Movimento dos Focolares

Um ano revolucionário

Jan 1, 2020

Chiara Lubich afirmou várias vezes que trabalhar para estabelecer relacionamentos de paz no mundo é um fato revolucionário. Abre-se uma nova década, que coincide também com o centenário do nascimento da fundadora dos Focolares

Chiara Lubich afirmou várias vezes que trabalhar para estabelecer relacionamentos de paz no mundo é um fato revolucionário. Abre-se uma nova década, que coincide também com o centenário do nascimento da fundadora dos Focolares “Você sabe quem são os que promovem a paz, de que fala Jesus?” Chiara Lubich começa assim o seu comentário à Palavra de vida do mês de fevereiro de 1981. Uma pergunta que dirige também a nós, hoje mais do que nunca, no Dia internacional da paz. Quem promove a paz cria e estabelece vínculos, abranda as tensões – explica Chiara. Descobriremos assim que são infinitas as ocasiões para sermos verdadeiros promotores de paz. https://vimeo.com/333694432

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


Subscrever o boletim informativo

Pensamento do dia

Artigos relacionados

Economia de Comunhão: um percurso de regeneração

Economia de Comunhão: um percurso de regeneração

Após 35 anos do lançamento da Economia de Comunhão, um evento realizado na América Latina, de 25 a 30 de maio de 2026, possibilita viver uma experiência profunda de encontro com comunidades locais, de diversos países. A conclusão será em Buenos Aires (Argentina).

Inteligência Artificial a serviço da humanidade

Inteligência Artificial a serviço da humanidade

Foi publicada a primeira encíclica do Papa Leão XIV, intitulada “Magnifica Humanitas”. Nos 135 anos da “Rerum novarum”, o pontífice reflete sobre a Doutrina Social da Igreja no tempo da inteligência artificial. O apelo a custodiar “uma magnífica humanidade habitada por Deus”, promovendo verdade, dignidade do trabalho, justiça social e paz. Na era digital é necessário desarmar a Inteligência Artificial (IA), e superar a teoria da “guerra justa”, lançando mais uma vez o diálogo e o multilateralismo.