«A Virgem Maria […] é reconhecida e honrada como verdadeira Mãe de Deus Redentor. Remida de um modo mais sublime, em atenção aos méritos de seu Filho, e unida a Ele por um vínculo estreito e indissolúvel, foi enriquecida com a excelsa missão e dignidade de Mãe de Deus Filho; é, por isso, filha predileta do Pai e templo do Espírito Santo, e, por este insigne dom da graça, leva vantagem à todas as demais criaturas do céu e da terra». (Lumen Gentium, 53)

«É a primeira entre os humildes e pobres do Senhor, que confiadamente esperam e recebem a salvação de Deus». (Lumen Gentium, 55)

«A bem-aventurada Virgem avançou pelo caminho da fé, mantendo fielmente a união com seu Filho até à cruz. Junto desta esteve, não sem desígnio de Deus, padecendo acerbamente com o seu Filho único, e associando-se com coração de mãe ao Seu sacrifício…» (Lumen Gentium, 58)

«O amor e a veneração da Mãe de Deus é a alma da piedade ortodoxa, o seu coração que aquece e vivifica todo o corpo. O cristianismo ortodoxo é a vida em Cristo e em comunhão com a sua Mãe puríssima […] o amor a Cristo que não se pode separar do amor da Mãe de Deus […] Quem não venera Maria tampouco conhece Cristo, e uma fé em Cristo que não inclui a veneração da Mãe de Deus, é uma outra fé, um outro cristianismo que não o da igreja». (S. Bulgakov: L’Ortodossia, p. 356)

«Em Maria está presente o sim da humanidade inteira, e este sim incondicional é um cálice que se oferece, que acolhe e que transmite. E assim ela, que viveu a hora de Deus, que pronunciou várias vezes o sim da aceitação, que carregou em si o verbo, é agora Mãe da misericórdia, Saúde dos enfermos e Refúgio dos pecadores, rainha dos apóstolos e da paz, Mãe de todos nós e imagem viva da Igreja». (Klaus Hemmerle, Scelto per gli uomini, p. 156)

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