{"id":318228,"date":"2021-07-12T01:00:38","date_gmt":"2021-07-11T23:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/o-que-procuras-existe\/"},"modified":"2024-05-15T21:12:42","modified_gmt":"2024-05-15T19:12:42","slug":"o-que-procuras-existe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/o-que-procuras-existe\/","title":{"rendered":"O que procuras existe"},"content":{"rendered":"<p><em>Em junho de 1944 Chiara Lubich se encontra sozinha em Trento depois que sua fam\u00edlia, ap\u00f3s o bombardeio de 13 de maio de 1944 que danificou sua casa, se deslocou para as montanhas do Trentino. Chiara tinha ficado na cidade para acompanhar as jovens que tinham seguido o seu ideal. As cartas desse per\u00edodo foram o primeiro elo na nascente comunidade do Movimento.<\/em>  Irm\u00e3zinha minha no Imenso Amor de Deus!  Ouve, te pe\u00e7o, a voz deste pequeno cora\u00e7\u00e3o! Tu foste ofuscada comigo pela luminosidade ardente de um Ideal que tudo supera e tudo resume:  <em>pelo<\/em> <em>Infinito<\/em> <em>Amor<\/em> <em>de<\/em> <em>Deus!<\/em>  Irm\u00e3zinha minha: \u00e9 Ele, Ele \u00e9 o meu e o teu Deus que criou entre n\u00f3s um la\u00e7o comum mais forte do que a morte, porque jamais se deteriora; uno, como o esp\u00edrito; imenso, infinito, dulc\u00edssimo, tenaz, imortal como o Amor de Deus!  \u00c9 o Amor que nos torna irm\u00e3s!  Foi o Amor que ao Amor nos chamou!  Foi o Amor que falou fundo em nossos cora\u00e7\u00f5es e nos disse assim:  \u201cOlha \u00e0 tua volta: tudo no mundo passa; cada dia tem a sua noite, e cada noite chega sem demora; cada vida tem o seu crep\u00fasculo, e logo chegar\u00e1 o crep\u00fasculo da tua vida! Contudo, n\u00e3o te desesperes. Sim, \u00e9 verdade, tudo passa, porque nada do que v\u00eas e amas te \u00e9 destinado a durar eternamente! Tudo passa e s\u00f3 deixa saudade e nova esperan\u00e7a!\u201d  Contudo n\u00e3o desesperes: <em>a<\/em> <em>tua<\/em> <em>Esperan\u00e7a,<\/em> <em>que<\/em> <em>ultrapassa<\/em> <em>os<\/em> <em>limites<\/em> <em>da<\/em> <em>vida,<\/em> te diz: \u201cSim, o que procuras existe. Existe em teu cora\u00e7\u00e3o um anseio infinito e imortal; uma Esperan\u00e7a que n\u00e3o morre; uma f\u00e9 que rasga as trevas da morte e \u00e9 luz para aqueles que acreditam. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que esperas, que acreditas! N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa\u201d.  Tu esperas, tu acreditas \u2013 <em>para <\/em><em>Amar.<\/em>  Eis o teu futuro, o teu presente, o teu passado. Tudo se resume nesta palavra: Amor!  Sempre amaste. A vida \u00e9 uma busca cont\u00ednua de desejos amorosos que nascem no fundo do cora\u00e7\u00e3o! Sempre amaste! Mas amaste mal demais! Amaste aquilo que morre e \u00e9 v\u00e3o, e no cora\u00e7\u00e3o s\u00f3 restou a vaidade. <em>Ama<\/em> <em>aquilo<\/em> <em>que<\/em> <em>n\u00e3o<\/em> <em>morre!<\/em> <em>Ama<\/em> <em>Aquele<\/em> <em>que<\/em> <em>\u00e9<\/em> <em>o<\/em> <em>Amor!<\/em> Ama Aquele que no anoitecer de tua vida olhar\u00e1 apenas o teu pequeno cora\u00e7\u00e3o. Naquele instante, estar\u00e1s sozinha com Ele: terrivelmente infeliz aquele que tiver o cora\u00e7\u00e3o cheio de vaidade, imensamente feliz aquele que tiver o cora\u00e7\u00e3o repleto do infinito Amor de Deus! [\u2026] <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em> Chiara Lubich<\/em><\/p>\n<p> <em>(Chiara Lubich, C\u2019\u00e8 quel che tu cerchi, giugno 1944, in <strong>Lettere dei primi tempi<\/strong>, Citt\u00e0 Nuova, 2010, pag. 48-50)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em junho de 1944 Chiara Lubich se encontra sozinha em Trento depois que sua fam\u00edlia, ap\u00f3s o bombardeio de 13 de maio de 1944 que danificou sua casa, se deslocou para as montanhas do Trentino. Chiara tinha ficado na cidade para acompanhar as jovens que tinham seguido o seu ideal. 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