Movimento dos Focolares

Em Diálogo

O nosso diálogo

é o diálogo da vida,

o diálogo de povo

do qual todos podem participar.

Chiara Lubich, Encontro Ecumênico de Bispos amigos do Movimento dos Focolares,
Rocca di Papa, 26 de novembro de 2003.

Nessa mensagem em vídeo preparada para um encontro do SERMIG (Serviço Missionário Juvenil), gravada por Chiara Lubich em 21 de janeiro de 2004, ela apresenta os diálogos que são vividos no Movimento, segundo as indicações do Concílio Vaticano II. Foi a última vez que a fundadora do Movimento dos Focolares falou sobre isso. Nesse discurso, ela se refere apenas aos quatro diálogos; o quinto, aquele que se estabelece com as diversas esferas da cultura contemporânea, ainda estava se desenvolvendo no Movimento. As atividades associadas a esse diálogo eram chamadas de “inundações”, mas hoje são consideradas como quinto diálogo.

Desde o início, o diálogo é uma das características do estilo de vida que nasce do Carisma da Unidade. É visto como o caminho privilegiado para alcançar o seu objetivo – a unidade – e para alcançar a paz entre os indivíduos e os povos.

É um diálogo que nasce da vida e está comprometido em contribuir para:

  • Uma unidade cada vez mais profunda entre os fiéis católicos, bem como entre instituições eclesiásticas, associações, grupos e movimentos, nascidos de carismas novos e antigos dentro da Igreja católica.
  • Relacionamentos de comunhão fraterna e de testemunho comum de unidade entre cristãos pertencentes às diversas Igrejas e Comunidades eclesiais.
  • Vínculos de fraternidade e atividades de interesse comum com pessoas de diversas religiões por meio da atuação comum da “Regra de ouro.
  • cCom base em grandes valores universais partilhados, estabelecem-se relações profundas com pessoas sem convicções religiosas e, juntos, realizam-se atividades e ações concretas no compromisso comum pela fraternidade da família humana.
  • Novos aprofundamentos e estudos na colaboração com especialistas e diversos campos da cultura contemporânea.