Movimento dos Focolares

A guerra é um homicídio em massa

Dez 31, 2012

Alguns pensamentos do livro de Igino Giordani, 'A inutilidade da guerra'

“A guerra é um homicídio em massa”.

“Como a peste serve para contaminar, a fome para deixar famintos, assim a guerra serve para matar”.

“Se você quer a paz, prepare a paz”.

“Somente os loucos e os incuráveis podem desejar a morte – escreve. E morte é a guerra”.

“Não creio que tenha existido algum Chefe de Estado, que tenha admitido fazer uma guerra com o objetivo de roubar; sempre declararam fazê-la por motivos mais nobres, mais altruístas, mais idealistas do que os outros. E – por puerilidade do ódio – sempre a avidez é atribuída ao inimigo e o idealismo ao amigo”.

“Ama-se os inimigos: esta é a posição do cristianismo. Se iniciássemos uma política da caridade descobriríamos que ela coincide com a mais iluminada racionalidade, e se revela, também econômica e socialmente, um serviço”.

“Para merecer o nome de filhos de Deus, os cristãos devem trabalhar pela paz”.

“Nós devemos organizar a paz assim como os outros organizaram a guerra”.

“A obra pacificadora começa por mim e por você…”.

Igino Giordani, L’inutilità della guerra, publicado pela Città Nuova, Roma 2003

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Subscrever o boletim informativo

Pensamento do dia

Artigos relacionados

Ottmaring, laboratório da Europa

Ottmaring, laboratório da Europa

Três dias de escuta e diálogo entre culturas, crença e política na Mariápolis permanente de Ottmaring, Alemanha, para refletir sobre a Europa à luz do carisma da unidade.

Tráfico de pessoas: agir em prol da justiça

Tráfico de pessoas: agir em prol da justiça

Mensagem de Margaret Karram para a Peregrinação de Oração Online – 12º Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas, 8 de fevereiro de 2026

Soluções globais para além da crise

Soluções globais para além da crise

De 26 de janeiro a 01 de fevereiro de 2026, Roma hospedou 100 jovens líderes políticos de 36 países para a conclusão do 1º ano do programa bienal de formação para a política “Uma Humanidade, Um Planeta: Liderança Sinodal”, o desafio de um estilo de governança diferente a partir do paradigma da fraternidade.