{"id":316970,"date":"2018-12-07T06:00:27","date_gmt":"2018-12-07T05:00:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/hoje-ha-75-anos-tudo-comecou\/"},"modified":"2024-05-15T21:08:47","modified_gmt":"2024-05-15T19:08:47","slug":"hoje-ha-75-anos-tudo-comecou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/hoje-ha-75-anos-tudo-comecou\/","title":{"rendered":"Hoje, h\u00e1 75 anos, tudo come\u00e7ou"},"content":{"rendered":"<p><em>Com o seu sim incondicionado a Deus, Chiara Lubich realizou um gesto simples e rivolucion\u00e1rio que continua sendo generativo de vida, obras e cultura.<\/em>  No dia 7 de dezembro de 1943, Chiara doou-se a Deus para sempre. Em 2002, ela contou aos jovens dos Focolares que, naquela manh\u00e3 fria de 75 anos atr\u00e1s, n\u00e3o tinha a inten\u00e7\u00e3o de fundar algo: \u201cEu tinha desposado Deus! Esperava tudo dele\u201d. Hoje, mais de dois milh\u00f5es de pessoas abra\u00e7aram a sua espiritualidade, que ultrapassou fronteiras geogr\u00e1ficas e culturais. O que acontece quando a traget\u00f3ria de vida de uma pessoa encontra a espiritualidade de <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chi-siamo\/#chiaralubich\">Chiara Lubich<\/a>? Fizemos esta pergunta a Maria Celeste Mancuso e Arthur Ngoy, ela argentina e ele congol\u00eas.  <strong>Maria Celeste, professora<\/strong>: \u201cConheci o Focolare durante a ditadura militar no meu pa\u00eds: meu irm\u00e3o, com 24 anos, tinha sido sequestrado e assassinado e a minha fam\u00edlia estava destru\u00edda pelo sofrimento. Foi ent\u00e3o que conheci um grupo de jovens do Movimento que me falaram do grito de dor de Jesus na cruz ao <img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-182277 alignleft\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Arthur_MCeleste-90x86.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"285\">qual podia unir o meu sofrimento. Encontrei a for\u00e7a para perdoar os assassinos do meu irm\u00e3o e decidi aderir ao chamado de amar a todos, precisamente como Jesus tinha feito. Profissionalmente dediquei-me a ensinar jovens em situa\u00e7\u00e3o de risco n\u00e3o apenas para oferecer-lhes bases culturais, mas para restituir-lhes dignidade e respeito. Hoje, n\u00e3o me sinto mais apenas argentina ou latino-americana, mas que perten\u00e7o a uma cultura nova, que v\u00ea o outro, o diferente, como um irm\u00e3o e que l\u00ea a hist\u00f3ria como um caminho rumo \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da fraternidade universal.  <strong>Arthur, m\u00e9dico:<\/strong> \u201cTinha perdido recentemente alguns amigos num acidente no qual eu tamb\u00e9m tinha sido envolvido. Estava muito para baixo e foi naquele per\u00edodo que ouvi falar de Chiara, de como ela tinha descoberto o amor de Deus precisamente durante o absurdo da segunda guerra mundial. Foi a\u00ed que entendi: queria que tamb\u00e9m a minha vida fosse guiada pelo Evangelho. Deste modo, escolhi n\u00e3o ceder \u00e0s chantagens da corrup\u00e7\u00e3o, t\u00e3o comum no meu pa\u00eds, e viver a minha profiss\u00e3o de m\u00e9dico colocando o bem-estar dos pacientes em primeiro lugar. Em 2007, passei por um dos momentos mais dif\u00edceis da minha vida: o meu filho mais velho morreu ap\u00f3s um acidente. Um epis\u00f3dio deste, na cultura africana, \u00e9 objeto de muitas interpreta\u00e7\u00f5es: alguns aconselharam-me o div\u00f3rcio, outros de abandonar o trabalho e o pa\u00eds\u2026 apenas a certeza de que aquilo que Chiara tinha me ensinado, isto \u00e9, de continuar a amar, ajudou-me a superar aquela prova\u00e7\u00e3o e devolver a paz \u00e0 minha fam\u00edlia. Quero agradecer a Chiara por ter trazido a espiritualidade da unidade tamb\u00e9m ao continente africano.<em>&nbsp;<\/em> <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Stefania Tanesini<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o seu sim incondicionado a Deus, h\u00e1 setenta e cinco anos atr\u00e1s, Chiara Lubich realizou um gesto simples e rivolucion\u00e1rio que continua sendo generativo de vida, obras e cultura.<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-316970","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/316970","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=316970"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/316970\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=316970"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=316970"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=316970"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}