele nos oferece como resposta tem muito mais valor do qualquer coisa que deixamos por ele. É realmente o cêntuplo que Ele promete!»</p>
<p>(T. – Itália)</p>
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		<title>Oreste Basso. Focolarino com humor</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 17:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chiara Lubich]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a presença de centenas de pessoas e transmissão na internet, aconteceu o funeral de Oreste Basso, focolarino e sacerdote. Do mundo inteiro chegaram depoimentos, mensagens e agradecimentos, inclusive da Secretaria de Estado do Vaticano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright  wp-image-83514" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/20130415-051.jpg" alt="" width="358" height="235" />«O <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2013/03/14/nuovopapafrancesco/" target="_blank">Santo Padre</a> deseja enviar a todo o Movimento dos Focolares seus profundos pêsames». Iniciou assim a homenagem a Oreste Basso durante o seu funeral, dia 15 de abril de 2013. Era a mensagem,</p>
<p>assinada pelo Secretário de Estado, cardeal Bertone, e lida por <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/01/20/maria-voce/" target="_blank">Maria Voce</a>, na qual falava-se ainda do «generoso serviço eclesial de um tão zeloso sacerdote, que profusamente dedicou-se ao alegre anuncio do Evangelho, no diligente testemunho da caridade».</p>
<p>O cardeal Bertone, que conheceu pessoalmente Oreste Basso quando estavam sendo estudados alguns detalhes dos <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/organizzazione/" target="_blank">Estatutos</a> do Movimento dos Focolares – Obra de Maria – desejou expressar sua própria participação neste momento por meio de uma carta à Presidente dos Focolares: «Impressionou-me a escuta sincera dos conselhos e a total disponibilidade à colaboração. Com ele experimentei uma grande fraternidade, e com o passar do tempo, mesmo sem nos encontrarmos, permaneceu em mim um sentimento de amizade. Percebi a delicadeza de sua alma de sacerdote irmão, no Movimento, sem autoritarismo, e ele foi um exemplo para mim».</p>
<p>«Admirei a sua clareza de ideias e o radicalismo como testemunha do Evangelho», escreveu o cardeal Rylko, presidente do Conselho Pontifício para os leigos, que o definiu «fiel e infatigável colaborador de <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/" target="_blank">Chiara Lubich</a>». «Além da amabilidade no trato – continuou – transparecia o seu ser sacerdote segundo o coração de Jesus, e testemunhava quanto o carisma do Movimento pode fazer florescer a graça do sacramento da ordem».</p>
<p>Marco Tecilla, primeiro <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/scelte-e-impegno/focolarini/" target="_blank">focolarino </a>e companheiro de viagem por muitos anos, apresentou a história de Oreste até os últimos instantes de sua vida. «Uma apresentação breve – precisou – porque a sua vida é muito vasta».</p>
<p><img class="size-full wp-image-83510 alignleft" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/20130415-01.jpg" alt="" width="314" height="235" />«Oreste Basso, focolarino dentre os mais estreitos colaboradores de Chiara Lubich desde os anos 1950, que expirou serenamente, aos 91 anos de idade, na noite entre sábado e domingo, 14 de abril, pode ser definido “um gigante” dos Focolares. Durante a sua vida recobriu cargos de grande responsabilidade no governo do Movimento, tornando-se testemunha eloquente do carisma da unidade. Ordenado sacerdote em 1981, considerava o ministério como serviço e chamado a um amor maior. Foi eleito Copresidente do Movimento em 1996 e, entre outras coisas, teve uma função fundamental no momento da <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/gli-ultimi-anni/" target="_blank">morte da fundadora</a> (14 de março de 2008) e durante a sucessiva Assembleia Geral (julho de 2008), que elegeria aquela que deveria suceder Chiara Lubich na presidência, algo absolutamente inédito para os Focolares.</p>
<p>Nasceu em Florença, dia 1º de janeiro de 1922, e conheceu o Movimento dos Focolares em 1949, em Milão, ouvindo <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/03/07/ginetta-calliari/" target="_blank">Ginetta Calliari</a> num restaurante universitário onde se encontrava com os amigos que, em seguida, tornaram-se todos focolarinos: <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2012/01/26/piero-pasolini/" target="_blank">Piero Pasolini</a>, Danilo Zanzucchi, <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/11/10/guglielmo-boselli-guglia-maestro-di-vita-e-di-giornalismo/" target="_blank">Guglielmo Boselli</a>, Giorgio Battisti. Em Milão exercia a profissão de engenheiro e controlador de qualidade de locomotivas numa grande indústria. Naqueles anos difíceis do pós-guerra, a espiritualidade e a vida do Movimento, centralizada no Evangelho, foram para ele a descoberta de uma força que poderia gerar no mundo paz, progresso, esperança. Em 1951, com outros amigos, abriu o primeiro focolare masculino de Milão. Desde o final da década de 1950 Chiara Lubich o chamou para o Centro do Movimento, nos Castelos Romanos, onde desempenhou suas funções com espírito de serviço, fazendo com que aqueles que o encontravam experimentassem o profundo senso da família.</p>
<p><img class="alignright  wp-image-83507" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/20130415-03.jpg" alt="" width="188" height="251" />Do mundo inteiro estão chegando ao Centro dos Focolares mensagens de participação e profunda gratidão pelo incansável trabalho realizado por Oreste Basso a serviço da Igreja, no Movimento, e pela sua vida limpidamente evangélica. Há quem fale de “santidade com senso de humor”, recordando esta sua característica especial.</p>
<p>As últimas palavras de Oreste revelam o profundo relacionamento com Maria que caracterizou a sua vida: “Belo, maravilhoso, estupendo, o Paraíso. Maria está presente&#8230; devemos rezar, devemos ajudar principalmente os mais pobres e os mais frágeis, são aqueles que mais precisam de misericórdia”».</p>
<p>E Marco Tecilla concluiu: «Sempre pedíamos a Chiara Lubich uma frase do Evangelho, como acompanhamento para a nossa vida, e Chiara propôs a Oreste: “Sejam meus imitadores, como eu o sou de Cristo” (1 Cor 11,1). Tendo concluído a sua vida, parece-nos que agora Oreste a deixa a cada um de nós».</p>
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		<title>Oreste Basso, a vida para fazer do mundo uma família</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Apr 2013 08:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na noite deste domingo, 14 de abril, Oreste Basso nos deixou. Foi um dos primeiros focolarinos que, ao lado de Chiara Lubich, atuou no desenvolvimento e difusão do Movimento dos Focolares. O recordamos com seu sorriso travesso, o olhar límpido e sempre acolhedor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright  wp-image-83492" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/OresteBasso.jpg" alt="" width="251" height="188" /></p>
<p>Em poucos dias seu estado de saúde agravou-se e às 0h30 desta noite veio a falecer. A sua vida, a sua grande humanidade e seu sorriso estão gravados em milhares de corações, nas pessoas que encontrou durante os longos anos vividos no serviço a Deus e ao ideal da unidade, que ele conheceu ainda jovem, em Milão.</p>
<p>Mais tarde escreveremos sobre a sua história. O velório está acontecendo na capela do Centro Internacional do Movimento dos Focolares, em Rocca di Papa (Roma – Itália), para aonde estão se dirigindo todos aqueles que desejam prestar suas homenagens a Oreste.</p>
<p>O funeral será dia 15 de abril, às 15h (hora italiana), sempre no Centro Internacional dos Focolares.</p>
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		<title>Casais em crise: reacender a luz</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/04/09/coppie-in-crisi-riaccendere-la-luce/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 07:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Clariá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um casal relata a própria crise e o percurso oferecido por Famílias Novas, dos Focolares: uma nova oportunidade de crescimento aos casais em dificuldade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<em><img class="alignleft  wp-image-83052" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/20130408-01.jpg" alt="" width="349" height="184" /></em>Nós nos casamos por amor e a nossa vida conjugal transcorreu de modo normal, entre altos e baixos. Ao conhecer a <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/" target="_blank"><strong>espiritualidade da unidade</strong></a>, pareceu-nos que a nossa relação atingira o ápice do entendimento. Ao contrário, quatro anos atrás entramos em crise, como nunca poderíamos imaginar”, relata Silvia, casada há trinta anos com Stefano. Ela é professora primária, ele é empresário e têm dois filhos.</p>
<p><strong>“Acreditávamos ter construído uma relação muito sólida, e mesmo assim, aos poucos chegamos ao ponto de não nos entendermos mais</strong> – continua – entre nós não existia mais nenhuma forma de diálogo, os dias se sucediam na crescente tediosa monotonia entre o trabalho e outros compromissos, sufocados pelos muitos problemas de família. Tornamo-nos indiferentes um com o outro, talvez porque deduzíamos que o amor sempre existia entre nós.”</p>
<p><em><strong>“</strong></em><strong>Quanto a mim</strong><strong> – diz Stefano – </strong><strong>deixei-me levar pelas muitas preocupações do trabalho</strong>, eu as nutria demasiadamente. Silvia tentava fazer-me entender as suas dificuldades, mas, eu era prisioneiro no vórtice do meu trabalho e calculava tudo de maneira superficial. Entre nós se erguera um muro tão alto que também os nossos filhos o percebiam. Foi exatamente nessas alturas que entendi o mal que eu estava causando a nós dois e às pessoas próximas a nós. Durante um encontro de <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/un-popolo/famiglie-nuove/" target="_blank">Famílias Novas</a>, compreendemos que deveríamos comunicar este nosso problema. Fomos muito bem acolhidos e apreciaram a nossa sinceridade.”</p>
<p>“Depois disso soubemos que se realizaria um <strong>‘Curso para fortalecer a unidade do casal’</strong>, em <a href="http://www.focolare.org/pt/all-opera/cittadelle/" target="_blank">Loppiano</a> – a cidadezinha internacional do Movimento dos Focolares – apropriado exatamente àqueles que passam por um período de crise. Decidimos participar e fomos com o desejo de recomeçar. <strong>Compartilhar junto com outros casais que viviam os nossos mesmos problemas nos ajudou muito</strong>: não estávamos sós a enfrentar aquelas situações que, no início, nos envergonhávamos até mesmo de revelá-las.</p>
<p><strong>Durante aqueles dias uma luz reacendeu para nós</strong>. Entendemos que devemos dar espaço um ao outro e reencontramos a harmonia na nossa relação. Os nossos filhos foram os primeiros que se beneficiaram da serenidade reconquistada.”</p>
<p>No ‘Curso para fortalecer a unidade do casal’ são tratados temas sobre o conhecimento de si, a diversidade, o conflito e a acolhida com momentos de conversa a dois, momentos de diálogo e de exercitação prática, intercalados com momentos de descanso e recreação vividos juntos e, também, excursões pela região. A harmonia e o acordo entre as pessoas que participam do Curso ajudam a caminhada no percurso de reaproximação do casal. Frequentemente os dois se sentem renascer e seguem em frente; outras vezes, torna-se evidente uma particular ferida que necessita ser curada e, às vezes, também com a eventual ajuda psicológica adequada.</p>
<p>Se o percurso é íngreme e espinhoso existe a possibilidade de participar de outro período, breve, durante a primavera e, ainda outro, durante o inverno. Durante estes fins de semana, frequentemente, as famílias que fizeram o último Curso desejam retornar para colaborar porque foram elas as primeiras a se beneficiarem por meio daqueles que fizeram o mesmo itinerário no ano precedente.</p>
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		<title>Chegou “Primavera”</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 08:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazioneweb</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma família conta a difícil, mas bem sucedida, experiência de adoção. A importância de uma rede de famílias que acompanham um passo tão árduo e feliz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-82779" style="margin-left: 10px;margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/20130403-01.jpg" alt="" width="235" height="236" />«O caminho da nossa história é longo e às vezes acidentado</strong>, mas a nossa família é o mais lindo presente que recebemos. <strong>O nome da nossa menina mais nova já é uma promessa: em vietnamita significa “Primavera”.</strong></p>
<p>Estávamos casados há pouco tempo quando conhecemos uma menina, de cerca de um ano, que estava sob a tutela de um centro para crianças gravemente inábeis, onde minha esposa trabalhava como voluntária, em um projeto internacional, na Ásia. Depois de um período de custódia chegou-nos a proposta da adoção, foi então que experimentamos como <strong>maternidade e paternidade são uma ligação “de alma”</strong>, que supera os aspectos biológicos. Infelizmente a burocracia obrigou-nos a renunciar ao nosso projeto. A alegria retornou com o nascimento do nosso primeiro filho, ainda na Ásia. Esta longa experiência foi o nosso primeiro encontro com a cultura do Oriente, onde moramos por dois anos.</p>
<p><strong>Quando voltamos à Itália nasceu o segundo filho</strong> e pouco depois retornou também a ideia da adoção. Decidimos nos dirigir à Ação por <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/un-popolo/famiglie-nuove/" target="_blank">Famílias Novas</a> (AFN), do <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/storia/" target="_blank">Movimento dos Focolares</a>. No mês de agosto de 2005 recebemos um telefonema onde nos avisavam que devíamos nos preparar para ir ao Vietnam. Ficamos lá um mês: uma maravilhosa aventura. O nosso filho mais velho, de nove anos, disse: “Foi como dar à luz todos juntos”. O momento mais emocionante foi quando minha esposa a pegou nos braços pela primeira vez, e depois todos nós: parecia um coelhinho perdido.</p>
<p><strong>Visitamos Saigon e conhecemos as origens de nossa filha.</strong> Após alguns dias apareceram alguns sorrisos, o primeiro foi dirigido a seus irmãos, como se ela soubesse desde já a função importante que teria tido na vida deles, e de toda a família. Eles souberam dar espaço a ela, como quando o segundo, que tinha seis anos e gostava de estar no colo do pai, diante dos protestos da irmãzinha deu a ela o seu lugar.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-82782 alignleft" style="margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/04/20130403-02.jpg" alt="" width="314" height="199" />O grupo de famílias que frequentamos desde que voltamos à Itália é uma parte importante da experiência que estamos vivendo.</strong> É como uma única grande família alargada, feita de famílias adotivas do Vietnam e de outros países. Chegamos a fazer até longas viagens para poder estar juntos, e criar esses filhos com a consciência de que a adoção é uma experiência natural que muitas famílias vivem. É uma grande oportunidade para experimentar que o amor é possível entre pessoas de origens diferentes.</p>
<p><strong>A nossa caçula agora tem nove anos e é uma menina maravilhosa</strong>, bem inserida, seja na escola que na família alargada. Brinca normalmente com os seus irmãos, as brincadeiras “de menino”, mas manteve a delicadeza e uma doçura encantadoras. Gosta muito de música e de dança e frequenta, com a mãe, aulas de harpa celta.</p>
<p>Os últimos anos, muito bonitos, mas também bastante intensos, levaram-nos a concentrar-nos nas necessidades de adaptação da menina e agora talvez devamos recuperar algum momento com os outros dois; <strong>mas o vento de “primavera” que recebemos, com o seu vibrante desejo de viver e a candura típica de seu país de origem, ajuda-nos a superar até os dias mais difíceis e tempestuosos».</strong></p>
<p>Aos cuidados de Marzia Rigliani</p>
<p>Fonte: <em>Spazio Famiglia</em>, Boletim mensal da AFNonlus (<a href="http://www.afonlus.org/">www.afonlus.org</a>), março 2013, pgg. 12-13</p>
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		<title>Muneeb passou o bastão</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 16:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazioneweb</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jovem paquistanês morto por uma bala perdida durante as desordens de janeiro passado, em Karachi. Em toda a sua vida transmitiu, sem reservas, o ideal da unidade. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="wp-image-82275 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/03/20130325-01.jpg" alt="" width="314" height="194" />“Vão para frente, mais decididos do que nunca a viver com radicalismo o nosso grande ideal</strong>, para dar à sociedade que os circunda o amor que brilha nos corações de vocês, e que Muneeb também queria doar a muita gente. Do céu ele continuará, com certeza, a viver e trabalhar com vocês e com todo o Movimento, dia após dia, para construir um povo novo, unido, pacífico e solidário”.</p>
<p>Com estas palavras a presidente <a href="http://www.focolare.org/pt/la-presidente/" target="_blank">Maria Voce</a> encorajou os <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/scelte-e-impegno/gen/" target="_blank">gen </a>(jovens dos Focolares) do <a href="http://www.focolare.org/pt/focolare-worldwide/asia/pakistan/" target="_blank">Paquistão </a>a prosseguirem a corrida de <strong>Muneeb Sohail</strong>, que no dia 17 de janeiro passado, quando voltava de uma aula de inglês, junto com outro gen, foi atingido mortalmente por uma bala, durante as graves e violentas revoltas, infelizmente frequentes, em Karachi, metrópole do sul do país.</p>
<p><strong>Ele teria completado 20 anos em maio próximo.</strong> Na sua família, desde pequeno, tinha começado a viver a <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/" target="_blank">espiritualidade da unidade</a>. Perdeu o pai ainda criança e, quando cresceu, passou a assumir a responsabilidade de transmitir a outros jovens, e também às crianças, este estilo de vida que havia descoberto.</p>
<p>Para “aprofundar e conhecer melhor” – como ele dizia – na primavera de 2012 tinha ido morar com outros gen, em quem deixou uma marca indelével. Dizem sobre ele: “para mim foi como um anjo, ensinou-me a viver com Deus. Era um verdadeiro amigo”; “quando o conheci logo compartilhou comigo as suas experiências e a sua vida, e não perdia uma ocasião de amar concretamente”.</p>
<p>No dia 7 de outubro passado – um mês depois da grande manifestação internacional dos jovens, em Budapeste – não obstante as graves tensões existentes na cidade, foi realizado o <a href="http://www.genfest.org/" target="_blank">Genfest</a> também em Karachi, e Muneeb participou na linha de frente dos preparativos e da programação, aderindo e difundindo o ideal de um mundo unido.</p>
<p>Ao cumprimentar sua mãe, no dia 17 de janeiro, ele disse: <strong>“Estou feliz por dar a minha vida a Jesus”</strong>. Agora o bastão passa a todos os gen do mundo, a todos aqueles que sustentam o <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2012/10/27/united-world-project-2/" target="_blank">Projeto Mundo Unido</a> (UWP – <em>United World Project</em>), e a todos os que se sentem chamados a construir pontes de paz e fraternidade, em qualquer lugar.</p>
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		<title>Quando a porta da casa está sempre aberta</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 06:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redazioneweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esperienza]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma entre muitas histórias de vivência do Evangelho, publicadas no volume “Uma boa notícia, gente que crê, gente que age”, publicado pela Editora Città Nuova. Uma contribuição à vivência do Ano da Fé.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-82185 alignright" style="margin-left: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/03/20130323-a.jpg" alt="" width="210" height="128" /></p>
<p>«<strong>Desde pequena Sandra sempre demonstrou uma grande abertura aos outros.</strong> Fazia parte da nossa educação, sendo seus pais e, mesmo assim, no dia em que ela nos pediu para hospedar uma amiga que atravessava um momento difícil, ficamos um pouco perplexos.</p>
<p>Porém, Sandra estava tão determinada que era difícil não dar a permissão. Decidimos, portanto, deixar de lado os prejulgamentos e de acolher a sua amiga como uma filha. Aquela jovem, sentindo-se amada, aos poucos começou a revelar os seus problemas familiares. Permaneceu alguns dias conosco e quando nos deixou nos agradeceu imensamente. Na realidade éramos nós que sentíamos gratidão pela iniciativa da nossa filha, que nos proporcionara a oportunidade de abrir o coração e de estabelecer uma relação profunda com a sua amiga. Com ela, depois, nossa filha organizou atividades e arrecadou ajuda para as vítimas do terremoto, recolhendo uma grande quantidade de roupas, brinquedos e ovos de Páscoa.</p>
<p><strong>Massimo, nosso filho</strong>, desde pequeno nos havia surpreendido quando, ao abrir a porta a um pobre que tinha consigo um filho pequeno, correu ao seu quarto para buscar uma das miniaturas de automóveis, a sua preferida, para doar à criança. Quando se tornou grande, parecia-nos que ele se afastava cada vez mais, indiferente ao que nós o dizíamos, impaciente diante da nossa abertura aos outros. Sabíamos que não devíamos insistir com os habituais sermões que fazem os pais, certos de que Deus continuaria a indicar-lhe o caminho certo. No ano passado, no momento de embarcar-se no avião que o levaria ao exterior para um período de estudos, entregou-nos uma carta destinada aos seus amigos, dizendo-nos que também nós poderíamos lê-la. Foi uma maneira de revelar-nos os tesouros do seu íntimo, que nós não soubemos compreender. Um presente inesperado que preencheu o vazio dos nossos corações.</p>
<p><strong>Sempre procuramos transmitir aos nossos filhos a abertura a todos</strong>. E assim começou a história da amizade com Joe: com um insistente toque de campainha. Ao abrir a porta nos deparamos com um jovem nigeriano que queria, por força, vender alguma coisa. Assim como muitos outros dos seus concidadãos, era vendedor ambulante. Compramos alguma coisa, um pano de prato e outra coisa pequena, para a cozinha. Mas, pareceu-nos muito pouco. Convidamos e ele entrou em casa, conversamos um pouco, anotamos os números de telefone uns dos outros, prometendo que o teríamos convidado a um dos nossos encontros promovidos pela paróquia.</p>
<p><strong>Aproximava-se o dia do encontro e nos lembramos de Joe.</strong> Estávamos em dúvida se convidá-lo ou não; mas, ele nos respondeu com entusiasmo ao convite feito: “<em>Todos parecem muito gentis conosco, mas, depois, nos esquecem rapidamente</em>.” Desde então se estabeleceu uma forte relação com ele, participando das suas dificuldades e procurando um trabalho, o que não era nada fácil por causa da sua permanência irregular no país. Encontramos também um alojamento e muitos ajudaram no seu sustento. Passado o tempo Joe se casou e teve um filho. Quando ele nos convidou para sermos padrinhos da criança revivemos, comovidos, a nossa amizade de muitos anos, uma entre as muitas, que nasceram abrindo a porta da nossa casa».</p>
<p align="left"> Maria Luisa e Giovanni, Itália.</p>
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		<title>Na Argentina: paróquias em férias</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/03/04/argentina-parrocchia-vacanze/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 13:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Alberto Mana</dc:creator>
				<category><![CDATA[South America]]></category>
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		<description><![CDATA[A 13ª edição das férias de algumas paróquias de Buenos Aires, na praia, com o espírito das primeiras “Mariápolis”. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-articolo_1 wp-image-81167" style="margin: 5px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/03/2-1-250x182.jpg" alt="" width="250" height="182" />“La Lucila” é uma graciosa cidadezinha à beira mar, a 350 km de <a href="http://www.focolare.org/pt/focolare-worldwide/america-sud/argentina/">Buenos Aires.</a> É lá que, já há 13 anos, são feitas as semanas de “Férias escola”, como foram chamadas. Omar e Susana Zazzerini, do <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/un-popolo/movimento-parrocchiale/" target="_blank">Movimento Paroquial</a> de Buenos Aires, organizadores dessa iniciativa, contam: «Partimos das palavras de Jesus “venham a um lugar tranquilo e repousem” (Mc 6,31), pensando principalmente nas famílias que tinham menos possibilidades de saírem de férias. Além do repouso gostaríamos que fosse uma escola de vida gerada pelo amor recíproco e vivida com a presença espiritual de Jesus entre nós. Como no início do <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/storia/" target="_blank">Movimento dos Focolares</a>, quando iam repousar juntos, nas Montanhas Dolomitas, e muitas pessoas experimentavam este estilo evangélico de vida, e descobriam que Deus é Amor».</p>
<p>Os participantes provêm de várias paróquias de Buenos Aires. No primeiro ano eram 23. Dessa 13ª edição participaram 140 pessoas, das quais 115 por toda a semana. Até agora quase 1200 pessoas já viveram essa experiência.</p>
<p><img class="alignright size-articolo_1 wp-image-81169" style="margin: 5px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/03/6-1-250x190.jpg" alt="" width="250" height="190" />«O mais importante – afirma Omar – é amar com a força do momento presente, na atenção para com os outros, vendo-nos sempre com olhos novos». Esquecendo os defeitos ou incompreensões, especialmente de pessoas conhecidas há muito tempo. «Se não fosse assim – continua – não seria tão bom estar juntos uma semana em que nos distribuímos por equipes e devemos um dia cozinhar, outro lavar louça, outro servir à mesa, mantendo sempre a harmonia nos ambientes».</p>
<p>«Esta é uma escola – acrescenta Susana– onde podemos aprender a nos ajudar para superar circunstâncias dolorosas ou de conflito. Quando o que os outros fazem nos incomoda é na convivência que aprendemos a acatar esse mal-estar». E assim as relações interpessoais são elevadas a um nível mais alto.</p>
<p>Aprofundamento espiritual, partilha daquilo que cada um vive. <em>«Inclusive os sofrimentos&#8230;</em> – continua Susana– <em>certas situações difíceis resolvem-se na comunhão. O momento culminante é a Santa Missa. O restante do dia vamos à praia, jogamos, passeamos, conversamos, e tantas outras coisas que nos fazem relaxar»</em>.</p>
<p>É evidente o crescimento espiritual dos participantes e a atrativa sobre os jovens. «Crescem em quantidade, mas também em qualidade: percebe-se pelo amor pelas pessoas idosas e as crianças, e pelo relacionamento entre eles. Alguns já formaram uma família, outros fizeram uma experiência na <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2011/04/15/mariapolis-lia/" target="_blank">Mariápolis Lia</a> ou participaram do Genfest, em Budapeste. Com a ajuda de todos, uma das jovens pode participar da JMJ na Espanha, e agora é o ponto de referência para a Jornada do Rio de Janeiro. Já estiveram entre nós pessoas consagradas, membros de outras Igrejas, seminaristas e vários sacerdotes».</p>
<p>Uma experiência de fraternidade, como foi definida por alguém que participava pela primeira vez, que depois continua durante o ano, nas diversas paróquias de proveniência.</p>
<p style="text-align: right">Aos cuidados de Carlos Mana</p>
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		<title>Família: debate aberto</title>
		<link>http://www.focolare.org/pt/news/2013/01/23/famiglia-domande-aperte/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2013 09:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Chiara De Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ética]]></category>
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		<description><![CDATA[Um projeto trienal de Famílias Novas para enfrentar juntos os desafios culturais que afetam a família hoje. Concluiu-se recentemente a etapa intermediária de 2013.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Diante de uma cultura individualista e consumista</strong> é possível propor o valor da vida humana como uma dádiva que deve ser acolhida? Diante do vazio de um casal estéril, como demonstrar que a fecundidade não coincide necessariamente com a fertilidade? De que modo mostrar às novas gerações o valor da corporeidade e da sexualidade que merecem muito mais que a espontaneidade à qual são impulsionados pelos meios de comunicação?</p>
<p><strong>Existe um direito aos filhos?</strong> E para educá-los é realmente necessário que as figuras parentais sejam uma mãe e um pai?</p>
<p><strong><a href="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/01/2013-01-Convegno-FN-2.jpg"><img class="alignleft  wp-image-78596" style="margin-left: 10px;margin-right: 10px" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2013/01/2013-01-Convegno-FN-2.jpg" alt="" width="268" height="212" /></a>Questões como estas foram debatidas por 130 formadores </strong>do movimento <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/un-popolo/famiglie-nuove/">Famílias Novas</a> de mais de vinte nacionalidades, durante um Seminário realizado no Centro Mariápolis de Castel Gandolfo (Roma), de 10 a 13 de janeiro.</p>
<p><strong>A reunião integra um projeto trienal</strong> iniciado no ano passado, com o objetivo de oferecer àqueles que trabalham com famílias instrumentos adequados para enfrentar os novos desafios culturais que tocam a vida de todos. Os inscritos são principalmente casais, pela específica credibilidade que podem ter junto a outras famílias e pela capacidade e experiência de intervenção nos problemas.</p>
<p>Após a reflexão do ano passado sobre as <strong>dinâmicas da relação conjugal</strong>, para este Seminário foram individualizadas algumas temáticas particularmente atuais: a procriação responsável, as técnicas de fecundação artificial, a homossexualidade, a ideologia de gênero.</p>
<p>Os trabalhos evidenciaram o significado e o valor da sexualidade humana, com base na visão antropológica cristã, com aprofundamentos específicos em <em>worshops</em> dedicados ao diálogo e à troca de ideias e experiências. Os espaços de debate foram muito eficazes pela internacionalidade das contribuições e a competência dos participantes, tanto no âmbito profissional como pela experiência de percursos de formação, compartilhado com outros casais e famílias das mais diferentes áreas geográficas.</p>
<p>Graças à tradução simultânea em sete línguas, os participantes subdividiram-se em três grupos de trabalho multiculturais, onde realizou-se um confronto prático entre os participantes dos Estados Unidos e das Filipinas, das Europa Oriental e Ocidental, do Oriente Médio e da África, do Brasil e da América Hispânica.</p>
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		<title>Acolher a doença em família</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 08:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura Cerè</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor ao irmão]]></category>
		<category><![CDATA[Esperienza]]></category>
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		<category><![CDATA[Gv 1.12]]></category>

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		<description><![CDATA[Diante da doença, ou se toma a decisão de olhá-la de frente sabendo perceber os sinais de um caminho que se é chamado a percorrer, ou decide-se ignorá-la e nem ouvir falar dela. Marisa e Francesco preferiram a primeira opção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="wp-image-75589 alignleft" style="margin-right: 10px;border: 0px none" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2012/12/20121206-01.jpg" alt="" width="358" height="238" /></p>
<p>O <strong>testemunho</strong> deste casal foi dado em Brescia (Itália) dia 25 de novembro passado, durante o encontro <a href="http://www.focolare.org/pt/news/2012/11/27/famiglia-percorsi-comuni-tra-musulmani-e-cristiani/" target="_blank"><strong>“Trajetórias comuns para a família”</strong></a> <strong>que reuniu cerca de mil famílias</strong> muçulmanas e cristãs do norte da Itália.</p>
<p>Marisa: «Eu tinha a intenção de retomar o trabalho logo que as crianças (1 e 3 anos) tivessem permitido. Foi quando minha mãe, uma mulher amável e muito ativa, de 60 anos, adoeceu com Alzheimer. Em pouco tempo ela perdeu a autossuficiência.  Eu e meu pai decidimos cuidar dela em casa, sem saber onde isso teria nos levado. Também Francesco, meu marido, aderiu. Mas logo as implicações da doença colocaram duramente à prova o nosso relacionamento e todo o equilíbrio familiar».</p>
<p>Francesco: «Desde menino eu precisei dividir o afeto de minha mãe com o seu trabalho e meus avós, que moravam conosco. Por isso, quando casei com Marisa parecia-me lógico que ela teria sido totalmente minha e que teria me coberto de atenções. Na verdade eu me deparei com muitos problemas para enfrentar. Quando ela precisou cuidar também da sua família o nosso casamento entrou numa crise profunda. Eu tinha vontade de fugir e como precisava ir encontrar clientes distantes, devido ao trabalho, muitas vezes dormia fora de casa, deixando a Marisa todo o peso das duas famílias».</p>
<p>Marisa: «Não foi fácil aceitar a mudança tão rápida daquela pessoa que para mim era uma referência segura; ver que em alguns momentos ele não me reconhecia mais e eu também tinha dificuldade em reconhecê-lo. Quando meu pai decaiu, psicologicamente e fisicamente, o relacionamento com Francesco também começou a vacilar. Encontrei ajuda no Evangelho: <em>“A todos os que o acolheram deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus”</em> (Jo 1,12). Mas vivia numa constante superação. Foi justamente quando um casal de amigos convidou-nos para um dia de encontro organizado pelo <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/storia/" target="_blank"><strong>Movimento dos Focolares</strong></a>. Ficamos conquistados pela vivência do amor que encontramos lá, e iniciamos um caminho junto com outras <a href="http://www.focolare.org/pt/movimento-dei-focolari/un-popolo/famiglie-nuove/" target="_blank"><strong>famílias</strong> </a>decididas a viverem aquela <a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/spiritualita-dellunita/" target="_blank"><strong>espiritualidade</strong>».</a></p>
<p><img class="wp-image-75628 alignright" style="margin-left: 10px;border: 0px none" src="http://www.focolare.org/wp-content/uploads/2012/12/20121206-03.jpg" alt="" width="286" height="177" /></p>
<p>Francesco: «Improvisamente adoeci e precisei ser internado. Fiquei irritado com tudo e todos! Depois relembrei as palavras de <strong><a href="http://www.focolare.org/pt/chiara-lubich/chi-e-chiara/" target="_blank">Chiara Lubich</a>:</strong> <em>“A nossa saúde&#8230; ser uma única família&#8230; Existe entre vocês quem sofre fisicamente? Sofram com ele”</em>. Tentei colocá-las em prática: com a pessoa do leito ao meu lado, com uma senhora idosa que todos deixavam de lado&#8230; Aos poucos compreendi o modo de amar de Marisa que, apesar da mãe doente e das crianças que devia cuidar, encontrava o tempo para vir duas vezes por dia me ver no hospital. Refiz a paz com ela e com a minha vida. Desde então passei a compartilhar com ela todas as decisões, principalmente aquelas que mais custavam. A doença deixou de me causar medo, fiquei sereno. Depois de seis meses a doença desapareceu».</p>
<p>Marisa: «Sentimos que cada doença é uma ocasião que nos é dada para crescer como pessoa, crescendo no amor. Eu amava minha mãe, mas agora era preciso amá-la de uma maneira nova, saber dar significado e dignidade a cada gesto, a cada palavra. Fazer com que ela se sentisse amada por Deus. E o amor cura. Até quando aos olhos de todos parecia quase um vegetal incapaz de interagir, um gesto de amor de maior intensidade suscitava nela olhares de presença, palavras de reconhecimento, lágrimas de libertação, que se tornavam também minhas. E isso me dava uma tal força e alegria que nada e ninguém pode cancelar. Foi assim por dez anos».</p>
<p>Francesco: «Este empenho não nos impediu de abrir-nos aos outros, por exemplo, hospedar um parente de uma pessoa doente, compartilhando suas ansiedades e sofrimentos. E também receber em nossa casa grupos de famílias ou de noivos para ajudar na formação dos casais.</p>
<p>Faz três anos que o pai de Marisa está morando conosco, e este ano ele completa 93 anos. Às vezes nos passa a ideia de encontrar uma solução diferente, que nos trouxesse mais autonomia, mas sabemos que ele sofreria muito e estamos convencidos de que a sua vida e a sua dignidade são mais importantes».</p>
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