Movimento dos Focolares

Senhor, em ti depositei a minha esperança

Mar 24, 2018

Um pensamento de Klaus Hemmerle no Domingo de Ramos, que recorda a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, antes de morrer na Cruz.

«Em ti, Senhor, depositei a minha esperança; que eu não seja confundido para sempre (Sl 71, 1)». Assim iniciou a sua última homilia na Catedral de Aachen (Alemanha), o bispo Klaus Hemmerle, já gravemente doente. Era o final de 1993. «Deus, tu me amparas forte assim como sou. Deus, tu amparas o mundo assim como é. Deus, tu amparas forte este próximo assim como é. Ser amparados por Ele que desceu na “kénosi”, que se despojou de tudo e assumiu a forma de servo: este é o único caminho em que se pode reabrir, para nós, a porta da esperança. Acolher Ele que nos acolheu primeiro. Fazer-nos carregar por Ele. Acreditar que somos amparados por Ele. Este é o buraco da agulha através do qual recebemos a linha da esperança que ali está enfiado. Este Deus pode nos dar deveras a esperança. E aqui a nossa Igreja, com todos os seus erros e as suas fraquezas, com todas as suas solicitações e os seus desafios grandes demais e pequenos demais, pode ser uma realidade extraordinária: uma comunidade de homens que creem no fato de que foram acolhidos e amparados, uma comunidade de homens que se amparam reciprocamente, em que cada um ampara o outro».   De “Klaus Hemmerle, innamorato della Parola di Dio” – Città Nuova Ed.. pp 290/91

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


Subscrever o boletim informativo

Pensamento do dia

Artigos relacionados

O caminho da esperança

O caminho da esperança

Nos 50 anos da composição do livro mais famoso do Card. François-Xavier Nguyễn Văn Thuận, um evento no Palácio do Latrão, em Roma, com transmissão streaming, em sete línguas. Foi apresentada a nova biografia do conhecido testemunha da esperança.

O convite a uma verdadeira guinada

O convite a uma verdadeira guinada

Leão XIV encontra o Movimento dos Focolares e confirma o Carisma da Unidade, que não é fruto de equilíbrios organizacionais ou estratégias humanas, mas sim reflexo da relação entre Cristo e o Pai. Um artigo de Margaret Karram para o «L’Osservatore Romano».

O selo da unidade

O selo da unidade

“A unidade”, afirmou recentemente o Papa Leão XIV na audiência com todos os participantes da Assembleia Geral do Movimento dos Focolares, “é uma semente, simples mas poderosa, que atrai milhares de mulheres e homens, suscita vocações, gera um impulso de evangelização, mas também obras sociais, culturais, artísticas e econômicas, que são fermento de diálogo ecumênico e inter-religioso”. Compartilhamos algumas palavras de Chiara Lubich, proferidas no dia 9 de novembro de 1989 em um “Collegamento”, que nos apresentam a unidade como a rocha sobre a qual repousa nossa vida.