Movimento dos Focolares
Mariápolis na Terra Santa

Mariápolis na Terra Santa

Mariapoli-2016-TS_02 «Foram dias maravilhosos, experimentei paz e segurança. O diálogo nos grupos foi muito rico, especialmente no das famílias». «Agradeço a Deus pela graça que recebemos, também como casal. Entre nós havia algumas discussões, mas aqui muitas coisas mudaram. Agora estamos felizes e dispostos a nos empenhar em qualquer atividade». «Pela primeira vez fiquei ajudando com as crianças menores: uma experiência muito especial. Aprendi delas a simplicidade e como viver o amor no dia-a-dia». «Senti que devo aceitar o outro assim como é. Estou com a bateria carregada para ir adiante!». São algumas impressões, entre tantas que ecoam nestes meses, pelo mundo afora, aonde acontecem as Mariápolis, o encontro típico dos Focolares. Até aqui, nada de novo. Se não fosse verdade que essas impressões provêm da atribulada Terra Santa. «A nossa Mariápolis – escrevem de Jerusalém – aconteceu de 30 de junho a 2 de julho, em Jenin, na Palestina. Um lugar muito bonito, que facilitou a descontração e ajudou a aprofundar o fio de ouro do programa, que convidava a experimentar a misericórdia de Deus e com os irmãos. Participaram 230 pessoas, de várias localidades, muitas delas vinham pela primeira vez, e entre estas jovens, adolescentes e crianças. Havia também 20 pessoas de Faixa de Gaza, que conseguiram a permissão de sair para esta ocasião». «Entre as presenças ilustres, a do arcebispo melquita da Galileia, D. Georges Bacaouni, cujas palavras foram de grande luz – como escreveu um dos participantes – por ter encorajado todos a viverem de maneira que as pessoas que nos circundam vejam que amamos Jesus». Mariapoli-2016-TS_04«Sendo o Ano da Misericórdia, estava no programa um momento que chamamos “tu a tu com Deus”. Após um profundo exame de consciência, diante de Jesus Eucaristia, cada um podia escrever os passos que devia dar para crescer no amor para com Deus e com os outros, para depois queimar aquela folha numa grande fogueira, símbolo da misericórdia de Deus. Depois desse momento solene, uma senhora de Gaza confidenciou-nos, com grande alegria: “Eu o fiz, perdoei todos. Agora recomeço desde o princípio”». Havia ainda quem reencontrava o contato com os Focolares, depois de muito tempo. «Retorno à Mariápolis depois de 15 anos, mas estou vivendo como se fosse a primeira vez. Escutando os temas de Chiara Lubich entendi que cada momento é possível retomar o passo, junto com os outros, basta recomeçar e amar no presente. Experimentei novamente que quando estamos juntos existe uma força especial que nos dá energia para prosseguir».

A JMJ começa agora

A JMJ começa agora

2016-LA STANCHEZZAAnthony é de Chicago, veio com outros 26 amigos para a JMJ. Ele conta: «Estou habituado, na minha cidade, que cada um cuida de si mesmo, sem se preocupar com os outros. Quando estávamos caminhando, para chegar ao Campus Misericórdia, uma pessoa saiu de casa e nos deu uma bandeja cheia de sorvetes… outra nos deu água… não podia acreditar no que eu estava vendo!». Antonel é romeno, de origem húngara: «Mesmo se moro na Romênia falo pouco a língua e tenho pouco contato com os romenos. Na verdade, nós nos sentimos húngaros, não romenos. Na JMJ estávamos num grupo juntos, romenos e húngaros, e foi uma experiência inacreditável! Aprendi mais a língua romena naqueles dias do que em toda a minha vida, senti que éramos realmente irmãos. Muitos preconceitos desmoronaram!». E Anna, da Itália: «Nós tínhamos malas muito pesadas, uma família nos convidou a entrar em casa e se ofereceu a guardá-las até o dia seguinte, quando voltássemos do Campo Misericórdia. Não nos parecia verdade! Na volta eles nos fizeram entrar, nos ofereceram sucos, nos fizeram descansar. Ficamos um pouco com eles e depois retomamos o caminho…». 20160308messaGMGEles são como um rio em plena cheia… acabaram de chegar de Cracóvia, mais de 10 horas para uma viagem de apenas 180 km. Cansados, mas felizes, cheios de ânimo e entusiasmo. As palavras do Papa entraram profundamente nos corações. «A JMJ, podemos dizer, começa hoje e continua amanhã, em casa, porque é lá que Jesus quer encontrar você de agora em diante – disse o Papa Francisco durante a Missa no Campus Misericórdia -. O Senhor não quer ficar apenas nesta linda cidade ou nas belas recordações, mas deseja ir para a sua casa, habitar a sua vida de cada dia: o estudo e os primeiros anos de trabalho, as amizades e os afetos, os projetos e os sonhos». São mais de 600, e depois da inesquecível experiência da JMJ, reúnem-se por cinco dias em Jasna, nos Montes Tatra, na Eslováquia. Desejam fazer com que as palavras do Papa penetrem em suas vidas, e entender como colocá-las em prática. São jovens do Movimento dos Focolares, de 33 países, da Austrália ao Brasil e Argentina, de Portugal à Rússia. Além das palavras do Papa, eles jamais esquecerão a experiência de acolhida e fraternidade que viveram. São dias intensos que os esperam. O título do encontro é significativo: “You Got(d) Me!” (“Raptaste-me” ou “Tu, Deus, Eu”). Na  programação, além da imersão na maravilhosa natureza dos Montes Tatra, há três temáticas essenciais: o relacionamento com Deus, o relacionamento consigo mesmo e o relacionamento com o outro. Tudo com o pano de fundo das palavras do Papa e com o desejo de não permitir que ninguém “lhes tire a liberdade” de cumprir escolhas corajosas para tornarem-se verdadeiros “construtores do futuro”. 20160308VegliaGMGO primeiro dia foi cheio de histórias… da acolhida, das ajudas mútuas, dos sorrisos, das trocas… e, certamente, do Papa! Falam sobre o convite que lhes fez a sentir que «Jesus lhe chama a deixar a sua marca na vida, um sinal que marque a história, a sua história e a de tantos outros». A não ser «jovens-sofá, mas jovens com sapatos, melhor ainda, calçados com botas». Domingos, dos Camarões, resume em poucas palavras a impressão de muitos outros, a de que «o mundo unido é possível, que podemos chegar à fraternidade universal». «Como dizia o Papa, devemos construir pontes e dar-nos as mãos. Eu julgava os países que provocam tantas guerras na África e, enquanto o Papa falava, sentia que devo mudar a minha mentalidade e começar a construir pontes. Construindo pontes chegamos à fraternidade, mas com o ódio as destruímos. Assim Jesus permitiu duplicar a minha fé. Muitas vezes, na minha vida, questionei porque existe o sofrimento no mundo, e entendi que lá está Jesus, que tornou-se “feio” para depois “embelezar”. Quero ser um instrumento para os outros, ser protagonista na edificação de pontes. Se colocarmos a mão na massa chegaremos a viver o testamento de Jesus: “que todos sejam um”». E Eva, da Eslováquia: «Ficamos tocados quando o Papa Francisco abençoou os nossos sonhos e os nossos pés, dando um significado a todo esforço que fizemos». «A JMJ nos faz ver que é possível um mundo novo – concluem -. Cabe a nós construí-lo, com os pequenos passos que damos todos os dias”». Homilia do Papa Francisco na Missa da JMJ – Campus Misericórdia, 31 de julho de 2016 Vigília de Oração com os jovens – Discurso do Santo Padre, 30 de julho de 2016 Via Sacra com os jovens – As palavras do Papa

Bruno Venturini, testemunha da misericórdia

Bruno Venturini, testemunha da misericórdia

BrunoVenturini_a«Para muitas pessoas foi um verdadeiro testemunho da misericórdia de Deus – escreve Maria Voce aos membros do Movimento – que agora, certamente, experimenta em plenitude». Nascido em Pistoia (Itália), no dia 8 de setembro de 1926, teve contato com o Movimento nascente em dezembro de 1949, por ocasião de uma visita de Graziella De Luca – uma das primeiras focolarinas – à sua cidade, para encontrar Pasquale Foresi. Foi ordenado sacerdote em 1978 e recobriu muitas funções no Movimento, mas “uma das maiores graças que tive – ele afirmou – foi a de compartilhar a responsabilidade pelo aspecto da Economia e do Trabalho, por mais de 30 anos, com Gioisi Guella, uma pessoa excepcional; e experimentar a constante intervenção da Providência, que fazia-me sentir que estamos nas mãos de Deus”.

ChiaraLubich_BrunoVenturini

Bruno Venturini (terceiro à direita) esteve sempre muito próximo a Chiara Lubich.

Esteve sempre muito próximo a Chiara Lubich, especialmente nos últimos anos de sua vida, quando Bruno celebrava a Missa, todas as manhãs, na capela da casa de Chiara. Uma experiência que o levou “a uma nova intimidade com Jesus”, como confidenciou a alguém. Bruno possuía uma alma grande, capaz de acolher e escutar qualquer pessoa até o fim, com um coração rico de misericórdia. Esta sua característica foi evidenciada pela presidente dos Focolares ao indicar a concomitância da sua morte com o “dia do perdão, em Assis”. O funeral será amanhã, 3 de agosto, no Centro Internacional de Castel Gandolfo.

Sophia: “Wings of Unity”

Sophia: “Wings of Unity”

20160731-a«Os resultados deste seminário superam enormemente as nossas melhores expectativas». Foi afirmado por Roberto Catalano, do Centro para o Diálogo Inter-religioso dos Focolares, na conclusão do primeiro encontro do grupo de pesquisas “Wings of Unity” (Asas da unidade), que terminou com a composição de uma agenda que se diria, pelo menos, comprometedora, se pensamos na difícil fase que a Europa está atravessando. A iniciativa tem como promotores, o reitor do Instituto Universitário Sophia (IUS), Piero Coda e o prof. Mohammad Ali Shomali, diretor do Centro islâmico londrino, Islamic Centre of England. A ideia de encontrar-se em Loppiano nasceu em abril passado, quando o prof. Shomali foi convidado a ministrar uma aula no Interdisciplinary Perspectives on Religions in the Contemporary World (perspectivas interdisciplinares em religião no mundo contemporâneo, numa tradução livre), um curso realizado em Sophia e coordenado pelo prof. Frizzi. Mas as raízes de Wings of Unity vem de mais longe, de uma história de amizade, solidariedade e confiança entre amigos muçulmanos e cristãos dos Focolares iniciada 19 anos atrás e que, cruzando os espaços da vida cotidiana com os da pesquisa acadêmica, levou a imaginar um momento de testemunho coletivo e fraternidade. E assim aconteceu para os 14 participantes do Seminário, entre os quais cinco muçulmanos xiitas, de 8 a 10 de julho passado. Esteve presente a teóloga iraniana Sharzad Housmand, docente na Pontifícia Universidade Gregoriana e especialista em diálogo islâmico-cristão, que no término do curso, salientou, com força, a novidade que este traz. Da mesma forma uma estudante paquistanesa de Sophia, Arooj Javed, cristã, afirmou jamais ter podido imaginar um tal espírito de comunhão e ao mesmo tempo de abertura e transparência entre cristãos e muçulmanos. Os trabalhos iniciaram com alguns trechos do patrimônio de Chiara Lubich, apresentados pelos professores Coda e Catalano, nos quais a fundadora dos Focolares evidencia, entre outras coisas, como a unidade deve ser buscada com todos os homens, porque somos todos filhos de um único Pai. Sucessivamente, o prof. Shomali apresentou conteúdos e realidades extraídas do Alcorão e das tradições sucessivas, que revelaram-se em consonância com o que exposto anteriormente. E assim, com surpresa, à medida que o diálogo se aprofundava, a “dureza” da diversidade se atenuava, dando lugar à esperança de que um diálogo marcado pela escuta e a compreensão recíproca é possível. Muito apreciados ainda os temas dos professores Callebaut e Ropelato, que encontraram, na centralidade do amor, a capacidade da pessoa de unificar, interior e exteriormente, as diferentes facetas humanas, e entrever novas linhas para a vida social, econômica e política. Muito válidas as contribuições dos hóspedes xiitas que abriram novos cenários sobre a experiência da unidade, um valor que – retomando as palavras de Coda – torna-se “kairós, momento favorável”. E muito convincentes foram ainda os votos da professora Mahnaz Heydarpoor, xiita, sobre a importância da formação das novas gerações ao diálogo inter-religioso. Entre as iniciativas futuras está uma escola de verão inter-religiosa, em Sophia, já programada para 2017, com o objetivo de dar continuidade ao “laboratório” de comunhão inaugurado naqueles dias: “Depois de tantos anos em que construímos a confiança entre nós – disse, na conclusão, uma das participantes muçulmana – agora as novas gerações não devem esperar: queremos fazer tudo o que é possível para que possam experimentar a unidade que, nestes dias, preencheu tão intensamente nossos corações e mentes”. Fonte: Sophia online

Chiara Lubich aos jovens da JMJ 2005

Chiara Lubich aos jovens da JMJ 2005

ChiaraLubichStoccarda2004“Por que você vai à JMJ?” “Porque, ali, espero encontrar Jesus”, respondeu uma jovem que também está aqui, em Colônia, com milhares de jovens do mundo inteiro. Acho que ela não é a única a sentir no coração esse desejo ardente: encontrar Jesus! É este o lema desta JMJ: procurar Cristo, encontrá-lo e adorá-lo. A “Jornada Mundial da Juventude” – essa invenção inspiradora do nosso muito amado papa João Paulo II – é uma ocasião privilegiada para encontrar Jesus vivo na sua Igreja, na unidade com o novo papa Bento XVI, com os bispos e entre os jovens que vieram de todos os ângulos da Terra. Encontrar Jesus, adorá-lo e depois levá-lo aos outros, aonde quer que formos. Caríssimos jovens, vocês sabem que existe um segredo para nunca mais perder esse Jesus que, no evento da JMJ, se apresenta a nós como alguém tão belo, vivo e fascinante? O segredo é este: é preciso amar! Para amarmos a Deus, para permanecermos nele, para estarmos sempre na luz, temos que amar os outros. Falo a partir da minha experiência de mais de 60 anos, mas baseada também na experiência de um povo inteiro, espalhado em todo o planeta, de milhões de homens, mulheres e crianças que escolheram o amor como estilo de vida! É esse o segredo de uma vida feliz, realizada, interessante, sempre nova, nem um pouco monótona, sempre surpreendente! Agora lhes dou um pequeno, mas significativo exemplo. Soube que, recentemente, um grupo de jovens, num campo de refugiados na África, onde lhes falta quase tudo, quer transformar, com o amor vivido, esse lugar onde vivem num paraíso. Eles me contam experiências concretas, onde isso está se realizando. Vocês entenderam o que isso significa? Que o amor vence tudo! Poderíamos dizer milhares de coisas sobre o amor que Jesus nos ensina com a sua vida, com as suas palavras, com o testemunho dos seus santos. Mas, hoje, gostaria de ressaltar somente dois pontos que são, porém, de fundamental importância: É preciso amar a TODOS, sem exceção, sem seleção, sem preferências – como Deus age conosco! Trata-se de amar o amigo e o inimigo, o simpático e o antipático, o professor e o vizinho de casa, o carteiro e o colega. Amar a TODOS significa também amar aos que estão longe de nós, embora presentes graças à mídia, como, por exemplo, as vítimas do Tsunami, no Sudeste Asiático, ou os jovens da JMJ que vieram dos países pobres, que vocês ajudaram com o fundo de Solidariedade. O segundo ponto: é preciso SER OS PRIMEIROS a amar. Normalmente, amamos quando somos amados, respondemos ao amor que recebemos. E se ele não chega? Não, é muito melhor tomarmos a iniciativa, sermos os primeiros a fazer um gesto de amizade, de perdão, de vontade de recomeçar do início. Experimentem amar assim. Sentirão uma grande liberdade, porque são vocês os protagonistas! Caríssimos jovens, coragem! Vale a pena viver assim. Vocês não foram feitos para coisas pela metade. Deem o próprio coração Àquele que sabe plenificá-lo. Deus precisa de jovens assim, inflamados, que não se deixam paralisar pelos próprios problemas, pelos eternos obstáculos que se opõem ao amor. Ele precisa de pessoas que queimaram tudo no fogo do Amor de Deus e que atraem os outros. Que Jesus, a quem encontraram, permaneça sempre com vocês! No Amor verdadeiro. (Chiara Lubich, Colonia, 16 agosto 2005) Fonte: Centro Chiara Lubich

JMJ 2016 e a aventura dos jovens de Verona

JMJ 2016 e a aventura dos jovens de Verona

gruppo 1Da diocese de Verona (Itália) eram cinco ônibus com jovens de 17 anos, com destino à Polônia, acompanhados por um sacerdote, animadores e famílias. O acampamento que os esperava em Cracóvia, no contexto da JMJ, era direcionado especialmente a eles. No grupo havia também alguns Gen 3, entusiasmados por fazerem uma experiência desse tipo. «Uma etapa da viagem estava prevista para o dia 22 de julho em Munique – conta Pe. Stefano Marcolini, dos Focolares, um dos sacerdotes que acompanhava o grupo -, para visitar o ex-campo de concentração nazista de Dachau. À noite, voltando para Munique decidimos fazer um giro turístico pela cidade, sem saber que esta teria se tornado palco de um atentado terrorista. Graças a Deus não estávamos próximos ao centro comercial onde acontecia o tiroteio, mas houve uma tal confusão que toda a cidade (metrô, bares e locais públicos) estava tomada pelo pânico. Havia muito medo e era grande a dificuldade para nos reencontrarmos. Ainda bem que funcionavam os celulares e o Google maps. Finalmente, às três da manhã, estávamos todos juntos, generosamente recebidos pela igreja local que nos hospedava, oferecendo, além de tudo um abundante café da manhã. Tendo contatado o Ministério das Relações Exteriores italiano, porém, recebemos a ordem de voltar à Itália, já que o nosso grupo era formado por menores».foto 1 Mas os jovens não se davam por vencidos. Encorajados pelas palavras de convite do Papa Francisco para a JMJ: “Não lhes deixem roubar a esperança”, de volta à Itália desejaram da mesma forma participar de um “camping-escola” – aquele que teriam feito em Cracóvia – que o bispo, velozmente conseguiu montar num bonito local nas montanhas. «Tendo sabido da aventura deles, o Papa encorajou os jovens a não se renderem e disse que esperava por todos na JMJ. Três deles, acompanhados por um sacerdote, foram convidados a participar de um festival dos jovens italianos, em Cracóvia. E foram eles os escolhidos, junto com outros jovens, para fazer ao papa uma pergunta, numa conexão internet, precisamente sobre os fatos ocorridos em Munique». «Respondendo ao convite pessoal do Papa – continua pe. Stefano – terminado o acampamento vamos viajar novamente de ônibus para a Polônia, para chegar a tempo de participar, no sábado, dia 30, pela manhã, de uma audiência privada com ele. Mas não só. Para o grande encontro do sábado à tarde, para o qual são esperados 2 milhões de jovens, os de Verona receberam o ingresso para sentar-se na primeira fila! E tudo isso porque, como diz Ricardo, um dos Gen 3, “nós não deixamos que nos roubassem a esperança!”».