{"id":346352,"date":"2013-12-21T04:00:28","date_gmt":"2013-12-21T03:00:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.focolare.org\/apelo-ao-misterio-do-natal\/"},"modified":"2024-06-06T12:22:59","modified_gmt":"2024-06-06T10:22:59","slug":"apelo-ao-misterio-do-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/apelo-ao-misterio-do-natal\/","title":{"rendered":"Apelo ao mist\u00e9rio do Natal"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00abO Natal \u00e9 o mist\u00e9rio sublime do amor de um Deus<\/strong> que amou tanto os homens ao ponto de se fazer homem. Como est\u00e1 escrito, o mist\u00e9rio da Encarna\u00e7\u00e3o \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o da <em>excessiva<\/em> caridade de Deus. Para abra\u00e7ar a todos com esta caridade, Ele, nascendo numa gruta, no meio de animais, tornou-se inferior a todos: os pobres mais pobres contemplaram-no abaixo da sua pr\u00f3pria mis\u00e9ria.  <strong>Celebrar o Natal<\/strong> significa reavivar a consci\u00eancia do amor trazido por Jesus do c\u00e9u \u00e0 terra, e distribu\u00eddo por Ele com a vida e com a palavra. Hoje, existe uma necessidade especial de reavivar \u2013 e purificar \u2013 o conceito do amor, porque a conviv\u00eancia humana corre o risco de ser cada vez mais triste na medida em que carece de amor. O amor coloca o homem ao n\u00edvel de Cristo; o bem (ou o mal) feito ao pr\u00f3ximo \u00e9 avaliado, no julgamento supremo, como feito a Cristo.  Ora, da pen\u00faria de amor \u2013 desta incapacidade de querer-se bem \u2013, destila-se o t\u00e9dio, com a tristeza. <strong>Devolver hoje o amor aos irm\u00e3os \u00e9 devolver-lhes a alegria<\/strong>, a paz, a vida, e por isso o Natal renova o sabor da inoc\u00eancia e da simplicidade; redescobre aquela fonte de alegria que \u00e9 Cristo entre n\u00f3s, como no pres\u00e9pio, entre Maria, Jos\u00e9 e os pastores.  <strong>O Senhor nasceu para que n\u00f3s renasc\u00eassemos.<\/strong> Ele \u00e9 a vida, e n\u00f3s est\u00e1vamos \u2013 estamos &#8211;\u00a0 nas trevas. Passamos das trevas para a vida se amarmos os irm\u00e3os. O empenho crist\u00e3o exige hero\u00edsmo, um resgate contra a mediocridade, uma vit\u00f3ria sobre o compromisso de conveni\u00eancia. Quer vida na liberdade, que \u00e9 liberdade do mal, contudo, apresenta-se como prostra\u00e7\u00e3o de for\u00e7as f\u00edsicas, fracasso econ\u00f4mico, desilus\u00f5es nos relacionamentos humanos, desola\u00e7\u00e3o no meio do mundo\u2026  O importante \u00e9 n\u00e3o ceder, talvez ningu\u00e9m dir-te-\u00e1 \u00abmuito bem\u00bb! As honras apontam para outros lados. Pode ser que algumas pessoas te chamem fan\u00e1tico ou ing\u00eanuo. Tu dever\u00e1s extrair de toda a desola\u00e7\u00e3o que te invade, uma mais ardente fome de Deus, e assim ganhas est\u00edmulos.  <strong>Existem frases simples e profundas<\/strong>, da profundidade do divino, que exprimem esta tarefa. Frases de Jesus: \u00abV\u00f3s sois o <em>sal<\/em> da terra\u2026\u00bb. \u00abV\u00f3s sois a <em>luz<\/em> do mundo\u2026\u00bb. O sal d\u00e1 sabor aos alimentos escondendo-se neles. A luz ilumina, como o sil\u00eancio que, penetrando, clareia.  A conduta do crist\u00e3o deve ser tal ao ponto de dar sabor (um sal) e uma dire\u00e7\u00e3o \u00e0 vida (de outro modo, n\u00e3o se sabe o que se faz na vida).  <strong>N\u00e3o se pode deixar de pensar nas mis\u00e9rias do mundo<\/strong>, dadas em grande parte \u00e0 falta de amor\u2026 O amor \u00e9 vida para o homem. Em Jesus foi o Amor que, encarnando-se em Maria, assumiu a nossa humanidade, inserindo nela a vida de Deus\u00bb.  Igino Giordani em: Citt\u00e0 Nuova, 25.12.1967 \u2013 n.23\/24<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste escrito de 1967, Igino Giordani convida-nos a refletir sobre o mist\u00e9rio do Natal: Deus que se faz homem. Um convite a reavivar em n\u00f3s o amor para dar a todos alegria e paz.<\/p>\n","protected":false},"author":27,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"give_campaign_id":0,"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[129],"tags":[],"class_list":["post-346352","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346352","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/27"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=346352"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346352\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=346352"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=346352"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.focolare.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=346352"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}