{"id":301162,"date":"2011-08-21T03:00:31","date_gmt":"2011-08-21T01:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/harmonia-e-ambiente\/"},"modified":"2024-05-13T21:14:28","modified_gmt":"2024-05-13T19:14:28","slug":"harmonia-e-ambiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/harmonia-e-ambiente\/","title":{"rendered":"Harmonia e ambiente"},"content":{"rendered":"<p><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-38772\" style=\"border: 0pt none;margin-right: 10px\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/MarilenHolzhauser-a.jpg\" alt=\"\" width=\"85\" height=\"133\" \/><strong><em>\u00abCada objeto, para n\u00f3s, deve ter um porqu\u00ea\u00bb<\/em>, dizia sempre Marilen Holzhauser, uma das primeiras focolarinas.<\/strong> Para as primeiras companheiras de aventura de Chiara, sobriedade e essencialidade eram um estilo de vida, uma forma de decorar, de vestir.<strong> A beleza revela o mist\u00e9rio de uma flor que consome apenas o que precisa <\/strong>e desse modo mostra a sua real beleza. E o belo torna-se esplendor da verdade. A harmonia da essencialidade faz descobrir \u00aba beleza que salvar\u00e1 o mundo\u00bb e qual mundo salvar\u00e1 a beleza.  Na <em><strong>carta a Diogneto<\/strong><\/em>, <strong>a prop\u00f3sito dos primeiros crist\u00e3os<\/strong>, l\u00ea-se: <em>\u00abVivendo em cidades gregas ou b\u00e1rbaras, como coube a cada um, e <strong>adequando-se aos costumes do lugar nas roupas, nos alimentos e em tudo, testemunham um m\u00e9todo de vida social admir\u00e1vel<\/strong> e, sem sombra de d\u00favida, paradoxal\u00bb.<\/em>  <strong>Tudo isso tem reflexos na vida concreta de quem adere ao \u201cesp\u00edrito da unidade\u201d<\/strong>. Por exemplo, os \u201cCentros Mari\u00e1polis\u201d, onde se fazem congressos e cursos de forma\u00e7\u00e3o, e as Mari\u00e1polis permanentes, 22 em todo o mundo, s\u00e3o concretiza\u00e7\u00f5es que miram restaurar as rela\u00e7\u00f5es sociais, em sua integridade humana. Da mesma forma as produ\u00e7\u00f5es dos Centros Ave e Azur e os encontros de \u201cArt\u2019\u00e8\u201d, e assim tamb\u00e9m as obras de arte de pintores, musicistas, pianistas, bailarinos\u2026 querem exprimir a cont\u00ednua novidade de Deus, fonte de beleza e harmonia.  <div id=\"attachment_43642\" style=\"width: 340px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/20110818-01.jpg\"><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-43642\" class=\"size-full wp-image-43642  \" style=\"border: 0pt none;margin-left: 20px\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/20110818-01.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"240\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-43642\" class=\"wp-caption-text\">Dina Figueiredo, &#039;Eucaristia&#039; - Hospital Sta.Clara, Trento 2004<\/p><\/div>  <strong>Chiara Lubich escreveu: <\/strong><em>\u00ab<strong>O verdadeiro artista \u00e9 um grande<\/strong>.Todos afirmam isso, ainda que sejam poucos os cr\u00edticos de arte, mas em todos existe a admira\u00e7\u00e3o e o fasc\u00ednio pelo \u201cbelo\u201d. <strong>O artista assemelha-se de certo modo ao Criador.<\/strong> O verdadeiro artista possui a sua t\u00e9cnica quase inconscientemente, e se serve das cores, das notas, das pedras, como n\u00f3s nos servimos das pernas para caminhar. O ponto de concentra\u00e7\u00e3o do artista est\u00e1 em sua alma, onde contempla uma sensa\u00e7\u00e3o, uma ideia, que ele quer exprimir fora de si. Por isso, nos limites infinitos de sua pequenez de homem, em compara\u00e7\u00e3o com Deus, e, portanto, na infinita diversidade das duas coisas \u201ccriadas\u201d, digamos assim, o artista \u00e9 de certo modo algu\u00e9m que \u201crecria\u201d, cria novamente. E as obras-primas de arte que outros homens produziram poderiam ser uma verdadeira \u201crecria\u00e7\u00e3o\u201d para o homem. Infelizmente, por falta de verdadeiros artistas, o homem recreia-se, quando muito, em extravag\u00e2ncias vazias de cinemas, teatros, variedades, onde a arte frequentemente tem pouco lugar.<\/em>  <em>O verdadeiro artista<\/em> \u2013 continua Chiara \u2013 <em>com suas obras-primas, que s\u00e3o brinquedos diante da natureza, obra-prima de Deus, de certa maneira nos faz sentir quem Deus \u00e9, e nos faz relevar, na natureza, a marca trinit\u00e1ria do Criador: a mat\u00e9ria, a lei que a conforma, como que um \u201cevangelho da natureza\u201d, a vida, como que consequ\u00eancia da unidade das duas primeiras. O conjunto, depois, \u00e9 algo que, continuando a \u201cviver\u201d, oferece a imagem da unidade de Deus, do Deus dos vivos. <strong>As obras dos grandes artistas n\u00e3o morrem<\/strong>, e nisso est\u00e1 o term\u00f4metro da sua grandeza, porque a ideia do artista, de certo modo, se exprimiu perfeitamente na tela ou na pedra, compondo algo vivo\u00bb.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este aspecto da espiritualidade da unidade exprime a beleza que torna-se esplendor da verdade, estilo de vida, modo de decorar, de vestir&#8230; a harmonia que leva a descobrir que \u00aba beleza salvar\u00e1 o mundo\u00bb.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-301162","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301162","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=301162"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301162\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=301162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=301162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=301162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}