{"id":299612,"date":"2005-08-25T22:00:00","date_gmt":"2005-08-25T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/homilia-de-sua-santidade-bento-xvi-durante-a-s-missa-na-esplanada-marienfeld\/"},"modified":"2024-05-13T21:08:24","modified_gmt":"2024-05-13T19:08:24","slug":"homilia-de-sua-santidade-bento-xvi-durante-a-s-missa-na-esplanada-marienfeld","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/homilia-de-sua-santidade-bento-xvi-durante-a-s-missa-na-esplanada-marienfeld\/","title":{"rendered":"Homilia de Sua Santidade Bento XVI durante a S. Missa, na esplanada Marienfeld"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0Palavras do Santo Padre no in\u00edcio da celebra\u00e7\u00e3o  Desejaria ter percorrido com o &#8216;papa m\u00f3vel&#8217; toda a extens\u00e3o, para estar o mais perto poss\u00edvel de cada um. Pela dificuldade dos caminhos isto n\u00e3o foi poss\u00edvel, mas sa\u00fado a todos, com todo o cora\u00e7\u00e3o. O Senhor v\u00ea e ama a cada pessoa. Todos juntos n\u00f3s formamos a Igreja vivente, e agrade\u00e7amos ao Senhor esta hora na qual ele nos doa o mist\u00e9rio da sua presen\u00e7a e a possibilidade de estar em comunh\u00e3o com ele.  Sabemos que todos somos imperfeitos, que n\u00e3o podemos ser uma morada apropriada para ele. Por isso come\u00e7amos a Santa Missa recolhendo-nos e pedindo ao Senhor que remova de n\u00f3s tudo o que nos separa dele, e nos separa uns dos outros. Que ele nos conceda assim, o dom de celebrar dignamente os Santos Mist\u00e9rios. ***  &nbsp;  Queridos jovens:  Diante da sagrada H\u00f3stia, na qual Jesus se fez p\u00e3o para n\u00f3s, que interiormente sustenta e nutre nossa vida (cf. Jo 6, 35), come\u00e7amos, ontem \u00e0 noite, o caminho interior da adora\u00e7\u00e3o. Na Eucaristia a adora\u00e7\u00e3o deve chegar a ser uni\u00e3o. Com a Celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica nos encontramos naquela \u00abhora\u00bb de Jesus, da qual fala o Evangelho de Jo\u00e3o. Mediante a Eucaristia, esta \u00abhora\u00bb sua se converte em nossa hora, sua presen\u00e7a no meio de n\u00f3s. Junto com os disc\u00edpulos Ele celebrou a ceia pascal de Israel, o memorial da a\u00e7\u00e3o libertadora de Deus que havia guiado Israel da escravid\u00e3o \u00e0 liberdade. Jesus segue os ritos de Israel. Pronuncia sobre o p\u00e3o a ora\u00e7\u00e3o de louvor e ben\u00e7\u00e3o. Contudo, algo novo acontece. Ele d\u00e1 gra\u00e7as a Deus n\u00e3o somente pelas grandes obras do passado; d\u00e1 gra\u00e7as pela pr\u00f3pria exalta\u00e7\u00e3o que se realizar\u00e1 mediante a Cruz e a Ressurrei\u00e7\u00e3o, dirigindo-se aos disc\u00edpulos tamb\u00e9m com palavras que cont\u00e9m o comp\u00eandio da Lei e dos Profetas: \u00abIsto \u00e9 meu Corpo entregue em sacrif\u00edcio por v\u00f3s. Este c\u00e1lice \u00e9 a Nova Alian\u00e7a selada com meu Sangue\u00bb. E assim distribui o p\u00e3o e o c\u00e1lice e, ao mesmo tempo, lhes confia a tarefa de voltar a dizer e fazer, sempre em sua mem\u00f3ria, aquilo que estava dizendo e fazendo naquele momento.  O que est\u00e1 acontecendo? Como Jesus pode repartir seu Corpo e seu Sangue? Fazendo do p\u00e3o seu Corpo e do vinho seu Sangue, Ele antecipa sua morte, a aceita no mais \u00edntimo e a transforma em uma a\u00e7\u00e3o de amor. O que, visto pelo exterior, \u00e9 viol\u00eancia brutal \u2013 a crucifica\u00e7\u00e3o \u2013, a partir do interior se transforma em um ato de um amor que se entrega totalmente. Esta \u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o substancial que se realizou no cen\u00e1culo, e que estava destinada a suscitar um processo de transforma\u00e7\u00f5es cujo fim \u00faltimo \u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o do mundo, at\u00e9 que Deus seja tudo em todos (Cf. 1 Cor 15, 28). Desde sempre todos os homens esperam de algum modo, em seu cora\u00e7\u00e3o, uma mudan\u00e7a, uma transforma\u00e7\u00e3o do mundo. Este \u00e9, agora, o ato central de transforma\u00e7\u00e3o, capaz de renovar verdadeiramente o mundo: a viol\u00eancia se transforma em amor e, portanto, a morte em vida. Dado que este ato converte a morte em amor, a morte como tal, a partir do seu interior, j\u00e1 est\u00e1 superada; nela j\u00e1 est\u00e1 presente a ressurrei\u00e7\u00e3o. A morte ficou, por assim dizer, profundamente ferida, at\u00e9 o ponto que, de agora em diante, n\u00e3o pode ser a \u00faltima palavra. Esta \u00e9, para usar uma imagem hoje muito conhecida por n\u00f3s, a fus\u00e3o nuclear ocorrida no mais \u00edntimo do ser, a vit\u00f3ria do amor sobre o \u00f3dio, a vit\u00f3ria do amor sobre a morte. Somente esta \u00edntima explos\u00e3o do bem que vence o mal pode suscitar, depois, a cadeia de transforma\u00e7\u00f5es que pouco a pouco mudar\u00e1 o mundo. Todas as demais mudan\u00e7as s\u00e3o superficiais e n\u00e3o salvam. Por isso falamos de reden\u00e7\u00e3o: o que era necess\u00e1rio, desde o mais \u00edntimo, aconteceu, e n\u00f3s podemos entrar neste dinamismo. Jesus pode distribuir seu Corpo, porque se entrega realmente a si mesmo.  Esta primeira transforma\u00e7\u00e3o fundamental da viol\u00eancia em amor, da morte em vida, arrasta consigo as demais transforma\u00e7\u00f5es. P\u00e3o e vinho se convertem em seu Corpo e Sangue. Chegados a este ponto a transforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode deter-se, antes, \u00e9 aqui onde deve come\u00e7ar plenamente. O Corpo e Sangue de Cristo nos s\u00e3o dados para que, por sua vez, n\u00f3s mesmos sejamos transformados. N\u00f3s mesmos devemos chegar a ser Corpo de Cristo, seus consang\u00fc\u00edneos. Todos comemos o \u00fanico p\u00e3o, e isto significa que entre n\u00f3s chegamos a ser uma s\u00f3 coisa. A adora\u00e7\u00e3o, n\u00f3s dissemos, deste modo torna-se uni\u00e3o. Deus n\u00e3o est\u00e1 mais diante de n\u00f3s como o Totalmente Outro. Est\u00e1 dentro de n\u00f3s, e n\u00f3s estamos Nele. Sua din\u00e2mica nos penetra e partindo de n\u00f3s quer propagar-se aos outros e estender-se a todo o mundo, para que seu amor seja realmente a medida dominante do mundo. Eu percebo uma alus\u00e3o muito bela a este novo passo que a \u00daltima Ceia nos indica, com a diferente acep\u00e7\u00e3o da palavra \u00abadora\u00e7\u00e3o\u00bb em grego e em latim. A palavra grega \u00e9 proskynesis. Significa o gesto de submiss\u00e3o, o reconhecimento de Deus como nossa verdadeira medida, cuja norma aceitamos seguir. Significa que a liberdade n\u00e3o quer dizer gozar da vida, considerar-se absolutamente aut\u00f4nomo, mas orientar-se segundo a medida da verdade e do bem, para chegar a ser, desta maneira, n\u00f3s mesmos, verdadeiros e bons. Este gesto \u00e9 necess\u00e1rio, ainda que nossa \u00e2nsia de liberdade, em um primeiro momento, resista a esta perspectiva. Faz\u00ea-la completamente nossa ser\u00e1 somente no segundo passo que nos apresenta a \u00daltima Ceia. A palavra latina adora\u00e7\u00e3o \u00e9 ad-oratio: contato boca a boca, beijo, abra\u00e7o e, portanto, em resumo, amor. A submiss\u00e3o se faz uni\u00e3o, porque aquele ao qual nos submetemos \u00e9 Amor. Assim a submiss\u00e3o adquire sentido, porque n\u00e3o nos imp\u00f5e coisas estranhas, mas nos liberta desde o mais \u00edntimo de nosso ser.  Voltamos de novo \u00e0 \u00daltima Ceia. A novidade que ali se verificou, estava na nova profundidade da antiga ora\u00e7\u00e3o de ben\u00e7\u00e3o de Israel, que agora se fazia palavra de transforma\u00e7\u00e3o e nos concedia poder participar da \u201chora\u201d de Cristo. Jesus n\u00e3o nos deu a tarefa de repetir a Ceia pascal que, al\u00e9m do mais, enquanto comemora\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode se repetida segundo a pr\u00f3pria vontade. Nos deu a tarefa de entrar em sua \u00abhora\u00bb. Entramos nela mediante a palavra do poder sagrado da consagra\u00e7\u00e3o, uma transforma\u00e7\u00e3o que se realiza mediante a ora\u00e7\u00e3o de louvor, que nos situa em continuidade com Israel e com toda a hist\u00f3ria da salva\u00e7\u00e3o, e ao mesmo tempo nos concede a novidade para a qual aquela ora\u00e7\u00e3o tendia, por sua \u00edntima natureza. Esta ora\u00e7\u00e3o, chamada pela Igreja \u00abora\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica\u00bb, torna presente a Eucaristia. \u00c9 palavra de poder, que transforma os dons da terra de modo totalmente novo, na doa\u00e7\u00e3o que Deus faz de si mesmo, e que nos compromete neste processo de transforma\u00e7\u00e3o. Por isto chamamos a este acontecimento Eucaristia, que \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o da palavra hebr\u00e9ia beracha, agradecimento, louvor, ben\u00e7\u00e3o, e desta forma, transforma\u00e7\u00e3o a partir do Senhor: presen\u00e7a de sua \u00abhora\u00bb. A hora de Jesus \u00e9 a hora na qual o amor vence. Em outras palavras: \u00e9 Deus quem venceu, porque Ele \u00e9 Amor. A hora de Jesus quer chegar a ser nossa hora e o ser\u00e1, se n\u00f3s, mediante a celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia, nos deixamos arrastar por aquele processo de transforma\u00e7\u00f5es que o Senhor pretende. A Eucaristia deve chegar a ser o centro de nossa vida. Quando a Igreja nos diz que a Eucaristia \u00e9 parte do domingo, n\u00e3o se trata de positivismo ou \u00e2nsia de poder. Na manh\u00e3 de P\u00e1scoa, primeiro as mulheres e em seguida os disc\u00edpulos, tiveram a gra\u00e7a de ver ao Senhor. Desde ent\u00e3o souberam que o primeiro dia da semana, o domingo, seria o dia Dele, de Cristo. O dia do in\u00edcio da cria\u00e7\u00e3o tornava-se o dia da renova\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o. Cria\u00e7\u00e3o e reden\u00e7\u00e3o caminham juntas. Por isto \u00e9 t\u00e3o importante o domingo. \u00c9 bonito que hoje, em muitas culturas, o domingo seja um dia livre ou, juntamente com o s\u00e1bado, constitua o denominado \u00abfim de semana\u00bb livre. Mas este tempo livre permanece vazio se Deus n\u00e3o est\u00e1 nele! Queridos amigos! \u00c0s vezes, em princ\u00edpio, pode resultar inc\u00f4modo ter que programar, no domingo, tamb\u00e9m a Missa. Mas se voc\u00eas se empenharem constatar\u00e3o, mais tarde, que \u00e9 exatamente isto o que d\u00e1 sentido ao tempo livre. N\u00e3o se deixem dissuadir de participar da Eucaristia dominical e ajudem tamb\u00e9m os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreend\u00ea-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a am\u00e1-la. Assumamos este compromisso: vale a pena! Descubramos a \u00edntima riqueza da liturgia da Igreja e sua verdadeira grandeza: n\u00e3o somos n\u00f3s que fazemos a festa para n\u00f3s, ao contr\u00e1rio, \u00e9 o pr\u00f3prio Deus vivo que prepara uma festa para n\u00f3s. Com o amor \u00e0 Eucaristia descobrireis novamente tamb\u00e9m o sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre iniciar de novo nossa vida.  Quem descobriu a Cristo deve levar outros at\u00e9 Ele. Uma grande alegria n\u00e3o se pode guardar para si mesmo. \u00c9 necess\u00e1rio transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo pode funcionar do mesmo modo sem Ele. Mas ao mesmo tempo existe tamb\u00e9m um sentimento de frustra\u00e7\u00e3o, de insatisfa\u00e7\u00e3o de tudo e de todos. D\u00e1 vontade de exclamar: \u00abn\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que a vida seja assim!\u00bb Realmente n\u00e3o. E deste modo, junto com o esquecimento de Deus, existe como que um \u00abboom\u00bb do religioso. N\u00e3o quero desacreditar tudo o que se situa neste contexto. Pode acontecer tamb\u00e9m a alegria sincera do descobrimento. Mas, dizendo a verdade, n\u00e3o raramente a religi\u00e3o se converte quase em um produto de consumo. Escolhe-se aquilo que agrada, e alguns sabem tamb\u00e9m tirar proveito disso. Mas a religi\u00e3o buscada \u00e0 \u00abmedida de cada um\u00bb, no final n\u00e3o nos ajuda. \u00c9 c\u00f4moda, mas no momento da crise nos abandona \u00e0 nossa sorte. Ajudem os homens a descobrir a verdadeira estrela que indica o caminho: Jesus Cristo! Busquemos n\u00f3s mesmos conhec\u00ea-lo sempre melhor, para poder, de modo convincente, guiar os outros para Ele. Por isto \u00e9 t\u00e3o importante o amor \u00e0 Sagrada Escritura e, de conseq\u00fc\u00eancia, conhecer a f\u00e9 da Igreja, que nos mostra o sentido da Escritura. \u00c9 o Esp\u00edrito Santo que guia a Igreja em sua f\u00e9 crescente, e a fez e faz penetrar cada vez mais nas profundidades da verdade (cf. Jo 16,13). O Papa Jo\u00e3o Paulo II nos deixou uma obra maravilhosa, na qual a f\u00e9 secular se explica sinteticamente: o \u00abCatecismo da Igreja Cat\u00f3lica\u00bb. Eu mesmo, recentemente, pude apresentar o \u00abComp\u00eandio\u00bb de tal Catecismo, que foi elaborado a pedido do falecido Papa. S\u00e3o dois livros fundamentais que queria recomendar a todos voc\u00eas.  Obviamente, os livros por si s\u00f3 n\u00e3o bastam. Construam comunidades baseadas na f\u00e9! Nas \u00faltimas d\u00e9cadas nasceram movimentos e comunidades nas quais a for\u00e7a do Evangelho se faz sentir com vivacidade. Busquem a comunh\u00e3o na f\u00e9, como companheiros de caminhada que juntos v\u00e3o seguindo o itiner\u00e1rio da grande peregrina\u00e7\u00e3o que, por primeiro, nos assinalaram os Magos do Oriente. A espontaneidade das novas comunidades \u00e9 importante, mas da mesma forma \u00e9 importante conservar a comunh\u00e3o com o Papa e com os Bispos. S\u00e3o eles os que garantem que n\u00e3o se est\u00e3o buscando caminhos particulares, mas que se est\u00e1 vivendo naquela grande fam\u00edlia de Deus que o Senhor fundou com os doze Ap\u00f3stolos.  Ainda, uma vez mais, devo voltar \u00e0 Eucaristia. \u00abJ\u00e1 que h\u00e1 um \u00fanico p\u00e3o, n\u00f3s, embora muitos, somos um s\u00f3 corpo\u00bb diz S\u00e3o Paulo (1 Cor, 10, 17). Com isto ele quer dizer: j\u00e1 que recebemos o mesmo Senhor, e Ele nos acolhe e nos atrai para si, sejamos tamb\u00e9m uma s\u00f3 coisa entre n\u00f3s. Isto deve manifestar-se na vida. Deve mostrar-se na capacidade de perd\u00e3o. Deve manifestar-se na sensibilidade para com as necessidades dos outros, na disponibilidade de compartilhar. Deve manifestar-se no compromisso com o pr\u00f3ximo, tanto com o que est\u00e1 perto como com quem est\u00e1 externamente distante, mas que, de qualquer forma, nos diz respeito sempre de perto.  Existem hoje formas de voluntariado, modelos de servi\u00e7o m\u00fatuo, dos quais justamente nossa sociedade tem necessidade urgente. N\u00e3o devemos, por exemplo, abandonar os anci\u00e3os em sua solid\u00e3o; n\u00e3o devemos nos afastar daqueles que sofrem. Se pensamos e vivemos em virtude da comunh\u00e3o com Cristo, ent\u00e3o nossos olhos se abrem. Ent\u00e3o n\u00e3o nos acomodaremos mais em viver preocupados somente por n\u00f3s mesmos, mas veremos onde e como somos necess\u00e1rios.  Vivendo e atuando assim logo nos daremos conta que \u00e9 muito mais belo ser \u00fateis e estar a disposi\u00e7\u00e3o dos outros do que preocupar-se s\u00f3 das comodidades que nos s\u00e3o oferecidas. Eu sei que voc\u00eas, como jovens, aspiram a coisas grandes, que querem se comprometer por um mundo melhor. Demonstrem isso aos homens, demonstrem ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos disc\u00edpulos de Jesus e que, sobretudo mediante o amor de voc\u00eas, poder\u00e1 descobrir a estrela que seguimos.  Caminhemos com Cristo e vivamos nossa vida como verdadeiros adoradores de Deus! Am\u00e9m.  <em>[Tradu\u00e7\u00e3o realizada por Zenit]<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>JMJ 2005: esplanada Marienfeld Col\u00f4nia<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[909],"tags":[],"class_list":["post-299612","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-focolare-worldwide-2-4"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/299612","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=299612"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/299612\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=299612"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=299612"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=299612"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}