Movimento dos Focolares

Novo Patriarca greco-católico

Joseph Absi, vigário patriarcal de Damasco, foi eleito para conduzir a Igreja greco-católica. O novo Patriarca, que sucede ao 85º Gregório III Laham, estudou teologia em França e no Líbano (Harissa), tendo obtido a licenciatura em filosofia, junto da Universidade estatal libanês e o doutoramento em música pela Pontifícia Universidade de Kaslik. Mons. Absi pertence à Sociedade dos Missionários de S. Paulo (Paulistas) e é sacerdote desde 1973. Desde 1999 era o Superior geral da Sociedade. Consagrado bispo em 2001, foi presidente da Caritas síria, e nessa qualidade, promoveu, juntamente com os seus colaboradores, mais de 40 projetos em Damasco, Aleppo e Hassaké. Um dos temas que está mais a peito do novo Patriarca melquita é a unidade entre as Igrejas católicas orientais.  

Cruz Peregrina da JMJ 2019

Cruz Peregrina da JMJ 2019

2017-06-24-PHOTO-00000079Depois que a “Cruz Peregrina” chegou ao Panamá, onde se realizará a Jornada Mundial da Juventude 2019, o arcebispo, D. José Domingo Ulloa Mendieta, O.S.A, lançou a proposta de que no dia 22 de cada mês “rezemos juntos” por este importante evento. A oração do dia 22 de junho passado foi confiada à comunidade local dos Focolares. Na conclusão da celebração eucarística, o arcebispo entregou a “Cruz Peregrina” e um ícone de Nossa Senhora aos jovens dos Focolares. «Foi maravilhoso receber e carregar a Cruz da JMJ – escrevem os jovens – e colhemos a ocasião para dizer ao arcebispo que pode contar conosco. Ele respondeu: “eu conto!”Foi uma festa de família da Igreja».

Contra o abuso e tráfico de entorpecentes

Instituída em 1987 pela Assembleia Geral da ONU, o Dia mundial, de 26 de junho, contra o abuso e o tráfico ilícito de drogas pretende reforçar todas as ações possíveis para combater um dos piores dramas do nosso planeta. Segundo o Relatório 2016 da UNODC (United Nations Office on Drugs and Crime), 250 milhões de pessoas de idade entre os 15 e os 64 anos fizeram uso de substâncias entorpecentes no ano anterior. A campanha se dirige a todos, mas de modo especial aos jovens, que frequentemente falam dos “efeitos de curtição” das drogas, esquecendo os muitos “efeitos negativos”. O uso de entorpecentes é preocupante e representa una chaga social que recai pesadamente sobre a saúde pública, tanto em termos de prevenção quanto de tratamento e cura dos distúrbios ligados ao uso de drogas.

Evangelho vivido: superar as divisões

Evangelho vivido: superar as divisões

Santa-Terezinha-C-Caris-Mendes-CSCNa Ilha Santa Teresinha “Quando se vive em condições de extrema miséria ou se cai na inércia, ou, como alternativa resta somente a violência. Por meio do carisma da unidade entendi que eu poderia me tornar um agente de transformação social no meu ambiente: procurar trabalho para as pessoas ao meu redor, ajudar a construir um barraco, batalhar para que todas as famílias tivessem água potável. Comecei a viver assim e, depois de dois anos, eu fui eleito presidente da Associação dos Moradores da ilha Santa Teresinha. Dei continuidade ao trabalho dos meus predecessores, me ocupei da transparência da gestão pública, demonstrando claramente que se nos ajudamos uns aos outros, Deus ajudaria a todos.” (J. – Brasil) Coletor de impostos “Eu trabalhava como coletor de impostos, um trabalho difícil que sempre exerci como um serviço ao meu país. Eu procurava servir Jesus em cada pessoa, estabelecendo um relacionamento pessoal. Já faz bastante tempo que fui nomeado para o Departamento Executivo e de Investigação. Praticamente eu deveria convencer aqueles que sonegavam a pagar os impostos evitando assim, serem processados. Trabalhar desta forma é muito difícil e requer uma grande dose de paciência. Aos poucos eu conquistei a confiança daquelas pessoas as quais eu entrei em contato e elas se conscientizaram da necessidade e dos benefícios que comportam cumprir as leis.” (A. N. – Quênia) Solidariedade contagiante “Há alguns anos uma amiga que é assistente social nos pedira para hospedar uma jovem de 17 anos por uma semana. Ela era quase cega e, por diversos motivos, não podia mais permanecer no Instituto e nem voltar para a casa dos pais. Depois de conversar com nossos filhos, já adolescentes, decidimos de comum acordo de responder afirmativamente, mesmo se esta decisão comportaria sacrifícios para cada um de nós. A nossa casa era já pequena para os quatro filhos que tinham necessidade de espaço para estudar. Miriam chegou e, ajudada por todos, se inseriu tão bem na nossa família que até nos ajudou a preparar o aniversário de um dos nossos filhos, que festejamos naquele período. Ao invés de uma, ela ficou conosco três semanas, período que sempre recordamos como um momento muito profundo de vida de família. Esta experiência de acolhimento foi eficaz também depois de alguns anos. Nossa filha, casada e mãe de duas crianças, hospedou em sua casa um menino portador de necessidades especiais que, na festa da Páscoa, teria permanecido só no Instituto. Outro nosso filho, também ele casado e com três filhos, para a festa de Natal, além da sua sogra, hospedou também uma pessoa com uma grave doença mental. A solidariedade é contagiosa.” (H. G. – Áustria)