27 Jul 2016 | Focolare Worldwide
O projeto, já em atividade há alguns anos e dirigido pela AMU (Ação por um Mundo Unido), na República de Kiribati, dirige-se à população Buota, um dos povoados mais pobres da ilha de Taraua, no pequeno estado insular oceânico. O seu objetivo é melhorar as condições de vida da comunidade por meio de iniciativas dirigidas, primordialmente, a mulheres e crianças. As crianças que frequentam a creche são 61, católicas e de outras confissões ou credos religiosos. Quinze crianças concluíram a pré-escola e obtiveram o certificado do Ministério da Instrução Pública, que certifica o nível de conhecimentos e competências adquiridas que as qualifica para iniciar o ensino fundamental. «A creche é uma atividade que contribui para reforçar a colaboração entre os membros da comunidade – escrevem os referentes locais -. As mães dos alunos, por exemplo, muitas vezes trabalham em grupo para dar o suporte necessário. Além de angariar fundos com a venda de pão e gelo, ajudaram na construção de uma nova sala de aula trançando a palha para o telhado. Toda a comunidade dos Focolares em Buota, que teve a ideia do projeto, assumiu voluntariamente a construção da nova sala, para responder ao aumento do número de crianças». O projeto de Kiribati prevê ainda várias atividades de formação para as mulheres. «Às vezes foi bastante difícil organizá-las por causa do estado das estradas, as vias de acesso a Buota não sempre são praticáveis e chegar até lá pode ser muito difícil. Mesmo assim essa atividade também prosseguiu».
No ano passado, quatro pessoas do Ministério da Saúde realizaram um breve workshop sobre a nutrição das crianças. Naquela ocasião falou-se da importância de uma alimentação nutritiva para o desenvolvimento físico e mental, da higiene, do planejamento familiar com métodos naturais e também das hortas biológicas. Para encorajar um estilo de vida saudável, a equipe local do projeto organizou uma oficia de dois dias sobre como cultivar uma horta biológica, inclusive com a colaboração de pessoal qualificado de departamento de agricultura. Salientou-se a necessidade de que muitas pessoas se dediquem a essa atividade, de modo a compartilhar as experiências e aprender mais facilmente como obter um terreno rico em compostos orgânicos. Os moradores da ilha contaram que, já no final de 2015, começaram a ser vistas em várias casas de Buota, as primeiras hortas com couve e tomates! É um aspecto importante neste contexto, onde o aumento progressivo do nível do mar limita fortemente a área das terras que podem ser destinadas à agricultura. Fonte: AMU online
26 Jul 2016 | Focolare Worldwide
Queridos irmãos e irmãs!
Já está próxima a trigésima primeira Jornada Mundial da Juventude, que me chama a encontrar os jovens de todo o mundo, reunidos em Cracóvia, proporcionando-me também a feliz ocasião de encontrar a amada nação polaca. Tudo será vivido sob o signo da Misericórdia, neste Ano Jubilar, e com grata e devota memória de São João Paulo II, que foi o artífice das Jornadas Mundiais da Juventude e o guia do povo polaco no seu caminho histórico recente rumo à liberdade. Queridos jovens polacos, sei que desde há tempos estais a preparar, sobretudo com a oração, o grande encontro de Cracóvia. De coração vos agradeço tudo aquilo estais a fazer e o amor com que o fazeis; desde já vos abraço e abençoo. Queridos jovens das várias partes da Europa, África, América, Ásia e Oceânia! Abençoo também os vossos países, os vossos anseios e os vossos passos rumo a Cracóvia, para que seja uma peregrinação de fé e fraternidade. Que o Senhor Jesus vos conceda a graça de experimentar em vós mesmos esta sua palavra: «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt5, 7). Sinto um grande desejo de vos encontrar para oferecer ao mundo um novo sinal de harmonia, um mosaico de rostos diferentes, de tantas raças, línguas, povos e culturas, mas todos unidos no nome de Jesus, que é o Rosto da Misericórdia. E agora uma palavra para vós, queridos filhos e filhas da nação polaca! Sinto que é um grande dom do Senhor poder ir até junto de vós, porque sois um povo que na sua história passou por muitas provações, algumas muito duras, mas avançou com a força da fé, sustentado pela mão materna da Virgem Maria. Estou certo de que a peregrinação ao Santuário de Czestochowa será para mim uma imersão nesta fé provada, que me fará muito bem. Agradeço-vos as orações com que estais a preparar a minha visita. Agradeço aos Bispos e sacerdotes, aos religiosos e religiosas, aos fiéis leigos, especialmente às famílias, a quem idealmente entrego a Exortação Apostólica pós-sinodal Amoris laetitia. A «saúde» moral e espiritual duma nação vê-se pelas suas famílias: por isso São João Paulo II tinha tanto a peito os noivos, os jovens casais e as famílias. Continuai por esta estrada! Queridos irmãos e irmãs, mando-vos esta mensagem como penhor do meu afeto. Permaneçamos unidos na oração. Adeus! Até à Polónia.
22 Jul 2016 | Focolare Worldwide
Atualmente fala-se da Amazônia especialmente porque existe a preocupação pelo desmatamento e pela exploração das suas inúmeras reservas por parte de políticos e economistas sem escrúpulos. Mas, poucas pessoas sabem dos problemas das comunidades que vivem às margens do imenso, homônimo rio tão precioso para o nosso planeta doente. Para ter acesso a qualquer forma de assistência à saúde existem dificuldades enormes. Por exemplo, em Óbidos, com quase 50.000 habitantes, o único hospital, mantido pela Terceira Ordem Franciscana, dispõe de um só médico que atende os casos mais urgentes, enquanto que, para consultas com especialistas é necessário ir a Santarém, distante 6h de viagem de barco. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) solicitou respostas concretas também porque existe a preocupação com a escassa assistência espiritual à população, de natureza profundamente religiosa. Este apelo suscitou o interesse de centenas de pessoas dos Focolares (jovens e adultos do país inteiro), e de outras pessoas que, desde 2005 levam adiante o “Projeto Amazônia”. Uma vez por ano, durante as férias, elas vão visitar as diversas comunidades ribeirinhas da região. Alguns são profissionais do setor de saúde; outros não, mas se dispõem a ir para ouvir os problemas daquela gente, prestar assistência aos doentes, brincar com as crianças, em um tácito, mas explícito testemunho de Evangelho vivido. Neste mês de julho estão se realizando esse tipo de missões em três diferentes localidades: Óbidos (Pará), Magnificat (Maranhão) e Barreirinha (Amazonas).
Dos 22 voluntários que foram a Óbidos, quatro são médicos, um dentista, um fisioterapeuta e outro estudante de medicina. Com o apoio logístico dos habitantes e da prefeitura, durante os sete dias da incansável permanência, eles conseguiram visitar sete comunidades, ocupando-se de mais de 1000 pessoas, no total. Foram de casa em casa e, à noite, eram hóspedes da generosidade dos moradores, que não hesitaram em colaborar em tudo com os voluntários para ajudá-los, suscitando com isso uma grande fraternidade entre todos. E, no momento da despedida, se repetia sempre a mesma cena: ninguém queria acreditar que, no dia seguinte, os “missionários” iriam para outra comunidade, bem como nenhum deles podia dizer quem foi que provou maior alegria por ter vivido, juntos, aquele dia intenso. Porque, se é verdade o ditado que “Existe mais alegria em dar que receber” é igualmente verdade que – segundo os voluntários – eles receberam mais, por terem conhecido in loco uma população tão genuína, tão rica de valores, de coragem, de fé autêntica. Cada despedida foi marcada pela promessa de voltar no ano seguinte, acompanhados por novos amigos contagiados pelo próprio entusiasmo. Significativo o testemunho de um jovem voluntário, de Benevides, que agradeceu a todos por ter “crescido espiritualmente e humanamente”. E o de uma jovem de Belém que, impressionada “por aquelas pessoas extraordinárias que conhecera”, afirmou que quando chegasse a casa iria “recomendar a todos uma experiência semelhante”. Um jovem, de Belém, disse: “Vivo em uma sociedade interessada no último modelo de Smartphone, enquanto que aqui eu vi crianças felizes por terem recebido simplesmente um lápis. Eu vi pessoas permanecerem na fila sem ter a certeza se elas conseguiriam ou não ser atendidas pelo médico; enquanto que, normalmente, só o fato de esperar um pouco já começamos a reclamar. E ainda, mesmo em situações desfavoráveis, a alegria não falta naquelas pessoas. Ouvindo-as falar sobre a própria vida, me convenci de que algumas delas mereceriam o título de doutor honoris causa.” Veja também: http://projetoamazonia2016.blogspot.com.br/ Tweet: Médicos, enfermeiros e outras pessoas dos Focolares participam do Projeto Amazonas.
21 Jul 2016 | Focolare Worldwide

Syrian artist, Tammam Azzam’s artwork for Caritas ‘Syria: Peace is Possible’ campaign
Uma mobilização em massa, uma campanha que tem por objetivo sensibilizar o mundo inteiro. É o objetivo de #PeacePossibile4Syria, o projeto lançado pela Caritas Internacional e que envolve todos os países nos quais esta organização está presente. “Não é uma campanha contra alguma coisa, mas, a favor da paz. Ainda que se denuncie claramente a venda de armas”, explica Rosette Hechaime, libanesa, coordenadora da Cáritas no Oriente Médio. “O papa Francisco acompanha atentamente a situação da Síria e, várias vezes, quando nós o encontramos, ele mesmo nos exortou a pedir explicitamente que as armas sejam silenciadas. A Cáritas é um dos maiores entes que – nesses últimos cinco anos – dão uma resposta a esta crise humanitária. Nós recolhemos testemunhos de quem deixou a Síria e de quem permaneceu lá, para que outros sejam informados por meio das redes sociais e para que não se deixe de acreditar que a paz na Síria é possível”. No site http://syria.caritas.org/ pode-se ter acesso a todo o material para aderir à campanha e também difundi-la. “Porque a guerra na Síria já causou 4,8 milhões de refugiados em diversos países e 6,5 milhões de pessoas que foram obrigadas a mudar de cidade, no próprio país. E tudo o que é demasiado, é demasiado”, continua Rosette. Vídeo-mensagem do Papa – versão integral https://www.youtube.com/watch?v=E-Q-8rThyUY Na sua mensagem, o papa Francisco não se cansa de exortar a todos: “Unamos as forças, a todos os níveis, para fazer com que a paz na amada Síria seja possível”. Acreditam nestas palavras também as 230 pessoas que, de 5 a 10 de julho, se reuniram em Al Btar, nas montanhas do litoral sírio, provenientes de várias cidades para viver a “Mariápolis – a cidade de Maria”, “em meio a tanta violência, foi um verdadeiro presente de Deus”. Grande a alegria de reunir-se, após cinco anos, durante os quais, justamente pela instabilidade da situação, não foi possível nem mesmo reencontrar-se. O título escolhido foi “Com grande expectativa voltamos a ti”. “O programa, denso durante a manhã e mais leve à tarde e à noite, ajudou cada participante, por meio de palestras de especialistas e sacerdotes, a reencontrar a si mesmo, a refletir sobre a relação pessoal com Deus, a aprofundar a oração e o relacionamento com o outro”, escreveram dos Focolares de Damasco e de Aleppo. “Retornamos com o Paraíso na alma para levá-lo às nossas cidades e aonde ainda existe um grande inferno”, disse um dos participantes. Maria Grazia, italiana, que chegou recentemente ao focolare de Damasco, nos disse: “Para quem chega vindo de fora é mesmo um milagre. Estamos em meio a uma guerra. Fico impressionada com a integridade do povo, não só dos numerosos jovens: gente pacífica que sonha e deseja a paz. Muitos perderam a esperança e se perguntam se é uma utopia acreditar na unidade. A paz é uma utopia? E, ainda assim, não obstante tudo, continuam a acreditar em Deus tendo, no íntimo, esta profunda interrogação. Neste contexto a Mariápolis foi uma brisa suave, com muitas experiências fortes, de quem teve o irmão sequestrado, de quem perdeu tudo em um dia, de quem não recebe mais notícias dos próprios parentes, de famílias que foram separadas, sobre as consequências da constante falta de energia elétrica e água com a temperatura de 40°, e não se sabe como será o futuro, se vive na mais absoluta incerteza”. Na conclusão, os 230 participantes mandaram uma saudação que se espalhou pelo mundo inteiro, conscientes de não estarem sós e de serem membros de uma grande família. Com o impulso, como o papa exortou na sua mensagem, de encarnar esta Palavra de Deus: “Sim, eu conheço os desígnios que formei a vosso respeito – oráculo de Iahweh –, desígnios de paz e não de desgraça, para vos dar um futuro e uma esperança” (Jr 29-11). [Árabe, com legendas em italiano] https://vimeo.com/175367097 Maria Chiara De Lorenzo
20 Jul 2016 | Focolare Worldwide
Quinhentos quilômetros. Três estudantes de arquitetura colombianos, uma lista de lugares, pessoas da Itália e de Malta, paisagens e experiências para serem conhecidas, privilegiando os locais menos populares. «Estes os ingredientes de um tour, inspirado nos Gran Tour, que levavam os estudantes recém formados na Itália, para aprender in loco, para tocar, fazer a experiência direta», explicam os arquitetos italianos Iole Parisi e Mario Tancredi, coordenadores do projeto. E revelam a origem do nome “Habitandando: a viagem como método, o território como sala de aula”, projeto que se realizou de 29 de junho a 16 de julho: «Habitar, que significa, de algum modo, possuir, e andar, que representa a fugacidade, a busca. O território a ser possuído para poder compreendê-lo, e a viagem como método de aprendizagem». A viagem foi realizada por “Diálogos em Arquitetura”, em parceria com o workshop itinerante da Universidade de La Salle, de Bogotá, com a qual, há anos, existe uma frutuosa colaboração, e tinha uma componente acadêmica e outra mais experiencial. As etapas aconteceram em Catânia, Itália, onde um grupo de arquitetos e engenheiros está trabalhando num grande projeto – guiado por Paolo Mungiovino – para a recuperação de um antigo edifício histórico, o ex-Convento dos Cruzados, no coração do centro histórico, que será transformado em Museu Egípcio, graças ao acordo com o museu de Turim.
Em Chiaramonte Gulfi (Ragusa, Sicília), após uma calorosa recepção, com a presença do vice-prefeito e parte da Câmara de vereadores, foi apresentada a experiência da Cooperativa Fo. Co., atuante diante dos desafios atuais, para a Sicília e não só, com a chegada dos migrantes e refugiados. «Com eles aprendemos como se possa conciliar o amor pela própria terra com os desafios da integração, feita de um modo capilar, atento. Uma verdadeira aula de diálogo», comentaram ainda Mario e Iole. Na Calábria, o grupo foi guiado por Maria Elena Lo Schiavo, vice-prefeita de Marina di Gioiosa Ionica: «Com a sua simplicidade, mostrou-nos a conhecida determinação do povo desta terra, que diz “não” às gangs, e muitos “sim”: ao compromisso, à positividade, à criatividade. Anna Cundari, arquiteta de Cosenza, levou-nos ao Parque Nacional de Pollino, entre aldeias que arriscam o abandono, fazendo-nos conhecer pessoas que, por amor à própria terra, dizem ainda outros “sim”, com força e generosidade, restaurando e colocando de pé, às vezes com as próprias mãos, casas e capelas, dando um novo espírito a esse território». Em Pescara, os estudantes da Universidade d’Annunzio, inspirados na forte veia social da Universidade de Bogotá, estão comprometidos num caminho difícil, em um dos grandes bairros carentes da cidade, habitado por ciganos e imigrantes, e no projeto envolvem escolas e associações. «A lista dos contatos, nestes 15 dias de viagem – concluem os organizadores – seria ainda longa, mas, sintetizando, parece-nos ter saboreado uma “beleza” que, bem distante de apreciações estéticas, mostra-se nos relacionamentos entre pessoas e entre estas e os territórios. De forma que a beleza das paisagens e aldeias e cidades se “acendeu”, graças aos relacionamentos, ao diálogo, ao evidenciar as boas práticas que muitos, ainda, sem muito barulho, são capazes de colocar em ação». Maria Chiara De Lorenzo
18 Jul 2016 | Focolare Worldwide
Programa Info «A notícia de que a próxima Jornada Mundial da Juventude se ia realizar em Cracóvia deu-nos, a nós polacos, uma grande alegria. Nos três anos de preparação, com os Jovens do Movimento dos Focolares, interrogámo-nos sobre como poderíamos contribuir para a realização deste evento. Parecia-nos natural inserir-nos no programa de modo ativo e comunitário. Assim, pouco a pouco, foi determinado o nosso papel no Festival da Juventude: um programa religioso e artístico-cultural, que se realiza durante a JMJ e compreende iniciativas artísticas, de tipo religioso e espiritual. Vai haver concertos, exposições, workshops, competições desportivas, teatro, etc… Todos os jovens da JMJ que estiverem interessados são convidados a participar gratuitamente. Foi-nos confiada a preparação de um destes eventos, que terá lugar no dia 27 de julho e, neste momento, estamos concentrados nos preparativos! Estamos a trabalhar para este encontro que pensamos que vai ter duas partes: integração e reflexão. A primeira será um tempo com jogos, danças e canções, uma ocasião para conhecer os outros. Sabemos que os participantes vêm de várias partes do mundo, por isso esperamos que a língua não seja um obstáculo para a unidade. Tendo presente que o tema da JMJ faz alusão às palavras “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7), escolhemos, como lema para o nosso encontro, a rede da misericórdia, que queremos tecer entre nós, e para a qual queremos convidar o irmão que está ao nosso lado. O nosso desejo é também convidar os jovens para uma oração internacional. Na segunda parte, vamos organizar também uma vigília de reflexão, em que, através de coreografias, música e testemunhos, nos vamos concentrar nas obras de misericórdia espirituais e corporais. Durante a adoração ao Santíssimo Sacramento, a reflexão será acompanhada por textos de Chiara Lubich e canções do Gen Rosso. Também estaremos presentes no Centro das Vocações, onde os jovens poderão conhecer as iniciativas de ordens religiosas, escolas e universidades católicas, casas editoras religiosas, organizações missionárias, movimentos e comunidades nacionais e internacionais. Aqui, como Movimento dos Focolares, estaremos à disposição de todos os que quiserem saber mais sobre a nossa comunidade. Desejamos que esta JMJ possa ser, para nós, um tempo de unidade com Deus e com os outros, e que todos os que participarem no nosso evento possam viver uma experiência de unidade, para partilhar com outros e para pôr em prática nos ambientes em que vivem». Fonte: Noticiário Mariapolis, julho de 2016