{"id":301292,"date":"2011-10-02T04:00:07","date_gmt":"2011-10-02T02:00:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/espiritualidade-da-unidade-a-palavra\/"},"modified":"2024-05-13T21:14:55","modified_gmt":"2024-05-13T19:14:55","slug":"espiritualidade-da-unidade-a-palavra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/espiritualidade-da-unidade-a-palavra\/","title":{"rendered":"Espiritualidade da Unidade: A Palavra"},"content":{"rendered":"<p><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-46236\" style=\"margin-left: 10px;border: 0pt none\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/20111001-02.jpg\" alt=\"\" width=\"261\" height=\"193\" \/> <strong>Viviam  uma frase do Evangelho<\/strong> e a grande novidade, para aqueles tempos, era que  Chiara e suas primeiras companheiras, para estimularem-se  reciprocamente e crescerem juntas, contavam umas \u00e0s outras os frutos que  a vida da Palavra tinha provocado nelas.  <strong>Chiara escreveu: \u00abA guerra continuava.  Cada vez que a sirene do alarme tocava, a \u00fanica coisa que pod\u00edamos levar  conosco aos ref\u00fagios era o pequeno livro do Evangelho<\/strong>. O abr\u00edamos, e  embora aquelas palavras j\u00e1 fossem conhecidas, pelo novo carisma se  iluminavam, como se uma luz se acendesse, os cora\u00e7\u00f5es se inflamavam e  nos sent\u00edamos impulsionadas a coloc\u00e1-las em pr\u00e1tica imediatamente. Todas  nos atraiam e procur\u00e1vamos viv\u00ea-las, uma por uma. Por exemplo, eu lia:  \u201cAma o teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d (Mt 19,19). O pr\u00f3ximo. Onde estava o  pr\u00f3ximo? Ali, perto de n\u00f3s, em todas as pessoas atingidas pela guerra,  feridas, sem roupas, sem casa, famintas e sedentas. E imediatamente nos  dedic\u00e1vamos a elas, de muitas maneiras.  <strong>O Evangelho garante: \u201cPedi e vos ser\u00e1  dado\u201d (Mt 7,7)<\/strong>. Ped\u00edamos o que os pobres necessitavam e cada vez  receb\u00edamos todo tipo de bens! Coisa extraordin\u00e1ria em tempo de guerra.  Um dia, e este \u00e9 um dos primeiros fatos, que sempre contamos, um pobre  me pediu um par de sapatos n. 42. Sabendo que Jesus tinha se feito pobre  com os pobres, dirigi ao Senhor uma ora\u00e7\u00e3o. Estava na igreja de Santa  Clara, ao lado do hospital que tinha o mesmo nome: \u201cD\u00e1-me um par de  sapatos n. 42, para ti, naquele pobre\u201d. Saindo de l\u00e1 uma jovem me  entregou um pacote, o abri e era um par de sapatos n. 42.  <strong>Lemos no Evangelho: \u201cDai e vos ser\u00e1 dado\u201d  (Lc 6,38)<\/strong>. Damos, e toda vez que damos retorna. Um dia tinha s\u00f3 uma  ma\u00e7\u00e3 em casa e a demos a um pobre que pediu. Na mesma manh\u00e3 um parente  trouxe uma d\u00fazia. Demos aquelas tamb\u00e9m, para outras pessoas que pediam, e  \u00e0 tarde chegou uma mala cheia de ma\u00e7\u00e3s. Assim, sempre assim.  <strong>S\u00e3o fatos, um depois do outro, que  surpreendem e encantam<\/strong>. A nossa alegria \u00e9 grande e contagiosa. Jesus  tinha prometido e cumpria a promessa. Ele n\u00e3o \u00e9 uma realidade s\u00f3 do  passado, mas do presente. E a constata\u00e7\u00e3o de que o Evangelho \u00e9  verdadeiro colocava assas no caminho que est\u00e1vamos iniciando. E a quem  ficava curioso diante da nossa felicidade em tempos t\u00e3o tristes,  cont\u00e1vamos o que estava acontecendo, e eles percebiam que o que estavam  vendo n\u00e3o eram s\u00f3 algumas jovens ou um movimento que nascia, mas  encontravam Jesus vivo\u00bb.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Evangelho. A aventura da unidade, iniciada por Chiara Lubich tinha um s\u00f3 \u201ctexto\u201d: a B\u00edblia, o Evangelho, a Palavra de Deus. Para elas a vida que levava a Deus existia somente nas p\u00e1ginas do Evangelho. Foi naquele per\u00edodo que, n\u00e3o por acaso, tomou corpo uma pr\u00e1tica j\u00e1 intu\u00edda por Chiara quando era professora, e que se generalizou em todo o mundo do focolare, e n\u00e3o s\u00f3: a \u201cPalavra de Vida\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-301292","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301292","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=301292"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301292\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=301292"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=301292"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=301292"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}