{"id":301348,"date":"2011-11-01T20:00:49","date_gmt":"2011-11-01T19:00:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/novembro-2011\/"},"modified":"2024-05-13T21:15:13","modified_gmt":"2024-05-13T19:15:13","slug":"novembro-2011","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/novembro-2011\/","title":{"rendered":"Novembro 2011"},"content":{"rendered":"<p><strong><span style=\"color: #008080\"><em>\u201cPortanto, vigiai, pois n\u00e3o sabeis o dia, nem a hora.\u201d<\/em><\/span><\/strong>  Com essas palavras, Jesus lembra primeiramente que Ele vir\u00e1. A nossa vida na terra terminar\u00e1 e come\u00e7ar\u00e1 uma vida nova, que n\u00e3o ter\u00e1 mais fim. Hoje, ningu\u00e9m quer falar da morte&#8230; \u00c0s vezes as pessoas fazem de tudo para se distrair, mergulhando completamente nas ocupa\u00e7\u00f5es do dia a dia, chegando at\u00e9 a esquecer Aquele que nos deu a vida e que nos haver\u00e1 de pedi-la para introduzir-nos na plenitude da vida, na comunh\u00e3o com o seu Pai, no Para\u00edso.  Estaremos prontos para encontr\u00e1-lo? Teremos a l\u00e2mpada acesa, como as virgens prudentes que esperam pelo esposo? Em outras palavras: estaremos no amor? Ou a nossa l\u00e2mpada estar\u00e1 apagada, porque, tomados pelas muitas coisas que temos a fazer, pelas alegrias passageiras, pela posse dos bens materiais, acabamos esquecendo a \u00fanica coisa necess\u00e1ria, que \u00e9 amar?  <strong><span style=\"color: #008080\"><em>\u201cPortanto, vigiai, pois n\u00e3o sabeis o dia, nem a hora.\u201d<\/em><\/span><\/strong>  Mas, vigiar de que modo? Primeiramente, como sabemos, quem ama vigia bem. Sabe disso a mulher que fica \u00e0 espera do marido que trabalha at\u00e9 tarde ou que volta de uma viagem distante; sabe disso a m\u00e3e preocupada com o filho que ainda n\u00e3o voltou para casa; sabe disso o namorado que n\u00e3o v\u00ea a hora de se encontrar com a namorada&#8230; Quem ama sabe esperar, mesmo quando o outro demora a chegar.  Estaremos \u00e0 espera de Jesus, se o amarmos e se desejarmos ardentemente encontr\u00e1-lo.  E estaremos \u00e0 sua espera, amando concretamente, servindo-o, por exemplo, nos que est\u00e3o pr\u00f3ximos ou nos engajando na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais justa. \u00c9 o pr\u00f3prio Jesus que nos convida a viver assim, ao contar a par\u00e1bola do administrador fiel que, enquanto espera a volta do senhor, cuida do pessoal e dos neg\u00f3cios da casa; ou a par\u00e1bola dos empregados que, sempre \u00e0 espera da volta do patr\u00e3o, se esmeram em fazer frutificar os talentos recebidos.  <span style=\"color: #008080\"><em>\u201c<strong>Portanto, vigiai, pois n\u00e3o sabeis o dia, nem a hora.<\/strong>\u201d<\/em><\/span>  Justamente por n\u00e3o sabermos nem o dia, nem a hora da sua chegada, podemos concentrar-nos mais facilmente no instante que nos \u00e9 dado, nas preocupa\u00e7\u00f5es do dia, no momento presente que a Provid\u00eancia nos oferece para viver.  Tempos atr\u00e1s, veio-me espont\u00e2nea esta ora\u00e7\u00e3o. Gostaria agora de relembr\u00e1-la:  <em>\u201cSim, Jesus,<\/em> <em>faz que eu fale sempre<\/em> <em>como se fosse a \u00faltima<\/em> <em>palavra que profiro.<\/em> <em>Faz que eu aja sempre<\/em> <em>como se fosse a \u00faltima <\/em> <em>a\u00e7\u00e3o que fa\u00e7o.<\/em> <em>Faz que eu sofra sempre<\/em> <em>como se fosse o \u00faltimo<\/em> <em>sofrimento que tenho pra te oferecer.<\/em> <em>Faz que eu reze sempre<\/em> <em>como se fosse a \u00faltima <\/em> <em>possibilidade<\/em> <em>que aqui na terra tenho,<\/em> <em>de conversar contigo.\u201d<\/em>  <strong> Chiara Lubich<\/strong>  A ora\u00e7\u00e3o citada foi publicada no livro: Chiara Lubich, <em>Cada momento \u00e9 uma d\u00e1diva de amor<\/em>, Cidade Nova 2002, p. 63.  <em>Esta Palavra de Vida foi publicada em novembro de 1996 e em novembro de 2002.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cPortanto, vigiai, pois n\u00e3o sabeis o dia, nem a hora.\u201d (Mt 25,13)<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[3160,129],"tags":[],"class_list":["post-301348","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-palavra-de-vida-pt-pt","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301348","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=301348"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/301348\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=301348"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=301348"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=301348"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}