Movimento dos Focolares

Fim do Ramadã

Jun 24, 2017

Termina hoje, 24 de junho, o jejum feito durante o Ramadã, período de 29 ou 30 dias durante o qual os fiéis muçulmanos recordam “o mês em que foi revelado o Alcorão, como orientação para a humanidade e como evidências da orientação e do critério de julgar” (Alcorão, Sura II, 185). Durante este período, o […]

Termina hoje, 24 de junho, o jejum feito durante o Ramadã, período de 29 ou 30 dias durante o qual os fiéis muçulmanos recordam “o mês em que foi revelado o Alcorão, como orientação para a humanidade e como evidências da orientação e do critério de julgar” (Alcorão, Sura II, 185). Durante este período, o jejum observado do amanhecer ao pôr-do-sol constitui um dos cinco pilares do islamismo. O significado espiritual do jejum, unido à oração e à meditação, da abstinência sexual e de várias outras renúncias, segundo muitos teólogos, se refere à capacidade do homem de autodisciplinar-se, de exercitar a paciência e a humildade e de recordar o auxílio aos mais necessitados e àqueles que se encontram em situação difícil. O Ramadã, portanto, é uma maneira de exercitar a pureza contra todas as paixões mundanas, cujos benefícios acompanham o fiel durante o ano inteiro.  

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


Subscrever o boletim informativo

Pensamento do dia

Artigos relacionados

Páscoa: o fundamento da Grande Esperança

Páscoa: o fundamento da Grande Esperança

Esta reflexão sobre as razões e as origens pascais da esperança cristã, que “ousa” falar aos homens de hoje, nos foi oferecida por Declan J. O’Byrne, teólogo e reitor do Instituto Universitário Sophia.

Olhos de Páscoa

Olhos de Páscoa

Klaus Hemmerle (1929-1994), bispo de Aachen (Aquisgrano, Alemanha), foi um teólogo e filósofo, que com o seu timbre particular, deu uma contribuição para o aprofundamento doutrinal do carisma da unidade. Com essas palavras, ele nos introduz no mistério da Páscoa e da Ressurreição de Cristo, convidando-nos a mergulhar plenamente nesse momento e a ter um olhar novo.

A cruz, tesouro de comunhão

A cruz, tesouro de comunhão

A morte de Jesus na cruz nos revela um homem profundamente enraizado em uma relação com o Pai, que é capaz de confiar Nele até o fim. É por essa razão que aquele calvário se torna o tesouro no qual se concentra todo o amor de Deus por nós. As palavras de Igino Giordani nos convidam a dar espaço ao silêncio e à escuta, a fim de trilhar esse caminho de contemplação, redenção e comunhão com Deus e entre os homens.