15 Nov 2016 | Focolare Worldwide, Senza categoria
Para assistir a transmissão direta on-line, das 10 às 13h e das 15 às 18h (horário de Paris)
No primeiro aniversário dos trágicos atentados terroristas em Paris, na sede da UNESCO se realizará por dois dias o evento “Reinventar a paz”. O Movimento dos Focolares, em colaboração com a Direção Geral da Unesco e o Observador Permanente da Santa Sé, no 20° aniversário do Prêmio “Educação para a Paz”, conferido a Chiara Lubich, expressará o empenho decidido, criativo e difundido em muitos lugares da terra de percorrer novos caminhos para construir a paz e a fraternidade. Trata-se do encontro cotidiano de culturas e religiões que, nas palavras proferidas pela presidente dos Focolares, Maria Voce, na ONU, em abril de 2015, “não se limita à tolerância ou ao simples reconhecimento da diversidade”, mas, “vai além da reconciliação, que é fundamental, e cria, por assim dizer, uma nova identidade, mais ampla, comum e partilhada. É um diálogo ativo, que envolve pessoas das mais variadas convicções também religiosas, e impulsiona a olhar as necessidades concretas”. E referindo-se ao empenho ora existente mesmo em contextos marcados por crises gravíssimas, Maria Voce afirmava que “o tempo atual não é tempo das meias medidas. Se existe um extremismo da violência, a este (…) responde-se igualmente com radicalismo, mas, de maneira estruturalmente diferente, ou seja, com o extremismo do diálogo! Um diálogo que requer o máximo de envolvimento, que é arriscado, exigente, desafiante, que mira a arrancar as raízes da incompreensão, do medo e do ressentimento”. O programa do evento será aberto por Marco Desalvo, Presidente de New Humanity (ONG do Movimento dos Focolares reconhecida pela ONU) e por um representante da Unesco. Seguiram as saudações de dom Francesco Follo, Observador permanente da Santa Sé e o pronunciamento de Jesús Morán, copresidente do Movimento dos Focolares. A sessão será concluída com o discurso de Maria Voce que tratará o tema “Reinventar a paz”. A segunda sessão da manhã, enriquecida por conteúdos de multimídia, será interdisciplinar e intergeracional. Apresentando testemunhos concretos a favor da unidade e da paz serão indicadas pistas operantes em cinco painéis: Peace is Education; Peace is an Asset; Peace is Right; Peace is Green; Peace is Art. A sessão da tarde: “Qual diálogo em um mundo dividido?” será introduzida por, Enrico Letta, presidente do Instituto Jacques Delors e terá como foco algumas ideias-força, sobre as quais fundamentar um projeto para um novo humanismo no caminho em direção à civilização da unidade. São dois os assuntos que guiarão o debate. O primeiro: “Religiões: problema ou fonte para a paz?”, moderado por Rita Moussallem, corresponsável do Centro para o Diálogo Interreligioso do Movimento dos Focolares, terá como relatores Adnane Ben Abdelmajid Mokrani, do Instituto Pontifício de Estudos Árabes, Itália; Fabio Petito, Relações Internacionais da Sussex University, Reino Unido; Léonce Bekemans, economista e especialista em Estudos Europeus na “Chaire Jean Monnet”, Itália. O segundo: “Política e economia na desordem internacional”, moderado por Pál Tóth, do Instituto Universitário Sophia, Itália, contará com a participação de Pasquale Ferrara, embaixador da Itália na Argélia; Silvia Costa, presidente da Comissão da Cultura do Parlamento Europeu; Damien Kattar, ex-ministro das Finanças no Líbano. Fonte: Comunicado (SIF) Discurso de Chiara Lubich
12 Nov 2016 | Focolare Worldwide
Uma centena de participantes de 14 países europeus (de Portugal à Rússia), três dias intensos de comunhão, presentes empresários dos primórdios da Economia de comunhão (EdC), jovens empresários, estudantes e economistas. «O congresso se iniciou com a exposição do pintor francês Michel Pochet sobre “Deus Misericórdia” – contam os organizadores –. As suas obras de arte serviram de moldura durante todo o encontro. Em especial os quadros do “Bom Pastor” e do “Bom Samaritano” inspiraram os empresários a quererem se tornar, na sua empresa e ambientes de trabalho, o que aquelas pinturas representam». «Vim aqui para saber mais sobre a EdC. Eu era um tanto quanto crítico, mas nestes dias entendi o que significa: cuidar dos outros, inclusive no trabalho. Trata-se de construir relações entre as pessoas. Encontrar-me com todos vocês me fez muito bem. É impressionante ver que os empresários da Economia de comunhão são altruístas, que vocês são os que se ocupam das necessidades dos outros. Espero me tornar em breve um de vocês». É a impressão, de improviso, de Federico (Itália), estudante de management. Três dias de intensa comunhão. Entre os discursos, o do economista suíço Luca Crivelli sobre as novas formas de Social Business, extraindo delas sugestões de interesse para a EdC a 25 anos do seu início; de Anouk Grevin, Docente na Universidade de Nantes e no Instituto Universitário Sophia, sobre «o dom e a gratuidade na empresa, mirando a ter olhares de misericórdia em condições de “ver” o dom no trabalho dos próprios colaboradores, de “reconhecê-lo”, de “agradecer-lhe” por um ato livre que ninguém pode comprar. Olhares de misericórdia que permitam colocar cada um em condições de dar o melhor de si, porque sente a confiança do outro e consegue se expressar sem medo de errar»; e de Herbert Lauenroth, especialista em intercultura no Centro ecumênico de Ottmaring (Augsburg), sobre a misericórdia aplicada à vida econômica e política. Um empresário da Inglaterra, no seu primeiro encontro da EdC, disse: «Uma coisa que vocês têm e que podem doar a todos os que lutam por um mundo melhor, mas que talvez não veem a luz, é a alegria de vocês. É uma coisa incrível! Um verdadeiro capital espiritual». E Peter, jovem da Sérvia: «Vim aqui achando que podia ser uma perda de tempo. Mas encontrei pessoas abertas, cada diálogo foi importante para mim. Levo comigo um grande benefício deste encontro».
O prof. Luigino Bruni, coordenador mundial do projeto EdC, lembrou a época da vida de Chiara Lubich em Trento, com o primeiro grupo de focolarinas, que convidavam os pobres para almoçar na casa delas, «usando as toalhas e os talheres mais bonitos», evidenciando que «o nosso primeiro modo de cuidar da pobreza, ainda antes de doar os lucros, é levá-la para dentro de casa, nas nossas empresas, e amá-la com “gestos de beleza”». Outro desafio identificado “para chegarmos vivos ao 50º aniversário da Economia de comunhão”, diz respeito às empresas. «É evidente para todos que a comunhão nas empresas deve encontrar novas expressões mais visíveis e radicais – afirma–, envolvendo a “governance” e sobretudo os direitos de propriedade. Até agora miramos na cultura e nas motivações dos empresários, mas é cada vez mais evidente, numa economia em grande transformação, que as empresas não coincidem com os empresários». E acrescentou: «Um dos pontos de força da EdC destes anos, da sua resiliência, é que respirou com todo o corpo. Não teve pessoas que a guiavam individualmente, mas muitos membros ativos. A EdC é forte quando em cada trabalhador da empresa existe a mesma energia». Em síntese, Bruni concluiu: «Nós nos conscientizamos de que a EdC na Europa ainda está viva após 25 anos, que continua a dar fruto, a se desenvolver em novos ambientes e regiões. Significativa foi a presença das primeiras empresas na Rússia, e da nova incubadora de empresas em Portugal: aquela Europa do Atlântico aos Urais que todos sonhamos. Além disso, é uma EdC jovem, aberta (muitos líderes da EdC não vêm do Movimento dos Focolares) e com muita vontade de futuro». Flickr: Foto gallery O próximo encontro marcado está previsto para 2017, na Bélgica.
9 Nov 2016 | Focolare Worldwide, Senza categoria
A cidade de Como se tornou o alvo da imprensa pela grande afluência de refugiados que – diante de muros e cercas de arames farpados são obrigados a desviar de outras rotas – tentam atravessar a Suíça para chegar aos países do norte da Europa, em busca de um futuro melhor ou para encontrar os familiares que os precederam. O trajeto a ser percorrido, a pé ou com meios de transporte, é muito curto, mas, os controles são rigorosos e o impedimento de entrada é a norma. Desta forma, aumenta o número de pessoas acampadas, à espera de uma ocasião propícia para conseguir passar pelos controles: são homens e mulheres, famílias com crianças pequenas, menores não acompanhados. O bispo, dom Coletti, em um apelo dirigido à cidade, solicitou a todos que aceitem o desafio da acolhida e, especialmente, dirigiu-se à comunidade eclesial exortando a viver as obras de misericórdia, neste Jubileu da Misericórdia. Uma ocasião de partilha e de crescimento. “Compreendemos que esta solicitação era dirigida também a nós – contam os membros da comunidade local do Focolare – e nos mobilizamos imediatamente, colocando-nos à disposição da Cáritas diocesana e assumindo a organização das ajudas recebidas. Por meio da rede formada pela nossa comunidade houve uma grande resposta que envolveu pessoas do nosso círculo: familiares, amigos e conhecidos. Trata-se de recolher alimentos, cobertores e outros gêneros de primeira necessidade, de cobrir os turnos de serviço dedicados ao acolhimento dos imigrantes. Acompanhá-los até o local das duchas e do refeitório, ajudar na distribuição da alimentação, na cozinha e durante a limpeza. À noite servimos até 500 refeições. Há sempre uma troca de olhares, às vezes inseguros e assustados; outras vezes, cheios de reconhecimento e, outros, desconfiados. É difícil a comunicação entre pessoas que não falam o mesmo idioma. Mas, somente o fato de que eles estão ali cansados e suados como todos, ao oferecer uma refeição, procurando entender através de gestos, se eles gostam da comida, lado a lado com outros voluntários – que conosco se envolveram pessoalmente pelos irmãos refugiados – nos faz sentir parte de uma grande família”. Uma pessoa da comunidade que distribui refeições nos escreveu: “Fiquei impressionado pela fé e pela profundidade dos cristãos coptas durante a oração de agradecimento, antes e depois das refeições”. E ainda: “No irmão refugiado que acompanhamos ao local das duchas ou que servimos à mesa, olhando-o nos olhos, reconhecemos Jesus que nos retribui o amor: ‘Sou Eu!’ E mais: “Depois de uma tarde passada a serviço do irmão, partilhando a experiência com outros voluntários das mais variadas extrações , retorna-se a casa com o coração pleno de bons sentimentos e de bons propósitos”. Na celebração da festa do santo padroeiro da cidade de Como vivemos uma tarde especial, com uma multidão na basílica, com a presença do bispo e das autoridades civis, com a participação dos imigrantes cristãos eritreus, etíopes e somalis e uma representação dos mais de 500 voluntários. “A leitura do Evangelho sobre ‘o último julgamento’(cf. Mt 25,31-46), em italiano, inglês e tigrino, suscitou uma grande emoção”. Padre Claudio, missionário comboniano da nossa comunidade, que viveu por mais de 30 anos em diversos países e sabe vários idiomas e dialetos, se dedica completamente, dando assistência às pessoas acampadas ao redor da estação central. O bispo confiou a ele a função de acompanhá-los espiritualmente e colocou à disposição a basílica. Hoje, nesses irmãos imigrantes, Jesus veio visitar-nos e nós queremos não só acolhê-Lo, mas, queremos agir de maneira concreta e com um projeto bem feito”. Fonte: Movimento dos Focolares – Itália
8 Nov 2016 | Focolare Worldwide, Senza categoria

Foto: Ursel Haaf
A 500 anos da Reforma de Lutero, na Mariápolis permanente de Ottmaring, na Alemanha, realizou-se o 35º encontro internacional de 25 bispos de várias igrejas que se inspiram na espiritualidade do Movimento dos Focolares. A reflexão sobre os pontos da espiritualidade do Carisma da unidade, a oração em comunidade e a celebração de várias liturgias colocaram bases para reuniões e diálogos profundos que deixaram uma marca indelével nos participantes. O tema do encontro, “Jesus crucificado e abandonado fundamento de uma espiritualidade de comunhão”, foi a linha mestra de todo o encontro que os bispos quiseram concluir junto à comunidade do Carmelo, que se encontra no campo de concentração de Dachau, lugar de uma das etapas mais dolorosas da história da humanidade. Abriu-se uma perspectiva que suscitou esperança: “Visitar Dachau foi para mim uma visita a um santuário de Jesus Abandonado. Ali eu encontrei Deus, Deus no seu abandono”, assim expressou-se Jesús Morán, copresidente do Movimento dos Focolares. E o bispo maronita Simon Atallah, do Líbano, acrescentou: “Ao lado de um lugar de sofrimento e ódio encontramos um lugar de amor”. Um dos momentos culminantes do encontro foi a liturgia ecumênica na igreja evangélica de Sant’Ana, em Augsburg, com a presença do bispo emérito Christian Krause, um dos principais bispos que assinou a “Declaração conjunta sobre a doutrina da Justificação”, acontecida no dia 31 de outubro de 1999, naquele mesmo local. O grupo dos bispos colheu aquela ocasião para redigir uma mensagem para a celebração da abertura dos 500 anos da Reforma, realizada em Lund, na Suécia. O prefeito da cidade da paz augustana, Kurt Gribl, recebendo os bispos, evidenciou como o “Movimento dos Focolares e, em particular, o grupo dos bispos, representam confissões que não negam as diferenças.” E, vendo uma estreita ligação entre a cidade de Augsburg e o empenho da comunidade ecumênica dos bispos, acrescentou: “Os senhores nos demonstram, com o exemplo de vocês, que é possível uma convivência pacífica e espiritual e isto nos encoraja a seguir em frente na colaboração, como cidade da paz”. Para selar esta profunda amizade e a ligação espiritual, o grupo reuniu-se depois na igreja evangélica de Sant’Ulrich. Já se tornou uma tradição nesses encontros que os bispos participantes formulem uma solene promessa, a de sustentarem-se reciprocamente na oração e na vida, partilhando preocupações e sofrimentos, alegrias e conquistas dos irmãos. “Que a cruz de um torne-se a cruz do outro e as aspirações de um torne-se as aspirações do outro”, como está escrito no texto do “Pacto de amor recíproco”, que todos assinaram. O próximo encontro ecumênico dos bispos, promovido pelo Movimento dos Focolares, se realizará em 2017, na Polônia.
6 Nov 2016 | Focolare Worldwide, Senza categoria
«As guerras nascem na mente dos homens e é na mente dos homens que devem ser erguidos os alicerces para a paz». Assim se lê no preâmbulo do ato constitutivo da Unesco, em cuja sede, em Paris, no próximo dia 15 de novembro, se recorda Chiara Lubich e o empenho do Movimento dos Focolares pela paz. Propomos, dos escritos de Igino Giordani (protagonista de duas guerras), alguns pensamentos sobre a paz: As feridas sociais se chamam guerras, dissídios; e dilaceram o tecido social com chagas que às vezes parecem não cicatrizáveis. A alma antiga, nas horas melhores, suspirava pela paz. “Se vis pacem, para bellum” [se queres a paz, prepara a guerra], diziam os romanos; mas no espírito evangélico é verdadeira paz não aquela conseguida pela guerra, mas aquela germinada por uma disposição pacífica, por uma concórdia de ânimos. Não se faz um mal para ter um bem. “Se queres a paz, prepara a paz”. Também aqui se renova, construindo para a paz, por plataforma, não as armas, feitas para matar, mas a caridade, feita para vivificar. A caridade, se movendo, gera fraternidade, igualdade, unidade, e elimina invejas, soberbas e discórdias, se importando em recolher os homens numa família de uma só mente. A vida humana é sagrada. Não mata! Não te vingues! Ama o inimigo. Nada de talião… A humanidade que seguiu Cristo entendeu no Evangelho a mensagem angélica cantada na noite do seu nascimento: “Paz na terra”. Basta que haja alguém que ame a paz. Condição primeira das relações. Jesus opunha a generais e heróis ensanguentados os heróis pacíficos, vitoriosos sobre si mesmos, suscitadores de paz consigo, com os cidadãos, com os forasteiros; criava um heroísmo novo e mais árduo; o de evitar a guerra sob todas as suas formas, quebrando continuamente a sua dialética com o perdão e a remissão. Esta paz é fruto de caridade, aquela pela qual nos é imposto que amemos inclusive os inimigos, inclusive os caluniadores: ela impede as rupturas, ou as remedia. Em regime de amor, a discórdia é um absurdo, um renegamento; e quem o provoca, sem dúvida se coloca fora do espírito de Cristo, e permanece fora enquanto não restaura a concórdia». Igino Giordani, Il messaggio sociale del cristianesimo, Editrice Città Nuova, Roma (1935) 1966 pp. 360-368
5 Nov 2016 | Focolare Worldwide, Senza categoria
Em 1956, a Hungria era invadida pelo exército soviético após a rebelião reprimida com o sangue e Chiara Lubich, respondendo ao apelo lançado por Pio XII, escreve uma carta que será a “magna carta” da nova vocação que desabrochará no Movimento dos Focolares: “os voluntários e as voluntárias de Deus”, homens e mulheres formados segundo a Espiritualidade da unidade, que se empenham em levar Deus na sociedade com o próprio testemunho, nos vários ambientes em que atuam. De 28 a 30 de outubro, reuniram-se em Castel Gandolfo (Roma) 1840 voluntárias e voluntários provenientes de toda a Itália. «Há uma grande vontade de pôr-se em jogo pelo nosso país e sente-se uma grande necessidade, que é inadiável, de superar a fragmentação e pôr-se concretamente e definitivamente em rede, para que as boas práticas possam tornar-se um estímulo, ajuda e sustento recíproco. É ainda mais forte a exigência de empenho intergeracional para ser uma resposta comum, concreta e replicável aos desafios e aos sofrimentos da nossa sociedade». Foi o comentário de uma jovem participante que resume os três dias vividos intensamente. A mensagem de Maria Voce, presidente dos Focolares, marca a abertura do Congresso, encorajando os presentes a testemunharem o carisma da unidade nas suas expressões mais concretas, com o olhar fixo na oração de Jesus “que todos sejam uma coisa só”. Entra-se no vivo do evento com algumas reflexões e testemunhos voltados para o aprofundamento do novo tema proposto este ano para todo o Movimento: “Jesus Abandonado, janela de Deus, janela da humanidade”. Foi muito tocante o relato apresentado com emoção, quase com um fio de voz, por Pina e Tanina, duas voluntárias de Lampedusa, que com força e simplicidade, contam verdadeiros e próprios atos de heroísmo quotidiano no acolhimento de milhares de refugiados desembarcados na pequena ilha nestes últimos anos: «Sentimos que estes irmãos africanos são antes de tudo nossos, antes de entregá-los à humanidade. E quando partem daqui para dispersarem-se no mundo invade-nos uma grande comoção pelo futuro incerto que os espera». Riccardo Balaarm, jornalista, conta que, da dolorosa experiência de desabilidade de um filho, nasce o empenho com os jovens da equipe nacional paraolímpica de natação, apresentando o testemunho de Arjola Trimi, vencedora da medalha de prata nos 50 estilo livre no Rio de Janeiro (Brasil).
Durante as tardes, divididos em 150 grupos enfrentam 35 temáticas: a formação, o empenho no social e na política, economia, saúde, ecologia, arte, etc. São campos de atuação nos quais os voluntários estão inseridos no próprio quotidiano, e por meio dos quais procuram realizar a vocação dos “primeiros cristãos do XX século”, como a definia Chiara Lubich: leigos que vivem o Evangelho com o mesmo ardor dos primeiros cristãos, decididos a doarem-se para construir um mundo unido. Um momento solene foi a assinatura do ato constitutivo, na presença do D. Andrea De Matteis, vigário do bispo e chanceler da diocese de Albano, pelo qual os voluntários assumem o compromisso de serem promotores do processo de canonização de um “primeiro cristão” dos nossos tempos, Domenico Mangano, voluntário de Viterbo falecido no ano 2001. https://youtu.be/EDCfdVUGa6s