{"id":335116,"date":"2017-01-25T08:00:50","date_gmt":"2017-01-25T07:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/os-jovens-dos-focolares-falam-de-si\/"},"modified":"2024-05-16T15:30:04","modified_gmt":"2024-05-16T13:30:04","slug":"os-jovens-dos-focolares-falam-de-si","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/os-jovens-dos-focolares-falam-de-si\/","title":{"rendered":"Os jovens dos Focolares falam de si"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/20161117-20_CGGN2_Castelgandolfo_232.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-147272 alignleft\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/20161117-20_CGGN2_Castelgandolfo_232.jpg\" alt=\"20161117-20_CGGN2_Castelgandolfo_232\" width=\"414\" height=\"276\" \/><\/a>\u00ab<strong>Aos seis anos perdi meu pai, morreu na guerra \u2013 conta Ivona, da<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/focolare-worldwide\/europa\/croazia\/\">Cro\u00e1cia <\/a>\u2013. Este foi o per\u00edodo mais dif\u00edcil da minha vida, que fez com que eu me fechasse em mim mesma. Em 2003 conheci o <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chi-siamo\/\">Movimento dos Focolares<\/a> e experimentei a atmosfera de alegria, o amor, e encontrei a for\u00e7a para enfrentar tudo e amar a vida at\u00e9 mesmo quando \u00e9 dif\u00edcil. Quando eu tinha 13 anos no dia anterior ao Ano Novo perdi a consci\u00eancia e fui acabar no hospital. Enquanto esperava os resultados das an\u00e1lises improvisamente encontrei um pequeno ros\u00e1rio na minha m\u00e3o. Hoje, quando penso nisso creio que tenha sido um sinal de Deus para tudo o que eu deveria viver. Foi-me diagnosticada uma forma emocional de epilepsia por causa do choque que vivi quando morreu o meu pai. Por dois meses as minhas noites se passaram entre l\u00e1grimas. Uma noite quando estava rezando o ter\u00e7o, senti que n\u00e3o estava sozinha, que Jesus entendia a minha dor. Naquele momento compreendi o significado das palavras de<a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/\"> Chiara Lubich<\/a> quando se refere a Jesus no momento do seu abandono na cruz<em>: \u201c\u2026 O Seu \u00e9 meu e nada mais. Sua \u00e9 a Dor universal e, portanto, minha \u2026 O que me faz sofrer \u00e9 meu \u2026 Minha a dor de quem est\u00e1 ao meu lado (ela \u00e9 o meu Jesus)\u201d.<\/em> Desde aquele momento fui em frente na vida com paz e alegria, mas sobretudo vivi com Jesus. Atrav\u00e9s da doen\u00e7a, experimentei que Jesus abandonado iluminou toda treva \u2013 como diz Chiara \u2013 e acompanhou toda minha solid\u00e3o. Aceitei a minha doen\u00e7a e me sinto amada por Ele\u00bb.  <strong><a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Zin-Myammar.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-147275 alignright\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Zin-Myammar.jpg\" alt=\"Congresso Gen 2\" width=\"359\" height=\"239\" \/><\/a><\/strong>\u00ab<strong>Eu me chamo Zin de<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/focolare-worldwide\/asia\/myanmar\/\">Myanmar <\/a><strong>e sono uma<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/movimento-dei-focolari\/scelte-e-impegno\/gen\/\">Gen <\/a><strong>budista<\/strong>. Desde setembro me encontro na Escola Gen de Montet, na Su\u00ed\u00e7a. Quando digo que sou budista, as pessoas me perguntam como \u00e9 viver com as outras Gen que s\u00e3o todas crist\u00e3s. Para mim \u00e9 f\u00e1cil aceitar que seguimos religi\u00f5es diferentes. S\u00f3 quando as outras Gen rezam ou v\u00e3o \u00e0 missa, percebo que sou diferente. Para o resto somos iguais: irm\u00e3s que moram na mesma casa. Gostamos de viver o amor m\u00fatuo conforme cada uma entende o Amor: no budismo \u00e9 antes compaix\u00e3o, gentileza e esquecimento de si. Para os crist\u00e3os \u00e9 \u2018o amor ao pr\u00f3ximo\u2019, \u2018ao inimigo\u2019, \u2018o amor rec\u00edproco\u2019, \u2018a Jesus abandonado\u2019. Embora constatando a diversidade no nosso modo de manifestar o amor, \u201csendo o amor\u201d como meta comum, experimentamos a unidade\u00bb.<strong> <\/strong>  \u00ab<strong>Sou Lilia Mayrleny, da etnia Maya Kaqchikel da<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/focolare-worldwide\/america-nord-e-centrale\/guatemala\/\">Guatemala<\/a>, origin\u00e1ria do povo de Patzun. Sou professora de educa\u00e7\u00e3o infantil intercultural bil\u00edngue Kaqchikel (a minha l\u00edngua m\u00e3e) e espanhol (a minha segunda l\u00edngua). O meu pa\u00eds \u00e9 multicultural e multil\u00edngue. Multicultural porque \u00e9 constitu\u00eddo por quatro culturas: Maya, Garifuna, Xinca e ladino; e multil\u00edngue porque se falam 22 l\u00ednguas mayas. Conheci o Movimento dos Focolares quando era pequena, nos encontros Gen 4. Procuro levar o ideal da unidade na vida quotidiana. Estudo na Universidade gra\u00e7as aos meus pais, que vivem comigo a espiritualidade do Focolare, e que me sustentaram para continuar os meus estudos. Esta \u00e9 uma grande conquista, porque nem todas as mulheres da minha comunidade podem continuar os estudos, pela cultura machista que existe. Para n\u00f3s da cultura Maya, s\u00e3o importantes a verdade, a lealdade, o respeito e o amor. Em alguns momentos me senti muito sozinha e sem respostas aos meus \u201cpor qu\u00eas?\u201d. Por\u00e9m, procurando viver o Evangelho descobri que a dor, as tristezas, as desilus\u00f5es, as d\u00favidas, as situa\u00e7\u00f5es imprevistas ou de fraqueza, as prova\u00e7\u00f5es da vida, at\u00e9 mesmo o engano, s\u00e3o muitos semblantes que Jesus sofreu na cruz abandonado. Quando consigo reconhec\u00ea-lo e am\u00e1-lo, as situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis se transformam e nasce a paz em mim\u00bb.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem n\u00e3o faz a experi\u00eancia da dor? O importante, por\u00e9m, \u00e9 o modo como ela \u00e9 enfrentada. Alguns testemunhos de jovens do Movimento dos Focolares, de pa\u00edses, culturas e religi\u00f5es diferentes.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-335116","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/335116","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=335116"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/335116\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=335116"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=335116"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=335116"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}