{"id":318150,"date":"2021-05-10T01:00:04","date_gmt":"2021-05-09T23:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/nao-mornos-mas-ardorosos\/"},"modified":"2024-05-15T21:12:22","modified_gmt":"2024-05-15T19:12:22","slug":"nao-mornos-mas-ardorosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/nao-mornos-mas-ardorosos\/","title":{"rendered":"N\u00e3o mornos, mas ardorosos"},"content":{"rendered":"<p><em>O nosso amor precisa ser constantemente reavivado por atos de amor cada vez mais perfeitos e sinceros. Chiara Lubich compara o amor ao pr\u00f3ximo a um fogo alimentado pela lenha, para demonstrar a Deus e ao pr\u00f3ximo o nosso empenho.<\/em>  Focalizar novamente [\u2026] com maior convic\u00e7\u00e3o o nosso ideal, que pode ser resumido no amor rec\u00edproco, refor\u00e7ar a nossa unidade, propondo-nos ampli\u00e1-la o m\u00e1ximo poss\u00edvel.  [\u2026] De fato, o fogo \u2013 e aqui se trata de fogo \u2013 n\u00e3o se mant\u00e9m se n\u00e3o for continuamente alimentado com lenha, palha, etc. Tamb\u00e9m o nosso amor tem necessidade de ser constantemente reavivado por atos de amor cada vez mais perfeitos e sinceros.  E disso n\u00e3o tem necessidade apenas aqueles que est\u00e3o no in\u00edcio da vida espiritual ou um pouco mais adiantados. Mesmo quem tentou praticar por muito tempo a caridade pode cair numa certa rotina da caridade, que deixa assim de ter o esplendor e o calor da chama, mas lentamente vai diminuindo e se escondendo por completo sob as cinzas. \u00c9 quando, por exemplo, na nossa vida cotidiana, deixa de ser espont\u00e2neo declarar entre os irm\u00e3os a pr\u00f3pria unidade. \u00c9 quando constatamos que a nossa caridade n\u00e3o surte efeito, a sua irradia\u00e7\u00e3o diminui cada vez mais, somos pouco \u00fateis para o Reino, os frutos diminuem; tornamo-nos mornos.  Por isso \u00e9 necess\u00e1rio nos lembrarmos de reavivar continuamente o fogo, de estarmos sempre prontos a amar.  Sim, porque Deus detesta os mornos. Diz a Escritura: \u201cN\u00e3o \u00e9s frio nem quente. Oxal\u00e1 fosses frio ou quente! Assim, porque \u00e9s morno, nem frio nem quente, estou para te vomitar de minha boca\u201d*.  Isso \u00e9 terr\u00edvel. Mostra a urg\u00eancia de voltarmos a ser sempre quentes, de possuirmos uma caridade de fato fervente.  [\u2026] Ent\u00e3o, vamos em frente! Examinemo-nos com frequ\u00eancia: colocamos lenha no fogo? O nosso amor \u00e9 fraco ou ardente? Aproveitamos todas as ocasi\u00f5es para demonstrar a Deus e ao pr\u00f3ximo o nosso fervor?  Se assim for, tamb\u00e9m gra\u00e7as ao nosso esfor\u00e7o, Deus levar\u00e1 para a frente o seu e nosso projeto. [\u2026] Lembremo-nos somente destas palavras: n\u00e3o mornos, mas ardorosos. <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Chiara Lubich<\/em><\/p>\n<p> <em>\u00a0<\/em><em>(em uma conex\u00e3o telef\u00f4nica,\u00a0Rocca di Papa, 28 de fevereiro de 1991) Tirado de: Chiara Lubich,\u00a0Conversazioni in collegamento telefonico, Citt\u00e0 Nuova Ed., 2019, pag. 422. <\/em><em>* <\/em><em>Ap <\/em><em>3, 15-16.<\/em>  &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nosso amor precisa ser constantemente reavivado por atos de amor cada vez mais perfeitos e sinceros. Chiara Lubich compara o amor ao pr\u00f3ximo a um fogo alimentado pela lenha, para demonstrar a Deus e ao pr\u00f3ximo o nosso empenho.<\/p>\n","protected":false},"author":33,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-318150","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/318150","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/33"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=318150"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/318150\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=318150"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=318150"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=318150"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}