Movimento dos Focolares

Chega de violência contra a mulher

Nov 23, 2018

O “Dia Internacional pela eliminação da violência contra a mulher”, instituído pela ONU em 1999, é celebrado todos os anos em 25 de novembro, como convite aos governos, às organizações internacionais e às ONGs a comprometerem-se na sensibilização da opinião pública. Muito já foi feito, mas, infelizmente, ainda há muito a fazer. E não é […]

O “Dia Internacional pela eliminação da violência contra a mulher”, instituído pela ONU em 1999, é celebrado todos os anos em 25 de novembro, como convite aos governos, às organizações internacionais e às ONGs a comprometerem-se na sensibilização da opinião pública. Muito já foi feito, mas, infelizmente, ainda há muito a fazer. E não é preciso ir a países distantes para encontrar uma violência cruel que se desencadeia sobre mulheres, inclusive perto de nós e no mais sórdido silêncio. Ressoam com força, as palavras de São João Paulo II, na carta apostólica Mulieris dignitatem (MD, 15/08/1988), onde salienta que «Deus criou o homem e a mulher à sua imagem, não somente como indivíduos, mas na sua comum humanidade, como “unidade dos dois”. A mulher e o homem, portanto, essencialmente iguais, são ambos pessoas, chamadas como tais a participar da vida íntima de Deus e a viver em recíproca comunhão entre si, no amor, sob o modelo de Deus que é Amor, que é unidade na Trindade, e a espelhar no mundo a comunhão de amor que existe em Deus (MD 7)». Um objetivo com o qual confrontar-se cada dia, individualmente e enquanto sociedade.

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


Subscrever o boletim informativo

Pensamento do dia

Artigos relacionados

Bolívia: encontro e amizade sem fronteiras

Bolívia: encontro e amizade sem fronteiras

Duas famílias de Vicenza (Itália) viveram uma experiência intensa e profundamente significativa na Bolívia, em contato direto com os projetos de apoio à distância promovidos por Ações Famílias Novas (AFN). Não uma simples visita, mas uma imersão na vida quotidiana de quem, dia a dia, transforma a solidariedade em oportunidade de resgate.

Vivendo o Evangelho: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20,21)

Vivendo o Evangelho: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20,21)

Jesus ressuscitado dá paz e alegria aos seus discípulos e confia-lhes a sua própria missão. O Espírito Santo os “recria” como uma nova humanidade, e esta vocação hoje não diz respeito apenas a cada um de nós, mas realiza-se plenamente quando somos uma “comunidade” e nos apoiamos uns para os outros. É assim que o Evangelho se torna vida e a missão um novo Pentecostes.

Líbano: ser centelhas de vida

Líbano: ser centelhas de vida

Depois da doação de 300 euros, feita por algumas crianças de Roma para o Instituto de Reabilitação áudio-fonética (IRAP), localizado em Aïn, na periferia de Biakout, ao norte de Beirute, elas receberam uma carta de agradecimento realmente tocante; lembrou-nos o verdadeiro valor da solidariedade e da responsabilidade que interpela cada um de nós: ser sementes de esperança e de paz na escuridão.