{"id":335110,"date":"2017-01-22T04:00:48","date_gmt":"2017-01-22T03:00:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/chiara-lubich-na-igreja-da-memoria\/"},"modified":"2024-05-16T15:30:03","modified_gmt":"2024-05-16T13:30:03","slug":"chiara-lubich-na-igreja-da-memoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/chiara-lubich-na-igreja-da-memoria\/","title":{"rendered":"Chiara Lubich na Igreja da Mem\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p class=\"intro\"><strong><a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/1653.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-147038 alignright\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/1653.jpg\" alt=\"1653\" width=\"386\" height=\"253\" \/><\/a>De 1\u00ba de novembro a 13 de dezembro de 1998<\/strong>, <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/\">Chiara Lubich<\/a> esteve na Alemanha. Esta viagem teve etapas significativas em Aquisgrana (Aachen), Munique, Augsburgo e Berlim, onde foi convidada a encontrar a comunidade evang\u00e9lica. <strong>Propomos alguns trechos do seu discurso<\/strong> do dia 19 de novembro em Berlim, na Igreja da Mem\u00f3ria, no qual indica a lei do amor como via mestra para a unidade dos crist\u00e3os e para o di\u00e1logo com os que creem.<\/p>\n<p> \u00ab(\u2026) <strong>O fato \u00e9 que se n\u00f3s, crist\u00e3os, na aurora do terceiro mil\u00eanio, observarmos a nossa hist\u00f3ria de 2 mil anos<\/strong> e principalmente aquela do segundo mil\u00eanio n\u00e3o podemos deixar de nos entristecer ao constatar como ela muitas vezes foi um alternar-se de incompreens\u00f5es, de brigas, de lutas, que rasgaram em muitos pontos a t\u00fanica sem costuras de Cristo que \u00e9 a sua Igreja. \u00a0De quem \u00e9 a culpa? \u00a0\u00c9 claro que das circunst\u00e2ncias hist\u00f3ricas, culturais, pol\u00edticas, geogr\u00e1ficas, sociais, mas tamb\u00e9m do desaparecimento entre os crist\u00e3os de um elemento unificante, t\u00edpico deles: o amor. \u00c9 a pura verdade.  <strong>Ent\u00e3o, na tentativa de sanar hoje todo o mal, \u00e9 necess\u00e1rio lembrar-se do princ\u00edpio da nossa f\u00e9 comum<\/strong>: Deus Amor, que tamb\u00e9m nos convida a amar. Hoje \u00e9 mesmo Deus Amor que, de certa forma, deve revelar-se novamente, inclusive \u00e0s Igrejas que formamos. De fato, como podemos pensar em amar os outros se n\u00e3o nos sentimos profundamente amados? Se n\u00e3o est\u00e1 viva em todos n\u00f3s, crist\u00e3os, a certeza de que Deus nos ama? <strong>No entanto, Deus n\u00e3o nos ama apenas como crist\u00e3os,<\/strong> mas tamb\u00e9m como Igreja. Deus ama a Igreja por tudo o que ela fez na hist\u00f3ria segundo o seu des\u00edgnio sobre ela, mas tamb\u00e9m \u2013 e este \u00e9 o lado magn\u00edfico da miseric\u00f3rdia de Deus \u2013 Ele ama a Igreja quando lhe foi infiel, permitindo a divis\u00e3o, contanto que hoje cada Igreja busque a plena comunh\u00e3o com as outras Igrejas.  <strong>Foi esta consoladora convic\u00e7\u00e3o que motivou Jo\u00e3o Paulo II,<\/strong> confiando naquele que extrai o bem do mal, a responder \u00e0 pergunta: &#8220;Por que o Esp\u00edrito Santo permitiu todas estas divis\u00f5es?&#8221;, mesmo admitindo que um dos fatores pode ter sido os nossos pecados, acrescentou: &#8220;N\u00e3o poderia ser tamb\u00e9m (&#8230;) que as divis\u00f5es tenham sido (&#8230;) um caminho que levou e leva a Igreja a descobrir as m\u00faltiplas riquezas contidas no Evangelho de Cristo? Talvez \u2013 continua o Papa \u2013 tais riquezas n\u00e3o pudessem vir \u00e0 luz de maneira diferente&#8230;&#8221; .  <strong>Acreditar que Deus \u00e9 Amor tamb\u00e9m para a Igreja.<\/strong> Mas, se Deus nos ama, n\u00f3s n\u00e3o podemos ficar inertes diante de tamanha bondade divina. Como verdadeiros filhos devemos retribuir o seu amor e tamb\u00e9m como Igreja. Cada Igreja com o passar dos s\u00e9culos de certo modo petrificou-se em si mesma pela onda de indiferen\u00e7a, de incompreens\u00e3o, para n\u00e3o falar de \u00f3dio rec\u00edproco. Por isso mesmo cada uma deve ter um suplemento de amor, ali\u00e1s, o povo crist\u00e3o deve ser invadido por uma torrente de amor.  <strong>Amor pelas outras Igrejas e amor rec\u00edproco entre as Igrejas<\/strong>, que leva cada uma a tornar-se uma d\u00e1diva para as outras. Assim podemos prever, na Igreja do futuro, que uma e somente uma ser\u00e1 a verdade, mas expressa de v\u00e1rias maneiras, observada de v\u00e1rios \u00e2ngulos, embelezada por muitas interpreta\u00e7\u00f5es.  <strong>N\u00e3o \u00e9 verdade que uma Igreja ou outra dever\u00e1 &#8220;morrer&#8221;<\/strong> (como se pode temer). Cada uma dever\u00e1 renascer nova na unidade. E viver nessa Igreja em plena comunh\u00e3o ser\u00e1 algo maravilhoso, fascinante como um milagre, que despertar\u00e1 a aten\u00e7\u00e3o e o interesse do mundo inteiro.\u00bb  <a href=\"http:\/\/www.centrochiaralubich.org\/pt\/documentos\/textos\/146-scritto-pt\/2189-viver-do-amor-estimulos-ecumenicos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ler tudo<\/a>\u00a0 Centro Chiara Lubich  &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 semana de ora\u00e7\u00e3o pela unidade dos crist\u00e3os, propomos o discurso da fundadora dos Focolares em Berlim, no dia 19 de novembro de 1998. O amor rec\u00edproco facilita a unidade.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-335110","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/335110","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=335110"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/335110\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=335110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=335110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=335110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}