{"id":317094,"date":"2019-03-04T22:02:35","date_gmt":"2019-03-04T21:02:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/suica-montet-segundo-os-jovens\/"},"modified":"2024-05-15T21:09:10","modified_gmt":"2024-05-15T19:09:10","slug":"suica-montet-segundo-os-jovens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/suica-montet-segundo-os-jovens\/","title":{"rendered":"Su\u00ed\u00e7a, Montet segundo os jovens"},"content":{"rendered":"<p><em>A cidadezinha su\u00ed\u00e7a hospeda duas escolas para jovens: os focolarinos em forma\u00e7\u00e3o e aqueles que querem aprofundar a espiritualidade da unidade. Para eles o di\u00e1logo, o interc\u00e2mbio e o enriquecimento rec\u00edproco entre as gera\u00e7\u00f5es e as culturas, \u00e9 o tra\u00e7o distintivo de Montet.<\/em>  \u201cUma comunidade que trabalha concretamente alma e corpo para mostrar \u00e0 humanidade que a diversidade n\u00e3o \u00e9 um fracasso, mas uma gra\u00e7a de Deus sobre o homem para unir o mundo\u201d. Assim Michael, um rapaz do Mali, descreve a cidadezinha dos Focolares em Montet, na Su\u00ed\u00e7a. Aqui, junto com outros 30 jovens de 13 pa\u00edses diferentes, transcorreu um ano de forma\u00e7\u00e3o humana, espiritual e profissional. Um per\u00edodo de estudo, trabalho e vida comunit\u00e1ria, vivido \u00e0 luz dos ensinamentos do Evangelho e do Carisma da Unidade de Chiara Lubich, para experimentar que \u00e9 poss\u00edvel construir relacionamentos de fraternidade inclusive entre pessoas diferentes por idade, cultura, sensibilidades e tradi\u00e7\u00f5es.  <img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-185637 alignleft\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Montet-panorama-.png\" alt=\"\" width=\"310\" height=\"174\">Com efeito, circundada pelos tr\u00eas lagos de Bienne, Morat e Neuch\u00e2tel, entre colinas verdes e panoramas que inspiram paz e sil\u00eancio, a Cidadezinha internacional dos Focolares, desde 1981, se caracteriza pela presen\u00e7a de cerca de cem habitantes de 35 na\u00e7\u00f5es diferentes: metade s\u00e3o jovens que moram aqui por um ano, a outra metade s\u00e3o adultos que garantem a sua continuidade. Aqui se cruzam as estradas de pessoas provenientes dos 5 continentes, de culturas e religi\u00f5es diferentes, crist\u00e3os de v\u00e1rias denomina\u00e7\u00f5es e de todas as gera\u00e7\u00f5es. Foi nestes lugares, nos anos 1960, que Chiara Lubich teve a primeira intui\u00e7\u00e3o daquelas que seriam as cidadezinhas dos Focolares \u2013 hoje, 25 no mundo \u2013 pensadas como lugares-testemunho da fraternidade universal: \u201cFoi em Einsiedeln que entendi, vendo do alto de uma colina a bas\u00edlica e os seus arredores, que devia surgir no Movimento uma cidade, a qual n\u00e3o seria formada por uma abadia ou por hospedarias, mas por casas, locais de trabalho, escolas, como uma cidade comum\u201d.  Na cidadezinha est\u00e3o hospedadas duas escolas de forma\u00e7\u00e3o para jovens. Uma para os que se preparam para a vida consagrada, os focolarinos. E outra para aqueles que desejam viver um ano de vida comunit\u00e1ria e est\u00e3o em busca da sua voca\u00e7\u00e3o.  \u201cTer participado da escola em Montet \u2013 conta Alejandro de Cuba \u2013 junto com pessoas de muitas na\u00e7\u00f5es, foi uma confirma\u00e7\u00e3o de que o mundo unido \u00e9 poss\u00edvel at\u00e9 mesmo quando existem diversidades, mas existe tamb\u00e9m a vontade de o construir. \u00c9 aprender diariamente uns dos outros. \u00c9 procurar construir a unidade na diversidade atrav\u00e9s do amor. \u00c9 uma aventura maravilhosa\u201d.  <img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-185639 alignright\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/foto-con-Palmira-1-1.png\" alt=\"\" data-wp-editing=\"1\" width=\"399\" height=\"133\">\u201cNa cidadezinha \u2013 explica Andr\u00e9 do Brasil \u2013 os jovens t\u00eam a oportunidade de estudar a \u00e9tica, a sociologia, a teologia e o di\u00e1logo intercultural e de aprofundar a espiritualidade da unidade. Podem p\u00f4r em pratica estes aspectos nos trabalhos desenvolvidos, lan\u00e7ando as bases de um futuro profissional mais respons\u00e1vel e coerente em cada \u00e2mbito social\u201d. \u201cAl\u00e9m disso \u2013 acrescenta \u2013 vivendo o respeito entre as gera\u00e7\u00f5es, voc\u00ea entende que ningu\u00e9m \u00e9 maior do que o outro, mas, ao inv\u00e9s, que cada um \u00e9 respons\u00e1vel pelo outro, por isso os idosos se tornam mais jovens no seu modo de viver a vida e os jovens adquirem responsabilidade\u201d.  Para Gl\u00f3ria, da Argentina, a interculturalidade, ou seja, o di\u00e1logo, o interc\u00e2mbio e o enriquecimento rec\u00edproco entre as culturas, \u00e9 o tra\u00e7o distintivo da cidadezinha. \u201cTivemos que aprender a fazer algo grande com a nossa diversidade. Foi dif\u00edcil porque parecia que n\u00e3o nos entend\u00edamos, mas com amor resolvemos as coisas pr\u00e1ticas e nos compreendemos nas coisas transcendentes. Ao viver juntos descobri as coisas mais bonitas dos outros, mas tamb\u00e9m as da minha cultura. Entendi o valor que tem o pr\u00f3ximo na minha vida e acho que n\u00e3o devemos ter medo de nos abrirmos para conhecer o \u201cmundo dos outros\u201d.  Em Montet \u201cexistem respostas para as perguntas que nos fazemos todos os dias\u201d comenta Ivona da S\u00e9rvia. A cidadezinha \u201c\u00e9 um dom de Deus \u2013 \u00e9 o sentimento que Larissa leva consigo para o Brasil \u2013 uma fam\u00edlia, multicultural e de diferentes gera\u00e7\u00f5es\u201d. <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Claudia Di Lorenzi<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cidadezinha su\u00ed\u00e7a hospeda duas escolas para jovens: os focolarinos em forma\u00e7\u00e3o e aqueles que querem aprofundar a espiritualidade da unidade. 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