{"id":332822,"date":"2014-07-06T03:00:53","date_gmt":"2014-07-06T01:00:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/padre-foresi-um-deus-perdidamente-enamorado\/"},"modified":"2024-05-16T15:21:27","modified_gmt":"2024-05-16T13:21:27","slug":"padre-foresi-um-deus-perdidamente-enamorado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/padre-foresi-um-deus-perdidamente-enamorado\/","title":{"rendered":"Padre Foresi: \u00abUm Deus perdidamente enamorado\u00bb"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-108114\" style=\"border: 0px;margin: 10px\" alt=\"LuceCheSiIncarna_Foresi\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/LuceCheSiIncarna_Foresi.jpg\" width=\"232\" height=\"350\" \/>\u00ab<a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/spiritualita-dellunita\/dio-amore\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Deus ama-me imensamente<\/a>\u00bb, \u00abDeus ama-nos imensamente\u00bb. Diz\u00ea-lo, anunci\u00e1-lo nos anos 60 do s\u00e9culo passado tinha um <b>sabor de novidade, at\u00e9 mesmo um pouco subversiva<\/b>. De certo modo, sabia-se isto, mas n\u00e3o era uma realidade t\u00e3o presente na vida pessoal e comunit\u00e1ria dos \u201cbons\u201d crist\u00e3os. Esta descoberta que caracteriza os in\u00edcios da <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/spiritualita-dellunita\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">espiritualidade da unidade<\/a> e da experi\u00eancia de <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/chi-e-chiara\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Chiara Lubich<\/a> e das suas primeiras companheiras \u00e9 proposta novamente pelo autor como o pr\u00f3prio fundamento da vida crist\u00e3, tamb\u00e9m nas suas express\u00f5es mais t\u00edpicas da ora\u00e7\u00e3o e do seguimento de Jesus na voca\u00e7\u00e3o \u00e0 qual somos chamados. N\u00e3o s\u00f3: \u00e9 uma verdade que nutre e permeia tamb\u00e9m os relacionamentos sociais, como no trabalho. E faz-nos capazes de levar Deus ao mundo, a todos aqueles que encontramos.<i> <\/i>  \u00abRecordo a profunda impress\u00e3o que tamb\u00e9m em mim suscitou este an\u00fancio: percebi a sua import\u00e2ncia fundamental, a novidade absoluta que significou para mim, diria. Depois de tantos anos, volta-me a pergunta: at\u00e9 que ponto estou realmente consciente disto? At\u00e9 que ponto compreendi plenamente a sua import\u00e2ncia?  <b>A nossa compreens\u00e3o de Deus e da sua a\u00e7\u00e3o<\/b> liga-se muitas vezes a determinadas perspectivas que temos, mede-se pelo nosso limitado modo de compreender as coisas, exprime-se atrav\u00e9s das nossas particulares categorias de pensamento. Pode acontecer ent\u00e3o que, sentindo-nos muitas vezes imperfeitos e portanto pouco dignos do amor de Deus, transferimos, de certo modo, esta nossa percep\u00e7\u00e3o de Deus e acabamos por acreditar que ele n\u00e3o nos pode amar, ou, no m\u00e1ximo, pode amar-nos apenas parcialmente. Na realidade n\u00e3o \u00e9 assim. Deus ama-nos sempre, infinitamente, e o seu amor est\u00e1 perto de n\u00f3s e sustenta-nos em cada instante do nosso caminho.  <b>Se quisermos tra\u00e7ar por meio de imagens as caracter\u00edsticas do amor de Deus<\/b>, a primeira que vem em evid\u00eancia \u00e9 uma imagem familiar \u00e0 Sagrada Escritura e presente em muitos autores espirituais: Deus ama-nos como o esposo ama a sua esposa. Ele, assim como aquele que est\u00e1 perdidamente apaixonado, ama para al\u00e9m do pr\u00f3prio valor da pessoa amada; ama-a a tal ponto de ver que nela tudo \u00e9 bonito, tudo \u00e9 positivo, tudo \u00e9 compreens\u00edvel, at\u00e9 mesmo as suas defici\u00eancias que, mesmo sendo vis\u00edveis, s\u00e3o todavia ultrapassadas e sublimadas pelo amor.  Mas, h\u00e1 uma imagem que, de maneira tamb\u00e9m eficaz, expressa o amor de Deus para conosco. \u00c9 a imagem do amor de uma m\u00e3e que, qualquer que seja a situa\u00e7\u00e3o em que o filho se encontre, mesmo sendo a mais dolorosa e reprov\u00e1vel, est\u00e1 sempre pronta a esper\u00e1-lo, a acolh\u00ea-lo, esquecida de tudo. Porque o amor materno \u00e9 assim: inextingu\u00edvel, essencial. [\u2026]  Quando se chega a alcan\u00e7ar, mesmo se s\u00f3 por um instante, a realidade de um semelhante amor, ent\u00e3o tudo se transforma: a vida que recebemos, o mundo que nos circunda, cada circunst\u00e2ncia alegre ou triste: tudo adquire <b>o timbre de um dom pessoal de Deus por mim<\/b> que me quer santo como ele \u00e9 santo (cf. 1<i>Pe<\/i> 1, 16). Este \u00e9 o fundamento de toda a vida crist\u00e3: este amor de Deus por cada pessoa, de Deus ao qual nos devemos entregar respondendo-lhe de maneira total\u00bb.  <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/chi-e-chiara\/pasquale-foresi\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pasquale Foresi<\/a>, <a href=\"http:\/\/editrice.cittanuova.it\/s\/526991\/Luce_che_si_incarna.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i>Luce che si incarna. Commento ai 12 punti della spiritualit\u00e0 dell\u2019unit\u00e0<\/i><\/a>, \u201cCitt\u00e0 Nuova\u201d editora, 2014 pp. 29-30<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No livro \u201cLuce che si incarna\u201d, Pasquale Foresi, primeiro focolarino sacerdote e co-fundador dos Focolares, comenta os 12 pontos da espiritualidade da unidade. Neste texto apresentamos um coment\u00e1rio seu sobre o primeiro ponto: Deus Amor.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-332822","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/332822","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=332822"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/332822\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=332822"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=332822"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=332822"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}