{"id":345612,"date":"2013-03-13T15:00:06","date_gmt":"2013-03-13T14:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/chiara-lubich-atualidade-ler-o-proprio-tempo\/"},"modified":"2024-06-06T12:20:40","modified_gmt":"2024-06-06T10:20:40","slug":"chiara-lubich-atualidade-ler-o-proprio-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/chiara-lubich-atualidade-ler-o-proprio-tempo\/","title":{"rendered":"Chiara Lubich. Atualidade: ler o pr\u00f3prio tempo"},"content":{"rendered":"<p><img alt=\"\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-81723 alignleft\" style=\"margin-right: 10px\" src=\"https:\/\/www.focolare.org\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/ChiaraLubich_thumb.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"308\" \/>Para <a href=\"https:\/\/www.focolare.org\/pt\/chiara-lubich\/chi-e-chiara\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Chiara Lubich<\/strong><\/a> (1920-2008) a atualidade era caminho privilegiado para ler os \u201csinais dos tempos\u201d, abertura \u00e0 eternidade, aten\u00e7\u00e3o a cada homem singularmente, pequeno ou grande protagonista da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Testemunham isso as numerosas entrevistas e artigos escritos na revista \u201c<a href=\"http:\/\/www.cidadenova.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Cidade Nova<\/strong><\/a>\u201d, desde 1956, ano da funda\u00e7\u00e3o da edi\u00e7\u00e3o italiana e dos seus primeiros artigos, at\u00e9 2005, data da \u00faltima publica\u00e7\u00e3o escrita por ela. Dentre estas foram escolhidas cerca de trinta, de onde emerge, com evid\u00eancia, que a intui\u00e7\u00e3o inicial jamais abandonou Chiara: <strong>seguir a atualidade significa descobrir\u00a0<strong>a m\u00e3o de Deus<\/strong> na hist\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n<p>Um texto que traz um m\u00e9todo de interpreta\u00e7\u00e3o dos fatos e das not\u00edcias, para dar, como ela fez, a pr\u00f3pria contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 sociedade.<\/p>\n<p>L\u00ea-se no pref\u00e1cio, assinado pelo organizador da obra, <strong>Michele Zanzucchi<\/strong>, diretor da edi\u00e7\u00e3o italiana de Cidade Nova:<\/p>\n<p><strong>\u00abChiara Lubich nutria t\u00e3o grande aten\u00e7\u00e3o e respeito pela verdade que n\u00e3o tolerava nada que ofuscasse ou distorcesse a realidade.<\/strong> Lia, ent\u00e3o, os \u201csinais dos tempos\u201d \u2013 express\u00e3o que apreciava muito \u2013 dando espa\u00e7o ao seu esp\u00edrito prof\u00e9tico, para encontrar ensinamentos para o presente. N\u00e3o por ocaso usava com frequ\u00eancia em seus textos as palavras \u201choje\u201d, \u201cpresente\u201d, \u201catualidade\u201d [&#8230;] espa\u00e7o soberano da manifesta\u00e7\u00e3o de Deus na hist\u00f3ria. Leiam-se, por exemplo, os artigos escritos ap\u00f3s o ataque \u00e0s Torres G\u00eameas, para entender quanto possu\u00eda um olhar prof\u00e9tico e contracorrente.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o fazia economia do passado, dos ensinamentos da hist\u00f3ria. Percebia-se nela a profundidade de toda a vicissitude humana quando falava de atualidade: o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico de pensamento e de eventos alegres ou tr\u00e1gicos da humanidade era para ela essencial para entender bem o \u201cnovo\u201d que se manifestava, e, de consequ\u00eancia, tamb\u00e9m a novidade trazida pelo carisma que o Esp\u00edrito confiara a ela.<\/p>\n<p>O seu olhar n\u00e3o esquecia jamais o amor pelo homem [&#8230;]. N\u00e3o escrevia tanto para comentar a atualidade, mas para construir a conviv\u00eancia social. Para edificar, como ela dizia, \u201cum mundo mais unido\u201d\u00bb.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>50 anos de hist\u00f3ria atrav\u00e9s de artigos escritos para Cidade Nova. Uma leitura prof\u00e9tica e grandes testemunhas do nosso tempo. Um novo livro lan\u00e7ado pela editora italiana &#8220;Citt\u00e0 Nuova&#8221;, no 5\u00ba anivers\u00e1rio da partida de Chiara.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-345612","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/345612","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=345612"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/345612\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=345612"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=345612"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=345612"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}