Movimento dos Focolares

Uma ponte de unidade

Mar 6, 2012

A experiência de uma jovem do Movimento dos Focolares no seu ambiente de trabalho.

Nicole: Estou trabalhando há 9 meses como jornalista web da Rede Canção Nova de Comunicação, uma das maiores redes católicas de comunicação do país. Durante a entrevista de emprego disse que fazia parte do Movimento dos Focolares e aquilo que eu acreditava como modelo de comunicação, uma comunicação que tem como objetivo a fraternidade universal, exaltando o belo da humanidade. Logo no primeiro dia, quando me apresentaram e disseram aos outros eles disseram “Nossa! Você é uma gen como Chiara Luce”. Vi logo o grande amor deles, me recebendo mesmo como parte da família. Poucos meses depois, trabalhando num evento tive a graça de conhecer Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova. “Fico muito feliz em saber que temos alguém dos Focolares aqui. Você tem muito a contribuir para a Canção Nova”, ele disse. Monsenhor Jonas mesmo me contou que teve seu primeiro encontro pessoal com Cristo numa mariápolis em Aparecida (SP) em 1964. Pensei então: Uma gen como Chiara Luce; uma grande contribuição para a Canção Nova… Não sou nada, sou uma coitada! Lembrei-me do que Chiara disse uma vez, se descrevendo mesmo como uma coitada do norte da Itália, de uma pequena cidade, chamada por Deus. Assim, percebi que fui mesmo chamada por Deus para este trabalho. Nele eu realizo todo ideal de jornalismo que eu sonhei e aqui cultivo sempre mais um grandíssimo amor pela Igreja e pela minha fé. Durante estes mês pude escrever diversas matérias sobre a Semana Mundo Unido, Economia de Comunhão, sobre os três anos da morte de Chiara… Especialmente escrevi sobre a amizade do agora beato João Paulo II e as personalidades de fé do século XX, entre eles Chiara Lubich. Fiquei extremamente feliz quando recebi a resposta de Eli Folonari dizendo que nos concederia uma entrevista. Nossa! Queria muito fazer esta entrevista, mas o horário que Eli estaria disponível eu não estaria na redação. Conversando com a minha chefe ela sugeriu que eu fizesse as perguntas e passasse para minha colega (que foi correspondente em Roma) fazer a entrevista.   Por mais que eu quisesse fazer aquela entrevista, vi que era a hora de perder e confiar na unidade com esta minha colega.   Minha colega adorou a entrevista com a Eli, que por sua vez se sentiu muito acolhida. Todos adoraram a matéria e disseram que estavam ainda mais fascinados por Chiara.

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