Movimento dos Focolares

Sophia em Trento: criatividade e inovação

Mar 1, 2015

Um laboratório de estudo, em italiano e em inglês, e de atividades esportivas na neve para 50 estudantes universitários de 18 paises, formados e doutorandos, com os professores, para experimentar a “novidade” de Sophia.

20150301-aUm experimento: também na montanha uma iniciativa acadêmica interdisciplinar e intercultural, segundo a metodologia de ensinamento e aprendizagem característica do IUS. É isto que deu origem à primeira Escola de Inverno internacional do Instituto Universitário Sophia (IUS), que terminou no dia 15 de fevereiro, domingo, organizada com o apoio da Província Autônoma de Trento e a colaboração das Caixas Rurais e da Federação Tridentina da Cooperação. Os jovens participantes, provenientes de 18 países, na terra natal de Chiara Lubich, hóspedes do Centro Mariápolis intitulado a ela, sentiram-se acolhidos de modo superlativo pela cidade de Trento.

Em um contexto no qual a transformação é guiada pela tecnologia e pelos desafios político-econômicos procurou-se compreender a criatividade e inovação, segundo os princípios da “cultura da unidade” e o seu possível valor adjunto. Por exemplo, criar espaço e reconhecimento às diversidades também quando constituem potenciais geradores de conflitos.

Além das aulas nas salas, e dos trabalhos em grupo que marcaram o ritmo do programa, antes e depois das excursões e das atividades esportivas, a reflexão sobre esporte e corporeidade ofereceu uma ulterior e original chave de leitura dos temas propostos. Causou particular impacto o programa aberto à cidade “Capitão, meu capitão”, conduzido por Paolo Crepaz, membro de Sportmeet, em diálogo com três capitães de times esportivos de alto nível.

Um olhar, portanto, às questões e aos recursos do nosso tempo, que estimula a abertura de pensamento e o agir com coerência.

Na conclusão, alguns participantes deixaram algumas observações pessoais.

F.S. formada em Comunicação Empresarial, com um doutorado em Microcrédito e Microfinança: “Levo comigo duas coisas: a metodologia interdisciplinar – não se pode mais conceber os saberes como fragmentos isolados – e a necessidade de construir relações cujo início é o conhecimento profundo de si mesmo e da própria disciplina, para caminhar em direção ao outro e retornar enriquecido da disciplina do outro. Vou procurar levar a dinâmica destes dias – a escuta, reciprocidade e partilha – na vida de todo dia.”

  1. F. que estuda Ciências Sociais: “É nova a pesquisa sobre a qual vocês nos falaram: fazer emergir a relação entre esporte e cultura da unidade, na perspectiva de uma visão integral da pessoa e da sociedade: temos ainda muito, muitíssimo a descobrir.”
  2. P. formado em Ciências Naturais: “Eu não conhecia Sophia… creio que é uma resposta adequada ao nosso tempo. Penso que, come acontece no ecossistema, onde tudo é interligado e qualquer coisa que façamos tem as suas consequências, ninguém está excluído disto em qualquer lugar do planeta, somos chamados ao diálogo, conscientes das consequências e do nosso agir.”
  3. G. que está terminando o doutorado em Direito Constitucional: “Muito bom começar o dia com o momento de ‘starting point’ – o aprofundamento de um breve texto da Escritura a ser traduzido em vida – e, desta forma, dar início a uma moldura para o dia inteiro, é um ponto de partida. Agora eu também farei isto… construirei Sophia na minha universidade.”

 

Fonte: Sophia online

 

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