Milhares de pessoas “encontram-se” com as esculturas do artista italiano, tão em sintonia com a encíclica “Laudato sì”, do Papa Francisco, que já há muitos anos recicla material descartado utilizando-o para as suas criações.
Mas Roberto Cipollone, nas artes Ciro, além de receber os visitantes cria verdadeiros workshops para crianças e adultos, com a finalidade de transmitir a eles uma nova maneira de ver e sentir o mundo, em contato com a matéria que é trabalhada e modelada: “um modo de ver límpido, simples, um contato com a beleza sem enfeites”, afirma o artista, com a naturalidade que lhe é própria. Em Loppiano, além da Botega que é o seu verdadeiro laboratório criativo, foi montada uma exposição permanente, realizada por Sergio Pandolfi. Enquanto isso, durante o mês de agosto, Ciro está expondo, no Mosteiro de Camaldoli, cerca de 40 obras em sua maioria de temas sacros, numa igrejinha românica inserida no Mosteiro e dedicada ao Espírito Santo. “Estas obras – afirma Ciro – ‘casam-se’ muito bem com o estilo românico; trouxe obras em pedra serena, em madeira, e o estilo românico na sua essencialidade permite que as obras vivam”.
Uma herança preciosa: o Paraíso de 1949 de Chiara Lubich
No dia 22 de maio de 2026, na Sala Paulo VI da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, ocorreu a primeira apresentação do livro “Paradiso ‘49”, de Chiara Lubich, uma coletânea de textos nos quais a fundadora do Movimento dos Focolares dá testemunho e compartilha sua experiência mística vivida entre os anos de 1949 e 1951.





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