{"id":335150,"date":"2017-02-11T04:00:23","date_gmt":"2017-02-11T03:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/aldo-baima-a-ardorosa-busca-de-deus\/"},"modified":"2024-05-16T15:30:12","modified_gmt":"2024-05-16T13:30:12","slug":"aldo-baima-a-ardorosa-busca-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/aldo-baima-a-ardorosa-busca-de-deus\/","title":{"rendered":"Aldo Baima: a ardorosa busca de Deus"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/36.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-147810 alignleft\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/36.jpg\" alt=\"36\" width=\"355\" height=\"355\" \/><\/a>\u201c<em>Eu nasci em um vilarejo a mil metros de altitude, aos p\u00e9s dos Alpes do Piemonte.<\/em>\u201d <strong>Com essas palavras Aldo Baima inicia a narrativa da sua vida, demonstrando reconhecimento \u00e0 sua terra natal,<\/strong> onde, desde pequeno, acompanhava os pais quando eles levavam o rebanho aos pastos de alta montanha. Ao concluir o ensino fundamental, a professora conseguiu convencer os pais para que Aldo continuasse os estudos. Primeiro como aluno interno de um col\u00e9gio, depois precisando viajar todos os dias, muitas vezes no vag\u00e3o de transporte de animais: situa\u00e7\u00e3o causada pela guerra.  <strong>Um sacerdote o convidou para participar do grupo de jovens da A\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica<\/strong>. A respeito daquele per\u00edodo Aldo disse: \u201c<em>Foram dez anos de descobertas e entusiasmo apost\u00f3lico<\/em>\u201d, nos quais ele se comprometeu ardorosamente. E, durante o ver\u00e3o ele continuava a cuidar do rebanho nos pastos. Uma turista, notando que ele tinha nas m\u00e3os um livro de teologia lhe perguntou se pensava em tornar-se seminarista. Aldo lhe respondeu: \u201c<em>N\u00e3o, absolutamente n\u00e3o!<\/em>\u201d Ela replicou: \u201c<em>Mas, ent\u00e3o, por que voc\u00ea n\u00e3o prefere ler romances de amor?<\/em>\u201d E ele: \u201c<em>Mas este \u00e9 um maravilhoso romance de amor.<\/em>\u201d  <strong>Ao concluir o ensino m\u00e9dio,<\/strong> come\u00e7ou a trabalhar como professor de ensino fundamental. Iniciou os estudos na Universidade de Turim, cursava pedagogia e filosofia. Naquele per\u00edodo reencontrou um ex-colega de escola que lhe falou sobre uma experi\u00eancia original, iniciada em Trento por um grupo de jovens que \u201ccolocam em pr\u00e1tica o Evangelho.\u201d O di\u00e1logo com o amigo, tamb\u00e9m este contagiado pela novidade daquela vida, tornou-se mais intenso e suscitou questionamentos profundos, tanto que Aldo tomou a decis\u00e3o de colocar, tamb\u00e9m ele, o Evangelho como fundamento da pr\u00f3pria vida. Uma frase chamou a sua aten\u00e7\u00e3o, lendo-a e meditando-a muitas vezes, tornara-se para ele vital: \u201c<em>Cada vez que o fizestes a um desses meus irm\u00e3os mais pequeninos, a mim o fizestes<\/em>\u201d (<em>Mt<\/em> 25,40).  Decididamente empenhou-se para ajudar aqueles que t\u00eam necessidade, descobrindo em cada pessoa pobre um irm\u00e3o, procurando envolver tamb\u00e9m os amigos da sua par\u00f3quia neste estilo de vida. Em julho de 1952 ele passou uma semana no focolare, em Trento; depois foi a Tonadico, pequena cidade nas montanhas, para participar da Mari\u00e1polis. E confidenciou: \u201c<em>Naqueles dias eu tive a intui\u00e7\u00e3o que somente fazendo parte daquela fam\u00edlia, seriam realmente minhas aquela luz e aquela vida, as quais eu n\u00e3o podia mais deixar de lado.<\/em>\u201d Terminou o namoro e decidiu entrar no focolare.  <strong><a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/img473.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-147811 alignright\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/img473.jpg\" alt=\"img473\" width=\"414\" height=\"271\" \/><\/a>Foram muitos anos de generosa doa\u00e7\u00e3o<\/strong> em Turim, Sassari, Roma e, a partir de 1961, na Fran\u00e7a. Pela sua retid\u00e3o moral e espiritual, jovens e adultos encontraram nele um orientador seguro que indicava a dire\u00e7\u00e3o a Deus. Diante de situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis a atitude de Aldo era de escuta profunda. A sua limpidez moral e a sua abertura de alma ao acolher a cultura dos franceses conquistou as pessoas, estabelecendo relacionamentos de verdadeira amizade.<strong> Em 1975 foi ordenado sacerdote. Em 1984 foi para o Centro do Movimento para colaborar na forma\u00e7\u00e3o dos focolarinos<\/strong>.\u00a0Sucessivamente foi para Istambul e, depois, para a Mari\u00e1polis permanente em Montet, na Su\u00ed\u00e7a.  <strong>Em 2001 ele retornou ao Centro do Movimento<\/strong> para servir os focolarinos do mundo inteiro. E, naquele per\u00edodo, iniciou uma progressiva fragilidade da sua sa\u00fade, que assim ele descreveu: \u201c<em>O Pai quer colocar-me em condi\u00e7\u00f5es de entrar, finalmente, no mist\u00e9rio do Abandono e da Ressurrei\u00e7\u00e3o que resulta deste estado<\/em>\u201d.  <strong>Em 2005, escreveu:<\/strong> \u201c<em>Renasceu em mim a certeza de que este ano dedicado a <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/spiritualita-dellunita\/gesu-abbandonato\/\">Jesus Abandonado <\/a>pode ser, tamb\u00e9m para mim, o momento de responder a este novo chamado dele. Tempo de salva\u00e7\u00e3o que procede Dele, tempo de gra\u00e7a que arrasta para dentro da sua chaga, para fazer-nos viver no seio do Pai<\/em>.\u201d  Uma gra\u00e7a que o acompanhou na condi\u00e7\u00e3o de quase imobilidade na qual permaneceu por muitos anos, semelhante a Jesus no abandono que, desde a juventude, Aldo escolhera como ideal da pr\u00f3pria vida. At\u00e9 \u00e0 manh\u00e3 de 12 de janeiro de 2017, quando, com 90 anos, partiu serenamente para o C\u00e9u.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Orientador seguro para muitas pessoas, assim \u00e9 relembrado no 30\u00ba dia do seu falecimento, enquanto se celebra o Dia do Enfermo. Viveu de modo exemplar, por muitos anos, na imobilidade f\u00edsica.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-335150","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/335150","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=335150"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/335150\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=335150"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=335150"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=335150"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}