Movimento dos Focolares

A “Festa das luzes”

Dez 13, 2017

A festividade judaica de Hanukkah, conhecida também com o nome de Festa das luzes ou Festa das lamparinas, que a cada ano inicia no 25º dia do mês judaico de Kislev e se prolonga no mês de Tevet, neste ano iniciará no fim da tarde do dia 13 de dezembro e durará até o dia […]

A festividade judaica de Hanukkah, conhecida também com o nome de Festa das luzes ou Festa das lamparinas, que a cada ano inicia no 25º dia do mês judaico de Kislev e se prolonga no mês de Tevet, neste ano iniciará no fim da tarde do dia 13 de dezembro e durará até o dia 20. A festividade recorda a revolta dos Macabeus, no século II a.C., insurgidos em defesa do monoteísmo, da própria terra e dos próprios costumes contra os gregos, que queriam despojar os judeus da sua identidade. Voltando ao Templo de Jerusalém, após a ocupação helênica, para reconsagrá-lo, encontraram lá somente una pequena ampolazinha de óleo, suficiente para apenas um dia. Milagrosamente aquela pequena quantidade de óleo propiciou a luz durante oito dias. Todos os anos, neste período, cada família judaica acende na própria casa a Hanukkiah (o candelabro de nove braços) por oito noites, tantas quantos foram os dias em que a ampola de óleo permaneceu acesa no Templo. O candelabro é posicionado próximo à janela, para que seja bem visível inclusive do lado de fora, como advertência a respeitar sempre a vida e os seus ideais.

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


Subscrever o boletim informativo

Pensamento do dia

Artigos relacionados

Economia de Comunhão: um percurso de regeneração

Economia de Comunhão: um percurso de regeneração

Após 35 anos do lançamento da Economia de Comunhão, um evento realizado na América Latina, de 25 a 30 de maio de 2026, possibilita viver uma experiência profunda de encontro com comunidades locais, de diversos países. A conclusão será em Buenos Aires (Argentina).

Inteligência Artificial a serviço da humanidade

Inteligência Artificial a serviço da humanidade

Foi publicada a primeira encíclica do Papa Leão XIV, intitulada “Magnifica Humanitas”. Nos 135 anos da “Rerum novarum”, o pontífice reflete sobre a Doutrina Social da Igreja no tempo da inteligência artificial. O apelo a custodiar “uma magnífica humanidade habitada por Deus”, promovendo verdade, dignidade do trabalho, justiça social e paz. Na era digital é necessário desarmar a Inteligência Artificial (IA), e superar a teoria da “guerra justa”, lançando mais uma vez o diálogo e o multilateralismo.