4 Fev 2012 | Focolare Worldwide, Senza categoria
«A mensagem central do Genfest será a unidade. Também por isso o título escolhido é “let’s bridge” – “vamos construir pontes”», explica Ark Tabin, 23 anos, filipino. Será a metáfora da construção de uma ponte, símbolo da construção de relacionamentos autênticos, o fio condutor do programa, que será realizado no Sportaréna de Budapeste (um ginásio com capacidade para até 12.500 pessoas), e nas pontes sobre o Danúbio, de 31 de agosto a 2 de setembro de 2012. A organização do evento já é uma experiência de unidade, enraizada no esforço constante de acolhida e escuta do outro, que leva a um diálogo verdadeiro e a estabelecer relacionamentos profundos. Uma nova etapa dessa experiência vai acontecer nos próximos dias 11 e 12 de fevereiro, com cerca de 70 jovens que se reunirão em Sassone (Roma), para continuar a preparação do programa desta 10ª edição do Genfest.
«Mesmo se há tempos o esperávamos, sentimos que não pode ser só um evento, ainda que um grande evento, mas que deve tornar-se uma etapa de um caminho, ponto de chegada e de partida para a construção do Mundo Unido. Hoje é necessário este testemunho de unidade, não podemos nos retirar», relembra Thyrseane Tupinambá, 23 anos, brasileira, que trabalha na organização central do Genfest, junto com outros jovens e adultos de proveniência muito variada – Estados Unidos, Hungria, Argentina, Itália, Brasil, etc. Jovens a partir de 17 anos, de mais de 40 países, já confirmaram a presença no evento da Hungria. Uma antecipação do programa está disponível na página www.genfest.org Você pode encontrar a página oficial do Genfest no Facebook em inglês, português, polonês, italiano e espanhol. Siga-nos!
3 Fev 2012 | Focolare Worldwide
“Ser Jesus, 24 horas por dia”, era o título do congresso australiano dirigido aos adolescentes, realizado no Centro Mariápolis de Melbourne, na Austrália. Presentes 115 adolescentes, dos 9 aos 17 anos, provenientes de várias cidades do país, da Nova Zelândia e da Nova Caledônia. Para a ocasião estiveram presentes Nadia Xodo e Agostino Spolti, responsáveis mundiais do Movimento Juvenil pela Unidade. Com uma duração de cinco dias, o encontro tornou-se possível com uma comunhão de bens feita durante todo o ano passado, pelos jovens juntamente com as famílias e amigos. Houve também a contribuição de lojas e mercados, que doaram fruta, verdura, pão, carne e refrigerantes.
Do programa constavam momentos de aprofundamento sobre o Evangelho e sobre como colocá-lo em prática, espaços de diálogo e troca de experiências de vida. “Os momentos de comunhão foram profundos – disse Madeline – e nos ajudaram a entender que não somos os únicos que procuram ser outro Jesus em cada instante da nossa vida”. Um momento solene foi o da entrega, a cada um, de uma cópia do Evangelho. “Senti que Jesus estava realmente presente – disse um dos meninos – como se Ele pessoalmente nos entregasse a Sua Palavra”. As leituras daquele dia, com o chamado dos apóstolos, deixaram um propósito dentro de cada um: viver o Evangelho nos próprios ambientes, como apóstolos de hoje, mandados por Deus para a evangelização dessas terras.
O segundo evento teve como moldura a Nova Zelândia, um maravilhoso arquipélago, com altas montanhas e um mar cristalino. Foram 60 os meninos e meninas, de várias idades, que participaram do “Acampamento Teens4unity”, em Lower Hutt. Tema: a vida do Evangelho para ser atuada nas nossas cidades. Muitos dos adolescentes provinham de outros países, vindos com as famílias, como refugiados. Traziam experiências fortes, muitas vezes dolorosas, mas vividas num relacionamento profundo com Deus. Com todos foi aprofundado o projeto “Vamos colorir a cidade”, desenvolvido pelo Movimento Juvenil pela Unidade em nível mundial, para ajudar as pessoas mais sozinhas ou carentes das suas cidades. Surgiram muitas ideias para concretizá-lo, como algumas atividades que poderão envolver os adolescentes da população aborígene.
Última etapa: Perth. Característica do encontro foi um dia itinerante: os jovens acompanharam Nadia e Agostino num passeio por esta magnífica cidade, onde belezas naturais e bairros moderníssimos criam paisagens de grande harmonia. E assim, entre as margens do rio Swan e as do Oceano Índico, os jovens falaram da história da cidade, dos contrastes ocorridos entre os colonizadores e os aborígenes, das suas peculiaridades e problemáticas atuais. Depois o diálogo abriu-se sobre o compromisso na vida cristã, mas também sobre a responsabilidade e a beleza da resposta de cada pessoa ao chamado de Deus. No final falaram sobre o seu desejo de continuar a encontrar-se, para aprofundar a vida do Evangelho, envolvendo os seus amigos, inclusive em vista do revezamento mundial “Run4unity”, do dia 12 de maio próximo, que terá como ponto de partida esta região, no extremo leste do mundo, sendo justamente eles os adolescentes que darão a largada na corrida.
3 Fev 2012 | Focolare Worldwide
Como você recebeu esta notícia?
Com surpresa e alegria. Espontaneamente pensei numa palavra, “servir”, segundo a escola de Jesus. Agora trata-se de servir a Igreja e, através dela, a sociedade.
Quais as suas primeiras impressões?
A primeira: poder dar a minha contribuição numa dimensão de comunicação em diálogo. A segunda diz respeito ao grupo dos consultores, composto por sacerdotes, religiosos, uma religiosa, uma leiga e alguns leigos, a Igreja nas suas diversas vocações, carismas, e na sua inter-culturalidade.
Qual é a sua formação e experiência no campo da comunicação social?
Formei-me em Comunicação Social, Ciências Sociais e Doutrina Social da Igreja. Os meus primeiros estudos foram de Magistério Pedagógico, em Montevidéu, a minha cidade natal. Mais tarde estudei Formação em Comunicação Popular e Análise em Comunicação Social, em Buenos Aires. Em seguida terminei o curso de Sociologia na Universidade Gregoriana, em Roma, e um mestrado em Doutrina Social da Igreja na Universidade Lateranense. Enfim, ainda na Gregoriana, o doutorado em Ciências Sociais, com especialização em comunicação. O meu trabalho desenvolveu-se no campo da comunicação, não apenas como teoria, mas como prática social, na construção recíproca entre teoria e práxis.
Qual é, atualmente, a sua experiência no CELAM?
Há seis anos participo como Consultora em comunicação, e como tal estive presente na V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano em Aparecida. Experiências como aquela marcaram-me profundamente, constatando pessoalmente a dimensão da socialidade constitutiva do povo latino-americano. Desde a sua fundação, em 1955, o CELAM possuiu um forte empenho de diálogo e comunhão permanente com a Igreja universal, justamente a partir do seu ser latino-americano. São um testemunho desse anseio as Conferências Gerais do Episcopado de Medellin, Puebla, Santo Domingo e Aparecida, na sua relação com o Vaticano II. Creio que trabalhar como consultora do PCCS, enquanto membro do CELAM, possa ajudar-me a ser como uma ponte, ainda que já exista uma grande comunhão entre esses dois componentes da Igreja.
De que maneira a espiritualidade de Chiara Lubich influi na sua ação?
Na espiritualidade da unidade está fundamentada a minha primeira vocação: partilhar o “sonho” de Jesus, “que todos sejam um”. Conheci a espiritualidade dos Focolares nos anos 1970, quando, como jovem latino-americana, procurava um projeto de vida capaz de transformar a realidade. Na espiritualidade de Chiara encontrei um Jesus vivo, e aprendi a encarnar o Evangelho, junto com muitos outros jovens, numa comunidade aberta a todos, construindo uma pequena cidade – a Mariápolis Lia – que podia dizer à sociedade: o Mandamento Novo de Jesus pode ser concretizado, a presença de Jesus entre as pessoas unidas em seu nome é uma realidade visível, capaz de transformar a sociedade. Com o passar do tempo essa experiência continuou, nas várias comunidades do Movimento onde estive. Até hoje, aqui em Bogotá, com o carinhoso povo colombiano.
É com o amor pela Igreja, que Chiara Lubich nos transmitiu com a sua vida, que assumo com alegria este novo serviço.
1 Fev 2012 | Focolare Worldwide
“Meu nome é F. Nasci em Jos, na Nigéria. Em nossa cidade, desde 2001 até hoje, acontece uma crise política, étnica e religiosa. Perderam-se milhares de vidas e muitas propriedades; e hoje há uma profunda divisão entre cristãos e muçulmanos, a ponto de nos vermos como inimigos e olharmo-nos com grande desconfiança.
Vivemos constantemente com medo, sem saber qual será a nossa sorte em cada momento. Um colega meu estava envolvido num conflito, e pediram que fôssemos encontrá-lo. Ele é muçulmano e ninguém se ofereceu para ir, só porque moramos em Jos. Como os cristãos não andam em áreas muçulmanas, por sua vez, os mulçumanos não frequentam áreas cristãs. Ofereci-me como voluntária para ir até ele, embora no início estivesse um pouco relutante, uma voz dentro de mim continuava a dizer para que eu fosse. Consegui – com um pouco de persistência – convencer uma amiga a ir comigo. Chegamos à casa do meu colega com muito medo. Mas, ao entrar fomos calorosamente recebidos por ele e sua família. Eles ficaram realmente felizes quando nos viram!
Algum tempo depois eu estava voltando para casa, depois de um dia de trabalho, à noite, com aquela minha amiga, quando de repente o carro dela sofreu uma pane bem perto de uma área muçulmana. Ambas não tínhamos crédito no celular para pedir ajuda. Em algum lugar, na escuridão, havia uma gangue concluindo seus negócios. Nossa oração nesse momento foi: “Senhor, por favor, ajude-nos!”. Nós estávamos com tanto medo que não sabíamos se era melhor ficar no carro, ou sair e parar o primeiro carro que passasse.
De repente percebemos que alguém vinha em nossa direção, e começamos a tremer. Eu disse a minha última oração, porque senti que era nosso fim. Quando a gangue estava a poucos metros de distância, um carro parou na nossa frente, e quem eu vi? O amigo que eu havia visitado alguns dias antes… O líder da gangue lhe perguntou se éramos da área, ‘muçulmanas’, para ter certeza se poderia nos deixar seguir em frente, e o meu amigo respondeu afirmativamente. Assim fomos salvas… Ele, em seguida, colocou o carro da minha amiga em um lugar seguro e nos acompanhou até em casa. No dia seguinte, após ter consertado o carro, ele o devolveu à minha amiga”.
31 Jan 2012 | Focolare Worldwide
Punta Alta uma cidade animada, localizada no sul da Argentina, cujos habitantes têm muita iniciativa. É nessa cidade que se encontra a Base Naval de “Puerto Belgrano”, o maior porto militar do país, que, no século passado, teve seu momento de glória com a presença de milhares de jovens que chegavam de todo o país para prestar o serviço militar (atualmente não mais obrigatório) na Marinha.
É justamente nessa cidade de 60.000 habitantes, pessoas abertas e generosas, que se encontra um grupo de “diálogo entre pessoas de diferentes convicções”. Para abrir esse espaço, repleto de diálogo e de comunicação, para outras pessoas, organizou-se uma série de cine-fóruns. Eles não optaram por um teatro e muito menos por uma sala escura e silenciosa de um cinema… escolheram sim o bar mais emblemático da cidade: o “Bar Central”, com quase 100 anos de existência, onde ainda se encontram aquelas típicas mesas espalhadas num grande salão, mesas de bilhar e até mesmo um pequeno palco, sobre o qual se apresentavam, nos anos 30, pequenas orquestras e bailarinas. Atualmente vê-se uma tela gigante, com vários televisores distribuídos em todo o salão, principalmente para seguir partidas de futebol: uma estrutura que parece ter sido projetada especificamente para os objetivos dos nossos amigos. Um filme e como bilhete de ingresso um gênero alimentício não perecível (colaborando assim com a cantina de um centro social); “os convites são feitos pessoalmente, por email ou por meio de cartazes não muito grandes, mas vistosos, preparados pelos proprietários do local e colocados nas janelas das lojas próximas. A média de público varia entre 30 e 50 pessoas”, explica Héctor Correa, um apaixonado especialista em cinema de grupo. Entre os participantes havia estudantes, adultos, alguns jovens recrutas da Marinha uniformizados e não faltaram nem mesmo os habituais clientes do bar, que se deixavam envolver por essa reunião.
Quando tudo estava pronto, a projeção foi precedida por uma breve introdução para apresentar o sentido desse encontro e as motivações do grupo de diálogo, organizador do evento. “Então meu irmão Luis e eu – continua Hector – apresentamos o filme, e finalmente coordenamos o debate, que sempre foi muito participado e interessante. Não se falava tanto dos aspectos técnicos ou estéticos do filme, mas queriam oferecer detalhes sobre as ideias e o pensamento do autor, sobre a apresentação das personagens e o contexto histórico onde a história se passava. Assim os participantes se interessavam mais pelo conteúdo”.
“Colocar ênfase na realidade e na história, que têm conceitos e concepções do mundo que muitas vezes não coincidem com as nossas ideias – explica Sisi Deramo – é um exercício que exige em primeiro lugar e acima de tudo ouvir atentamente o que o outro quer expressar e, em seguida, procurar entender, em um diálogo frutuoso e amigável, pois é a partir de um encontro de diferentes opiniões que os participantes se enriquecem e se nutrem no entendimento coletivo”. Perguntei a Kiki Deramo quais filmes foram escolhidos. “Nós escolhemos filmes sobre os quais pudéssemos depois dialogar: Cinema Paradiso, O Carteiro e o Poeta de Neruda, The Truman show, The wall de Alan Parker e A sociedade dos poetas mortos. Acho que não erramos na escolha”. “Foi uma experiência muito útil e interessante para todos. Esperamos que possamos repeti-la novamente ainda este ano”, prediz Sisi. Carlos Mana
30 Jan 2012 | Focolare Worldwide
Queres saber o que marca a diferença na vida? Alicerçâ-la na Palavra vivida. Esta poderia ser a sintese de um encontro nacional que reuniu 700 jovens, provenientes de todos os angulos de Portugal, no Centro Comunitário Sra da Boa Nova, um novo auditório, no Estoril, a poucos quilometros de Lisboa.
No dia anterior chegaram também das longinquas Ilhas dos Açores e da Madeira. Aqueles que descem dos onibus provenientes da região norte não podem esconder um semblante adormentado, devido à viagem de 4-5 horas e portanto o fato de terem acordado cedo para não faltar ao encontro, mas quando às 11 as portas do auditório são abertas, explode a vivacidade tipica desta terra: a sala imediatamente está compacta, atenta, participante. Todos estão “sincronizados”, como dizem as palavras da canção de abertura.
Quem os convidou e preparou o programa, denso de contribuições de todos os tipos, com canções, coreografias, testemunhos, reflexões, trabalhou durante meses, e num periodo que aqui em Portugal representa o ápice da vida universitária, com exames sem tréguas. E’ também porisso que uma sala com 700 jovens significa algo extraordinário. Muitos dos presentes enfrentarão nos proximos dias um exame e há quem o adiou, para estar aqui.
Sobre o palco, além do conjunto, uma frase de cinco grandes letras nos painéis, acolhe os presentes: ID GEN. Na época dos sms e de twitter, são suficientes poucas letras para poder-se entender; as 5 citadas exprimem todo um programa, e não apenas o deste dia: identidade gen, ou seja, a vida, os ideais, as ações dos gen, os jovens do Movimento dos Focolares que prepararam este dia. João, Adrian, Tiago, Rita, Violeta, Antonio, Ana, Ricardo, Joana, Ines e Nuno contam o que significa viver o Evangelho nas várias situações de suas vidas. Há quem conseguiu ir além das injustiças na universidade, quem procurou não se deixar arrastar pela competição do mundo do trabalho, quem entendeu que a mudança dos relacionamentos começa a partir da renúncia às proprias comodidades. Efeitos do amor com inúmeras consequencias.
Violeta narra como viveu um período de estudos em Barcelona, onde partilhou a experiência com outras 18 jovens de várias nacionalidades. Uma delas provém do Egito e é muçulmana. Nem sempre os seus costumes são entendidos pelos outros, mas para Violeta amar significa não somente respeitar esses costumes. “Isto era o minimo que eu podia fazer. Lembrei-me daquela frase do Evangelho que diz para fazer aos outros o que gostaríamos que nos fizessem”, e assim não deixa só a sua amiga em algumas situações nas quais os outros a deixam. São gestos que não ficam isolados, mas que pouco a pouco envolvem um, dois, três e mais colegas. Um mundo mais unido e fraterno passa também através destes fatos. Fala-se de um amor pelo qual sujamos as mãos. Foi o que, literalmente, aconteceu com Tiago que, convidado por um sacerdote, fez um período de voluntariado para ajudar pessoas que vivem na rua. No começo era difícil apertar mãos mal-cheirosas, lavar os talheres que eles usavam, limpar os banheiros do centro onde aos poucos começavam a tomar banho. Também aqui é o Evangelho que vem ajudar. “Em verdade vos digo, todas as vezes que o fizerdes a um destes meus irmãos mais pequenos, foi a mim que o fizeste”. E não somente melhora, a olhos vistos, a situação destas pessoas que reencontram a propria dignidade, mas também Tiago, após cinco meses passados com eles, pode afirmar: “Eu podia olhá-los como ‘professores’ que me ensinaram a amar, a alargar o coração”.
Amar, mesmo quando a dor chega forte, como conta Ana Filipa na experiência com dois irmãos acometidos pela distrofia muscular. Uma experiência partilhada com os outros gen da cidade até a morte de um dos dois, confirma Ricardo que testemunha o quanto sejam verdadeiras as palavras com as quais Chiara Lubich, em uma resposta dada em 2000, explica como “mesmo a dor mais aguda, se abraçada, deixa o amor no coração”. E então, também aquela que é chamada “geração sem futuro”, por deparar-se com a precariedade da vida de hoje, descobre que este amor maior contém uma saída, que a meta de um mundo unido talvez seja distante para muitos, mas está ao alcance de quem ama. Podem perguntá-lo a Joana, que desde pequena queria mudar o mundo e agora o faz vivendo evangelicamente no Parlamento da nação.
A presidente do movimento dos Focolares, Maria Voce, não quis faltar ao encontro e gravou uma mensagem vídeo para os jovens presentes. “Hoje vocês ouviram falar de um sonho, de um grande sonho – disse a presidente –: o mundo unido. E lhes apresentaram um caminho para realizá-lo, um estilo de vida, baseado numa revolução, a revolução do amor evangélico. […]. E pôde-se esclarecer qual é o caminho a ser percorrido, um caminho que podemos tomar com coragem, sem hesitação ”. Se “o sonho é grande, o caminho não é facil e nem mesmo isento de obstáculos, mas é sempre “entusiasmante”, garante Maria Voce e “garante uma felicidade que nenhuma outra experiência humana, por mais bonita, rica, grandiosa seja, pode equiparar”. E’ sempre uma revolução, que tem a “garantia de successo, porque não se alicerça em nós, mas sim na Palavra de Deus”. E’ isto que marca a diferença na vida de um gen, de um jovem. E non só! A jornada é encerrada com um telefonema dos jovens com Maria Voce que estava coligada durante o programa via internet. A presidente marca um encontro com todos os presentes: o Genfest em Budapeste, de 30 de agosto a 2 de setembro próximos.
por Aurora Nicosia
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