{"id":334158,"date":"2016-01-08T05:00:54","date_gmt":"2016-01-08T04:00:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/evangelho-vivido-a-forca-do-amor\/"},"modified":"2024-05-16T15:26:26","modified_gmt":"2024-05-16T13:26:26","slug":"evangelho-vivido-a-forca-do-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/evangelho-vivido-a-forca-do-amor\/","title":{"rendered":"Evangelho vivido: a for\u00e7a do amor"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/immigrati-lampedusa-libia.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-133166 \" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/immigrati-lampedusa-libia.jpg\" alt=\"immigrati-lampedusa-libia\" width=\"327\" height=\"218\" \/><\/a>\u00abExtenuados, mas ainda fortemente agarrados \u00e0 esperan\u00e7a<\/strong>, a mesma que os sustentara no in\u00edcio de sua longa e cansativa viagem, <strong>cinquenta jovens africanos chegaram \u00e0 nossa cidade<\/strong>. Depois de dias de travessia no mar encontraram n\u00e3o tanto mas uma luz, mas um tricolor, a nossa bandeira. Haviam fugido da L\u00edbia, alguns dos conflitos religiosos entre crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos fundamentalistas, outros da mis\u00e9ria de terras extremamente desfrutadas. Amontoados nas praias, surrados, roubados e, enfim, obrigados a tomar o caminho do mar em barca\u00e7as lotadas, indo quem sabe para aonde. Muitos n\u00e3o resistiram. Quem n\u00e3o tinha perdido a vida ainda nutria a esperan\u00e7a. Depois de uma etapa em Lampedusa, ilha de cora\u00e7\u00e3o generoso, mas que logo se tornou pequena demais para receber um \u00eaxodo em massa, eles se haviam dispersado em v\u00e1rios munic\u00edpios italianos. Entre estes o nosso, <strong>Pomigliano D\u2019Arco, na prov\u00edncia de N\u00e1poles.<\/strong> O mais velho deles tem 36 anos, o mais jovem, 18.  <strong>\u00abN\u00f3s, jovens da par\u00f3quia de San Felice in Pincis, junto com os nossos sacerdotes, corremos para ir visit\u00e1-los<\/strong>. Eles n\u00e3o nos conheciam, mas mesmo assim nos receberam, cedendo seu espa\u00e7o e escutando as nossas palavras. N\u00e3o t\u00ednhamos nada para oferecer, a n\u00e3o ser o nosso amor: aquele encontro mudou a nossa vida. A par\u00f3quia, o bairro, os adotou. Arrega\u00e7amos as mangas. Somos muitos volunt\u00e1rios de v\u00e1rias comunidades paroquiais, mas muitos outros se empenham como podem. A primeira coisa a fazer era uma coleta de roupas. Os rapazes tinham chegado descal\u00e7os e s\u00f3 com a roupa do corpo. Em breve tempo come\u00e7amos cursos de italiano, organizamos noites culturais abertas aos cidad\u00e3os, n\u00e3o nos esquecendo de sua forma\u00e7\u00e3o espiritual.  <strong>Tocou-nos o fato que aqueles que eram cat\u00f3licos tinham consigo uma B\u00edblia.<\/strong> Tudo havia sido roubado, mas eles tinham conservado o que possu\u00edam de mais querido. Sent\u00edamos que deles t\u00ednhamos muito a aprender: quando falta tudo n\u00e3o deve faltar a f\u00e9 em Deus. As celebra\u00e7\u00f5es de domingo, que se transformaram em um missa tril\u00edngue \u2013 al\u00e9m do italiano, tamb\u00e9m em ingl\u00eas e franc\u00eas \u2013 terminam com dan\u00e7as e palmas, ao ritmo dos tambores. Vendo-os dan\u00e7ar e cantar n\u00f3s n\u00e3o vemos somente a alegria deles, mas participamos dela, quase como uma imagem da ressurrei\u00e7\u00e3o.  Os mu\u00e7ulmanos receberam a visita do Im\u00e3. Os jovens da A\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica organizaram uma vig\u00edlia de ora\u00e7\u00e3o: brancos e negros, cat\u00f3licos e mu\u00e7ulmanos, como um sinal tang\u00edvel de paz entre os povos e as religi\u00f5es!  <strong>O albergue que hospeda os jovens africanos \u00e9 cheio de vozes, can\u00e7\u00f5es e sauda\u00e7\u00f5es.<\/strong> Toda vez nos agradecem e aben\u00e7oam, \u201cGod bless you\u201d, ouvimos frequentemente.  <strong>Um jornalista local observou<\/strong>: \u201cQualquer pessoa que acompanha a trajet\u00f3ria deles fica inevitavelmente envolvida. A retid\u00e3o, os valores, a sociabilidade, as dram\u00e1ticas hist\u00f3rias pessoais, derrubam rapidamente os mais s\u00f3lidos muros de preconceito, e transformam a \u2018est\u00e9ril\u2019 solidariedade pelos necessitados em ajuda fraterna e amorosa proximidade\u201d. Palavras que nos fazem confirmar a for\u00e7a contagiosa do Amor\u00bb.  (Il\u00e1ria e Salvatore, <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/movimento-dei-focolari\/un-popolo\/movimento-parrocchiale\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Movimento Paroquial <\/a>dos Focolares, Pomigliano d\u2019Arco, It\u00e1lia)  De \u201cUna buona notizia, gente che crede gente che muove\u201d, Chiara Favotti (ed.) \u2013 Citt\u00e0 Nuova Ed., Roma.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO amor \u00e9 a for\u00e7a mais potente do mundo: desencadeia, ao redor de quem o vive, a pac\u00edfica revolu\u00e7\u00e3o crist\u00e3\u201d. Estas Palavras de Chiara Lubich nos impulsionam, assim como faz este testemunho, a colocar em pr\u00e1tica a Palavra de Vida do m\u00eas.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[909],"tags":[],"class_list":["post-334158","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-focolare-worldwide-2-4"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/334158","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=334158"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/334158\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=334158"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=334158"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=334158"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}