{"id":334550,"date":"2016-05-25T03:00:51","date_gmt":"2016-05-25T01:00:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/quenia-a-escola-de-inculturacao\/"},"modified":"2024-05-16T15:27:55","modified_gmt":"2024-05-16T13:27:55","slug":"quenia-a-escola-de-inculturacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/quenia-a-escola-de-inculturacao\/","title":{"rendered":"Qu\u00eania: a escola de incultura\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/20160525-01.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-138945\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/20160525-01.jpg\" alt=\"20160525-01\" width=\"400\" height=\"277\" \/><\/a>O que \u00e9 a incultura\u00e7\u00e3o hoje?<\/strong> \u00ab\u00c9 a encarna\u00e7\u00e3o da luz do Evangelho nas culturas africanas\u00bb, declarou<a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/news\/2014\/09\/15\/maria-voce\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> Maria Voce<\/a>, dirigindo-se aos 305 participantes da <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/?s=scuola+per+l%27inculturazione\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Escola de Incultura\u00e7\u00e3o<\/a> realizada na semana passada, na <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/news\/2016\/05\/18\/kenya-la-cittadella-mariapoli-piero-oggi\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mari\u00e1polis Piero<\/a>, nos arredores de Nair\u00f3bi (<a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/focolare-worldwide\/africa\/kenya\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Qu\u00eania<\/a>)  A alegria, a surpresa, o entusiasmo s\u00e3o os mesmos desde quando, em 1992, <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Chiara Lubich<\/a> inaugurava a Mari\u00e1polis e, portanto, tamb\u00e9m a Escola de Incultura\u00e7\u00e3o que teria nascido. A fundadora dos Focolares havia imaginado que ali deveria haver um espa\u00e7o para um intenso di\u00e1logo entre o Evangelho e as v\u00e1rias culturas africanas, uma escola que daria um novo impulso \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o.  <strong>O copresidente<\/strong>, <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/news\/2014\/09\/17\/jesus-moran-cepedano\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jes\u00fas Mor\u00e1n<\/a>, <strong>precisou<\/strong>: \u00ab\u201dFazer-se um\u201d \u00e9 o modo mais profundo de incultura\u00e7\u00e3o. Trata-se de uma experi\u00eancia que Chiara fez aqui na \u00c1frica, e que prop\u00f4s como m\u00e9todo para todos n\u00f3s. O \u201cfazer-se um\u201d tem como modelo Jesus, no seu abandono na cruz, quando, por amor \u00e0 humanidade, ele desejou tornar-se nada, um nada de amor. N\u00f3s tamb\u00e9m, como Ele, devemos aprender a tornar-nos nada diante de cada cultura, para depois experimentar que n\u00e3o se trata de um nada que anula, mas de um nada que enriquece\u00bb.  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-138947\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Emmaus-Jesus-Scuola-Inculturazione.jpg\" alt=\"Emmaus Jesus Scuola Inculturazione\" width=\"386\" height=\"268\" \/>Para muitos participantes esta afirma\u00e7\u00e3o continha a resposta aos muitos desafios do continente africano, inclusive o da incultura\u00e7\u00e3o. Mas tamb\u00e9m a resposta ao fen\u00f4meno da globaliza\u00e7\u00e3o. <strong>\u00abA incultura\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria<\/strong> \u2013 reafirmou Mor\u00e1n -. Vivendo a espiritualidade da unidade podemos aproximar-nos da cultura do outro no respeito da sua verdade, e descobrir, no di\u00e1logo, a beleza das diversidades, n\u00e3o somente na \u00c1frica, mas no mundo inteiro\u00bb. \u00abUm mundo \u2013 disse Maria Voce \u2013 que est\u00e1 carregando nas costas muitos sofrimentos pela falta de harmonia e de paz. Com o profundo \u201cfazer-se um\u201d a incultura\u00e7\u00e3o \u00e9 favorecida, e pode representar um caminho poss\u00edvel de reconcilia\u00e7\u00e3o\u00bb.  <strong>Ap\u00f3s 24 anos da sua funda\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00aba escola \u2013 continuou Maria Voce \u2013 ajustou os instrumentos identificados desde o in\u00edcio, chegando \u00e0 sua segunda gera\u00e7\u00e3o\u00bb. E, olhando ao futuro, acrescentou; \u00abestamos entrando numa nova fase da escola, que ver\u00e1 um desenvolvimento ulterior\u00bb.  Essas palavras ressoaram como \u00abum chamado a uma nova consci\u00eancia e responsabilidade\u00bb, para prosseguir no caminho daquela incultura\u00e7\u00e3o que Chiara havia intu\u00eddo em contato com os povos africanos, j\u00e1 desde a d\u00e9cada de 1960. De maneira especial, a presidente dos Focolares deteve-se sobre a compreens\u00e3o que Chiara Lubich teve em 1992, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 luz do Evangelho, uma \u201cluz branca\u201d capaz de penetrar e iluminar as diferentes culturas, fazendo com que se tornem d\u00e1diva rec\u00edproca e dom para o mundo.  \u00abMaria Voce \u2013 <strong>disse Peter, dos Camar\u00f5es<\/strong> &#8211; direcionou o nosso cora\u00e7\u00e3o para a nossa voca\u00e7\u00e3o espec\u00edfica que \u00e9 concretizar a espiritualidade da unidade, que n\u00e3o imp\u00f5e, mas que, como dizia Chiara, \u00e9 uma \u201cluz branca\u201d que ilumina. A globaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 seguindo um processo irrefre\u00e1vel ao qual o que n\u00f3s podemos doar \u00e9 a vida do Evangelho\u00bb.  \u00abVoltando para casa \u2013 <strong>escreveu Nicod\u00e8me, do Burundi<\/strong> \u2013 parece-me entender que devo come\u00e7ar por mim mesmo, vivendo o Evangelho na realidade social e pol\u00edtica, nos conflitos, para ser uma resposta de amor aos anseios de muitos pa\u00edses da \u00c1frica. N\u00e3o podemos esperar\u00bb.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O di\u00e1logo entre o Evangelho e as culturas africanas \u00e0 luz da espiritualidade da unidade. Uma escola realizada nos arredores de Nair\u00f3bi (Qu\u00eania), com estudiosos, te\u00f3logos, antrop\u00f3logos. Presentes tamb\u00e9m Maria Voce e Jesus Mor\u00e1n, presidente e copresidente dos Focolares.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[909],"tags":[],"class_list":["post-334550","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-focolare-worldwide-2-4"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/334550","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=334550"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/334550\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=334550"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=334550"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=334550"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}