{"id":317628,"date":"2020-05-18T01:00:15","date_gmt":"2020-05-17T23:00:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/a-divina-aventura\/"},"modified":"2024-05-15T21:10:48","modified_gmt":"2024-05-15T19:10:48","slug":"a-divina-aventura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/a-divina-aventura\/","title":{"rendered":"A divina aventura"},"content":{"rendered":"<p><em>O seguinte pensamento de Chiara Lubich muda a nossa maneira usual de ler os acontecimentos alegres ou dolorosos que tecem a trama da nossa vida. Convida-nos a fazer uma verdadeira invers\u00e3o, a olhar para tudo com outros olhos, os da f\u00e9 em Deus, convida-nos ao amor, que n\u00e3o deixa passar nada despercebido. Essa convic\u00e7\u00e3o \u00edntima nos enche de esperan\u00e7a e nos leva a agir com coragem.<\/em>  (\u2026) Se amamos a Deus, a vida, a nossa vida, com todas as suas circunst\u00e2ncias, torna-se uma divina aventura, em que n\u00e3o se passa um instante sequer sem que nos surpreendamos com algo novo. \u00c9 uma divina aventura cheia de tesouros a serem descobertos e que nos enriquecem momento a momento, como pe\u00e7as que colocadas uma a uma, comp\u00f5em o mosaico da nossa santidade.  [A Escritura] (\u2026) diz: \u00abN\u00f3s sabemos que tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus\u00bb<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. <em>Tudo<\/em> concorre&#8230; para aqueles que amam a Deus. Tudo! Isso porque, acreditem, nada acontece por acaso. Nenhum acontecimento alegre, indiferente ou doloroso, nenhum encontro, nenhuma situa\u00e7\u00e3o em fam\u00edlia, no trabalho ou na escola, nenhuma condi\u00e7\u00e3o de sa\u00fade f\u00edsica ou moral, nada \u00e9 devido ao acaso. Mas todas as coisas, acontecimentos, situa\u00e7\u00f5es, pessoas&#8230; tudo traz uma mensagem de Deus, que devemos saber descobrir e acolher com todo o cora\u00e7\u00e3o.  Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus. O fato \u00e9 que Ele tem um seu plano de amor para cada um de n\u00f3s. Ele nos ama com um amor pessoal, e se acreditamos neste amor, se correspondermos com o nosso amor \u2013 esta \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o \u2013, Ele tudo faz para a realiza\u00e7\u00e3o do plano de amor que tem para n\u00f3s.  Basta olharmos para Jesus. Sabemos como Ele amou o Pai. Pois bem, se pensarmos n&#8217;Ele, mesmo que por um momento, poderemos ver como Ele vivenciou [esta] Palavra durante toda a sua vida. Para Ele, nada aconteceu por acaso. Tudo teve um significado.  Podemos ver esta Palavra personificada por Ele especialmente na \u00faltima etapa da sua exist\u00eancia. Nada aconteceu por acaso na sua paix\u00e3o e morte.  Para Ele, at\u00e9 mesmo a extrema prova do abandono por parte do Pai cooperou para o bem, pois, tendo-a superado, completou a Sua Obra.  As causas, sim, eram desconhecidas. Com certeza, os que o submeteram ao sofrimento e depois \u00e0 morte, n\u00e3o sabiam o que estavam fazendo, n\u00e3o s\u00f3 no sentido de que n\u00e3o conheciam aquele a quem flagelavam e crucificavam, mas tamb\u00e9m porque n\u00e3o sabiam que estavam sendo autores de um sacrif\u00edcio, \u201cdo sacrif\u00edcio por excel\u00eancia\u201d, que traria como fruto a salva\u00e7\u00e3o da humanidade. As dores, portanto, atormentavam Jesus sem esta inten\u00e7\u00e3o. Ele, por\u00e9m, porque amava o Pai, transformou todo seu sofrimento em meio de reden\u00e7\u00e3o, e assim, aqueles terr\u00edveis momentos foram, para Ele, a hora sempre esperada: a completa realiza\u00e7\u00e3o da sua divina aventura terrena.  O exemplo de Jesus deve iluminar toda a nossa vida. Tudo aquilo que nos atinge, que nos acontece, tudo o que nos circunda e tudo aquilo que nos faz sofrer, devemos saber compreender como vontade ou permiss\u00e3o de Deus, d&#8217;Ele, que nos ama sempre.  Deste modo, tudo se tornar\u00e1 mais que interessante na nossa vida, tudo ter\u00e1 sentido, tudo ser\u00e1 extremamente \u00fatil.  Coragem ent\u00e3o! Ainda estamos vivos! Estamos ainda em viagem! A vida ainda pode se transformar numa divina aventura. O des\u00edgnio que Deus tem sobre n\u00f3s pode ainda realizar-se. Basta amar e manter os olhos abertos \u00e0 sua sempre espl\u00eandida vontade! <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Chiara Lubich<\/em><\/p>\n<p> (em uma conex\u00e3o telef\u00f4nica, Rocca di Papa, 2 de agosto de 1984)  Tirado de: \u201cLa divina avventura\u201d, in: Chiara Lubich, Conversazioni in collegamento telefonico, pag. 159. Citt\u00e0 Nuova Ed., 2019.  &nbsp;  <a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Rm<\/em> 8, 28.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Le message de Chiara Lubich qui suit, bouleverse notre fa\u00e7on habituelle de lire les \u00e9v\u00e9nements joyeux ou douloureux qui tissent la trame de notre vie. Il nous invite \u00e0 faire un changement radical, une volte-face \u00e0 360\u00b0 \u00e0 tout regarder avec d\u2019autres yeux, ceux de la foi en Dieu, de l\u2019amour auquel rien n\u2019\u00e9chappe. Cette conviction intime nous remplit d\u2019esp\u00e9rance et nous fait agir en cons\u00e9quence, avec courage.<\/p>\n","protected":false},"author":33,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-317628","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/317628","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/33"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=317628"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/317628\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=317628"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=317628"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=317628"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}