30 Ago 2012 | Focolare Worldwide
A poucas horas do início do aguardado evento, do mundo inteiro chegam solicitações para assistir o Genfest ao vivo.
Eis algumas indicações úteis:
Internet streaming: http://www.genfest.org/live
Na internet se poderá ver, ao vivo, o programa do Sport Arena em oito canais (internacional, húngaro, inglês, francês, espanhol, português, árabe e italiano), com os seguintes horários:
- Sexta-feira, 31 de agosto, das 14h30 às 17 h (hora de Brasília);
- Sábado, 1º de setembro, das 5h30 às 7h30 e das 10h30 às 12h30; e o “flashmob”, na Ponte das Correntes, entre 16h e 17h. (Hora de Brasília)
Mídia social
É prevista a utilização, por parte dos 14 mil participantes, dos canais oficiais do Genfest 2012 no Facebook, Twitter, Youtube e Vimeo.




Transmissões via satélite
As transmissões serão em áudio internacional, isto é, nas línguas utilizadas durante o evento (inglês, húngaro e italiano).
1/9/2012 – 5h – Reapresentação da abertura do Genfest 2012 (síntese do dia anterior);
– 5h30 ao vivo do Sport Arena
– 10h30 ao vivo do Sport Arena
– 12h30 Reapresentação do “Concerto Genfest 2012” (programa do dia anterior)
Parâmetros de recepção
Para saber os parâmetros de recepção, nas diferentes áreas geográficas do mundo:
http://dunaworld.hu/eng/reception.html
Então, encontro marcado com todos, daqui a poucas horas, no Sport Arena de Budapeste!
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The Genfest 2012 project has been funded with support from the European Commission.
This communication reflects the views only of the author, and the Commission cannot be held responsible for any use which may be made of the information contained therein.
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29 Ago 2012 | Focolare Worldwide

Video (italiano): Chiara Lubich, Genfest 1990
(…) Imaginemos ver passar diante dos nossos olhos algumas cenas emblemáticas do mundo de hoje. Observamos no Leste Europeu, em países que presenciaram as recentes mudanças, pessoas que pulam de alegria por terem reencontrado a liberdade e outras assustadas e desiludidas, deprimidas pelo desmoronar dos seus ideais. Lemos nos rostos a ameaça de desforra, de vingança, inclusive de ódio. E pensemos: o que diria Jesus se aparecesse no meio delas? Estamos certos de que falaria hoje, como no seu tempo, mais uma vez de amor. “Amai-vos – diria – como Eu vos amei” (cf Jo 15, 12). Somente juntos, na concórdia e no perdão, é que podemos construir um futuro sólido. Transfiramo-nos, imaginando uma seqüência de slides, para outros lugares, para um país da América Latina, por exemplo: de um lado arranha-céus, muitas vezes como modernas catedrais erguidas ao deus-consumo, e do outro barracas, mocambos, favelas e miséria, miséria física e moral, e doenças de toda a espécie. Que diria Jesus diante deste panorama desolador? “Eu lhes tinha dito para se amarem. Não o fizeram e eis as conseqüências”. E se outros quadros nos apresentassem, como numa montagem, vistas de cidades, conhecidas como as mais ricas do mundo, e de outras com a mais avançada tecnologia e cenários de ambientes desérticos com homens, mulheres e crianças morrendo de fome. Que diria Jesus se aparecesse bem ali no meio? “Amaivos“. Ou se víssemos imagens de lutas raciais com flagelos e violações de direitos humanos… Ou intermináveis conflitos armados, como os que se verificam no Oriente Médio, causando a destruição de edifícios, feridos e mortos, e o contínuo lançamento mortífero de bombas e de outros engenhos mortais?… Perguntemo-nos ainda: o que diria Jesus diante de tantos dramas? “Eu lhes disse que deviam se querer bem. Amai-vos como Eu vos amei “. Sim, diria assim diante destas e das mais graves situações do mundo atual. Porém, com estas palavras Ele não se limita a lamentar o que não foi feito. Ele as repete hoje de verdade, pois Ele morreu, mas essuscitou e – como prometeu – está conosco todos os dias até o fim dos tempos. E o que diz é de uma importância enorme, porque este “amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” é a chave principal para a solução de todos os problemas, é a resposta undamental para todos os males do homem. Os “Jovens por um Mundo Unido” só podem esempenhar melhor o seu papel de cooperar para dar ao mundo uma “alma” voltando a doar ao mundo o Amor. Claro, ele não é aquilo que à primeira vista pode parecer; não é uma brincadeira. É exigentíssimo e forte; porém, tem o poder de transformar o mundo. Jesus definiu o mandamento do amor com as palavras “Meu” e “novo”, pois é tipicamente seu, visto que lhe deu um conteúdo singular e novíssimo. “Amai-vos – disse – como Eu vos amei”. E Ele deu a vida por nós. Por conseguinte, neste Amor o que está em jogo é a vida. E um amor pronto a dar a vida é o que Ele exige também de nós em relação aos irmãos. Para Ele, não é suficiente a amizade ou a bondade para com os outros; não lhe basta a filantropia nem a mera solidariedade. O amor que Ele exige não se esgota na não-violência. É algo ativo, ativíssimo. Requer que se deixe de viver para si mesmos e se viva para os outros. E isso implica sacrifício, fadiga. Pede a todos que, de pessoas covardes e egoístas, concentradas nos seus próprios interesses, nas suas próprias coisas, se transformem em pequenos heróis na vida cotidiana, pois estão dia a dia a serviço dos irmãos, prontos a dar até mesmo a vida por eles. (…) Vão, portanto, para frente sem hesitar. A juventude nada mede, é generosa: desfrutem-na! Vão para frente vocês, jovens cristãos, que acreditam em Cristo. Vão para frente vocês, jovens de outras religiões, guiados pelos nobilíssimos princípios em que essas se baseiam. Vão para frente vocês, jovens de outras culturas, que talvez não conheçam Deus, mas sentem no coração a exigência de canalizar todos os esforços no Ideal de um mundo unido. Todos, de mãos dadas, estejam certos: a vitória será de vocês. Chiara Lubich
28 Ago 2012 | Focolare Worldwide, Focolari nel Mondo
Sorrisos, aplausos, reencontros, recolhimento, oração, e muita emoção marcaram a festa em comemoração aos 40 anos da Mariápolis Ginetta, realizada no dia 15 de agosto. Estiveram presentes na ocasião autoridades civis e religiosas, como a deputada federal Luiza Erundina, o prefeito de Vargem Grande Paulista, Roberto Rocha e o presidente do movimento budista japonês Rissho Kosei-kai, ven. Kazukya Nagashima. A celebração eucarística solene foi presidida por dom Arcilio Turco, bispo de Osasco (SP). Suas palavras e o seu apreço pelo testemunho do Movimento dos Focolares deram um novo impulso para prosseguir “no cumprimento dos planos de Deus”. “Agradeço a Deus pela história dessa Mariápolis. Pedi-Lhe que esse momento seja não só um olhar para atrás, mas também um olhar adiante: que o Senhor ajude-os a levar adiante essa obra para que a humanidade encontre mais paz, mais felicidade, para que muitos tenham a Vida e a tenham em abundância”, afirmou. Leia o artigo completo
28 Ago 2012 | Focolare Worldwide
“O encontro de milhares de jovens, provenientes de todas as latitudes, de diversas etnias, culturas e religiões, movidos por uma ideia que já é experiência de vida e ação social: construir um mundo unido e solidário”. Foi a apresentação feita pelo jornal oficial da Igreja católica, da grande manifestação organizada pelos jovens do Movimento dos Focolares, daqui a poucos dias, na capital da Hungria.
O jornal vaticano salienta a construção de laços de unidade em todos os campos, e especialmente “entre grupos e movimentos, entre cristãos de diferentes denominações e entre fieis de várias religiões”.
O autor do artigo recorda como Chiara Lubich costumava definir o Genfest: “Uma cascata de Deus”, cuja fonte, continua o jornal, “é a própria centelha inspiradora do Movimento (dos Focolares), a descoberta de Deus Amor”.
Leia o artigo completo.
16 Ago 2012 | Focolare Worldwide

Finalmente chegou a hora para os Focolares de Portugal!
É isso mesmo, principalmente considerando o tempo de preparação de uma visita tão esperada como a da presidente e do copresidente do Movimento dos Focolares, pela primeira vez em terra lusitana. De fato, a viagem prevista para o mês de janeiro passado foi transferida por motivos de saúde. Mas nem a agenda cheia de Maria Voce, nem o calor intenso do verão impediram, em pleno agosto, que a comunidade dos Focolares portuguesa se reunisse para acolher num “caloroso” abraço, a presidente, acompanhada pelo copresidente Giancarlo Faletti.
Os Focolares portugueses incluem com orgulho na sua história duas lembranças históricas:
A primeira é ainda de 1948, quando Igino Giordani (conhecido como Foco), na época deputado do Estado italiano, proferiu uma conferência na “Sociedade Geográfica”, em Lisboa. Giordani, que tinha conhecido Chiara Lubich só três meses antes e estava fascinado pela espiritualidade da unidade, naquela ocasião encontrou o então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Cerejeira.
O segundo “pródromo” lembrado com carinho pelos Focolares portugueses: a visita de Chiara ao Santuário de Fátima em 1955, quando o Movimento ainda não tinha chegado em Portugal. Ela mesma o recorda no seu diário três anos depois: “Era setembro de 55, quando uma ocasião realmente excepcional proporcionou-nos a alegria de encontrar a Irmã Lúcia de Fátima… recordamos pouco daquela viagem, muito apreciada, que se estendeu de 8 de setembro (nascimento de Maria) e a 12 de setembro (nome de Maria). Talvez porque o coração estava sempre ali na ‘Cova da Iria’, onde Nossa Senhora deu a sua mensagem ao mundo”.

Passaram-se muitos anos até que Chiara pode encontrar pessoalmente, em Santiago de Compostela, em 1989, a comunidade portuguesa juntamente com a da Espanha. E sucessivamente, em novembro de 2003, preparava-se para ir a Lisboa, quando a saúde não lhe permitiu. Naquela ocasião, escreveu aos membros dos Focolares reunidos em Fátima: “Caríssimos, sei que estão reunidos em Fátima (…). Mesmo que ainda não tenha sido possível ir encontrá-los, saibam que estou com vocês, como e mais do que se o fosse pessoalmente. Tenho certeza que aproveitarão esta ocasião para renovar a unidade entre vocês… para difundir o Amor no mundo”.
Agora Maria Voce e Giancarlo Faletti estão em Portugal, quase como para realizar o desejo expresso pela fundadora.
Nestes dias seremos expectadores atentos para acompanhar e contar o que irá acontecer a muitas pessoas que, de diversos pontos do planeta, sabemos que seguem com grande interesse esta visita no País lusitano.
Do enviado especial Gustavo Clariá
Foto © M. Conceicao / M. Freitas
14 Ago 2012 | Focolare Worldwide
«Quando explodiram as manifestações e começaram os primeiros tiroteios, muitas pessoas feridas foram levadas ao nosso hospital. A situação era caótica e todos tinham muita raiva. Imediatamente coloquei-me à disposição e, apesar do perigo, fui atender os feridos lá onde estavam, passando por postos de bloqueio com pessoas armadas. Eu tinha a certeza de não estar só, mas no coração de Jesus.
Dia após dia vi crescer a divisão entre as vários componentes da sociedade e aumentar a tensão entre as confissões e as mortes decididas em base à pertença religiosa. Decidi ir contracorrente, aceitando tratar pacientes de todas as confissões, assumindo o risco de ser mal entendido na minha ação e acusado, seja por parte do governo seja pelos opositores armados. Para garantir a segurança dos pacientes depois de uma operação, muitas vezes esperava durante horas pelos doentes, para transportá-los às suas casas com segurança, no meu carro.
Uma noite, quando estava acompanhando uma paciente alauita para fazer o parto em Hama, cidade de maioria sunita, encontramo-nos dentro de uma manifestação de protesto ao regime. No carro todos estavam amedrontados, e eu também estava incerto sobre como proceder, principalmente quando um grupo de manifestantes aproximou-se para saber quem estava dentro do carro. Falando com eles, disse em voz alta: “Aqui no carro há uma mulher que está para dar à luz, tenham temor de Deus”. Eles se acalmaram e afastaram-se, e assim pudemos entrar no hospital.
A hora do parto tinha chegado e pouco depois já se ouviam os gritos do recém-nascido. Era uma vida que nascia em meio à morte. Ficamos comovidos até às lágrimas, porque aquele menino era o símbolo das nossas esperanças num novo nascimento.
Procurar amar a todos significou também pensar nos familiares dos feridos e das vítimas, procurando estar ao lado deles e acalmá-los, ajudando-os também a superar a raiva e o desejo de vingança. Um dia morreu um oficial muçulmano de um vilarejo próximo ao nosso. Com outros médicos cristãos fomos dar os pêsames à família. Quando o pai dele soube disso comoveu-se e dirigindo-se a nós, disse: “Vocês hoje me honraram, e também o vosso povo, e trouxeram-me um pouco de paz”.
Em setembro passado, próximo ao final do mês do Ramadã, pensei em mobilizar os meus colegas médicos para uma ação de reconciliação. Convidamos 120 médicos da cidade, de todas as confissões, para um Iftar (refeição noturna durante o Ramadã, ndt) no qual esteve presente inclusive o governador da cidade. Criou-se uma atmosfera muito bonita e tranquila, que pacificou os ânimos e teve um reflexo muito positivo em Hama, como uma ajuda a sanar as feridas.
Este caminho para a unidade não passou despercebido. Fui chamado a trabalhar no comitê de diálogo municipal, onde pude levar a visão política iluminada pela espiritualidade da unidade. Sucessivamente fui eleito para fazer parte do comitê de diálogo nacional, chamado a reunir-se com o presidente para encontrar uma solução justa. Infelizmente esta ação pacífica não teve o êxito que esperávamos, mas continuo a esperar e trabalhar para que o diálogo e a reconciliação tenham a última palavra».
Y. S. – Síria