Movimento dos Focolares
Bem-vindos a Madri!

Bem-vindos a Madri!

Queridos jovens, chegou o dia tão esperado: a inauguração da XXVI Jornada Mundial da Juventude. Após um longo caminho de preparação, finalmente vocês estão aqui, em Madri, metrópole linda e moderna, que nestes dias será a capital da juventude católica do mundo inteiro… “Bendito o que vem no nome do Senhor!” (Sal 118,26). Com estas palavras do salmista dou-lhes uma cordial e afetuosa saudação por parte do Pontifício Conselho para os Leigos, o decastério da Santa Sé ao qual o Papa confiou a organização dos encontros mundiais de jovens. Dirijo um pensamento de gratidão aos bispos de vocês, aos sacerdotes, religiosos e religiosas, e também aos leigos que os acompanharam, e que os guiaram na trajetória de preparação espiritual a esta grande aventura da fé, que viveremos juntos esses dias. Vocês trouxeram, para este encontro com o Santo Padre, os projetos e esperanças de vocês, mas também as inquietações, as preocupações com as escolhas que deverão fazer… serão dias inesquecíveis, de descobertas importantes e decisões decisivas para as suas vidas. A nossa reflexão e as nossas orações nesses dias, serão direcionadas pela palavra de São Paulo, que vocês bem conhecem: “Enraizados e edificados em Cristos, firmes na fé…” (Cfr Col 2,7). É uma palavra muito comprometedora, porque contem um programa preciso de vida para cada um de nós! Aqui, no centro das nossas reflexões, estará a fé. Porque a fé é um fator decisivo na vida de cada homem. Tudo muda se Deus existe ou não existe! A fé é a raiz que nos nutre com a linda vital da Palavra de Deus e dos sacramentos; é o fundamento, a rocha sobre a qual a vida deve ser construída, a bússola segura que guia as nossas escolhas e dá uma orientação decisiva à nossa vida. Mas hoje muitos se perguntam: no nosso mundo, que tantas vezes rejeita Deus e vive como se Deus não existisse, a fé ainda é possível?Queridos jovens! Vocês vieram a Madri, dos ângulos mais remotos do planeta, para dizer a alta voz, ao mundo inteiro – e em especial a esta Europa que dá sinais de uma profunda desorientação – o seu “sim” convicto! “Sim”, a fé é possível! E não só, é uma aventura maravilhosa, que nos permite descobrir toda a grandeza e a beleza da nossa vida. Porque Deus, que se revelou no rosto de Cristo, não diminui o homem, mas o exalta além de qualquer medida, além de toda a imaginação! Nestes dias, junto com os apóstolos, queremos todos gritar ao Senhor: “Aumenta a nossa fé!” (Lc 17,5). Queremos também rezar, com santo Anselmo: Senhor, “ensina-me a buscar-te e mostra-te a mim que te procuro. Eu não posso buscar-te se não me instruis, nem encontrar-te se não te mostras” (Proslogion 1,1). Na expectativa da chegada do Papa Bento XVI, acolhemos nesta tarde um hóspede especial da JMJ de Madri: o Bem-aventurado João Paulo II, que retorna no meio de vocês, jovens que ele tanto amou, e que foi tão amado por vocês. Ele volta como Patrono e Protetor, em quem vocês podem confiar. Voltou como um amigo – um amigo exigente, como ele amava definir-se… Veio para dizer-lhes, mais uma vez, com muito afeto: “Não tenham medo! Escolher Cristo na vida é conquistar a pérola preciosa do Evangelho, pela qual vale a pena dar tudo!”. Queridos jovens! A JMJ de Madri 2011 começou! Repito: Sejam todos bem-vindos a Madri! Card. Stanisław Ryłko Madri, Praça Cibeles, 16 de agosto de 2011 Presidente do Pontifício Conselho para aos Leigos Fotogalleria

Bem-vindos a Madri!

JMJ: festa em Barcelona com o Gen Rosso

No contexto da Jornada Mundial da Juventude, a banda internacional Gen Rosso apresentou-se no dia 13 de agosto, para um público de mais de 30 mil jovens. Eles vieram à Espanha, do mundo inteiro, para a preparação, junto aos jovens catalães e de toda a Espanha, da XXVI edição do grande evento, que já iniciou. «A maioria dos jovens que passaram esses dias de convivência, em Barcelona – escreveram os membros do Gen Rosso – provinha da França, Itália, Alemanha, República Tcheca, Polônia, Bélgica… mas também da Austrália, Indonésia, Brasil, Canadá, Uganda, Síria…». O cardeal de Barcelona, D. Luis Martinez Sistach, acabara de lançar um desafio aos jovens: «Estar presentes em toda parte, amando todas as pessoas, sem nenhuma distinção, mas com um amor preferencial pelos pobres», encorajando-os a imitar Jesus, sob o exemplo de Maria. « “Amar as pessoas sem nenhuma distinção” – continuam os dos Gen Rosso – pareceu-nos um ótimo ingresso para o nosso show da tarde». Não é a primeira vez que a banda se apresenta nas Jornadas Mundiais da Juventude, e perguntamos a eles o que esperam desta, feita em Madri: «Os jovens hoje reagem a um sistema que não pensa neles; a JMJ é mais uma expressão de rebelião, mas não contra alguma coisa ou alguém, e sim a favor dos valores evangélicos que Jesus nos deixou». Tendo voltado de turnês em Cuba, Jamaica, China, Marrocos… perguntamos a impressão dessas viagens: «Haveria muito o que dizer… mas vamos fazer só uma SMS! Um denominador comum, que encontramos aqui também, é constatar que um mundo unido é possível, que não é uma utopia. Embora em países tão diferentes, encontramos jovens super disponíveis a partilhar os nossos valores e a somar-se ao ideal da fraternidade universal». O show que vocês apresentaram é novo, “Dimensão indelével”. Do que se trata, o que vocês pretendem transmitir ao público? «Como sempre, o Gen Rosso procura doar a sua identidade por meio dos shows. “Dimensão indelével” tem algo a mais: quer transmitir as milhares de marcas que o contato direto com muitíssimos jovens, no mundo inteiro, deixou dentro de nós. Muitos deles passaram a fazer parte da nossa vida e nós das deles. Esta “dimensão” chega ao coração dos que nos assistem». Um jornal catalão, um dia após o show do dia 13, salientou a internacionalidade do grupo, vivida na fraternidade, como o elemento mais necessário para a construção de uma sociedade coesa. «Temos o coração cheio de gratidão a Deus – concluíram – por nos ter dado este primeiro momento, tão lindo, com os jovens em Barcelona. Encontramos uma Igreja jovem e viva! Agora Madri nos espera!».

Bem-vindos a Madri!

Chiara Lubich na JMJ na Polônia 1991

Caríssimos jovens, Neste primeiro momento devemos cumprir um dever que a Igreja nos deu, isto é: aprofundar o tema específico desta Jornada e apresentar o nosso Movimento, pelo menos o seu sector juvenil, a quem ainda não o conhece. Devemos aprofundar o tema e nas canções já ouviram que o seu título é: “Recebestes um espírito de filhos” (Rom 8, 15). E, depois, devemos apresentar o Movimento. De facto o carisma do Movimento dos Focolares faz essencialmente isto: sensibiliza as pessoas dando-lhes uma nova consciência de que são filhos de Deus e que o são hoje, segundo os Seus planos para o nosso tempo. Este carisma repete-nos: “Recebestes um espírito de filhos”. Recordemos o início do Movimento. No contexto da Segunda Guerra Mundial que semeava por toda a parte uma total destruição, eis a grande – por assim dizer – revelação que o Espírito Santo nos fez: Brilha sobre vós um sol radiosíssimo: é Deus! Deus que é Amor, Deus que vos ama imensamente, que conta até os cabelos da vossa cabeça… Ele é vosso Pai e vós sois seus filhos. E uma fé fortíssima no amor de Deus por eles, invadiu desde então a alma dos primeiros membros do Movimento. Uma fé que depois, todos os que foram aderindo ao Movimento ao longo dos anos, também sentiram irromper potente do próprio coração. Fé que deu a todos a força de arriscar tudo na vida para serem fiéis a tão extraordinária vocação: comportar-se como filhos de Deus; levar uma vida em união com o Pai do Céu. Ver em Deus-Pai, em Deus-Amor, o Ideal das suas vidas. Puseram-nO então acima de todos os pensamentos e deram-Lhe o primeiro lugar no coração. E, fazendo assim, todas as suas aspirações foram plenamente satisfeitas. Com Ele encontraram a plenitude da alegria, a felicidade; aquela felicidade a que hoje os jovens de todas as latitudes aspiram como ao seu próprio ideal, mas que raramente alcançam porque a buscam muitas vezes na posse dos bens, no “ter” mais do que no “ser”; procuram-na no divertimento ou em metas puramente terrenas. Os nossos jovens procuram mirar bem alto e, tudo o que outros julgam não poder alcançar, eles têm a esperança de obter e trabalham nesse sentido. Podem testemunhar ao mundo inteiro (e desejam fazê-lo antes de tudo aos seus coetâneos, que são vocês) que, por viverem como filhos de Deus, possuem o talento por excelência, uma força interior superior, uma confiança nova, que os ajuda a ver possíveis as metas a que hoje os jovens aspiram. Além disso os nossos jovens, sabendo que Deus não criou apenas o universo e as suas pessoas mas está presente e conduz a história, estão convencidos de que Ele tem projectos maravilhosos também sobre cada um deles. Então, enquanto os jovens de hoje, na sua maioria, só pensam no futuro imediato, só tomam decisões pouco duradouras e adiam as opções mais sérias, os nossos jovens programam as suas vidas mas não unicamente segundo os seus esquemas. Pelo contrário, procuram harmonizar o seu agir pessoal com a acção da providência de Deus no mundo. Sintonizam-se portanto na onda da Sua divina vontade e vivem-na plenamente, cientes de se terem encaminhado com todos os outros por uma divina e maravilhosa aventura.

Bem-vindos a Madri!

Projeto Ratan, no Brasil

«Meu nome é Sandra, há 30 anos sou uma empresária, atualmente proprietária e diretora de três empresas na área artesanal. Trabalho como designer com fibras tropicais da Amazônia e desenvolvo pesquisas nesta área. Sempre fui sensível às necessidades das pessoas menos favorecidas. Diria que faz parte da minha natureza dedicar-me aos que mais precisam de ajuda e de solidariedade. Ainda muito jovem trabalhei com detentos de um presídio, e depois, como diretora de empresa, sempre busquei transmitir os meus conhecimentos para a promoção de outras pessoas, oferecendo uma formação profissional e ocasião de trabalho. Em 1999 uma tragédia familiar transformou completamente a minha vida. De um momento a outro aquela ilha maravilhosa onde eu vivia, desabou. Faltou-me o chão embaixo dos pés. Fiquei desesperada. Naquele momento dramático, de grande sofrimento, aprofundou-se o meu relacionamento com algumas amigas do Movimento dos Focolares, que conhecera três anos antes. Encontrei grande sustento entre elas e, aos poucos, comecei a me reerguer. Conhecendo a experiência de Chiara Lubich senti que um reflexo da sua luz me dava a esperança de encontrar uma saída no fim daquele túnel. O seu era um exemplo contagiante, e assim tive a força para recomeçar. Em 2009 participei do Congresso do Diálogo, com pessoas de convicções não religiosas, na Mariápolis Ginetta, centro do Movimento dos Focolares, próximo a São Paulo. Foi a partir dali que me senti motivada e comecei a colaborar concretamente. Abriu-se a possibilidade de iniciar um curso para a realização de trabalhos manuais com fibra de coco e palha de buriti. Sendo proveniente de uma família de artesãos e especialista em trabalhos com fibras vegetais, procuro desenvolver um trabalho que, além de valorizar a mão de obra e consequentemente o ser humano, garanta a preservação do meio ambiente. Atualmente o nosso laboratório, no município de Vargem Grande Paulista, a 50 quilômetros da capital, funciona três vezes por semana com um grupo de oito jovens. É monitorado por uma funcionária da minha empresa e eu mesma faço a supervisão e orientação dos designs. São produtos de decoração, como bandejas, caixas, etc., que utilizam a técnica de entrelaçamento das fibras. Na conclusão do curso fizemos uma tarde cultural, com a apresentação dos trabalhos e a venda de alguns objetos. Este ano iniciamos outra etapa do curso, ampliando os trabalhos. Sendo um curso profissionalizante os jovens terão chance de inserir-se no mercado de trabalho. Está crescendo o número das inscrições. Esta atividade é um verdadeiro presente para mim. Compreendo que eu também recebo e, às vezes, muito mais do que eles. Sinto uma imensa alegria por poder colaborar. Desde quando comecei a me dedicar a esses trabalhos eu renasci e, até quando viver desejo continuar a trabalhar por esta causa». S. G.

Bem-vindos a Madri!

Papa Bento aos jovens da JMJ

Milhares de jovens, do mundo inteiro, dentro de poucos dias estarão em Madri para a Jornada Mundial da Juventude 2011. Entre os numerosos voluntários, que estão concluindo os últimos detalhes, existe muita alegria. Parece que tudo já está pronto, basta seguir as postagens no Facebook ou no Twitter, ou dar uma olhada no site oficial. O Santo Padre escolheu como título e aprofundamento da JMJ 2011, uma frase tomada do apóstolo Paulo: “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (Col 2,7). Retomamos algumas passagens da sua mensagem, datada em 6 de agosto do ano passado, e que vale muito a pena ler por inteiro. “… Agora o nosso olhar dirige-se para a próxima Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em Madri, em Agosto de 2011. Já em 1989, poucos meses antes da histórica derrocada do Muro de Berlim, a peregrinação dos jovens fez etapa na Espanha, em Santiago de Compostela. (…). Gostaria que todos os jovens, quer os que compartilham a nossa fé em Jesus Cristo, quer todos os que hesitam, que estão na dúvida ou não creem n’Ele, pudessem viver esta experiência, que pode ser decisiva para a vida: a experiência do Senhor Jesus ressuscitado e vivo e do seu amor por todos nós. (…) Numerosos jovens sentem o desejo profundo de que as relações entre as pessoas sejam vividas na verdade e na solidariedade. Muitos manifestam a aspiração por construir relacionamentos de amizade autêntica, por conhecer o verdadeiro amor, por fundar uma família unida, por alcançar uma estabilidade pessoal e uma segurança real, que possam garantir um futuro sereno e feliz… Sim, a procura de um posto de trabalho e com ele poder ter uma certeza, é um problema grande e urgente, contudo a juventude permanece a idade na qual se está em busca da vida maior. Se penso nos meus anos de então: simplesmente não nos queríamos perder na normalidade da vida burguesa. Queríamos o que é grande, novo. Queríamos encontrar a própria vida na sua vastidão e beleza… Faz parte do ser jovem desejar algo mais do que a vida quotidiana regular… Trata-se apenas de um sonho vazio que esvaece quando nos tornamos adultos? Não, o homem é verdadeiramente criado para aquilo que é grande, para o infinito. Qualquer outra coisa é insuficiente. Santo Agostinho tinha razão: o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Ti. O desejo da vida maior é um sinal do fato que foi Ele quem nos criou, de que temos a Sua «marca». Deus é vida, e por isso todas as criaturas tendem para a vida; de maneira única e especial a pessoa humana, feita à imagem de Deus, aspira pelo amor, pela alegria e pela paz. (…) Vós sois o futuro da sociedade e da Igreja! Como escrevia o apóstolo Paulo aos cristãos da cidade de Colossos, é vital ter raízes, bases sólidas! E isto é particularmente verdadeiro hoje, quando muitos não têm pontos de referência estáveis para construir a sua vida, tornando-se assim profundamente inseguros. O relativismo difundido, segundo o qual tudo equivale e não existe verdade alguma, nem qualquer ponto de referência absoluto, não gera a verdadeira liberdade, mas instabilidade, desorientação, conformismo às modas do momento. Vós jovens tendes direito de receber das gerações que vos precedem pontos firmes para fazer as vossas opções e construir a vossa vida, do mesmo modo como uma jovem planta precisa de um sólido apoio para que as raízes cresçam, para se tornar depois uma árvore robusta, capaz de dar fruto. Para ressaltar a importância da fé na vida dos crentes, gostaria de me deter sobre cada uma das três palavras que São Paulo usa nesta sua expressão: «Enraizados e fundados em Cristo… firmes na fé» (cf. Cl 2, 7). Nela podemos ver três imagens: «enraizado» recorda a árvore e as raízes que a alimentam; «fundado» refere-se à construção de uma casa; «firme» evoca o crescimento da força física e moral. Trata-se de imagens muito eloquentes. (…) Queridos amigos, construí a vossa casa sobre a rocha, como o homem que «cavou muito profundamente». Procurai também vós, todos os dias, seguir a Palavra de Cristo. Senti-O como o verdadeiro Amigo com o qual partilhar o caminho da vossa vida. Com Ele ao vosso lado sereis capazes de enfrentar com coragem e esperança as dificuldades, os problemas, também as desilusões e as derrotas. (…) «Antes de mais, a fé é uma adesão pessoal do homem a Deus. Ao mesmo tempo, e inseparavelmente, é o assentimento livre a toda a verdade revelada por Deus» (Catecismo da Igreja Católica, n. 150). Assim podereis adquirir uma fé madura, sólida, que não estará unicamente fundada num sentimento religioso ou numa vaga recordação da catequese da vossa infância. Podereis conhecer Deus e viver autenticamente d’Ele, como o apóstolo Tomé, quando manifesta com força a sua fé em Jesus: «Meu Senhor e meu Deus!». «Cada crente é, assim, um elo na grande cadeia dos crentes. Não posso crer sem ser motivado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo também para guiar os outros na fé» (Catecismo da Igreja Católica, n. 166). (…) E a vitória que nasce da fé é a do amor. Quantos cristãos foram e são um testemunho vivo da força da fé que se exprime na caridade; foram artífices de paz, promotores de justiça, animadores de um mundo mais humano, um mundo segundo Deus; comprometeram-se nos vários âmbitos da vida social, com competência e profissionalismo, contribuindo de modo eficaz para o bem de todos. A caridade que brota da fé levou-os a dar um testemunho muito concreto, nas ações e nas palavras: Cristo não é um bem só para nós próprios, é o bem mais precioso que temos para partilhar com os outros. Na era da globalização, sede testemunhas da esperança cristã em todo o mundo (…). Também vós, se acreditardes, se souberdes viver e testemunhar a vossa fé todos os dias, tornar-vos-eis instrumentos para fazer reencontrar a outros jovens como vós o sentido e a alegria da vida, que nasce do encontro com Cristo! A opção de crer em Cristo e de O seguir não é fácil; é dificultada pelas nossas infidelidades pessoais e por tantas vozes que indicam caminhos mais fáceis. Não vos deixeis desencorajar, procurai antes o apoio da Comunidade cristã… Amados jovens, a Igreja conta convosco!     Benedictus PP. XVI

Vaticano, 6 de Agosto de 2010