Movimento dos Focolares

Adesão dos Focolares a uma iniciativa de solidariedade

Set 23, 2013

Por ocasião da visita do Papa Francisco à Sardenha, os bispos lançam uma iniciativa de solidariedade em favor das pessoas necessitadas de Buenos Aires.

© Sean Scaccia

A comunidade do Movimento dos Focolares na Sardenha aderiu ao convite dos bispos locais para uma comunhão de bens em dinheiro a ser destinada à Cáritas de Buenos Aires, ligada por vínculos históricos à ilha italiana.

O nome originário da capital argentina, “Santa Maria de Buen Ayre”, deriva, de fato, de Santa Maria da Bonaria, tão venerada pelos habitantes da Sardenha.

“Da Cáritas sarda, um presente para os ‘últimos’ de Buenos Aires”, foi denominada a ação.

Além disso, a comunidade do Movimento na Sardenha ofereceu ao Papa Francisco um presente simbólico: uma tela (1m x 70 cm) intitulada “Confiança”, realizada pelo artista Sean Scaccia. A tela foi acompanhada por um breve texto do autor:

“A confiança

é um salto no escuro

de uma alma na Luz

que, não olhando à escuridão ao redor,

mergulha num abraço, ao Céu”.

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


Subscrever o boletim informativo

Pensamento do dia

Artigos relacionados

Economia de Comunhão: um percurso de regeneração

Economia de Comunhão: um percurso de regeneração

Após 35 anos do lançamento da Economia de Comunhão, um evento realizado na América Latina, de 25 a 30 de maio de 2026, possibilita viver uma experiência profunda de encontro com comunidades locais, de diversos países. A conclusão será em Buenos Aires (Argentina).

Inteligência Artificial a serviço da humanidade

Inteligência Artificial a serviço da humanidade

Foi publicada a primeira encíclica do Papa Leão XIV, intitulada “Magnifica Humanitas”. Nos 135 anos da “Rerum novarum”, o pontífice reflete sobre a Doutrina Social da Igreja no tempo da inteligência artificial. O apelo a custodiar “uma magnífica humanidade habitada por Deus”, promovendo verdade, dignidade do trabalho, justiça social e paz. Na era digital é necessário desarmar a Inteligência Artificial (IA), e superar a teoria da “guerra justa”, lançando mais uma vez o diálogo e o multilateralismo.