{"id":318178,"date":"2021-05-31T01:00:23","date_gmt":"2021-05-30T23:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/a-comunhao-do-amor\/"},"modified":"2024-05-15T21:12:26","modified_gmt":"2024-05-15T19:12:26","slug":"a-comunhao-do-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/a-comunhao-do-amor\/","title":{"rendered":"A comunh\u00e3o do amor"},"content":{"rendered":"<p><em>A experi\u00eancia do Movimento dos Focolares \u00e9 viver na alegria da unidade, efeito do amor rec\u00edproco, que \u00e9 a vontade de Deus para todos n\u00f3s.<\/em>  Car\u00edssimos, um pequeno livro que recentemente me indicaram, veio a confirmar mais uma vez a nossa espiritualidade coletiva.  \u00c9 do bem-aventurado Baldu\u00edno, do s\u00e9culo XII. Era um abade cisterciense tornou-se bispo, Primaz da Igreja da Inglaterra e, em seguida, tamb\u00e9m N\u00fancio Apost\u00f3lico.  Nos seus escritos<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, ele diz que \u00e9 necess\u00e1rio para os monges viver bem n\u00e3o s\u00f3 a solid\u00e3o (\u201c\u00d3 feliz solid\u00e3o ou solid\u00e3o aben\u00e7oada\u201d), mas tamb\u00e9m a comunh\u00e3o com os irm\u00e3os.  Refere-se \u00e0 frase: \u201cAi de quem est\u00e1 sozinho!\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> e diz que \u201co amor odeia estar s\u00f3\u201d. [\u2026] Portanto, para o bem-aventurado Baldu\u00edno, existe o amor daquele que ama e procura a comunh\u00e3o, amor que ele chama de \u201camor da comunh\u00e3o\u201d, e a retribui\u00e7\u00e3o do amor, por parte da pessoa amada, que gera entre os dois a \u201ccomunh\u00e3o do amor\u201d. Existe, portanto, o \u201camor da comunh\u00e3o\u201d e a \u201ccomunh\u00e3o do amor\u201d.[\u2026]  Segundo ele, a \u201ccomunh\u00e3o do amor\u201d leva \u00e0 felicidade, como j\u00e1 podemos experimentar aqui na terra.  \u00c9 a nossa experi\u00eancia. Trata-se da alegria da unidade, efeito do amor rec\u00edproco, que \u00e9 vontade de Deus para todos n\u00f3s.  [\u2026] Sim, se vivermos a vida crist\u00e3 plenamente, como o nosso Ideal nos ensina (e \u00e9 no amor rec\u00edproco), n\u00f3s participamos, na medida em que \u00e9 poss\u00edvel nesta terra, da gl\u00f3ria e do louvor da Sant\u00edssima Trindade. Participamos atrav\u00e9s do nosso relacionamento com Deus, pois conseguimos, por nossa vez, glorific\u00e1-lo e louv\u00e1-lo dignamente; participamos tamb\u00e9m por meio do nosso relacionamento rec\u00edproco.  O bem-aventurado diz: \u201cTodo bem, todo amor, pelo simples fato de que \u00e9 bem, \u00e9 amor, deve ser louvado\u201d. Todo bem, todo amor. Portanto, tamb\u00e9m o que existe entre n\u00f3s.  S\u00e3o essa gl\u00f3ria e esse louvor rec\u00edprocos, impl\u00edcitos no amor m\u00fatuo, que nos fazem gozar, com simplicidade, do que existe de alegre na nossa vida de comunh\u00e3o.  [\u2026] Ent\u00e3o, miremos sempre o amor rec\u00edproco, a \u201ccomunh\u00e3o do amor\u201d, e deixemo-nos iluminar e aquecer pela irradia\u00e7\u00e3o do seu esplendor de louvor e de gl\u00f3ria. Tudo somente para a gl\u00f3ria de Deus, para sermos cada vez mais dignos, cada vez mais dispostos a levar esse amor onde existe o gelo da indiferen\u00e7a rec\u00edproca e onde se morre de frio. <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Chiara Lubich<\/em><\/p>\n<p> <em>(em uma conex\u00e3o telef\u00f4nica,\u00a0Rocca di Papa 26 de outubro de 1995)<\/em> <em>Tirado de: Chiara Lubich,\u00a0Conversazioni in collegamento telefonico, Citt\u00e0 Nuova Ed., 2019, pag. 500.<\/em>  &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-  <a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> <em>Baldovino di Ford, Perfetti nell\u2019amore, Qiqajon, Comunit\u00e0 di Bose, Magnano 1987. <\/em> <a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <em>Ecl 4, 10.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A experi\u00eancia do Movimento dos Focolares \u00e9 viver na alegria da unidade, efeito do amor rec\u00edproco, que \u00e9 a vontade de Deus para todos n\u00f3s.<\/p>\n","protected":false},"author":33,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-318178","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/318178","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/33"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=318178"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/318178\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=318178"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=318178"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=318178"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}