Chiara nos deixa uma mensagem: estar abertos a todos, não olhar para ninguém como se fosse diferente de nós, mas como se fosse nosso irmão. E este “cada um” significa tanto a pessoa do mesmo país como a de outro, tanto um cristão como um não-cristão, tanto uma pessoa que crê como uma que não crê, tanto quem entende e aceita o que eu digo como aquela que me combate, porque também quem me combate é meu irmão. Foi isso que Chiara nos ensinou, vivendo-o em primeira pessoa, tendo um coração capaz de acolher cada um como se fosse a única pessoa no mundo, sem fazer diferença entre um chefe de Estado ou uma criança, um parente ou um responsável de outra Igreja ou de outra religião. Chiara tinha o mesmo amor para com todos. E esta, creio, é a mensagem mais importante inclusive hoje, neste momento em que vemos ressurgir tensões, violências, egoísmos, indiferenças recíprocas. Para construir um mundo que, animado pelo Evangelho, possa tornar-se um mundo da fraternidade, da verdadeira família humana».
Uma herança preciosa: o Paraíso de 1949 de Chiara Lubich
No dia 22 de maio de 2026, na Sala Paulo VI da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, ocorreu a primeira apresentação do livro “Paradiso ‘49”, de Chiara Lubich, uma coletânea de textos nos quais a fundadora do Movimento dos Focolares dá testemunho e compartilha sua experiência mística vivida entre os anos de 1949 e 1951.





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