{"id":300128,"date":"2009-02-27T23:00:00","date_gmt":"2009-02-27T22:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/o-evangelho-vivido-libera-a-luz\/"},"modified":"2024-05-13T21:10:22","modified_gmt":"2024-05-13T19:10:22","slug":"o-evangelho-vivido-libera-a-luz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/o-evangelho-vivido-libera-a-luz\/","title":{"rendered":"O Evangelho vivido libera a luz"},"content":{"rendered":"<p><strong>Eis alguns frutos da Palavra. <\/strong>Mas os frutos que relacionamos  t\u00eam a sua origem num fato. Como \u00e9 sabido, a Palavra de Deus n\u00e3o \u00e9 como as  outras, ela n\u00e3o somente pode ser escutada, mas tem o poder de operar o que diz.  A Palavra, que \u00e9 uma presen\u00e7a de Cristo, gera Cristo na nossa alma e na alma dos  outros.  <strong>\u00c9 verdade: pelo fato que somos crist\u00e3os, mesmo sem o empenho de viver  a Palavra<\/strong>, existe a vida de Cristo em n\u00f3s, e com ela temos a luz e o  amor de Deus, no entanto eles est\u00e3o como que fechados numa cris\u00e1lide. Vivendo o  Evangelho o amor libera a luz e a luz faz crescer o amor: a cris\u00e1lide come\u00e7a a  se mover, at\u00e9 que nasce a borboleta. Ela \u00e9 o pequeno Cristo que come\u00e7a a tomar  lugar em n\u00f3s e depois cresce cada vez mais, at\u00e9 nos preencher dele  mesmo.  <strong>Existe uma descri\u00e7\u00e3o magn\u00edfica de Paulo VI<\/strong> sobre  o que a Palavra produz: \u201c<em>Como Jesus se faz presente nas almas? Atrav\u00e9s do  ve\u00edculo, da comunica\u00e7\u00e3o da Palavra, (&#8230;) passa o pensamento divino, passa o  Verbo, o Filho de Deus feito Homem. Poder-se-ia dizer que o Senhor assume a  nossa carne quando aceitamos que a sua Palavra venha viver dentro de n\u00f3s<\/em>\u201d.  &nbsp;  Retirado de <em>Viver a tua Palavra \u2013 Editora Cidade Nova, 2009<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chiara Lubich enumera os frutos da Palavra vivida \/3<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-300128","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/300128","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=300128"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/300128\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=300128"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=300128"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=300128"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}