{"id":345024,"date":"2012-07-15T01:00:50","date_gmt":"2012-07-14T23:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/chiara-lubich-saude-repouso-esporte\/"},"modified":"2024-06-06T12:18:49","modified_gmt":"2024-06-06T10:18:49","slug":"chiara-lubich-saude-repouso-esporte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/chiara-lubich-saude-repouso-esporte\/","title":{"rendered":"Chiara Lubich. Sa\u00fade, repouso, esporte."},"content":{"rendered":"<p><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-67174 alignright\" style=\"margin-left: 10px; border: 0px;\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/20120715-011.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"288\" \/>No livro-entrevista \u2013 publicado na It\u00e1lia pela editora <em>Citt\u00e0 Nuova<\/em> \u2013 Eli Folonari, que morou por mais de 50 anos com Chiara, conta alguns detalhes da sua vida, talvez desconhecidos pela maioria. Uma pequena amostra.<\/p>\n<p><em><strong>Que valor Chiara dava \u00e0 sa\u00fade, ao repouso e ao esporte?<\/strong><\/em> Ela sempre teve uma vida com muitos compromissos e n\u00e3o priva de dificuldades, porque o seu Ideal era uma novidade at\u00e9 para a Igreja. Uma vida espiritual intensa n\u00e3o deixa de ter reflexo inclusive no f\u00edsico. Pessoalmente Chiara fez a experi\u00eancia que a sa\u00fade, esse bem que Deus nos concedeu, deve ser defendida, e que o corpo tamb\u00e9m tem as suas necessidades de repouso e de recreio. Queria que todos cuidassem da alimenta\u00e7\u00e3o, das horas de sono, das terapias&#8230;<\/p>\n<p>De vez em quando interrompia o trabalho que estava fazendo e convidava: \u00abVamos dar um passeio no jardim\u00bb, por 15 minutos ou meia-hora. Depois retomava o trabalho.<\/p>\n<p><em><strong>Ela gostava mais das montanhas do que do mar&#8230;<\/strong> <\/em>Sim, mesmo se \u00e0s vezes, quando est\u00e1vamos em Roma, \u00edamos a Torvaianica, \u00d3stia, Fregene. Ela n\u00e3o repousava muito na praia. Mas um dia \u2013 creio que foi em Rimini \u2013 observou: <em>\u00abO mar traz um sentimento de infinito, enquanto que as montanhas limitam. Por\u00e9m<\/em> \u2013 acrescentou \u2013<em> levam para o alto\u00bb<\/em>. Em suma, ela preferia as montanhas. Chiara lembrava de quando subiu a montanha Paganella, com seu pai, ou quando, nos arredores de Trento, sentava-se aos p\u00e9s de um pinheiro para conversar com uma ou outra de suas primeiras companheiras.<\/p>\n<p><em><strong><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-67171\" style=\"margin-right: 10px; border: 0px;\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/20120715-03.jpg\" alt=\"\" width=\"314\" height=\"210\" \/>Gostava de andar?<\/strong><\/em> Caminhava mais do que todas n\u00f3s, no in\u00edcio at\u00e9 passeios longos. A h\u00e9rnia de disco que a acometeu em 1973 aconteceu ao pegar um atalho, porque teve que descer por um caminho muito r\u00edspido e acidentado.<\/p>\n<p><em><strong>E remar?<\/strong><\/em> N\u00e3o, n\u00e3o era da \u00e1gua, como uma boa trentina. Mesmo se, durante as f\u00e9rias na Su\u00ed\u00e7a, os longos e lindos passeios de barco no lago de Genebra ou de Brienz, eram ocasi\u00f5es para falar de \u201ccoisas belas\u201d aos seus primeiros companheiros.<\/p>\n<p><em><strong>Andar de carro era repousante para ela?<\/strong><\/em> Sim, ela relaxava bastante. Mas com frequ\u00eancia tamb\u00e9m trabalhava no carro, escrevia ou lia.<\/p>\n<p><em><strong>Como repousava no ritmo do dia-a-dia?<\/strong> <\/em>Raramente escutava m\u00fasica ou fazia alguma leitura leve. Era mais comum ver TV ou assistir algum filme, n\u00e3o s\u00f3 de temas religiosos, ela gostava do estilo policial: \u201cO Inspetor Derrick\u201d, \u201cO tenente Colombo\u201d&#8230; ou ent\u00e3o, na TV, assistia a algum evento esportivo. N\u00e3o torcia por nenhum time em especial, mas sabia distinguir quem jogava bem ou mal.<\/p>\n<p><em><strong>Ela organizava momentos de recrea\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/em> Sim, tendo uma vida muito intensa, ela gostava de passar algum tempo com os primeiros e as primeiras companheiras, para descansar um pouco; mas isso n\u00e3o tira o fato que para ela fosse sempre&#8230; um compromisso. \u00c0s vezes dizia: \u00abVir\u00e3o algumas pessoas para o almo\u00e7o, \u00e9 preciso sustentar duas horas&#8230; preparem alguma coisa\u00bb. E ent\u00e3o, enquanto Doni procurava alguma anedota eu me encarregava de encontrar, nos relat\u00f3rios, algum fato interessante para contar.<\/p>\n<p><em><strong><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-67172 alignright\" style=\"margin-left: 10px; border: 0px;\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/20120715-04.jpg\" alt=\"\" width=\"314\" height=\"219\" \/>Tinha um prato preferido?<\/strong><\/em> Ela gostava de presunto cru e de macarr\u00e3o. N\u00e3o gostava muito de carne e de peixe, nem de comidas muito elaboradas. Preferia coisas simples, como batatas. Sua m\u00e3e contava que quando era pequenina e ainda n\u00e3o sabia quase falar, j\u00e1 dizia \u201cba-ta-ta\u201d. Tamb\u00e9m gostava bastante de sorvetes.<\/p>\n<p><em><strong>Desde muito jovem, como percebe-se pelos seus di\u00e1rios, Chiara sempre teve muito presente a ideia da morte. E isso a impulsionava a viver mais intensamente o momento que tinha \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, como prepara\u00e7\u00e3o para a outra vida.<\/strong><\/em> Sim, a viver com mais intensidade. Nas cartas dos primeiros tempos o <em>leit motiv<\/em> era sempre o mesmo: tudo passa, a vida \u00e9 breve e temos pouco tempo. Chiara escreveu \u00e0 sua m\u00e3e: \u00abSe eu morrer continue voc\u00ea o meu Ideal\u00bb.<\/p>\n<p>Retirado de <em>\u201cA partitura escrita no c\u00e9u. <\/em><em>Cinquenta anos com Chiara Lubich\u201d<\/em>, Giulia Eli Folonari, <em>Citt\u00e0 Nuova Editrice<\/em>, 2012.<\/p>\n<p><em>Foto: <strong>\u00a9<\/strong> Arquivo fotogr\u00e1fico <a href=\"http:\/\/www.centrochiaralubich.org\/pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Centro Chiara Lubich<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste per\u00edodo de ver\u00e3o no hemisf\u00e9rio norte, um aspecto da vida de Chiara Lubich contado por Eli Folonari no livro \u201cA partitura escrita no c\u00e9u\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-345024","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/345024","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=345024"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/345024\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=345024"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=345024"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=345024"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}