{"id":317728,"date":"2020-07-22T01:00:44","date_gmt":"2020-07-21T23:00:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/evangelho-vivido-uma-grande-oportunidade\/"},"modified":"2024-05-15T21:11:06","modified_gmt":"2024-05-15T19:11:06","slug":"evangelho-vivido-uma-grande-oportunidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/evangelho-vivido-uma-grande-oportunidade\/","title":{"rendered":"Evangelho vivido: uma grande oportunidade"},"content":{"rendered":"<p><em>Quando amamos, Jesus nos reconhece como seus familiares: seus irm\u00e3os e irm\u00e3s. \u00c9 a nossa maior oportunidade, que nos surpreende; ela nos liberta do passado, dos nossos medos, dos nossos esquemas. nessa perspectiva, inclusive as limita\u00e7\u00f5es e as fragilidades podem ser trampolins para a nossa realiza\u00e7\u00e3o. Tudo d\u00e1 um salto de qualidade, realmente.<\/em>  <strong>Racismo<\/strong> Eu cursava os anos finais do ensino fundamental; as aulas e as tarefas iam bem, mas n\u00e3o o relacionamento com os colegas da sala. Um dia, eu estava acabando as tarefas de ci\u00eancias, quando um deles come\u00e7ou a me insultar pelo fato de que sou asi\u00e1tico. \u00c0quela irrup\u00e7\u00e3o racista n\u00e3o soube como reagir: fiquei mudo e com o \u00fanico pensamento de me vingar. Depois, um estranho pensamento atravessou a minha mente: \u201cAgora \u00e9 a sua ocasi\u00e3o\u201d. Precisei de um pouco de tempo para entender o seu significado. Mas ap\u00f3s algum tempo, se esclareceu para mim: \u201cAgora \u00e9 a sua ocasi\u00e3o para amar os inimigos\u201d. Gostaria de fingir que n\u00e3o era nada, em defesa da minha identidade asi\u00e1tica. At\u00e9 porque amar o meu inimigo me parecia alimentar o negativo. Ap\u00f3s ter tomado um pouco de tempo, muito incerto sobre a decis\u00e3o a ser tomada, conclu\u00ed que n\u00e3o diria nada. Forcei o meu cora\u00e7\u00e3o enraivecido para que perdoasse e ofereci a minha ferida pessoal a Jesus, que tinha sofrido tanto na cruz. Depois da experi\u00eancia de perd\u00e3o do meu inimigo, sinceramente experimentei uma felicidade jamais provada antes. (James \u2013 EUA)  <strong>Problemas de f\u00e9<\/strong> Quando nasceu o nosso terceiro filho com a s\u00edndrome de Down, esta crueldade da natureza me pareceu um castigo pelas minhas infidelidades conjugais. Eu tinha vergonha de carreg\u00e1-lo por a\u00ed e havia dentro de mim perguntas sem resposta. Por\u00e9m na medida em que F. crescia, eu via nele uma bondade primordial, uma paz c\u00f3smica. N\u00e3o sei qual rela\u00e7\u00e3o pudesse haver com a minha f\u00e9 problem\u00e1tica, mas lentamente adquiri outros olhos e, diria, um outro cora\u00e7\u00e3o. At\u00e9 mesmo o relacionamento em fam\u00edlia mudou. A coisa estranha \u00e9 que comecei a viver como um dom a condi\u00e7\u00e3o de F. N\u00e3o tenho mais problemas de f\u00e9 e de dogmas. Tudo \u00e9 gra\u00e7a. Por detr\u00e1s do v\u00e9u da incompreens\u00e3o h\u00e1 uma verdade inocente e pura. (D.T. \u2013 Portugal)  <strong>Retorno<\/strong> Eu tinha deixado a minha fam\u00edlia por outra pessoa por quem eu tinha me apaixonado no local de trabalho. Cego pela paix\u00e3o, n\u00e3o percebia a trag\u00e9dia que eu estava provocando. Com os filhos, sempre permaneci em contato, sobretudo com a maior que mais sofria pela minha aus\u00eancia. Quando o marido a abandonou com os tr\u00eas filhinhos e a minha filha caiu em depress\u00e3o, vi se repetir o mesmo mal que eu causei. Deus me fez a gra\u00e7a de entender e de me arrepender. Fiz de tudo para estar pr\u00f3ximo \u00e0quela fam\u00edlia desagregada, procurei o meu genro e lhe falei longamente. Ele me humilhou dizendo que eu n\u00e3o tinha o direito de julgar, enquanto certos traumas da esposa eram minha culpa: o casamento deles tinha naufragado justamente pela falta de equil\u00edbrio dela. De joelhos e chorando, lhe pedi perd\u00e3o. Ele respondeu que refletiria sobre isso. Depois de alguns meses de suspens\u00e3o, um vislumbre de esperan\u00e7a: a not\u00edcia, por parte da minha filha, de que o marido queria tentar novamente viver em fam\u00edlia. (C.M. \u2013 Argentina) <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Organizado por Stefania Tanesini<\/em><\/p>\n<p> <em>(tirado de Il Vangelo del Giorno, Citt\u00e0 Nuova, ano VI, n.4, julho-agosto 2020)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando amamos, Jesus nos reconhece como seus familiares: seus irm\u00e3os e irm\u00e3s. \u00c9 a nossa maior oportunidade, que nos surpreende; ela nos liberta do passado, dos nossos medos, dos nossos esquemas. nessa perspectiva, inclusive as limita\u00e7\u00f5es e as fragilidades podem ser trampolins para a nossa realiza\u00e7\u00e3o. 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