{"id":301280,"date":"2011-09-25T18:30:01","date_gmt":"2011-09-25T16:30:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/espiritualidade-da-unidade-vontade-de-deus\/"},"modified":"2024-05-13T21:14:54","modified_gmt":"2024-05-13T19:14:54","slug":"espiritualidade-da-unidade-vontade-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/espiritualidade-da-unidade-vontade-de-deus\/","title":{"rendered":"Espiritualidade da Unidade: Vontade de Deus"},"content":{"rendered":"<p><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-45720 alignleft\" style=\"margin-bottom: 5px;margin-right: 10px;border: 0pt none\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/20110923-02.jpg\" alt=\"\" width=\"327\" height=\"162\" \/><strong>Qual devia ser o comportamento para  demonstrar a Deus que era Ele o centro de todos os nossos interesses?<\/strong> Chiara e suas primeiras companheiras se perguntavam como colocar em  pr\u00e1tica o novo ideal de vida, Deus Amor. E logo isto pareceu quase  \u00f3bvio: deviam, por sua vez, amar a Deus. N\u00e3o teriam nenhum sentido na  vida se n\u00e3o fossem \u00abuma pequena chama daquele infinito braseiro: amor  que responde ao Amor\u00bb. E a d\u00e1diva de poder amar a Deus pareceu-lhes  grande e sublime, a ponto que com frequ\u00eancia repetiam: \u00abN\u00e3o \u00e9 tanto que  se deve dizer: \u201cdevemos amar a Deus\u201d, mas, \u201cOh! Poder amar-te, Senhor!  Poder amar-te com este pequeno cora\u00e7\u00e3o\u201d\u00bb. Recordaram-se de uma frase do  Evangelho que n\u00e3o deixava, e n\u00e3o deixa, escapat\u00f3ria para quem quer  conduzir uma vida crist\u00e3 coerente: \u00abN\u00e3o quem diz \u201cSenhor, Senhor\u2026\u201d  entrar\u00e1 no reino dos c\u00e9us, mas quem faz a vontade do meu Pai que est\u00e1  nos c\u00e9us\u00bb (Mt 7,21). Fazer a vontade de Deus era, portanto, a grande  possibilidade que todas tinham de am\u00e1-lo. Deus e a sua vontade  coincidiam.  Chiara escreveu: \u00ab<strong>Deus \u00e9 como o sol.<\/strong> A  cada um de n\u00f3s chega um raio: a divina vontade sobre mim, sobre minha  amiga, sobre a outra. \u00danico sol, v\u00e1rios os raios, ainda que sempre raios  de sol. \u00danico Deus, \u00fanica vontade, v\u00e1ria para cada um, ainda que sempre  vontade de Deus. Era preciso caminhar no pr\u00f3prio raio, sem jamais sair  dele. <strong>E caminhar no tempo que nos era dado<\/strong>. N\u00e3o era o caso de divagar no  passado ou fantasiar sobre o futuro. Precisava abandonar o passado na  miseric\u00f3rdia de Deus, j\u00e1 que n\u00e3o nos pertencia mais, e o futuro seria  vivido com plenitude, quando se tornasse presente.  <div id=\"attachment_45725\" style=\"width: 271px\" class=\"wp-caption alignright\"><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-45725\" class=\"size-full wp-image-45725\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/20110923-03.jpg\" alt=\"\" width=\"261\" height=\"189\" \/><p id=\"caption-attachment-45725\" class=\"wp-caption-text\">Chiara Lubich (al centro) a Tonadico con le sue prime compagnie<\/p><\/div>  <strong>Somente o presente estava em nossas m\u00e3os.<\/strong> E para que Deus reinasse na nossa vida, dever\u00edamos, no presente,  concentrar mente, cora\u00e7\u00e3o e for\u00e7as no cumprimento da sua vontade. <strong>Como  um viajante no trem,<\/strong> n\u00e3o pensa em caminhar pelo vag\u00e3o para chegar antes  ao destino, mas, sentado, deixa que o trem o leve, assim a nossa alma,  <strong>para chegar a Deus deveria cumprir plenamente a sua vontade, no momento  presente, porque o tempo caminha por si s\u00f3. E n\u00e3o seria dif\u00edcil demais  entender o que Deus queria de n\u00f3s.<\/strong> Ele manifestava a sua vontade atrav\u00e9s  dos superiores, da Sagrada Escritura, dos deveres do pr\u00f3prio estado,  das circunst\u00e2ncias, das inspira\u00e7\u00f5es\u2026 momento por momento, iluminadas e  ajudadas pela gra\u00e7a atual, ter\u00edamos constru\u00eddo o edif\u00edcio da nossa  santidade. Ou melhor, fazendo a vontade de um Outro \u2013 de Deus mesmo \u2013  <strong>ele teria edificado a si mesmo em n\u00f3s.<\/strong>  Fazer a vontade de Deus, portanto, n\u00e3o  significa apenas \u201cresigna\u00e7\u00e3o\u201d, como muitas vezes se entende, mas a maior  aventura divina que possa acontecer a uma pessoa, a de seguir n\u00e3o a  pr\u00f3pria vontade mesquinha, os pr\u00f3prios projetos limitados, mas Deus, e  realizar o des\u00edgnio que ele tem sobre cada filho seu, des\u00edgnio divino,  impens\u00e1vel, riqu\u00edssimo. Para n\u00f3s fazer a vontade de Deus foi a  descoberta de um caminho de santidade feito para todos. Como qualquer  pessoa, seja qual for o lugar, situa\u00e7\u00e3o ou voca\u00e7\u00e3o que se encontre, pode  fazer a vontade de Deus, esta pode ser o bilhete de ingresso das  multid\u00f5es \u00e0 santidade. Fazer a vontade de Deus, para am\u00e1-lo, tornou-se o  segundo ponto da nossa espiritualidade da unidade\u00bb.  No ano que se conclui, a vontade de Deus tornou-se o centro das aten\u00e7\u00f5es do Movimento dos Focolares, cujos membros procuraram aprofund\u00e1-la em todos os seus aspectos, mas acima de tudo traduzi-la em vida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quanto mais nos aproximamos de Deus, tanto mais nos aproximamos entre n\u00f3s. Na espiritualidade que tem origem no carisma da unidade, ao viver a vontade de Deus tornamo-nos sempre mais unidos n\u00e3o s\u00f3 com Deus, mas tamb\u00e9m entre n\u00f3s.<br \/>\nVivemos uma grande aventura que nos faz experimentar j\u00e1 nesta terra o \u201cque todos sejam um\u201d de Jesus.<\/p>\n","protected":false},"author":27,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[910],"tags":[],"class_list":["post-301280","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-senza-categoria-2-4"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301280","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/27"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=301280"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301280\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=301280"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=301280"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=301280"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}