{"id":318990,"date":"2023-10-20T13:00:11","date_gmt":"2023-10-20T11:00:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/chiara-lubich-o-amor-mutuo-e-o-nosso-traje\/"},"modified":"2024-05-15T21:14:59","modified_gmt":"2024-05-15T19:14:59","slug":"chiara-lubich-o-amor-mutuo-e-o-nosso-traje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/chiara-lubich-o-amor-mutuo-e-o-nosso-traje\/","title":{"rendered":"CHIARA LUBICH: o amor m\u00fatuo \u00e9 o nosso traje"},"content":{"rendered":"<p><em>Viver experi\u00eancias de fraternidade, gerar relacionamentos de unidade, criar la\u00e7os de reciprocidade est\u00e3o entre os objetivos das rela\u00e7\u00f5es que constru\u00edmos cotidianamente. Mas onde nasce aquela centelha de luz que nos impulsiona a ousar e ir ao encontro das outras pessoas? Chiara Lubich sugere uma resposta baseada em um acontecimento da sua vida.<\/em>  E agora passemos ao segundo aspecto: a irradia\u00e7\u00e3o. O assunto \u00e9 muito extenso. Vamos nos limitar a recolher algumas indica\u00e7\u00f5es aqui e ali nos escritos dos primeiros anos. Mas, s\u00f3 de ler algumas p\u00e1ginas relativas a este aspecto, entendemos que: \u201cA primeira centelha inspiradora foi o amor\u201d.  Sim, o amor, uma centelha que se acendeu, difundiu luz ao redor e explodiu num inc\u00eandio no mundo. O amor irradia; o amor por si s\u00f3 d\u00e1 testemunho. Mesmo quando a palavra entra em a\u00e7\u00e3o, deve ser apoiada pelo testemunho, pelo amor e acompanhada pela experi\u00eancia. Assim foi com os primeiros crist\u00e3os, assim deve ser tamb\u00e9m agora.  H\u00e1 um epis\u00f3dio que ficou impresso no fundo do meu cora\u00e7\u00e3o e que me pareceu muito belo. Nele est\u00e1 o segredo da nossa irradia\u00e7\u00e3o, o ponto de onde \u00e9 necess\u00e1rio partir. \u201cEu ia pelas ruas de Einsiedeln e vi passar muitas pessoas de v\u00e1rias Ordens religiosas \u2013 porque \u00e9 um ambiente de santu\u00e1rio, maravilhoso \u2013. Entre outros, causavam-me impress\u00e3o particular, as Pequenas Irm\u00e3s de Foucauld.  Passavam de bicicleta e tinham um rostinho muito vivo, com aqueles len\u00e7os de lavadeiras na cabe\u00e7a. O rosto vivo lembrava \u00e0 minha alma aquela frase que se referia ao fundador, Foucauld, o qual \u2013 como se dizia \u2013 gritou o Evangelho com toda a sua vida.  De fato, parecia que aquelas irm\u00e3s diziam: \u2018Bem-aventurados os pobres de esp\u00edrito; bem-aventurados aqueles que choram\u2026\u2019. N\u00e3o eram as bem-aventuran\u00e7as que o mundo gostaria de ter, era o esc\u00e2ndalo do Evangelho. Surgiu, ent\u00e3o, dentro de mim um grande desejo de eu tamb\u00e9m dar, inclusive externamente, o meu testemunho.  Mas a resposta n\u00e3o me vinha. A um determinado ponto, encontrei-me com uma companheira \u2013 era a Nat\u00e1lia \u2013 e lhe disse: \u2018Veja, aquelas irm\u00e3s exercem seu apostolado sobre a minha pessoa, n\u00e3o com palavras, mas com o traje delas\u2026\u2019, e gostaria que n\u00f3s tamb\u00e9m pud\u00e9ssemos fazer isso. Mas atrav\u00e9s de qu\u00ea os outros podem conhecer Deus, por meio de n\u00f3s? Ah! \u2013 digo eu \u2013, \u2018disto conhecer\u00e3o que sois meus disc\u00edpulos, se vos amardes uns aos outros\u2019\u201d.  Portanto, o amor m\u00fatuo era o nosso traje <\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Chiara Lubich<\/em><\/p>\n<p> https:\/\/youtu.be\/liM5Cctw3js  &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CHIARA LUBICH: O AMOR M\u00daTUO \u00c9 O NOSSO TRAJE<\/p>\n","protected":false},"author":33,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-318990","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/318990","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/33"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=318990"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/318990\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=318990"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=318990"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=318990"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}