{"id":318618,"date":"2022-06-06T01:00:47","date_gmt":"2022-06-05T23:00:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/chiara-lubich-a-minha-noite-nao-tem-escuridao\/"},"modified":"2024-05-15T21:13:53","modified_gmt":"2024-05-15T19:13:53","slug":"chiara-lubich-a-minha-noite-nao-tem-escuridao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/chiara-lubich-a-minha-noite-nao-tem-escuridao\/","title":{"rendered":"Chiara Lubich: \u201cA minha noite n\u00e3o tem escurid\u00e3o\u201d"},"content":{"rendered":"<p><em>Em 1976, durante a primeira Escola Gen, Chiara Lubich respondeu a perguntas de muitos jovens membros dos Focolares de todo o mundo. Referindo-se ao que ela vivia naqueles dias, ela disse o seguinte<\/em>  Eu li [&#8230;] uma p\u00e1gina que talvez voc\u00eas j\u00e1 tenham lido. \u00c9 breve assim [&#8230;] e diz:  \u201cJesus Abandonado, abra\u00e7ado, estreitado a si, consumado em um conosco, n\u00f3s consumados em um com Ele, feitos dor com Ele-dor, eis como nos tornamos Deus, o Amor\u201d.  Esta frase me tocou profundamente. S\u00e3o coisas que escrevi quando vivia numa fase iluminativa, que s\u00e3o maiores do que aquelas que eu podia viver; ou at\u00e9 as vivia, mas como uma principiante. Quanto mais caminho, mais descubro o seu valor e a sua profundidade.  [&#8230;] eu gostei e o Esp\u00edrito Santo evidenciou este aspecto de n\u00e3o sermos dois: eu e Jesus Abandonado, isto \u00e9, eu e uma dor repentina, eu e a d\u00favida que tenho; eu que o descubro e aos poucos o abra\u00e7o, e depois levar alguns minutos para dizer a Jesus&#8230; N\u00e3o; j\u00e1. \u201cFeitos dor com Ele-dor\u201d. Querer somente isso. \u201cEis como nos tornamos Deus, como nos tornamos Deus!, o Amor\u201d, o Amor.  Depois [&#8230;]., eu tinha acabado de receber uma carta de padre M\u00e1rio Strada, de Loppiano, e junto com a cartinha ele me mandou algumas fotografias da sua nova igrejinha de Capiano, creio, com bel\u00edssimos afrescos. Num deles estava escrita embaixo esta frase: \u201c<em>Nox mea<\/em> &#8211; a minha noite &#8211; <em>obscurum non habet<\/em> &#8211; a minha noite n\u00e3o tem escurid\u00e3o\u201d, de que gostei muito. Foi como se Deus a tivesse mandado a mim, pois \u2013 eu disse \u2013 \u00e9 isso que eu quero viver. Isto \u00e9, t\u00e3o logo chega a dor, devo abra\u00e7\u00e1-la com rapidez, devo estreit\u00e1-la a mim, consum\u00e1-la em um [&#8230;] com Ele, feita dor com Ele-dor. Assim nos tornamos o Amor, Deus, e n\u00e3o dor.  [&#8230;] Percebi, gen, que vivendo-a o dia inteiro \u00e9 como se tomasse um fortificante de Ideal inimagin\u00e1vel, inimagin\u00e1vel. Porque se come\u00e7a j\u00e1 de manh\u00e3. \u00c0s vezes me levanto um pouco cansada, pois n\u00e3o consegui dormir de noite. A\u00ed est\u00e1, o cansa\u00e7o: \u201cAh, que maravilha! A minha noite n\u00e3o tem escurid\u00e3o\u201d. Isto \u00e9, esta dor n\u00e3o existe porque eu a amo. Logo depois venho a saber de dificuldades, de problemas. Enquanto me dizem: \u201cChiara, quero lhe dizer uma coisa\u201d, dentro de mim digo: \u201cQue espl\u00eandido, Jesus! \u00c9 agora. Eu te abra\u00e7o estreitamente a mim, feita dor contigo, imediatamente&#8230; \u201cA minha noite n\u00e3o tem escurid\u00e3o\u201d.  E fa\u00e7o assim durante todo o dia. Eu creio que espiritualmente se cresce mais numa semana, vivendo esta \u00fanica ideia, do que em meses e meses, vivendo de outra maneira.  [&#8230;]  Em rela\u00e7\u00e3o a tudo aquilo que \u00e9 dor: dor nos p\u00e9s, um pouco de frio; uma resposta brusca que magoa; \u00e9 um sacrif\u00edcio fazer alguma coisa; &#8230; No mesmo instante: \u201c\u00c9 agora\u201d. [&#8230;] e assim podemos afirmar sempre, antes de dormir: \u201cJesus, a minha noite n\u00e3o teve escurid\u00e3o\u201d. [&#8230;] Realmente se sente que podemos afirmar &#8211; que Deus confirme o que digo &#8211; que n\u00e3o somos n\u00f3s a viver, mas \u00e9 o Amor, \u00e9 Deus, que vive em n\u00f3s. [&#8230;] <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Chiara Lubich<\/em><\/p>\n<p> (Grottaferrata, 2 de Junho de 1976, na Escola Gen)  https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ZH0qBuFIkjs<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1976, durante a primeira Escola Gen, Chiara Lubich respondeu a perguntas de muitos jovens membros dos Focolares de todo o mundo. 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