{"id":317862,"date":"2020-10-23T01:00:26","date_gmt":"2020-10-22T23:00:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/emirados-arabes-quando-o-trabalho-se-transforma-em-desenvolvimento-humano\/"},"modified":"2024-05-15T21:11:29","modified_gmt":"2024-05-15T19:11:29","slug":"emirados-arabes-quando-o-trabalho-se-transforma-em-desenvolvimento-humano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/emirados-arabes-quando-o-trabalho-se-transforma-em-desenvolvimento-humano\/","title":{"rendered":"Emirados \u00c1rabes: quando o trabalho se transforma em desenvolvimento humano"},"content":{"rendered":"<p><em>No ano especial dedicado a aprofundar os princ\u00edpios da enc\u00edclica Laudato si\u2019, encontramos Abdullah Al Atrash, um jovem empres\u00e1rio dos Emirados \u00c1rabes Unidos com dupla cidadania \u2013 italiana e s\u00edria. Como n\u00e3o crente, ele adere \u00e0 Economia de Comunh\u00e3o dos Focolares. Na empresa que dirige, emprega principalmente migrantes asi\u00e1ticos e africanos, garantindo um sal\u00e1rio digno e medidas de apoio social, assim como a m\u00e1xima seguran\u00e7a para os funcion\u00e1rios e o meio ambiente, mesmo neste momento de pandemia.<\/em>  <img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-237432 alignright\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Alcuni-dipendenti-dellazienda-604x340.jpeg\" alt=\"\" width=\"496\" height=\"279\" \/>S\u00e3o paquistaneses, indianos, nepaleses, filipinos e at\u00e9 mesmo nigerianos, camaroneses, senegaleses. Em comum, t\u00eam um passado de grande pobreza que os obrigou a deixar a p\u00e1tria e a fam\u00edlia e emigrar; e um presente que tenta mant\u00ea-los longe da explora\u00e7\u00e3o e de novas dificuldades. Trata-se de muitos dos 212 funcion\u00e1rios da <a href=\"https:\/\/www.mas-paints.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u201cMas Paints\u201d<\/a>, uma f\u00e1brica de tintas para madeira e paredes fundada em 1989 na It\u00e1lia e presente desde 2000 em Dubai, nos Emirados \u00c1rabes Unidos, um pa\u00eds onde \u2013 diante de cerca de 10 milh\u00f5es de habitantes &#8211; 9 em cada 10 pessoas s\u00e3o de origem estrangeira.  Para contar ao Vatican News sobre esses &#8220;colegas e amigos da empresa&#8221; est\u00e1 Abdullah Al Atrash, o diretor-geral da empresa, fundada pelo pai e pelo tio. Ao ouvir este jovem empres\u00e1rio de dupla cidadania \u2013 italiana e s\u00edria, de 42 anos, formado em Economia e Com\u00e9rcio pela Universidade de Ancona e com um curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o no Instituto Adriano Olivetti da capital da regi\u00e3o das Marcas, na It\u00e1lia, vem em mente a reflex\u00e3o sobre o trabalho contida na Enc\u00edclica <a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Laudato si&#8217;<\/a> do Papa Francisco que leva o Pont\u00edfice a evidenciar como seja &#8220;uma necessidade&#8221;, uma &#8220;parte do sentido da vida nesta terra, um caminho de amadurecimento, de desenvolvimento humano e de realiza\u00e7\u00e3o pessoal&#8221;.  <strong>O outro por si mesmo<\/strong> &#8220;Qualquer forma de trabalho\u201d, o Papa ainda esclarece, \u201cpressup\u00f5e uma ideia sobre a rela\u00e7\u00e3o que o ser humano pode ou deve estabelecer com o outro por si mesmo&#8221;. Chegando em Dubai em 2005, Abdullah observou, estudou e, em certo sentido, fez parte do mundo dos trabalhadores migrantes. &#8220;Foi um trauma para mim ver como essas pessoas vivem. Todos aqueles que v\u00e3o de pa\u00edses pobres para trabalhar em outros Estados, sejam eles quais forem, t\u00eam que depois mandar muito dinheiro para casa para sustentar um n\u00famero muito grande de parentes, porque todos t\u00eam um sistema familiar extenso, no sentido de que tamb\u00e9m ajudam pais, irm\u00e3os, primos. Fiz, ent\u00e3o, um c\u00e1lculo\u201d, explica ele, \u201csegundo o qual, em m\u00e9dia, cada um deles tem que manter 10 pessoas. E isso n\u00e3o s\u00f3 do ponto de vista do dinheiro necess\u00e1rio para fazer as compras, mas tamb\u00e9m do ponto de vista do dinheiro que realmente faz a diferen\u00e7a entre vida e morte, porque em muitos desses pa\u00edses n\u00e3o existe um Estado social por diferentes raz\u00f5es: grande pobreza, guerra, instabilidade pol\u00edtica, tens\u00f5es \u00e9tnicas ou religiosas. Estas pessoas geralmente trabalham longas horas, com muito trabalho, com sal\u00e1rios muito baixos. J\u00e1 vi casos de pessoas que trabalham na constru\u00e7\u00e3o civil e ganham at\u00e9 130-150 euros por m\u00eas (cerca de R$850 a R$990), privando-se de tudo para mandar dinheiro para casa&#8221;.  <strong>Uma cultura da reciprocidade<\/strong> Na Carta Enc\u00edclica de 2015, o Pont\u00edfice especifica como &#8220;ajudar os pobres com dinheiro&#8221; possa ser um &#8220;rem\u00e9dio tempor\u00e1rio para emerg\u00eancias&#8221;: o &#8220;verdadeiro objetivo&#8221;, esclarece, deveria ser sempre de permitir-lhes &#8220;uma vida digna atrav\u00e9s do trabalho&#8221;.  Ateu, casado com uma mulher cat\u00f3lica e pai de dois filhos, Abdullah compartilha com a esposa Manuela a experi\u00eancia do <strong>Movimento dos Focolares<\/strong> e as iniciativas da <a href=\"https:\/\/www.edc-online.org\/br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Economia de Comunh\u00e3o<\/a>, lan\u00e7ada em 1991 por <strong>Chiara Lubich<\/strong>, para promover uma cultura econ\u00f4mica baseada na reciprocidade, propondo e vivendo um estilo de vida alternativo \u00e0quele dominante no sistema capitalista. Um caminho de vida, o do empres\u00e1rio, que o levou a &#8220;ter em mente os custos de vida e o mundo em que vivem\u201d esses migrantes, adotando medidas concretas para os trabalhadores da sua empresa.\u00a0N\u00e3o foi f\u00e1cil, confessa ele, por\u00e9m:  \u201cMultipliquei por 5 o sal\u00e1rio-base para que pudessem ter uma vida absolutamente digna. E decidi pagar, n\u00e3o apenas ao funcion\u00e1rio, mas a toda a fam\u00edlia &#8216;estendida&#8217;, as despesas m\u00e9dicas de qualquer tipo e aquelas para a educa\u00e7\u00e3o dos filhos &#8211; porque sem educa\u00e7\u00e3o dificilmente encontrariam trabalho &#8211; apoiando-os nos estudos at\u00e9 a universidade.\u201d  <strong><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-237434 alignleft\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Dipendenti-a-lavoro-nellazienda-di-vernici-604x340.jpeg\" alt=\"\" width=\"426\" height=\"240\" \/>Um bem comum<\/strong> O valor predominante parece ser, portanto, aquele capital social que \u00e9 o conjunto de rela\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a, de confiabilidade, de respeito \u00e0s regras indispens\u00e1veis a toda a conviv\u00eancia civil, como assinala Francisco na enc\u00edclica, citando a <a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/content\/benedict-xvi\/pt\/encyclicals\/documents\/hf_ben-xvi_enc_20090629_caritas-in-veritate.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Caritas in veritate<\/a> de Bento XVI. Abdullah fala de ter &#8220;criado um fundo, que \u00e9 retirado dos lucros&#8221;, para ajudar ainda mais os trabalhadores. &#8220;O lucro da empresa\u201d, ele insiste em enfatizar, \u201cdeve, na minha opini\u00e3o, ser usado tanto para investir na empresa para que ela possa crescer, como na necessidade dos propriet\u00e1rios, mas tamb\u00e9m deve ir em igual medida para os funcion\u00e1rios da empresa. Na verdade, \u00e9 um bem comum: uma empresa pertence a todos, porque todos trabalham l\u00e1 e deve servir a todos&#8221;.  &#8220;A uma certa altura\u201d, continua o empres\u00e1rio, \u201cpercebi que entre os funcion\u00e1rios, al\u00e9m dessas necessidades, havia tamb\u00e9m o problema da casa em p\u00e1tria. Entendi isso falando com as pessoas, quis estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o humana com eles e n\u00e3o apenas de trabalho, falando de mim e deles, das nossas vidas. Isso \u00e9 comunidade. E isso me fez entender que, para construir uma casa nos pa\u00edses de origem, eles tinham duas maneiras: tentando conseguir dinheiro do banco, mas os bancos n\u00e3o emprestam dinheiro aos pobres, ou &#8211; e para mim foi doloroso saber &#8211; voltando-se para os usur\u00e1rios, porque a usura \u00e9 muito difundida naqueles pa\u00edses, fazendo, ent\u00e3o, enormes sacrif\u00edcios para devolver o dinheiro e levando anos. Assim, tentei entender de quantas pessoas a fam\u00edlia era composta, onde essas pessoas gostariam de construir a casa e, calculando a quantia necess\u00e1ria, fornecemos um empr\u00e9stimo para ser restitu\u00eddo livremente ao longo do tempo e de acordo com as possibilidades. A soma emprestada n\u00e3o tem nenhuma taxa, mesmo se isso n\u00e3o existe porque sempre h\u00e1 infla\u00e7\u00e3o, especialmente em certos pa\u00edses&#8221;.  <strong>Uma produ\u00e7\u00e3o que respeite o meio ambiente<\/strong> Durante o ano especial convocado pelo Papa Francisco at\u00e9 24 de maio de 2021 para refletir sobre a Enc\u00edclica Laudato si\u2019, perguntamos a Abdullah como a pr\u00f3pria empresa consiga responder ao desafio urgente de proteger a &#8220;Casa Comum&#8221;: &#8220;produzimos algumas tintas que s\u00e3o absolutamente n\u00e3o t\u00f3xicas, portanto n\u00e3o prejudiciais e n\u00e3o poluidoras. Depois h\u00e1 outras linhas de produtos que s\u00e3o necessariamente t\u00f3xicas, por exemplo, os solventes, amplamente utilizados no campo farmac\u00eautico. O importante \u00e9 que n\u00e3o afetem o meio ambiente, porque o meio ambiente somos n\u00f3s: o Papa nos lembra disso o tempo todo. Eu, como ateu, entendo que o meio ambiente \u00e9 tudo aquilo que vive&#8221;:  &#8220;Por isso, na empresa temos como objetivo proteger os trabalhadores para que a sa\u00fade deles seja 100% protegida, investindo muito em seguran\u00e7a, em m\u00e1scaras, sistemas de ventila\u00e7\u00e3o e m\u00e1quinas que n\u00e3o liberam subst\u00e2ncias como os solventes. No que diz respeito aos res\u00edduos, investimos pesado em m\u00e1quinas que separam os res\u00edduos s\u00f3lidos, l\u00edquidos e gasosos. Posteriormente, as empresas p\u00fablicas, do governo, v\u00eam para lev\u00e1-los e transferi-los para locais apropriados e apropriados para o descarte, para evitar que poluam o meio ambiente. Porque debaixo de n\u00f3s telm o mar: quando cavamos um pouco debaixo da f\u00e1brica, encontramos o mar.&#8221;  <strong><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-237435 alignright\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Misure-di-sicurezza-sanitaria-rafforzate-per-il-Covid-19-604x340.jpeg\" alt=\"\" width=\"365\" height=\"205\" \/>A pandemia<\/strong> Na emerg\u00eancia mundial do coronav\u00edrus, as preocupa\u00e7\u00f5es com as condi\u00e7\u00f5es dos trabalhadores aumentaram. &#8220;A onda que chegou aqui\u201d, lembra Abdullah, \u201cfoi muito forte, atingiu o Ir\u00e3, o Kuwait, a Ar\u00e1bia Saudita, todos os pa\u00edses ao nosso redor. O per\u00edodo mais dif\u00edcil, com o fechamento total, foi entre mar\u00e7o e abril. Quando sa\u00edram as primeiras not\u00edcias sobre o v\u00edrus, preparamos medidas, tais como a ado\u00e7\u00e3o de barreiras de vidro para os funcion\u00e1rios &#8211; num espa\u00e7o semelhante a um balc\u00e3o do sistema banc\u00e1rio, o uso de m\u00e1scaras cir\u00fargicas, a medi\u00e7\u00e3o da temperatura corporal, o respeito da dist\u00e2ncia de seguran\u00e7a de dois metros, exames para todos os funcion\u00e1rios, a coordena\u00e7\u00e3o di\u00e1ria com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade local. Al\u00e9m disso, aluguei cerca de trinta quitinetes para observar a quarentena com seguran\u00e7a&#8221;.  <strong><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-237433 alignleft\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Abdullah-alla-Messa-di-Papa-Francesco-Abu-Dhabi-5-febbraio-2019-604x340.jpeg\" alt=\"\" width=\"368\" height=\"207\" \/>Um encontro de conviv\u00eancia<\/strong> O que \u00e9 impressionante \u00e9 a palavra &#8220;conviv\u00eancia&#8221; que retorna v\u00e1rias vezes na conversa com Abdullah, mesmo quando ele se lembra de ter participado, no in\u00edcio de 2019, da <a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/homilies\/2019\/documents\/papa-francesco_20190205_omelia-emiratiarabi.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">missa do Papa em Abu Dhabi<\/a>, por ocasi\u00e3o da viagem de Francisco aos Emirados \u00c1rabes Unidos, j\u00e1 sob a ins\u00edgnia daquela fraternidade e amizade social da qual o Pont\u00edfice fala hoje em<a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20201003_enciclica-fratelli-tutti.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> Fratelli tutti.<\/a>  &#8220;Uma experi\u00eancia magn\u00edfica! Fui com alguns de meus colegas e amigos do Movimento dos Focolares. Havia muita gente, tanto que eu estava fora do est\u00e1dio, no gramado, onde se podia acompanhar o evento atrav\u00e9s de tel\u00f5es. Notei que a grande maioria dos presentes era cat\u00f3lica, mas tamb\u00e9m havia 5 mil mu\u00e7ulmanos, bem como alguns grupos de budistas, hindus e sikhs. Eles transmitem imagens do abra\u00e7o sincero com o Grande Im\u00e3 de Al-Azhar Ahamad al-Tayyib. Foi um momento libertador, de encontro entre o mundo isl\u00e2mico e o mundo ocidental, com o Papa que veio aqui com grande humildade: ele agradeceu o pa\u00eds, as autoridades, o povo, no esp\u00edrito de conviv\u00eancia, de paz, de toler\u00e2ncia&#8221;. <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Giada Aquilino \u2013 <a href=\"https:\/\/www.vaticannews.va\/pt\/mundo\/news\/2020-10\/historia-laudato-si-emirados-arabes-unidos-jovem-empreendedor.html\">Vatican News<\/a><\/p>\n<p> &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No ano especial dedicado a aprofundar os princ\u00edpios da enc\u00edclica Laudato si\u2019, encontramos Abdullah Al Atrash, um jovem empres\u00e1rio dos Emirados \u00c1rabes Unidos com dupla cidadania \u2013 italiana e s\u00edria. Como n\u00e3o crente, ele adere \u00e0 Economia de Comunh\u00e3o dos Focolares. Na empresa que dirige, emprega principalmente migrantes asi\u00e1ticos e africanos, garantindo um sal\u00e1rio digno e medidas de apoio social, assim como a m\u00e1xima seguran\u00e7a para os funcion\u00e1rios e o meio ambiente, mesmo neste momento de pandemia.<\/p>\n","protected":false},"author":33,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-317862","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/317862","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/33"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=317862"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/317862\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=317862"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=317862"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=317862"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}